Sexta-feira, 31 de Julho de 2009

Padrões de Contato: Século XXV


Trilogia
Padrões de Contato: Século XXV
de Jorge Luiz Calife


“Agradeço ao Sr. Jorge Luiz Calife, do Rio de Janeiro, por uma carta que me fez pensar seriamente numa possível continuação [de 2001: Odisséia no Espaço]”
 

Como este agradecimento em 2010: Uma Odisséia no Espaço II, Arthur C. Clarke colocou o brasileiro Calife no mapa da ficção científica mundial, abrindo a ele as portas para escrever a Trilogia Padrões de Contato: Século XXV. A humanidade controla a natureza e vive uma era de hedonismo e tranqüilidade econômica e social. Empreiteiros espaciais disputam megaprojetos de ultratecnologia, dividindo o Sistema Solar entre seus interesses. Residências aéreas dão forma a uma vida paradisíaca nos céus da Terra. Golfinhos mantêm contato telepático com uma inteligência galáctica de bilhões de anos, a Tríade, guardiã da segurança da humanidade. Mas tudo começa a mudar com a chegada do Batedor, sonda de uma civilização distante que oferece testemunho de que o destino da humanidade está entre as estrelas.

Século XXVI. A humanidade tenta encontrar saídas para a colonização estelar. Tensões aumentam entre os que desejam manter a pureza do corpo humano, os que querem a fusão com a máquina, e os que buscam a simbiose com organismos geneticamente manipulados. Baleias trabalham na construção civil em Europa, a lua de Júpiter, e jovens simbiontes conseguem flutuar no vácuo sem trajes espaciais. Mas um problema de preservação ambiental pode limitar a construção de um novo porto espacial de grande importância para a Terra.

Século XXVIII. A ultratecnologia trouxe a felicidade? Não para um grupo de transcendentalistas que enviam apelos ao espaço com radiotelescópios. Para eles, a Tríade tem a solução – a fusão de mentes individuais a uma matriz cristalina, unindo a espécie humana à sua consciência coletiva.

Assim Jorge Luiz Calife constrói a sua história do futuro. O fio condutor é Angela Duncan, mulher tornada imortal pela Tríade. A saga avança com a descoberta de uma nave de gerações tripulada por brasileiros e vítima de uma cruel ditadura militar, com uma guerra contra parasitas espaciais, e jornadas por um buraco negro até o passado da Terra, e a resolução do mistério da Tríade.


Calife começou a escrever ficção científica hard em meados da década de 1980, mas a densidade de informações em seus romances prefigura um momento da FC internacional que viria somente quinze anos depois. — Roberto de Sousa Causo, autor de A Corrida do Rinoceronte

O Autor O fluminense Jorge Luiz Calife é um dos mais importantes e prolíficos autores de ficção científica do Brasil, considerado o “pai da FC hard brasileira” (aquela em que tecnologia e conceitos científicos são mais determinantes) pelo pioneirismo da sua trilogia “Padrões de Contato”, aqui reunida pela primeira vez num único volume. Calife ajudou a popularizar a idéia de uma FC brasileira publicando em revistas como Ele & Ela, Playboy, Isaac Asimov Magazine e Manchete – onde foi publicado o seu conto “2002”, que impressionou Arthur C. Clarke e o motivou a escrever uma sequência ao seu clássico 2001: Uma Odisséia no Espaço. Seus contos apareceram também na França e em Portugal. Algumas dessas histórias estão reunidas em As Sereias do Espaço (2001). Jornalista e divulgador científico, também publicou Espaçonaves Tripuladas (com Cláudio Oliveira Egalon e Reginaldo Miranda Júnior, 2000) e Como os Astronautas Vão ao Banheiro? E Outras Questões Perdidas no Espaço (2003).


MAS AFINAL O QUE É FC HARD ?

Ficção científica 'hard' ou FC hard, é um sub-gênero da ficção científica caracterizado por seu interesse no detalhe ou na precisão científica.

Todavia, há muita discordância entre leitores e escritores sobre o que exatamente constitui este interesse no detalhe científico. Muitas histórias de FC 'hard' se concentram no desenvolvimento tecnológico e biológico, mas muitas outros deixam a tecnologia em segundo plano. Outros argumentam que se a tecnologia é colocada em segundo plano, isto seria um exemplo de ficção científica 'soft'.

Outra distinção no gênero gira em torno da representação da condição humana. Alguns autores buscam especular precisão técnica numa sociedade avançada quase utópica, na qual a humanidade logrou vencer a maioria dos males humanos; enquanto outros buscam representar o impacto da tecnologia na raça humana, com os defeitos humanos ainda firmes em seus lugares e por vezes, até ampliados.

Alguns autores evitam escrupulosamente implausibilidades tais como viagens-mais-rápidas-que-a-luz, enquanto outros aceitam tais artifícios de enredo mas se concentram em descrever realisticamente os mundos que tal tecnologia poderia tornar acessível; ao escritor de FC 'hard' permite-se antecipar o automóvel desde que ele também preveja o engarrafamento de trânsito.

Na ficção científica 'hard', os personagens principais são geralmente cientistas práticos, engenheiros, militares ou astronautas. O desenvolvimento dos personagens é freqüentemente colocado em segundo plano, relativamente a exploração de fenômenos astronômicos ou físicos, mas alguns autores antecipam a condição humana ou a idéia de que os indivíduos terão valores e modos de vida diferentes nas sociedades futuras, onde as circunstâncias tecnológicas e econômicas mudaram. Mesmo em tais casos, todavia, um tropo comum da FC 'hard' associa a solução da trama a um aspecto tecnológico.

Os escritores de ficção científica 'hard' geralmente tentam fazer suas histórias consistentes com a ciência conhecida na época da publicação (o que também significa que para públicos posteriores seu conhecimento será obviamente incompleto; algumas obras antigas retratam astronautas andando em Vênus usando roupas comuns). Mesmo ao escrever FC 'hard' passada em universos alternativos onde se aplicam diferentes leis físicas, os autores ainda tentam criar um conjunto internamente consistente de leis físicas.

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A SEXUALIDADE NA BÍBLIA


A SEXUALIDADE NA BÍBLIA
de Teresa J.Hornsby

Páginas: 208
 

"Temos finalmente uma coletânea que vai além da ignorância e do ódio para explicar não apenas o que a Bíblia diz sobre o sexo, mas também por que o diz. Como se presta a diversos pontos de vista, contextos históricos e matizes linguísticos, esta coletânea subtrai a Bíblia ao fanatismo com que é usada nas guerras culturais de hoje e, ao contrário, convida o leitor a elaborar suas próprias interpretações." Amy-Jill Levine

Uma nova maneira de ver a Bíblia revela uma imensa riqueza de idéias a respeito do sexo e da sexualidade.

Algumas pessoas consideram as perspectivas da Bíblia sobre o sexo exageradamente unidimensionais e ultrapassadas. Outras, em se tratando de sexo e sexualidade humana, tomam-na por um guia moral incontestável. Uma leitura atenta da Bíblia revela que, embora suas regras e lições a respeito do sexo e da sexualidade não se apliquem a todas as pessoas em todas as épocas, a Escritura Sagrada pode, de maneira surpreendente, lançar luz sobre nossa vida sexual moderna.

Este guia intrigante desmistifica a Bíblia, sintetizando ideias básicas no âmbito histórico, teológico, literário e linguístico a respeito dos textos bíblicos e contrapondo-as às nossas modernas atitudes frente ao sexo. Uma tradução acurada das passagens da Bíblia e comentários instigantes reduzem a distância entre a autoridade bíblica e a visão contemporânea dos papéis dos sexos, casamento, orientação sexual, virgindade, desejo e prazer sexual. Recorrendo às escrituras hebraicas e cristãs, examina a fundo a intersecção entre a linguagem religiosa e a linguagem erótica.

Agora você pode descobrir o que a Bíblia diz sobre o sexo, sem precisar de maiores conhecimentos em teologia e história religiosa. Este livro explica, em comentários perspicazes e atraentes, o contexto histórico e as posturas religiosas dos autores da Bíblia, bem como o papel que eles desempenham nos atuais debates sociais. Você se sentirá estimulado a formar sua própria opinião sobre o que a Bíblia diz sobre o sexo e a buscar uma compreensão mais profunda de sua própria sexualidade.

A AUTORA
Teresa J.Hornsby é diretora do Drury` s Women and Gender Studies Program e professora-assistente de Religião na Drury University. Muito conhecida como consultora de mídia e conferencista, Teresa já publicou uma ampla variedade de artigos, ensaios e críticas sobre gênero, sexo e temas relacionados à sexualidade em estudos da Bíblia e da vida religiosa.

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Castrati e outros virtuoses


Castrati e outros virtuoses:
a prática vocal carioca sob a influência da Corte de D. João VI
de Alberto José Vieira Pacheco


354 páginas + CD ROM

 

"No inverno de 1807/08, a Família Real e Corte transferiram sua capital de Lisboa para o Rio de Janeiro. Nos anos que se seguiram a Capela Real se foi restabelecendo, conforme orientações do próprio Príncipe Regente, que insistiu numa instituição da mais elevada qualidade e muito especialmente na contratação de castrati, numa época em que estes estavam desaparecendo na Europa. O virtuosismo destes teve um impacto dramático na música composta sobretudo por Marcos Portugal e José Maurício Nunes Garcia, assim como na prática vocal carioca quer na Capela Real, quer fora. Em Castrati e outros virtuoses, Alberto Pacheco descreve e explica esta transformação, apresentando-nos igualmente os muitos protagonistas, através dos quais este processo se realizou. Um texto da maior importância para aqueles que queiram conhecer melhor o meio musical fluminense durante o período joanino, será de interesse tanto para historiadores quanto para músicos em geral." David Cranmer

CONTEÚDO

Prefácio
Adriana Giarola Kayama

Primeira Parte O Meio Musical Luso-Brasileiro

Capítulo 1 Panorama Musical Português
1.1 – D. João VI e a realidade musical portuguesa
1.2 – O ensino musical
1.3 – A prática vocal e o gosto pelos castrati

Capítulo 2 Panorama Musical Carioca
2.1 – O Rio de Janeiro, sede do império
2.2 – D. João VI: o grande mecenas
2.3 – A música carioca
2.3.1 – A música sacra
2.3.2 – A música dramática
2.3.3 – A música de câmara
2.4 – O ensino musical

Capítulo 3 Cantores Em Atividade No Rio De Janeiro
3.1 – Os castrati italianos
3.2 – Cantores brasileiros
3.3 – Demais cantores europeus
3.4 – Cantores de nacionalidade desconhecida
3.5 – Capelães Cantores
3.6 – Cantores Anônimos
3.6.1 – A presença negra e mestiça
3.6.2 – A presença feminina anônima

Segunda Parte A Prática Vocal Carioca

Capítulo 4 A Cantoria
4.1 – Aspectos da técnica vocal
4.2 – Aspectos Interpretativos
Capítulo 5 – Transformações Na Linha Vocal Solo
5.1 – Antes do Rei
5.2 – A chegada do Rei
5.3 – A influência de Marcos Portugal

Capítulo 6 A Execução Do Repertório De Salão 6.1 – A pronúncia do português cantado
6.2 – Adequação aos gêneros: a modinha e o lundu
6.3 – O vocabulário

Apêndice I: Datas importantes

Apêndices no CD-ROM

Apêndice II: Linha vocal solista na obra sacra do Pe José Maurício
Apêndice III: Linha vocal das dedicatórias presentes na obra sacra brasileira de Marcos Portugal
Apêndice IV: Gráficos de tessitura e extensão vocais
Apêndice V: Documentos do Arquivo Nacional do Rio de Janeiro
Apêndice VI: Dezesseis variações sobre o tema Nel cor piú non me sento segundo Domingos Lauretti


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Imagens, relíquias e bênçãos



Imagens, relíquias e bênçãos
– Os gestos da fé e seu significado
de Vitor Groppelli

Páginas: 96
 

Este livro, de redação simples e didática, informa os leitores sobre o que são os sacramentais, as bênçãos, o culto aos santos e às suas relíquias, como eles surgiram, para que servem e sua evolução. Fala de costumes, como colocar cinzas sobre a cabeça no início da Quaresma, o uso da veste branca no Batismo e a bênção da água ou do óleo na Quinta-feira Santa são apenas alguns dos chamados sacramentais, sinais sagrados destinados a preparar os fiéis para recepção dos sacramentos e para santificar a vida cotidiana. Como estes, assim também o culto aos santos – mediante as imagens e as relíquias –, a água benta, a bênção de objetos ou lugares junto com uma série de cerimônias e costumes realizados com frequência podem ser uma ajuda válida para a vida de fé. Nas páginas deste livro fazemos uma espécie de viagem para a descoberta das pequenas “estratégias espirituais”, cotidianas, úteis e ricas de religiosidade.




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Microsoft e Yahoo! fecham parceria para concorrer com Google


A Microsoft e o Yahoo! fecharam um acordo para enfrentar o Google no mercado de publicidade e buscas on-line. O anúncio aconteceu nesta quarta-feira (29/07) e a parceria terá duração de dez anos.

 

No ano passado a Microsoft tentou comprar o Yahoo! por US$ 47,5 bilhões. Pelo acordo atual, segundo a Reuters, a gigante dos softwares não gastará nada, já que o foco é o compartilhamento da receita entre as duas companhias.

 

De acordo a Comscore, empresa de pesquisa de marketing, o Google liderava o mercado de buscas dos Estados Unidos, com 65% em junho. Seguido do Yahoo!, com 20% e a Microsoft, com 8%.


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Design Gráfico Cambiante


Design Gráfico Cambiante
de Rudinei Kopp


Páginas: 134



 

O tema desenvolvido por Rudinei é fascinante por sua atualidade, inquietante pelas reflexões que suscita, e complexo pelos desdobramentos que pode sugerir. Até há bem pouco, o conceito de design visual não deixava dúvidas de que se tratava de um processo de busca de soluções funcionais de relativo longo prazo para problemas de comunicação envolvendo tipografia e imagens. Mas as conceituações de design e as realidades que elas estimulam, são cambiantes, como já nos alerta o título deste livro. Prof. Dr. Flávio V. Cauduro na Apresentação.


CONTEÚDO

LISTA DE FIGURAS

APRESENTAÇÃO
Flávio Vinicius Cauduro

1 Introdução

2 Sólidos e Fluidos: Modernidade e Pós-Modernidade

3 Design Gráfico Moderno e Pós-Moderno
3.1 Design gráfico: aproximações ao termo
3.2 Design Gráfico Moderno
3.2.1 Origens
3.2.2 Estilo Vitoriano
3.2.3 Artes e Ofícios
3.2.4 Art Nouveau
3.2.5 Os primeiros modernismos
3.2.6 Simplificar e padroniza
3.2.7 Bauhaus
3.2.8 O design popular
3.2.9 Regras para o "bom design "
3.3 O Design pós-modernista
3.3.1 Revivalismo e vernacular
3.3.2 New Wave e Punk
3.3.3 Desconstrução e Academia de Arte Cranbrook
3.3.4 Grapus, Memphis, Neville Brody e Retro
3.3.5 A revolução digital
3.3.6 David Carson
3.3.7 A nova simplicidade
3.3.8 Políticas de estilo

4 Design Gráfico Cambiante
4.1 Introdução
4.2 Music Television
4.3 Relógios Swatch
4.4 Projetos Gráficos Cambiantes
4.4.1 Ray Gun
4.4.2 Big
4.4.3 Matiz
4.4.4 Sexta Feira
4.4.5 Outras publicações

5 Considerações Finais

6 Referências

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Dicionário do Movimento Operário


Dicionário do Movimento Operário:
Rio de Janeiro do século XIX aos anos 1920
- militantes e organizações
Claudio H. M. Batalha


Coleção História do Povo Brasileiro

Páginas: 298
 

Este Dicionário do Movimento Operário reúne, sob a forma de verbetes (são 839 militantes e 397 organizações) informações biográficas sobre militantes e históricos de organizações da cidade do Rio de Janeiro durante quase um século, a partir de 1830. O primeiro volume, como os que virão, pretende ser um instrumento de auxílio aos pesquisadores da história operária, um estímulo aos trabalhadores e organizações do presente na busca de domínio sobre sua história e pela afirmação de sua identidade.

O livro é parte da coleção História do Povo Brasileiro, que busca oferecer uma visão abrangente e alternativa da história brasileira, combinando rigor historiográfico com linguagem acessível e publicando obras de autores de reconhecida competência nos temas selecionados para cada volume.

Apresentação

por Ângela de Castro Gomes

Estudos sobre movimento operário, sobre sindicalismo e também, como se diz hoje, sobre a classe trabalhadora, são uma constante na grande área das Ciências Sociais. Com claras marcas interdisciplinares, esse campo de investigação tem refletido as transformações que impactaram essas ciências nas últimas décadas, com destaque para a que acusou a insuficiência dos paradigmas de corte estruturalista. Eles privilegiavam as dimensões explicativas macro-sociais, quase expulsando os homens concretos, digamos assim, da história que faziam e viviam. Mas com o retorno do indivíduo à cena sociopolítica e o reconhecimento da dimensão cognitiva e valorativa como orientadora das ações coletivas, foram exigidas novas ênfases e possibilidades de tratamento de temas clássicos das ciências sociais e da história. É neste contexto que se pode entender o interesse em produzir obras como os dicionários biográficos, que ganham espaço crescente no mundo editorial. Mais especificamente ainda, de produzir um dicionário com foco no movimento operário do Rio de Janeiro em cerca de um século: 1830-1930.

Como parte de um projeto maior – trata-se do primeiro volume de uma série de dicionários sobre movimento operário no Brasil –, esta iniciativa contempla os militantes, mais e menos conhecidos, que se envolveram em lutas e associações, mais ou menos destacadas, na corte/capital federal, pólo mais importante de concentração de trabalhadores no período. Empreitada árdua e longa, que exigiu a cumplicidade e a persistência de um grupo de pesquisadores experimentados. Por meio dela, trajetórias individuais e institucionais se combinam para a construção de um texto de referência que já nasce imprescindível a todos os estudiosos da moderna história social do trabalho.

*Ângela de Castro Gomes é doutora em Ciência Política pelo IUPERJ, professora titular de História do Brasil da universidade Federal Fluminense (UFF) e pesquisadora e professora sênior do CPDOC/FGV-Rio.

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Educação ameríndia



Educação ameríndia: a dança e a escola guarani
de Ana Luisa Teixeira de Menezes e
Maria Aparecida Bergamaschi


Páginas: 259

Dança e memória identitária de uma cultura se combina com escola em espaços e tempos diferenciados da instituição que conhecemos e que se refaz no cotidiano Guarani. Os conhecimentos geracionalmente repassados reforçam uma cultura que se vê exposta aos valores repassados pela mídia, pelas negociações com o poder público, com as compras nos armazéns, sem contar com as presenças de agentes de medicação do mundo branco. Nessa intensa, contraditória e dinâmica condição é que este estudo nos sinaliza para o ‘possível’, que não se situa no imobilismo do passado nem no deslumbramento do futuro. O processual se desvela para todos nós e, ao mesmo tempo, nos pede mais instrumentos e ferramentas de análise e de proposição de garantias concretas que assegurem à cultura Guarani se gestar com seus sujeitos. Nilton Bueno Fischer

Conteúdo

PREFÁCIO
EDUCAÇÃO AMERÍNDIA - A DANÇA E A ESCOLA GUARANI
Nilton Bueno Fischer

APRESENTAÇÃO
Fios que teceram as teses: encontros de olhares

I - A CONSTRUÇÃO METODOLÓGICA DA PESQUISA
Movimentos de aproximação
Com-viver com os Guarani

II - A CONFECÇÃO DA PESSOA GUARANI
A Cosmologia
Xamã, dançarino dos mitos e ritos: a noção de afetividade e transe no conhecimento Guarani
Nemongaraí: a dança da fertilidade

III - A EDUCAÇÃO
O modo tradicional de educar
Educação Biocêntrica: um olhar sobre a educação Guarani

IV - A ESCOLA E A DANÇA
A Escola na Cosmologia Guarani: encontro de ambiguidades?
Dança-identidade: os processos de recriação na permanência do tekoá porã

V - A ATUALIZAÇÃO DO NHANDE REKÓ
A Escola nas Aldeias Guarani: por que a querem?
por que não a querem?
É muito difícil fazer uma Escola Diferenciada?
Jerojy: um diálogo com os deuses
Jerojy e Forró: entre o divino e o profano

INQUIETAÇÕES

ENCONTROS POÉTICOS NO CAMPO DA PESQUISA
Atravessando o sonho
Tapé Puku Vé - Caminho mitológico de ser pessoa Guarani
Metáfora do enxerto

NOTAS

REFERÊNCIAS

GLOSSÁRIO DE PALAVRAS E EXPRESSÕES GUARANI

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Movimento que defende fim do diploma cria Associação Brasileira dos Jornalistas


O Movimento em Defesa dos Jornalistas Sem Diploma (MDJSD), criado em 2005, fundou no último domingo (26/07), em Brasília, a Associação Brasileira dos Jornalistas (ABJ), que pretende filiar jornalistas diplomados ou sem formação superior na área. A ABJ é presidida por Antônio Vieira, formado em administração de empresas, com especialização em matemática financeira, mas que trabalha como jornalista há 20 anos.

“Já tínhamos articulações pelo fim do diploma e com a decisão do STF decidimos institucionalizar a criação da ABJ, que será aberta a formados e não formados em jornalismo, porque sempre fomos discriminados pela Fenaj”, explica Vieira.

A associação terá representatividade em todo o território nacional, com 43 membros eleitos na Assembléia do último final de semana, além de Vieira na presidência da entidade.

Treinamento de profissionais de outras áreas
De acordo com o presidente da associação, o objetivo é a liberdade de expressão e a capacitação de profissionais de outras áreas interessados em jornalismo. “Uma das nossas ideias é criar um processo de treinamento e formação para pessoas de outras áreas de formação, com técnicas jornalísticas. A BBC de Londres faz isso, pensamos até em contatá-la para ver se é possível uma cooperação”, afirma.

Alex Bezerra, um dos vice-presidentes eleitos, faz uma forte crítica as faculdades de jornalismo, que na sua opinião limitavam a liberdade de expressão. “Agora os jornalistas terão amplo apoio na luta pela liberdade de imprensa e outros direitos dos quais estavam sendo negados pelo cartel das faculdades de esquina que lutaram com seus lobbys para que o diploma fosse obrigatório”, declara.

Além da formação da presidência da associação, a Assembléia aprovou sócios beneméritos e 300 associados, entre diplomados e não diplomados. Os interessados em informações sobre a nova associação devem enviar um e-mail para abj.net@gmail.com.


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ABECEDÁRIO DE AVES BRASILEIRAS


ABECEDÁRIO DE AVES BRASILEIRAS
de GERALDO VALÉRIO

Número de páginas: 56
Acabamento: capa dura

Porque a literatura infanto juvenil não pode ter bom gosto? Bons ilustradores, designers, temas diferenciados. Tem sido assim , algo alvissareiro em meio a tanta pifiedade e ouso dizer a alternativas verdadeiramente grotescas. Temos tido a oportunidade de conferir muitos lançamentos de qualidade e este dentre os muitos este está no lote de "os melhores". De minha parte poderia mante-lo junto aos meus "livros de arte". Confiram sem mêdo.

Para cada letra do alfabeto, este livro oferece a ilustração e informações básicas sobre um pássaro brasileiro com nome iniciado por essa letra. A proposta é singela, a realização é magistral. As belíssimas colagens de Geraldo Valério retratam em todo o seu colorido conhecidas aves brasileiras da nossa fauna, abrindo nossos olhos para a observação da natureza e para a apreciação do trabalho artístico. É uma obra que cativa adultos e crianças.


O AUTOR
Geraldo Valério nasceu em Divinópolis, Minas Gerais. É mestre em artes pela Universidade de Nova York e seu trabalho tem sido publicado em editoras do Brasil, Portugal, Canadá e Estados Unidos.

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