Sexta-feira, 29 de Julho de 2011

Lançamento - Variedades de capitalismo, política e desenvolvimento na América Latina

 



Variedades de capitalismo,
política e desenvolvimento na América Latina
Renato R. Boschi (org.)

Coleção: Humanitas
2011. 376 p.


Este livro reúne estudos sobre a temática do desenvolvimento, focalizando as trajetórias de países como o Brasil, a Argentina, o Chile e a Venezuela, tendo em vista as variedades capitalistas e de desenvolvimento por eles engendradas. As análises aqui incluídas são fruto de reflexão coletiva levada a cabo no âmbito do Núcleo de Estudos do Empresariado, Instituições e Capitalismo (Neic) com a participação de doutorandos do Iesp/UERJ, sob a coordenação de Renato Boschi, e com a colaboração de pesquisadores de outras instituições, como Eli Diniz (UFRJ) e Eduardo Gomes (UFF).

O ORGANIZADOR
Renato Raul Boschi


Ph.D. em Ciência Política, University of Michigan

Publicações Recentes

Elites Políticas e Econômicas no Brasil Contemporâneo. São Paulo, Fundação Konrad Adenauer, 2000, (em co-autoria com Fabiano Santos e Eli Diniz)
Boschi, Renato R. & LIMA, Maria Regina Soares de.(2002) "O Executivo e a Construção do Estado no Brasil: Do Desmonte da Era Vargas ao Novo Intervencionismo Regulatório" IN VIANNA, Luiz Werneck (org.) A Democracia e os Três Poderes no Brasil. Belo Horizonte/Rio de Janeiro, Ed. UFMG/IUPERJ, pp.195-253
Boschi, Renato Raul "Democratic Governance and Participation: Tales of Two Cities" IN McCarney, Patrícia L. & Stren, Richard E. (eds) Governance on the Ground: Innovations and Discontinuities in Cities of the Developing World, Baltimore and London, Johns Hopkins University Press, 2003

Artigos, Comunicações e Documentos de Trabalho

Diniz, Eli & Boschi, Renato R. «Empresariado e Estratégias de Desenvolvimento» IN REVISTA BRASILEIRA DE CIENCIAS SOCIAIS, V.18, Nº 52, JUNHO 2003

Livros

Renato Boschi e Eli Diniz, Empresários, Interesses e Mercado, Dilemas do Desenvolvimento no Brasil, Belo Horizonte: Editora UFMG, 2004, 241 pp. Premio ANPOCS 2005 o como melhor publicacao cientifica nas Ciencias Sociais
Renato Boschi, Fabiano Santos e Eli Diniz. Elites Políticas e Econômicas no Brasil Contemporâneo. São Paulo, Fundação Konrad Adenauer, 2000, 117 pp

Representação Institucional

Sócio da Associação Brasileira de Ciência Política - ABCP
Presidente da ANPOCS
Vice presidente da IPSA
Professor visitante no Institut d~Etudes Politiques de Toulouse (2006)
Professor visitante em Toulouse le Mirail (2004;2005)
Atualmente Fulbright Capes visiting professor no Gr-Aduate Center da CUNY
Professor titular aposentado da UFMG

LANÇAMENTO DA

publicado por o editor às 15:27
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evento - musica - João do Pife traz a música do Nordeste

 


João do Pife traz a música do Nordeste para a Caixa Cultural



Músico pernambucano difunde a cultura nordestina ao som dos pífaros de bambu





A CAIXA Cultural Curitiba apresenta, de 05 a 07 de agosto, o show “Eu toco Pife”, com João do Pife & Banda Dois Irmãos, uma das mais tradicionais bandas de pífaro do Nordeste. Pioneiro na disseminação do “pife” (como o pífaro é conhecido no Nordeste) e sua música, o artista apresenta, neste show, composições feitas especialmente para o instrumento – desde novenas e xotes a baiões e forrós –, realizando um mergulho na sonoridade e diversidade cultural daquela região.



João do Pife tem 68 anos, mais de 50 deles dedicados ao pífaro. Nasceu em Riacho das Almas, em Pernambuco. Seu pai, o mestre Alfredo Marques dos Santos, criou a banda Dois Irmãos em 1928, numa homenagem aos filhos João e Severino. O grupo é um dos mais antigos do país. João foi para Caruaru com aproximadamente 35 anos e sustentou a família vendendo “pifes”, até que assumiu a liderança da banda e se dedicou ao ensino desse tipo de música. “Além de tocar, eu fabrico pifes, tenho o conhecimento do instrumento, o que diferencia a força da apresentação”, conta o músico.



Foram várias turnês, nacionais e internacionais, com participação em diversas coletâneas de world music. “Eu não estudei”, revela João. “Foi através do pife que eu conheci um bocado de coisas. Conheci quase todo o Brasil e vinte e poucos e países da Europa. Dei aula até nos Estados Unidos”, se orgulha o músico. O irmão, Severino, teve que deixar a banda quando descobriu um problema no coração, retornando então à cidade natal. Severino deixou saudades no irmão, mas João não ficou sozinho, pois os filhos, Alexandre, Leandro, Cícero e Paulo, entraram para a banda, além do parceiro Marco Antônio, no segundo pífaro, formação atual do grupo.



“Eu tenho experiência de trabalho, já fui para muitos lugares e hoje entendo que cada lugar é único, tem uma história e um tempero diferente. Isso faz parte da vida do artista, se aventurar por lugares com pessoas e jeitos diferentes. Mas eu vim pra agradar e luto pra isso!”, declara João, que promete divertir o público curitibano.



O Pife



O “pife” ou “pífano”, como o pífaro também é conhecido no Nordeste, é uma flauta rústica, de influência indígena, confeccionada originalmente com o bambu taboca. Os nordestinos adaptaram o instrumento, deixando-o parecido com as flautas europeias. O instrumento é parte dos gêneros musicais tropicais e do forró.



Serviço



Música: “Eu Toco Pife” com João do Pife & Banda Dois Irmãos

Local: CAIXA Cultural – Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Curitiba (PR)

Data: de 05 a 07 de agosto

Hora: sexta e sábado às 21h e domingo às 19h

Ingressos: R$ 10 e R$ 5 (meia – conforme legislação e correntista CAIXA)

Bilheteria: (41) 2118-5111 (de terça a sexta, das 12h às 19h, sábado e domingo, das 16h às 19h)

Classificação etária: Não recomendado para menores de 12 anos

Lotação máxima: 125 lugares (02 para cadeirantes)

www.caixa.gov.br/caixacultural

publicado por o editor às 15:26
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evento -Cursos de desenho, pintura e gravura no Solar do Barão

 

O Museu da Gravura Cidade de Curitiba, unidade da Fundação Cultural de Curitiba localizada no Solar do Barão (Rua Carlos Cavalcanti, 533), oferece neste segundo semestre 15 cursos de desenho, pintura e diferentes técnicas de gravura. Há várias opções de horários. Muitas oficinas podem ser feitas mesmo por aqueles que ainda não têm conhecimento básico nessas técnicas.

As inscrições estarão abertas a partir de 1º de agosto, de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 14h às 18h, na secretaria de cursos do Museu. As aulas têm início no dia 15 de agosto. Informações pelo telefone 3321-3373. Confira a relação de cursos ofertados:



Litografia

Professora: Denise Roman

Ementa: Destinado à prática da litografia por alunos dos cursos superiores de arte, artistas interessados em produzir edições. Atende também nível básico.

Dias e horários: 2ª a 6ª feira, das 9h30 às 11h30

Mensalidade: 4 x R$40,00



Núcleo de Buril

Professora: Denise Roman

Ementa: Desenvolvimento de técnicas da gravura em buril (talho doce) como instrumento de pesquisas práticas e criação individual.

Dias e horários: 2ª e 4ª feira, das 14h30 às 17h30

Mensalidade: 4 x R$40,00



Litografia : processos convencionais e processos alternativos

Professora: Maria Lucia de Julio

Ementa: Desenvolvimento da linguagem artística da gravura através de processos da litografia em policromia, técnica que se utiliza de sobreposições de duas ou mais cores. Exercício e análise crítica do trabalho. Direcionado a jovens a partir de 18 anos, adultos, estudantes, artistas e apreciadores de arte.

Dias e horários: 3ª e 5ª feira, das 14h às 18h

Mensalidade: 4 x R$40,00



Litografia : Ateliê Básico

Professora: Juliana Leonor Kudlinski

Ementa: Noções sobre a história e o processo técnico da litografia (granitação, gravação de imagem, acidulação, impressão e cuidados com o papel).

Dias e horários: 2ª e 4ª feira, das 14h30 às 17h30, 2ª e 4ª das 18h30 às 21h30

Mensalidade: 4 x R$40,00



Litografia : Ateliê Livre

Professora: Juliana Leonor Kudlinski

Ementa: Aprimoramento do processo criativo, exercício da técnica e apoio ao desenvolvimento de linguagem própria na Litografia.

Dias e horários: 3ª e 5ª feira, das 18h30 às 21h30

Mensalidade: 4 x R$40,00



Gravura em metal

Professora: Andréia Las

Ementa: Desenvolvimento de técnicas de gravura em metal como instrumento de pesquisas práticas e criação individual.

Dias e horários: 2ª e 4ª feira, das 15h às 18h ou 2ª e 4ª das 19h às 22h

Mensalidade: 4 x R$40,00



Gravura em metal

Professor: José Roberto da Silva

Ementa: Desenvolvimento de técnicas de gravura em metal como instrumento de pesquisas práticas e criação individual.

Dias e horários: 3ª, 5ª feira, das 19h às 22h e sábados das 14h30 às 17h30

Mensalidade: 4 x R$40,00



Xilogravura

Professora: Andréia Las

Ementa: Desenvolvimento de técnicas de xilogravura como instrumento de pesquisas práticas e criação individual.

Dias e horários: 3ª e 5ª feira, das 19h às 21h30

Mensalidade: 4 x R$40,00



Xilogravura

Professor: Nelson Edi Hohmann

Ementa: Desenvolvimento de técnicas de xilogravura como instrumento de pesquisas práticas e criação individual.

Dias e horários: 2ª e 4ª feira, das 9h30 às 12h e 14h30 às 17h

Mensalidade: 4 x R$40,00



Serigrafia sobre papel

Professor: Nelson Edi Hohmann

Ementa: Desenvolvimento de técnicas de serigrafia como instrumento de pesquisas práticas e criação individual.

Dias e horários: 3ª e 6ª feira, das 9h30 à 12h ou das 14h30 às 17h

Mensalidade: 4 x R$40,00



Pintura

Professora: Stely Marchesini

Ementa: Como conceito básico a pintura refere-se genericamente à técnica de aplicar pigmento em forma líquida a uma superfície, a fim de colori-la, atribuindo-lhe matizes, tons e textura.

Dias e horários: 5ª feira, das 14h às 17h

Mensalidade: 4 x R$50,00



Desenho Artístico – Introdução e Técnicas / Oficina Introdutória

Professor: Gustavo Dias

Ementa: Exercício do desenho objetivando o aprimoramento do olhar do educando a partir do estudo das propriedades específicas do desenho tradicional.

Dias e horários: 3ª feira, das 15h às 17h30 ou 6ª das 15h às 17h30

Mensalidade: 4 x R$70,00

Faixa etária: a partir de 18 anos



Técnicas de Desenho Artístico – Oficina Avançada

Professor: Gustavo Dias

Ementa: Estudo aprofundado das técnicas do desenho, utilizando-se do desenho de observação e de experimentações técnicas que objetivem qualificar a expressão individual do participante.

Dias e horários : 5ª feira - das 19h às 21h30

Mensalidade: 4 x R$70,00



Desenho da Figura Humana com Modelo Vivo – Oficina Avançada

Professor: Gustavo Dias

Ementa: O desenho como elemento de construção de poéticas individuais, tendo em vista os conhecimentos adquiridos em anatomia artística. Estudos teóricos de temas pertinentes a questões da contemporaneidade artística.

Dias e horários : sábado, das 18h às 21h

Mensalidade: 4 x R$80,00



Desenho da Figura Humana com Modelo Vivo – Oficina Introdutória

Professor: Gustavo Dias

Ementa: O desenho como ferramenta e linguagem expressiva, bem como da anatomia artística aplicados à representação figura humana. Técnicas e procedimentos do desenho do corpo humano utilizados tradicionalmente em arte.

Dias e horários : 4ª feira, das 19h às 21h30 / sábado 15h às 17h30

Mensalidade: 4 x R$80,00

publicado por o editor às 15:25
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evento -Quinta edição do BNB Agosto da Arte

 


Quinta edição do BNB Agosto da Arte quer contribuir no fomento à reflexão sobre a Arte contemporânea



O Centro Cultural Banco do Nordeste (CCBNB), dentro da sua programação de Artes Visuais, realiza anualmente no mês de agosto, o evento especial V BNB AGOSTO DA ARTE, que acontece nos CCBNBs-Fortaleza, Cariri (na região sul do Ceará) e Sousa (no alto sertão paraibano).

Para a edição 2011, o V BNB Agosto da Arte tem o tema "Fronteiras Vazadas", contemplando uma série de eventos nos diversos segmentos das artes visuais: intervenções urbanas, exposições, performances, cursos, oficinas, intercâmbio entre artistas, leitura de portfólios e seminário avançado de arte, com a participação de artistas, curadores e pesquisadores nacionais e internacionais.

Com uma ampla programação, o V BNB Agosto da Arte afirma o compromisso cultural de contribuir no fomento à reflexão de temas relevantes da arte contemporânea, além de estimular o diálogo entre artistas, pesquisadores e a sociedade, criando um fértil fórum de debates.

O objetivo do V BNB Agosto da Arte é criar um ambiente propício para o fomento da produção local. São proposições focadas no processo artístico que possibilitam a interação entre artistas nacionais e internacionais para formação do artista local, através de ações diretas e indiretas, colocando assim a produção local em discussão, numa troca de experiências com curadores e artistas visitantes.



Início da programação

Neste ano, a programação gratuita tem início com a mostra Vídeo-Fotografia, no próximo dia 6 (sábado), às 10h30, que oferece um panorama diversificado de vídeos sobre a fotografia. A mostra prossegue nos dias 13 (sábado), e de 17 a 19 (quarta a sexta-feira), sempre às 10h30.

O foco principal da mostra Vídeo-Fotografia é valorizar a diversidade da fotografia e apresentar as possibilidades experimentais da inter-relação das linguagens do vídeo e da fotografia no contexto da produção audiovisual.

A mostra é composta por uma série de documentários realizados por ou sobre fotógrafos, produzida nas cidades de Belém (Mostra Pará), Fortaleza (Mostra Ceará) e João Pessoa (Mostra Paraíba), que traçam um painel da fotografia através da própria história de seus fotógrafos, constituindo um importante espaço para a reflexão sobre o processo criativo dos fotógrafos e sobre a linguagem fotográfica.

Veja a seguir a programação da mostra Vídeo-Fotografia:



Mostra Pará

O Pará é reconhecido como um território de intensa produção fotográfica. A vivência coletiva inaugurada no início dos anos 80, com o surgimento da Fotoativa em Belém, resultou em um ambiente de experimentação da linguagem fotográfica como expressão e percepção do mundo. Muitas gerações nasceram da produção coletiva, ao passo que fotógrafos foram traçando suas trajetórias individuais no campo da arte e ganhando espaço em mostras nacionais.

Hoje, vivemos um momento diferente. A produção artística contemporânea reflete outros circuitos nos quais a fotografia é apropriada e ampliada para além dos limites de seu território. Artistas com formação distinta da tradição fotoativista propõem outros diálogos com a fotografia, cuja experiência descarta o compromisso com a fotografia autoral. Esses encontros e desvios começam a delinear uma nova situação na qual as ações artísticas conduzem a uma necessária reavaliação da tradição fotográfica em Belém (texto de Mariano Klautau).



Foto Em Cena - GUY VELOSO -

Direção: DÉBORA 70. 12min

Documentário

Fala da linha divisória entre a religiosidade e o fanatismo e da "busca de uma identidade mística que nos norteie e nos alimente com seus símbolos". Seu trabalho retrata momentos de fé nas seitas, romarias e demais manifestações religiosas na Índia, Amazônia, Belém e em Santiago de Compostela.

Guy Veloso nasceu em Belém, em 1969. Dedica-se à fotografia documental / autoral, realizando ensaios sobre aspectos sociais da região amazônica, festas religiosas no Nordeste e costumes na Índia. Realizou, em 1998, a individual "Shanti - O Caminho das Índias", na II Bienal de Curitiba, e lançou, em 1999, o livro "Via Láctea - Pelos Caminhos de Santiago de Compostela". Trabalha como free-lancer e tem fotos publicadas em revistas como IstoÉ, Época, Eco Turismo, entre outras.



Foto Em Cena - WALDA MARQUES -

Direção: DÉBORA 70. 13min

Documentário

Comenta sobre os processos de trabalhos que a levaram a fotografia, sua grande habilidade manual, suas influências de uma família de muitas mulheres. Descreve seus projetos sempre ligados à fotografia de pessoas. "A Iludida", "O Homem do Hotel Central" e "Faz querer quem não me quer" são alguns dos trabalhos citados por Walda que apresenta sua fotografia através de suportes variados.

Walda Marques nasceu em Belém. Em 1993, participou em São Paulo das coletivas "Fotografia Construída", no Museu Lasar Segal e "Fotografia Brasileira Contemporânea", no SESC - Pompéia. Em 1994, realiza a primeira individual, "Maria tira a máscara que eu quero te ver", em Belém. Em 1998, recebe o 1º prêmio no Salão de Fotografia do CCBEU em Belém e realiza a fotonovela "O Homem do Hotel Central", exposta em Belém e premiada no Abra Coca-Cola, em São Paulo. Atualmente desenvolve os seguintes projetos: a fotonovela "Os beijos que não te dei" e "Faz querer quem não me quer", ensaio para o projeto Fotoativa Ver-O-Peso.



Foto em Cena - PAULA SAMPAIO

Direção: DÉBORA 70. 15min

Documentário

"Fronteiras" é o assunto que norteia o programa, projeto que Paula desenvolve por dez anos, documentando a colonização e ocupação da Amazônia, bem como os movimentos migratórios e o cotidiano das comunidades das estradas Belém-Brasília e Transamazônica.

PAULA SAMPAIO vive em Belém/PA desde 1982. Graduou-se em Comunicação Social pela Universidade Federal do Pará (1990) e fez especialização em Comunicação e Semiótica na PUC/MG (1996). Começou a trabalhar com fotojornalismo em 1987. Menção Honrosa na terceira versão de Prêmio Nacional de Fotografia/Funarte (1998) e em 2004 foi contemplada com a Bolsa Vitae de Pesquisa e Arte.



Lugares do Afeto

Roteiro e Direção: Jorane Castro. 70min

Documentário

Luiz Braga sempre buscou incessantemente uma linguagem que traduza o imaginário profundo da vida amazônica. Ele captura a cultura de sua região, com um olhar de conhecedor, não de um visitante. Ele registra a realidade contemporânea, não o exótico, retratando a sutil sensualidade do amazônida.

O filme "Lugares de Afeto - A fotografia de Luiz Braga" acompanha o seu processo criativo, desvenda a construção de seu olhar, encontra seus personagens, em seus lugares, no mesmo horário crepuscular de sua predileção, no seu universo e com a sua luz.

O filme proporciona uma viagem pelo trabalho deste autor paraense, além de entrevistas integrais de quem conhece e aprecia seu trabalho como João de Jesus Paes Loureiro, Milton Hatoum, Paulo Herkenhoff, Tadeu Chiarelli e Roseli Nakagawa.



Fotoativa 25 anos.

Direção: Emidio Contente e Irene Almeida. 17min

Documentário

A partir das lembranças de Walda Marques, Ana Catarina e Maria Christina na escadaria do casarão colonial em que funciona a Associação Fotoativa, o filme se desenrola entre gostosas lembranças de fotógrafos paraenses e suas histórias, assim como projeções para o futuro da associação. Com roteiro e direção dos fotógrafos Emídio Contente e Irene Almeida, o filme "Fotoativa - 25 anos" traz a essência da reconhecida associação de fotógrafos, com um clima de amigos abrindo álbuns de velhas e novas fotografias, sempre cheios de boas memórias e risadas.



Fotoatividade.

Direção: Afonso Gallindo. 12 min. 2006

Documentário

Duas linhas paralelas compõem este documentário. Uma conta a história deste importante expoente da fotografia no Pará - a Associação Fotoativa. A outra, composta de depoimentos de pessoas que viram, participaram e acompanham a maturidade da Associação e de sua importância para o Estado do Pará, e porque não dizer, para o Brasil.



Olhos D'água.

Direção: Patrícia Costa. 19 min

Documentário

Documentário realizado com jovens da ilha de Colares na floresta amazônica durante oficina fotográfica de Miguel Chikaoka. Através da descoberta da luz, experimentam algumas possibilidades e desdobramentos para além da imagem.



Pinholeday.

Direção: Michel Pinho. 7min. 2006

Documentário

Making of do evento comemorativo do dia mundial da fotografia artesanal em 2006, evento produzido em Belém pela Associação Fotoativa.



Sobre distâncias e incômodos e alguma tristeza.

Direção: Alberto Bitar. 6min.

Documentário

O deixar para trás de um sítio impregnado de lembranças, sonhos, desejos, segredos ditos em sussurros, revelados aos gritos ou outros que continuam segredos. O abandono de um lugar onde a coleção de determinados objetos faz sentido e onde a arrumação e a escolha destes, apesar de alguma alteração, guardam o gosto e a memória de pessoas que já não estão presentes - saíram da cena antes.

Que atores virão? Que novos sentimentos se somarão aos que já carregam essas paredes? Talvez de mesma natureza, talvez outros. Que camadas serão alteradas no chão? Que luzes preencherão esse vão? Em que retinas tantas imagens escreverão? Quantas imagens? Especulações.

A certeza que tenho é que levo também impregnadas em mim todas essas sensações, essas lembranças - mesmo que muitas adormecidas - e que torço consiga transmitir para os próximos cenários as mesmas boas impressões e que me sinta em casa.

Saudades desse teatro e da paisagem que o envolve.

Além de contribuir com essas minhas recordações, este filme tem a finalidade de ser um tributo a todos esses momentos vividos e a todas as pessoas que compartilharam, por qualquer tempo que tenha durado, esse ambiente.



Mostra Ceará

Fotografia cearense.

De mágicos e mascates a profissionais estabelecidos no mercado, o que poderíamos denominar de fotografia autoral do Ceará acabou por desembocar no documentarismo. Com algumas exceções, a maioria dos fotógrafos cearenses de expressão nacional volta-se para o documental. Os mais reconhecidos se afastam da visão moderna dos grandes mestres, mas mantêm o humanismo latente. Entre os autores da nova geração, o olhar é perscrutador, tenta penetrar nos segredos das coisas, sejam elas a cidade, os sujeitos ou o próprio corpo.

A fotografia contemporânea cearense é marcada pela profusão de olhares. Os limites entre trabalhos de arte e documentos são difusos. Há uma tentativa de desconstruir discursos e propor uma democracia de formas, imagens e visões sobre o espaço. O evento que mais congrega as duas gerações é a mostra DeVerCidade, realizada pelo Instituto de Fotografia do Ceará (IFoto), associação que surgiu da união de profissionais, amadores e pessoas interessadas em discutir a fotografia de maneira mais consistente (texto de Silas de Paula, fotógrafo e professor).



Câmara Viajante.

Direção: Joe Pimentel. 20min

Documentário

A Câmara Viajante é um filme que trata de uma maneira bastante especial a fotografia enquanto atividade profissional, mas indo além disso, mostra o caráter substantivo da fotografia em relação à emoção. O filme é construído por aquilo que seus cinco principais personagens são, ou seja, dão vida, corpo e alma ao filme. Nele, os cinco fotógrafos ambulantes caracterizam um sentimento que cultivam pela fotografia: enquanto um fotografa e sente a responsabilidade que lhe cabe ao participar das bênçãos alcançadas por seus clientes, outro se entrega à alegria, autonomia e liberdade que o exercício dá, chegando a comparar a fotografia a uma boa cachaça. Em certo momento, assistimos todo processo de venda e realização de uma foto. O fotógrafo, nesse meio, precisa também ser um bom vendedor, persuadir e convencer o futuro cliente da importância da recordação, e nesse momento o diretor parece ter acertado ao ponto de conseguir alguns bons risos dos espectadores.



Não deu Tempo.

Direção: Tibico Brasil. 12min

Documentário

Um retrato do fotógrafo cearense José Albano. A relação do fotógrafo e o tempo, através dos retratos e de seus retratados.



Uma nação de gente.

Direção: Margarita Hernández, Tibico Brasil. 17min

Documentário

Uma viagem ao universo dos vaqueiros guiada pelos seus depoimentos. Eles comentam o destino de sua profissão.



Retrato Pintado.

Direção: Joe Pimentel. 13min

Documentário

A história de um retratista do interior do Nordeste e de como sua arte resiste ao tempo.



Beneditos.

Direção: Tibico Brasil. 4min

Documentário

Uma edição de imagens do fotógrafo Tiago Santana. O vídeo fez parte da exposição e do lançamento do livro homônimos que é o resultado de oito anos (1992-2000) de dedicação à documentação das manifestações populares e religiosas do Nordeste brasileiro.



Entrevista com Chico Albuquerque.

1h40. 1999

Documentário

Entrevista concedida por Chico Albuquerque no Museu da Imagem e do Som, em Fortaleza, no dia 20 de setembro de 1999. O fotógrafo fala de sua arte, trajetória, influências e experiência no fotoclubismo. Cor. 1999. Fortaleza/CE.



Chico Albuquerque.

Direção: Joe Pimentel. 10 min. 1999

Documentário

Apresentação do fotógrafo Chico Albuquerque realizada para a exposição "Chico Albuquerque retrospectiva", realizada em 1999. Conta com depoimentos de Thomas Farkas, Rubens Fernandes, German Lorca, Aldemir Martins, Zaragoza, Bob Wolfenson, Cora Pabst, Gentil Barreira, Falcão, Ed Viggiani, Delfina Rocha e Tiago Santana. Cor. Fortaleza/CE. 10min.



Mostra Paraíba



Fotografia na Paraíba: 100 anos de história

A busca de paisagens e tipos humanos exóticos levou ao nomadismo milhares de fotógrafos em todo mundo. Até o início do século passado, a itinerância era uma característica marcante dos fotógrafos na Parahyba do Norte, atual estado da Paraíba, que ainda tinha um público consumidor exíguo. A permanência de dois fotógrafos estrangeiros (Bruno Bourgard e Eduard Stuckert) no estado, nas décadas de 10 e 20 do século XX, marca de certa forma o fim dessa itinerância.

No período compreendido entre 1850 a 1950, recorte escolhido para um inventário dos fotógrafos que passaram pela Paraíba ou que aqui se estabeleceram em definitivo, constatamos que todos eles trabalharam, sem exceção, com o retrato. Nos álbuns de família, importante fonte iconográfica, figura uma galeria de nomes que imortalizaram em poses solenes tipos humanos representantes da elite local, sobretudo.

A década de 20 do século XX foi muito favorável ao desenvolvimento da atividade fotográfica no estado da Paraíba. As obras contra as secas, a expansão da rede ferroviária por todo o estado, o boom algodoeiro e as transformações urbanas nas cidades da Parahyba e Campina Grande foram motivos para uma ampla documentação fotográfica.

Frederico Falcão, Pedro Tavares e Walfredo Rodríguez, fotógrafos atuantes na cidade da Parahyba, a capital do estado, desde os anos 10, continuaram mantendo intensa atividade nos anos 20. Outros profissionais vão se formando no estado nas décadas de 20, 30 e 40, na maioria das vezes pelas mãos daqueles já solidamente estabelecidos - o caso de Eduardo Stuckert, responsável pela formação de novos fotógrafos.

Quando os lambe-lambes surgiram na década de 1940, os fotos Pintura, Petit, Stuckert, Lyra e Condor já eram estabelecimentos conceituados e consolidados na capital, inacessíveis à grande maioria da população. Os lambe-lambes foram procurar, nesta ampla parcela desprovida de maiores recursos, o seu público consumidor. Esses fotógrafos inventariaram em imagens aspectos os mais díspares de nossa realidade sócio-econômica, política e cultural. A década de 1950 trouxe à Paraíba o movimento fotoclubista fomentado por fotógrafos profissionais de renome e amadores da elite intelectual da capital que enxergavam na fotografia um meio de expressão artística como a pintura (texto de Bertrand Lira, professor e pesquisador).



Álbuns da memória.

Direção: Elisa Maria Cabral. 2000. 13min.

Documentário

Baseado no livro "Fotografia na Paraíba: um inventário dos fotógrafos através do retrato (1850 - 1950)", de Bertrand Lira, o vídeo "Álbuns da memória" resgata para as gerações atuais o significado da fotografia, sobretudo o retrato, para a sociedade paraibana do século passado, mostrando o trabalho dos fotógrafos itinerantes na Paraíba do século XIX, pelos engenhos de cana-de-açúcar. O documentário, com passagens de ficção, aborda o estabelecimento dos primeiros fotógrafos paraibanos, a importância social dos lambe-lambes e dos estúdios que retratam a nossa paisagem urbana através dos postais.

publicado por o editor às 15:23
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Tem post novo no Blog do Le-Heitor.

 




Heitor ganhou um monte de livros para ler e sortear no blog, leu um deles, que conta uma história bem legal de um menino chamado Luís, e vai ao show neste final de semana para defender o teatro e a sua biblioteca. http://blogdoleheitor.sintaxe.com.br

publicado por o editor às 15:22
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Quinta-feira, 28 de Julho de 2011

AGENDA | 27 a 31 de Julho

 

27 a 31 de Julho

 

:: Dia 27 | quarta-feira

Piano bar, 22h00

“Cantos d’Alma”



Fátima Araújo, voz

Helena Guerra, declamação

Tertúlia de Poesia e Canto a Capella

 

 

:: Dia 28 | quinta-feira

Auditório, 21h30

Tertúlia mensal da UMAR

Tema: Corpo e publicidade (cosmetização do corpo)

 

 

 

:: Dia 29 | sexta-feira

Auditório, 21h30

Apresentação do livro “Créme de la Creme”, de Nuno Brito

Apresentação a cargo de Manuel António Pina

 

Nuno Brito ganhou o Prémio JovensCriadores de 2009 e outros e é reconhecido pelos meios literários como o novo caso literário a ter em atenção no futuro próximo.

Trecho de um conto do livro:

«Foram dar banho a Patrícia, mesmo assim não descobriram o seu sexo, desinfectaram os seus eczemas, cortaram-lhe o cabelo. Puseram-lhe uma fita azul no cabelo curto, limparam-lhe as crostas de sangue nas curvas das orelhas; subia pelas fontes a febre de Ana, anestesiada pelos calmantes. Fumou um cigarro no jardim do Hospital Psiquiátrico. Ficou sentada muito tempo. Num banco de mármore, à sombra de um carvalho.

Não lhe descobriram o sexo as enfermeiras: Mas era Patrícia, um ser humano múltiplo: Todos nós – No fundo de um lago dois sósias jogavam pólo aquático – estavam sempre empatados. O jogo demorou muito tempo; Patrícia disse que tinha um lago na cabeça. Apagou o cigarro que o médico calcou.»

...

In:“Patrícia”

 

 

 

Piano bar, 22h30

Zita Silva, harpa

 

 

 

Neste recital, a jovem harpista Zita Silva, recebedora do prémio Casa da Música 2010 e Bolsa BPI 2010, entre outros, apresentará música erudita de várias épocas, desde o barroco ao jazz.

 

Programa

 

Chaconne em Dó Maior

G. F. Händel

 

Sonata em Ré menor

I. Allegro

II. Allegro Disperato

III. Allegretto Elegante

F. J. Naderman

 

La Melancolie

Felix Godefroid

 

La Source

Alph. Hasselmans

 

Canção na Noite

Carlos Salzedo

 

Sonata

I. Moderato

II. Vivo

III. Lento

Paul Hindemith

 

Duke

B. Andrès

 

Variations Pastorales sur un Vieux Noel

M. Samuel-Rousseau

 

Zita Silva nasceu a 10 de Maio de 1993. Iniciou os seus estudos musicais aos 6 anos na Academia de Música de Paredes. Aos oito anos, iniciou os seus estudos de harpa no Conservatório de Música do Porto na classe da professora Áurea Guerner, com quem continua os seus estudos.

Participou em Masterclasses sob orientação dos professores Gabriella Bosio (em 2005), Mário Falcão (em 2006/2007 e 2008) e Maria Rosa Calvo-Manzano (em 2009). Participou na V International Harp Academy sob orientação das professoras Milda Agazarian e Skaila Kanga, onde também assistiu a Masterclasses orientadas por Marielle Nordmann e Elinor Bennett.

Obteve vários primeiros prémios em vários concursos a nível nacional e internacional.

Integrou a Orquestra de Jovens dos Conservatórios Oficiais de Música – Oj.com em 2008 e em 2011 sob a direcção dos maestros Nicholas Kok e Eduardo García-Barrios, respectivamente.

Apresentou-se como solista com a Orquestra do Conservatório de Música do Porto em 2009 e em 2011.

Integrou o Ensemble do Porto para Concerto Aberto para a Antena2, sob a direcção do maestro Jan Wierzba e a Banda Sinfónica Portuguesa para um concerto na Casa da Música sob a direcção do maestro Eugene Corporon.

Foi vencedora, em 2010 do prémio Bolsa BPI.

Em 2010 tocou a solo, em recital na Casa da Música.

Apresentou-se em concertos na Academia de Música de Vilar do Paraíso, Casa Museu Guerra Junqueiro, Museu Nacional Soares dos Reis, Igreja das Carmelitas, Igreja da Trindade, Hospital Pedro Hispano, Palácio da Bolsa, Hotel Novotel, Casa da Música, Alfândega do Porto, Cine-Teatro Eduardo Brazão e Centro Cultural de Belém.

Concorreu e foi aceite nas seguintes universidades inglesas: Royal Northern College of Music, Royal College of Music e Royal Academy of Music, premiada com Bolsa de Entrada, onde prosseguirá os seus estudos.

 

 

 

:: Dia 30 | sábado

Auditório, 20h30-22h30

Conferência: Você já teve a sensação de estar fora-do-corpo?

 

Orador: André Shataloff, graduado em Eng.ª Mecânica e Formação Pedagógia, pós graduado em Eng.ª de Segurança do Trabalho, mestrando em Gestão Integrada da Qualidade, Ambiente e Segurança, possui curso de Bioenergia na Prevenção de Acidentes. Professor e pesquisador de Projeciologia e Conscienciologia, desde 1992 e voluntário da IAC Lisboa.

Sobre o tema: A sensação de estar fora do corpo físico é uma experiência também conhecida como Experiência Fora do Corpo (EFC) ou Projecção da Consciência. Entendemos que CONSCIÊNCIA, seja o próprio Ego, a personalidade, a individualidade. Esta consciência, portanto, que é eu, você, todos nós, deixa o corpo físico pelo menos uma vez a cada noite e age na dimensão extrafísica (além da dimensão física). O objectivo da Projeciologia é oferecer técnicas para se conseguirem projecções lúcidas, conscientes ou seja, que o projector saiba que está fora da dimensão física e do estado de onirismo (sonhos) e que pode exercer actividades e actuar ali. É uma ciência cujo objecto de estudo é a consciência e sua manifestação em três estados; físico, extrafísico e projectado, dando maior enfoque ao fenómeno da projecção consciente como auto-revelação científica. Todas as implicações que esta saída da consciência tem são analisadas na teoria e na prática.
Org.: IAC (Academia Internacional da Consciência)

 

 


Piano bar, 22h00

Concurso de Música CLP // 2011
Concerto 7/10

Trio A Piacere

Joana Oliveira, flauta transversal
Tiago Oliveira, oboé
Rute Cancela, fagote

 

Neste concerto vamos fazer uma viagem por dois períodos distintos: o período barroco, que deriva de uma palavra portuguesa que significa irregular, que tem como característica principal a utilização do baixo contínuo; e o período clássico, onde a forma sonata aparece como a concepção mais importante.

Programa

Parte I
Concerto em sol menor
I. Allegro ma cantabile
II. Largo
III. Allegro non molto
Antonio Vivaldi (1678 – 1741)

 

Trio Sonata em dó menor
I. Andante moderato
II. Allegro
III. Larghetto
IV. Presto
Johann Joachim Quantz (1697 – 1773)

Parte II
Trio n.º 4 em fá maior
I. Adágio
II. Menuetto
III. Trio
IV. Presto
Franz Joseph Haydn (1732 – 1809)

Serenade
I. Allegro
II. Larghetto
III. Menuetto
IV. Adágio
V. Rondo
Wolfgang Amadeus Mozart (1756 – 1791)

Joana Oliveira iniciou os seus estudos musicais na Escola de Música da Sociedade Filarmónica de Crestuma. Em 2001 inicia estudos no Conservatório Regional de Vila Nova de Gaia, na classe do professor Adriano Sabença. Em 2006 é admitida na Escola Profissional de Música de Espinho, na classe do professor Jorge Correia. Frequentou cursos e masterclasses com Gil Magalhães, Félix Renggli, Ana Maria Ribeiro, Vasco Gouveia, Pedro Couto Soares, Cátia Guerreiro, Nuno Inácio, Jorge Caryevschi e Massimo Merceli. Integrou estágios de orquestra de sopros e orquestra sinfónica sob a direcção de maestros como Mário Mateus, Saúl Silva, Lino Pinto, Cesário Costa, Pedro Neves, Jean-Marc Burfin, Dominique Debart, Armando Saldarini, Jouke Hoeskstra, Délio Gonçalves, Carlos Amarelinho, Hugo Vieira, Paulo Martins, André Granjo, Luís Carvalho, Luís Cardoso e Ernst Schelle. Obteve o 3º lugar na categoria C no “I Concurso Luso-Galaico Albertino Lucas”. Participou em eventos como “Serralves em Festa”, “FIME – Festival Internacional de Música de Espinho”, “FIMU – Festival Internacional de Música Universitário (França)”, “Concertos Promenade”, “Flautamente – I Festival de Flauta Transversal”. Actualmente frequenta o 2º ano de Licenciatrura no curso de Música (Performance) na Universidade de Aveiro, na classe da professora Angelina Rodrigues.

Tiago Oliveira iniciou os seus estudos musicais na Escola de Musica da Sociedade Filarmónica de Crestuma. Em 2005 inicia estudos no Conservatório Regional de Vila Nova de Gaia, na classe da professora Ana Madalena Silva e do professor Saúl Silva, onde frequenta o 7º grau. Participou em diversos estágios, nos quais trabalhou com maestros como Mário Mateus, Saúl Silva, Lino Pinto, André Granjo, Paulo Martins, Armando Saldarini, Jouke Hoeskstra, Carlos Amarelinho, Hugo Vieira, Paulo Martins e Teodoro Aparicio Barberan. Obteve o 3º lugar na categoria júnior no “III Concurso Nacional de Instrumentos de Sopro Terras de La Salette” e representou a Fundação Conservatório Regional de V. N. de Gaia nos “Dias da Música” no Centro Cultural de Belém. Participou no “Encontro Nacional de Palhetas Duplas” na ESMAE e no “II Curso de Aperfeiçoamento Técnico-Interpretativo” na Academia de Música de Paredes com o professor Nélson Alves. Desde Outubro de 2009 é membro da Orquestra e Banda Sinfónica de Jovens de Santa Maria da Feira.

Rute Cancela iniciou os seus estudos musicais na Escola de Música da Sociedade Filarmónica de Crestuma. Em 2005 inicia estudos no Conservatório Regional de Vila Nova de Gaia, na classe do professor Arnaldo Costa, onde frequenta o 7º grau. Participou em diversos estágios, nos quais trabalhou com maestros como Mário Mateus, Saúl Silva, Lino Pinto, André Granjo. Frequentou cursos e masterclasses com Rui Lopes, Hugges Kestman e Pierre Olivier.

 

 

 

:: Dia 31 | domingo

Galeria da Cave, 17h00


(De 31 de Julho a 15 de Agosto)

 

Inauguração

Exposição de pintura “p [artes] do corpo…”, de Jorge Vilaça

 

 


Arte,

poderão existir enumeras definições de Arte..

todas elas com a sua razão e palavra,

mas para mim, Arte é o exteriorizar de todos os desejos... paixões.. viagens.. cores..

..é o exteriorizar da alma.

Tudo pode ser considerado Arte.

 

E como em tudo,

a Arte apenas tem o valor que nós lhe damos.

 

Por mais definições que se tentem dar, ou por mais explicações que se tentem procurar..

..a Arte vai continuar a ser algo que surge do interior do Artista para ser exposto ao mundo.

E nada mais belo que doar a alma ao mundo e servi-lo, dando-lhe cor, formas, sons ou palavras.

 

 

Jorge Humberto Machado Vilaça, nasceu em Santo Tirso - Portugal, a 1 de Fevereiro de 1968.

Artista, que desde já muito cedo se relaciona com a arte, pois a sua profissão principal é Mestre de Cabeleireiro, tem salão próprio e administra aulas de formação profissional, nas telas é dedicado a todas as técnicas, com um gosto especial para a pintura, fotografia e escultura erótica.

 

 

 

 

 

 

Clube Literário do Porto

Rua Nova da Alfândega, nº 22

4050-430 Porto

Tel. 222 089 228

Fax. 222 089 230

Email: clubeliterario@fla.pt

URL: www.clubeliterariodoporto.co.pt

BLOGUE: http://clubeliterariodoportofla.wordpress.com/

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AGENDA | PROGRAMAÇÃO CINEMATECA | 29 DE JULHO A 04 DE AGOSTO 2011


 

 

 

29 a 31, sessões - 15h45, 18h e 20h:

CINEMA E SUAS LINGUAGENS – MOSTRA CINEMA E POESIA.

Exibição dos filmes:

CARAMUJO-FLOR (BR/SP, 1988 – 21 min – ficção/experimental – 35mm). Direção de Joel Pizzini. Elenco: Ney Matogrosso, Rubens Corrêa, Tetê Espíndola, Aracy Balabanian, Almir Sater. - Itinerário da poesia de Manoel de Barros, através de uma colagem de fragmentos sonoros e visuais. Obs: o filme Caramujo-flor será exibido em DVD nas sessões das 15h45 e 18h e em 35mm na sessão de 20h.

PARA LIMPAR LÁGRIMAS, PAULO LEMINSKI (BR/RJ, 2008 – 10min.- documentário - DVD). Direção de Cristiana Miranda. - A Poesia de Paulo Leminski do ponto de vista de quem vê de dentro de um diamante. Uma orquestração de relâmpagos, um poema de amor.

ULTRALYRICS (BR/PR, 2011 – 15min. – documentário - DVD). Direção de Rafael Lopes. - Um documentário sobre o poeta curitibano Marcos Prado.

Dia 29, 20h: – LANÇAMENTO DE Para Limpar Lágrimas, Paulo Leminski de Cristiana Miranda e do filme paranaense Ultralyrics, de Rafael Lopes. Exibição do filme Caramujo-flor, de Joel Pizzini. Presença e debate com os diretores Cristiana Miranda e Rafael Lopes.

Dia 30, 20h: – EXIBIÇÃO DE Caramujo-flor de Joel Pizzini, Para Limpar Lágrimas, Paulo Leminski, de Cristiana Miranda e Ultralyrics, de Rafael Lopes. Presença e debate com os três diretores.

 

 

 

Dia 30, 13h:

SESSÃO CINECLUBE DA CINEMATECA

Apresentação do programa HISTÓRIAS DO CINEMA BRASILEIRO:

O HOMEM DO MORCEGO (RJ, 1980, doc, PB, 17 min. - DVD). Direção de Ruy Solberg. - Documentário sobre Mario Peixoto, um dos pioneiros do cinema brasileiro, diretor do clássico Limite, de 1930.

SIMIÃO MARTINIANO, O CAMELÔ DO CINEMA (PE, 1998, fic/doc, cor, 14min. - DVD). Direção de Clara Angelica e Hilton Lacerda.

Documentário que usa a ficção para falar sobre cinema, na perspectiva de um cineasta-camelô alagoano, radicado em Pernambuco desde a década de 50.

ROBERTO ( SP, 1994, doc, cor,17min.). Direção de Amilcar M. Claro.

Um olhar sobre a vida e a obra de Roberto Santos, cineasta fundamental, autor de filmes antológicos como O Grande Momento e A Hora e Vez de Augusto Matraga.

CINE HOLIÚDY – O ARTISTA CONTRA O CABA DO MAL (CE, 2004, fic, cor, 15min. - DVD). Direção de Halder Gomes. - Francisgleydisson é o proprietário do Cine Holiúdy, um modesto cinema no interior do Ceará nos anos 70.

COMO SE MORRE NO CINEMA (RJ, 2002, fic/doc, cor/pb, 20min. - DVD). Direção de Luelane Loiola Corrêa. - Memórias do papagaio que participou da filmagem do clássico brasileiro “Vidas Secas”, em 1962, quando atuou ao lado da cachorra Baleia.

Classificação livre para todos os filmes do programa – Ingresso gratuito

 

1º a 7

CINEMA E SUAS LINGUAGENS - DOCUMENTÁRIO LATINO-AMERICANO

Dias 01, 02, 03 - 15h45, 18h e 20h:

MAUCHOS (Chile, 2011 – 52 min. - DVD). Direção de Sebastián Moreno e Ricardo Larraín. - Depois da catástrofe, um povo recupera sua alma. Documentário que mescla imagens da cidade de Constituicíon, e moradores da região do Maule no Chile. A vida de seus habitantes, os mauchos, antes, durante e depois do terremoto. Legendas em português

Dia 1º, 20h: Presença do diretor Ricardo Larraín .

 

Dias 04 e 05, 15h45, 18h e 20h:

CAMINO A LA ESCUELA (Peru, 2004 - 20 min. - DVD). Direção de Humberto Saco. Documentário sobre as condições da educação nos Andes Peruano através da história de sete crianças e sua professora que vivem em uma região peruana a 4.500 metros de altura e que todos os dias caminham de sua casa à escola. Exibição digital. Versão original em espanhol, sem legendas em português.

REQUECHO, MIL ANÕS DESPUÉS (Peru, 2009 - 50 min. - DVD). Direção de Humberto Saco.

Documentário sobre a divisão entre os “Uros”, um povo que vive há mil anos no Lago Titicaca, uma parte vive do turismo e outra não quer contato com estranhos e querem manter seu modo de vida ancestral. Versão original em espanhol, sem legendas em português.

Dias 04 e 05 – 20h: Presença do diretor Humberto Saco

 

Dias 06 e 07 – 15h45,18h e 20h:

QUEBRADEIRAS (Brasil, 2009 - 71 min. – DVD). Direção Evaldo Mocarzel.

Documentário etno-poético que focaliza as tradições seculares, as estratégias de sobrevivência e a rica cultura das quebradeiras de coco de babaçu da região do Bico do Papagaio, no extremo norte do Tocantins, entre os estados do Maranhão e Pará.

Dias 06 e 07 - 20h: Presença do diretor Evaldo Mocarzel

Classificação livre

Ingresso gratuito

 

Cinemateca

Rua Carlos Cavalcanti, 1174, São Francisco

Horário de funcionamento: segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 14h às 22h30. Sábados e domingos, das 14h30 às 22h30.

Informações: (41) 3321-3252

 

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AGENDA | PROGRAMAÇÃO CINEMATECA | 29 DE JULHO A 04 DE AGOSTO 2011

 

 

 

 

29 a 31, sessões - 15h45, 18h e 20h:

CINEMA E SUAS LINGUAGENS – MOSTRA CINEMA E POESIA.

Exibição dos filmes:

CARAMUJO-FLOR (BR/SP, 1988 – 21 min – ficção/experimental – 35mm). Direção de Joel Pizzini. Elenco: Ney Matogrosso, Rubens Corrêa, Tetê Espíndola, Aracy Balabanian, Almir Sater. - Itinerário da poesia de Manoel de Barros, através de uma colagem de fragmentos sonoros e visuais. Obs: o filme Caramujo-flor será exibido em DVD nas sessões das 15h45 e 18h e em 35mm na sessão de 20h.

PARA LIMPAR LÁGRIMAS, PAULO LEMINSKI (BR/RJ, 2008 – 10min.- documentário - DVD). Direção de Cristiana Miranda. - A Poesia de Paulo Leminski do ponto de vista de quem vê de dentro de um diamante. Uma orquestração de relâmpagos, um poema de amor.

ULTRALYRICS (BR/PR, 2011 – 15min. – documentário - DVD). Direção de Rafael Lopes. - Um documentário sobre o poeta curitibano Marcos Prado.

Dia 29, 20h: – LANÇAMENTO DE Para Limpar Lágrimas, Paulo Leminski de Cristiana Miranda e do filme paranaense Ultralyrics, de Rafael Lopes. Exibição do filme Caramujo-flor, de Joel Pizzini. Presença e debate com os diretores Cristiana Miranda e Rafael Lopes.

Dia 30, 20h: – EXIBIÇÃO DE Caramujo-flor de Joel Pizzini, Para Limpar Lágrimas, Paulo Leminski, de Cristiana Miranda e Ultralyrics, de Rafael Lopes. Presença e debate com os três diretores.

 

 

 

Dia 30, 13h:

SESSÃO CINECLUBE DA CINEMATECA

Apresentação do programa HISTÓRIAS DO CINEMA BRASILEIRO:

O HOMEM DO MORCEGO (RJ, 1980, doc, PB, 17 min. - DVD). Direção de Ruy Solberg. - Documentário sobre Mario Peixoto, um dos pioneiros do cinema brasileiro, diretor do clássico Limite, de 1930.

SIMIÃO MARTINIANO, O CAMELÔ DO CINEMA (PE, 1998, fic/doc, cor, 14min. - DVD). Direção de Clara Angelica e Hilton Lacerda.

Documentário que usa a ficção para falar sobre cinema, na perspectiva de um cineasta-camelô alagoano, radicado em Pernambuco desde a década de 50.

ROBERTO ( SP, 1994, doc, cor,17min.). Direção de Amilcar M. Claro.

Um olhar sobre a vida e a obra de Roberto Santos, cineasta fundamental, autor de filmes antológicos como O Grande Momento e A Hora e Vez de Augusto Matraga.

CINE HOLIÚDY – O ARTISTA CONTRA O CABA DO MAL (CE, 2004, fic, cor, 15min. - DVD). Direção de Halder Gomes. - Francisgleydisson é o proprietário do Cine Holiúdy, um modesto cinema no interior do Ceará nos anos 70.

COMO SE MORRE NO CINEMA (RJ, 2002, fic/doc, cor/pb, 20min. - DVD). Direção de Luelane Loiola Corrêa. - Memórias do papagaio que participou da filmagem do clássico brasileiro “Vidas Secas”, em 1962, quando atuou ao lado da cachorra Baleia.

Classificação livre para todos os filmes do programa – Ingresso gratuito

 

1º a 7

CINEMA E SUAS LINGUAGENS - DOCUMENTÁRIO LATINO-AMERICANO

Dias 01, 02, 03 - 15h45, 18h e 20h:

MAUCHOS (Chile, 2011 – 52 min. - DVD). Direção de Sebastián Moreno e Ricardo Larraín. - Depois da catástrofe, um povo recupera sua alma. Documentário que mescla imagens da cidade de Constituicíon, e moradores da região do Maule no Chile. A vida de seus habitantes, os mauchos, antes, durante e depois do terremoto. Legendas em português

Dia 1º, 20h: Presença do diretor Ricardo Larraín .

 

Dias 04 e 05, 15h45, 18h e 20h:

CAMINO A LA ESCUELA (Peru, 2004 - 20 min. - DVD). Direção de Humberto Saco. Documentário sobre as condições da educação nos Andes Peruano através da história de sete crianças e sua professora que vivem em uma região peruana a 4.500 metros de altura e que todos os dias caminham de sua casa à escola. Exibição digital. Versão original em espanhol, sem legendas em português.

REQUECHO, MIL ANÕS DESPUÉS (Peru, 2009 - 50 min. - DVD). Direção de Humberto Saco.

Documentário sobre a divisão entre os “Uros”, um povo que vive há mil anos no Lago Titicaca, uma parte vive do turismo e outra não quer contato com estranhos e querem manter seu modo de vida ancestral. Versão original em espanhol, sem legendas em português.

Dias 04 e 05 – 20h: Presença do diretor Humberto Saco

 

Dias 06 e 07 – 15h45,18h e 20h:

QUEBRADEIRAS (Brasil, 2009 - 71 min. – DVD). Direção Evaldo Mocarzel.

Documentário etno-poético que focaliza as tradições seculares, as estratégias de sobrevivência e a rica cultura das quebradeiras de coco de babaçu da região do Bico do Papagaio, no extremo norte do Tocantins, entre os estados do Maranhão e Pará.

Dias 06 e 07 - 20h: Presença do diretor Evaldo Mocarzel

Classificação livre

Ingresso gratuito

 

Cinemateca

Rua Carlos Cavalcanti, 1174, São Francisco

Horário de funcionamento: segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 14h às 22h30. Sábados e domingos, das 14h30 às 22h30.

Informações: (41) 3321-3252

 

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evento -Filme resgata a história de Poeta Curitibano

 

 


O documentário “Ultralyrics” faz parte da mostra “Cinema e Poesia”

promovida pela Cinemateca em conjunto com a Fundação Cultural de Curitiba.

 

Estreia esta semana na Cinemateca de Curitiba o filme “Ultralyrics”, um documentário sobre a vida e a obra do poeta curitibano Marcos Prado, que morreu aos 35 anos de idade no dia 31 de dezembro de 1996. Ele foi poeta, compositor, ator, jornalista e agitador cultural. Deixou uma sólida contribuição artística. Foram mais de 20 livros publicados entre coletâneas, antologias, parcerias e projetos de sua autoria. Nos anos 80 e 90 inúmeras bandas gravaram suas composições, porém sua obra ainda não teve o devido reconhecimento público. Esse documentário resgata a memória desse importante personagem da literatura paranaense.

Sobre o Diretor:

Rafael Lopes nasceu em Curitiba em 27 de julho de 1984. Iniciou suas atividades profissionais no mercado audiovisual em 1999 aos 14 anos de idade na produtora de vídeo de sua família, atuando como editor de imagens e cinegrafista. Desde então produziu conteúdo para as mais diversas mídias. Em 2005, aos 21 anos de idade, iniciou suas atividades no cinema desenvolvendo trabalhos primeiramente em Curitiba e depois como free-lancer em outras regiões do país. Participou de diversos projetos principalmente como montador cinematográfico, assistente de direção e cinegrafista. Em 2009 participou dos Cursos Práticos de Cinema Digital na Cinemateca de Curitiba como professor de prática profissional em edição cinematográfica. Como diretor finalizou em 2011 o filme “Ultralyrics”, um documentário sobre a vida e a obra do poeta curitibano Marcos Prado. Desenvolve projetos e pesquisas audiovisuais com ênfase em novas tecnologias. Atua também como professor de Direção de Fotografia e de Montagem Cinematográfica em oficinas de cinema em Curitiba e Região Metropolitana.

 

Serviço:

Mostra de Cinema e Poesia

Local: Cinemateca de Curitiba

Data: 29 a 31/07/11. Dia 29 – 20h: lançamento oficial

Horário: 15h45, 18h e 20h

Entrada franca

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evento - a obra musical de Chico Buarque

 


Livro e palestra tentam compreender os vários aspectos das cidades na obra musical de Chico Buarque


A jornalista e publicitária Cristina de Almeida Couto apresentará o tema "As Cidades de Chico Buarque", dentro do programa Troca de Ideias, no Centro Cultural Banco do Nordeste-Fortaleza (rua Floriano Peixoto, 941 - Centro - fone: (85) 3464.3108), no próximo dia 04 de agosto (quinta-feira), às 18h30.

O tema da palestra gratuita decorre de livro homônimo de sua autoria, onde ela analisa cinco músicas do célebre compositor: "As vitrines" (1981), "Construção" (1971), "Geni e o Zeppelin" (1978), "A Banda" (1966) e "Vai Passar" (1984). A pesquisadora debaterá o tema com Nelson Barros da Costa, professor-doutor em Linguística Aplicada e Estudos da Linguagem pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), e com o público presente ao CCBNB-Fortaleza.

Para Cristina de Almeida Couto, estudar Chico Buarque é "algo fascinante. Confesso que refazia este trabalho tantas vezes quantas fossem necessárias. Fiquei perplexa ao tentar analisar as canções, pois cada vez que as lia, mais riqueza descobria e mais detalhes sutis encontrava. Ele tem a capacidade de colocar em cada sentença, em cada frase e em cada contexto a palavra certa. O texto do livro é resultado do encontro com essa riqueza e a tentativa de compreender, dentro de sua obra, os vários aspectos das cidades".

Segundo a autora, "as canções escolhidas para a análise versam sobre temas que se relacionam entre si, formando um elo de acontecimentos e consequências que se completam e revelam a realidade dos fatos que ocorreram na época em que foram lançadas, bem como os aspectos da cidade".

O resultado da pesquisa está dividido em três capítulos. O primeiro - Chico Buarque - o Tempo e o Artista - apresenta aspectos de sua vida, obra, trajetória artística e sua divergência com o Regime Militar, época em que suas canções foram proibidas pela censura de serem gravadas e tocadas. Em decorrência, e aconselhado por alguns amigos, Chico Buarque, com autorização da Polícia Federal, viajou para a França e resolveu auto exilar-se na Itália. Ainda neste capítulo é discutida a relação do compositor com as cidades.

No segundo capítulo, intitulado "As Muitas Faces de uma Cidade", são analisadas três das cinco canções escolhidas: "As vitrines", "Construção" e "Geni e o Zeppelin". "As Vitrines" discute a cidade do consumo, do fetiche e da sedução, através da publicidade. De modo pouco óbvio, Chico Buarque trata da sociedade de consumo e de sua presença na cidade. É possível perguntar: através da canção, de que forma o consumo se constitui como cultura? Que tipo de sensibilidade à sociedade de consumo constrói? Como os habitantes da cidade são afetados pela presença e oferta de produtos? Que paisagem essa sociedade produz e oferece aos habitantes da cidade?

A canção "Construção" trata da cidade como sinônimo de trabalho, a cidade vista e vivida pelo trabalhador da construção civil, um homem excluído que vive fora dos padrões estabelecidos pela sociedade. E em "Geni e o Zeppelin", o compositor retrata o lado marginalizado da cidade, o preconceito e as formas de poder nela existente.

No terceiro capítulo, "A Transformação da Cidade", foram analisadas as duas últimas canções. Em "A Banda", Chico Buarque discute a transformação da cidade com a chegada da modernidade do Brasil. É uma canção nostálgica, cheia de lirismo, que provoca como que uma suspensão de tempo na cidade, para receber o grande e novo acontecimento, e a forma como seus habitantes encararam o evento.

Com a canção "Vai Passar", Chico Buarque encerra o ciclo de divergência com o Regime Militar, que estava chegando ao fim. Ele fala da transformação da cidade durante o carnaval, da liberdade que o evento proporciona aos seus habitantes, da popularidade da festa e da rememorização espaço-temporal.

publicado por o editor às 17:06
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