Segunda-feira, 30 de Abril de 2012

A Geoestratégia da Natureza

 

 

A Geoestratégia da Natureza

Luís Henrique Ramos de Camargo


Cada nova notícia sobre os problemas ambientais do planeta parece aumentar a sensação de impotência das pessoas diante de alguma ação capaz de reverter um quadro que só tende a se agravar. Em A Geoestratégia da Natureza, Luís Henrique Ramos de Camargo apresenta fundamentos que comprovam por que é fundamental a participação efetiva da sociedade nos processos decisórios que envolvam a utilização do meio ambiente.

O autor critica o conceito de mudança climática que, segundo ele, está preso a uma lógica cartesiana-newtoniana que pensa o planeta e suas dinâmicas ecológicas de uma ótica linear.

Quem já conhece o tema poderá ampliar o olhar crítico sobre os modelos lógicos e ecológicos que acompanham os relatos sobre os efeitos das mudanças do clima. Aos que ainda estão iniciando seu contato com a matéria, o livro será perfeito para que tenham a crítica devida ao que se convencionou chamar de mudanças climáticas.

Conheça melhor o autor

Luís Henrique Ramos de Camargo



LLANÇAMENTO




 

publicado por o editor às 16:28
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Literatura e Revolução - lançamrento UFMG

 

Literatura e Revolução

Izabel Margato, Renato Cordeiro Gomes (organizadores)


Coleção: Humanitas

2012. 224 p.Dimensão: 22,40 x 15,50


O LIVRO
Este livro reúne textos que buscam abarcar novas dimensões dialógicas capazes de estimular reflexões produtivas acerca do lugar da revolução na cena intelectual do século XX. As formulações críticas e teóricas aqui reunidas privilegiam os modos de pensar e de promover a literatura como parte de processos revolucionários voltados para a valorização da heterogeneidade em meio à massificação. As relações entre a experiência estética contemporânea e as tarefas éticas e políticas da arte são tópicos fundamentais nesta obra. Assim, a revolução surge, principalmente, no olhar atento sobre a marca da escrita, sobre a precisa beleza da palavra que se ­ fixa e que se impõe lentamente almejando a libertação de sentidos prévios.

OS ORGANIZADORES
Izabel Margato é Professora Associada (S 14) de Literatura Portuguesa no Programa de Pós Graduação da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio). Coordena, desde Outubro de 1984, a Cátedra Pe. António Vieira de Estudos Portugueses, tendo realizado 15 Seminários e 2 Colóquios Internacionais. Como pesquisadora 1 do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. (CNPq), tem desenvolvido projectos de produtividade em pesquisa, desde Agosto de 1993. É investigadora do Instituto de História Contemporânea (IHC) da FCSH da Universidade Nova de Lisboa, onde trabalha num projecto sobre o Neo-Realismo Português. Lidera os grupos pesquisa: “Realismo, Realismos: matrizes e transformações”, “As representações do intelectual” do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).  Desde 2001, integra o Comité de Avaliação dos Programas de Pós-Graduação da CAPES – Área Letras e Linguística. É  autora de Tiranias da Modernidade (Rio de Janeiro: 7 Letras, 2008) e de As Saudades da Menina e Moça (Lisboa: IN-CM, 1988) e organizou em conjunto com Renato Cordeiro Gomes, Espécie de Espaço (Belo Horizonte: Editora da UFMG, 2008);  Literatura Política Cultura (Belo Horizonte: Editora da UFMG, 2005); O Papel do Intelectual Hoje (Belo Horizonte: Editora da UFMG, 2004), assim como 11 números da revista SEMEAR.

Renato Cordeiro Gomes é doutor em Literaturas de Lingua Portuguesa pelo Departamento de Letras da PUC-Rio. Mestre também pelo Departamento de Letras da Puc-Rio. Graduado em Direito e Letras pela UFRJ. Š Professor universitário há mais de vinte anos, lecionando em cursos de graduação e pós-graduaçãoo. Š consultor da FAPERJ e pesquisador do CNPq. Membro da Associação Brasileira de Literatura Comparada (ABRALIC) e da Associação Internacional de Literatura Comparada (ILCLA).
Publicou diversos artigos no Brasil e no exterior. Publicou os livros "João do Rio" e "Todas as cidades, a cidade: literatura e experiência urbana". Seus interesses de pesquisa são nas áreas de Teoria da Comunicação, Literatura Brasileira, Literatura Comparada e em aspectos simbólicos dos Fenômenos Urbanos.

LANÇAMENTO DA



 
publicado por o editor às 16:27
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COMO ENTREI NA LISTA NEGRA DA HERMÈS de Michael Tonello

 

COMO ENTREI NA LISTA NEGRA DA HERMÈS

de Michael Tonello

 

 Número de Páginas: 336

 

 

O LIVRO

Motivado pela saga desesperada de muitas mulheres atrás de uma bolsa Birkin, o autor narra com um humor inteligente e sagaz, suas aventuras incomuns e conta como conseguiu driblar as enormes filas e adquirir, uma a uma, a bolsa mais falada entre os fashionistas. O ex maquiador e cabeleireiro conta como foi sua jornada para se tornar um empresário bem-sucedido, investindo na venda e revenda dessas peças tão cobiçadas. Ele traz também a sua experiência com as celebridades e com as pessoas que vivem de aparência.

O AUTOR

MICHAEL TONELLO cresceu em Massachusetts. Viajou pelo mundo como maquiador e cabeleireiro, até receber a oferta de um emprego na Espanha. Apesar de o trabalho não ter dado certo, ele resolveu se estabelecer em Barcelona. Pressionado a encontrar uma profissão em que não precisasse lidar com papéis, começou um lucrativo negócio no eBay como revendedor de todos os artigos Hermes. Michael vive em Barcelona, com seu parceiro,]uan. Acesse também o site do livro (em inglês): www.bringinghomethebirkin.com

 

 





 

UM LANÇAMENTO

publicado por o editor às 16:26
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Crime e Cidades de Claudio Beato

 

 


Crime e Cidades
de Claudio Beato


2012. 291 p.


O LIVRO
Este livro abordará as interconexões entre crime, políticas públicas e organizações policiais em ambientes urbanos e os dados e indicadores necessários para a compreensão dessas dimensões. O Brasil é um país urbano. Há 60 anos apenas, 31% da população vivia nas cidades. Hoje, são mais de 83% vivendo nos centros urbanos. Mais de 104 milhões de brasileiros vivem em cidades com mais de 100 mil habitantes. São inúmeros os problemas que esse tipo de sociedade enfrenta. Este texto lidará com alguns aspectos perversos, mas inseparáveis do desenvolvimento das cidades, especialmente no formato que ele adquiriu nas grandes cidades latino-americanas, dominadas pela ocupação informal de largas parcelas dos territórios urbanos e pela rarefação de mecanismos de controle social, especialmente nas periferias.



O AUTOR
CLAUDIO BEATO é professor do Departamento de Sociologia da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) e diretor do Crisp (Centro de Estudos em Criminalidade e Segurança Pública), da mesma universidade.

Conheça melhor as ideias de CLAUDIO BEATO

Os protagonistas no Rio são as milícias


Estamos assistindo ao fim de um período e ao provável ingresso em outro patamar, que exigirá instrumentos mais amplos que as UPPs

A interpretação oficial corrente sobre os eventos no Rio de Janeiro tem atribuído à reação dos traficantes às UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora) a explicação para o impressionante surto de violência.
Trata-se de argumento simplificador, que desconhece o complexo processo que vem se desenvolvendo ao longo de quase duas décadas e que agora ingressa em um novo patamar de organização da atividade criminosa.
Atividades criminosas têm-se estruturado seguindo uma lógica bastante similar nos grandes centros urbanos brasileiros. Iniciam-se com atividades de gangues de bairros em ambientes urbanos deteriorados e assolados por péssimas condições econômicas e sociais.
O aprisionamento desses membros cria um novo patamar de organização, que se estrutura inicialmente no interior das prisões, com formação de coalizões, tendo como objetivo inicial sua proteção e, posteriormente, associação para fins criminais. Essa é a origem de PCC (Primeiro Comando da Capital), Comando Vermelho, ADA (Amigos dos Amigos) ou Terceiro Comando.
Nesse estágio, inaugura-se também um período de intensa competição entre grupos, com uso maciço de armas de fogo e a introdução crescente de mecanismos de corrupção. O amplo domínio territorial desses grupos é a marca desta fase.
Este arranjo se desmorona e o que estamos assistindo são os estertores desse período.
Seus protagonistas encontram-se crescentemente acuados: de um lado, por estratégias do governo estadual que são bastante distintas do padrão vigente; por outro, temos emergência de grupos mais voltados para uma lógica empresarial e com padrões de eficiência criminal mais elevados.
Há uma expansão das atividades comerciais, que agora não se limitam apenas ao tráfico de drogas, mas se estendem a diversos outros tipos de atividades ilegais, tais como a venda informal de serviços e bens públicos por meio de “gatos”, provisão de bens e serviços, como gás, transporte e segurança, e até mesmo exploração de prostituição.
No lugar do violência, a cooptação, o ingresso no mundo da política e a infiltração institucional. Os protagonistas centrais deste processo no Rio têm sido as milícias, para quem o espetáculo exuberante da etapa anterior não é mais funcional para os negócios.
Por sua vez, o Estado do Rio de Janeiro tem atuado firmemente em estratégias visando o restabelecimento da ordem, buscando a erradicação das armas de fogo e a retomada de territórios.
Estamos assistindo ao fim de um período e ao provável ingresso em outro patamar, que exigirá instrumentos e políticas mais amplos e profundos que a bandeira das UPPs. Estas, aliás, devem se multiplicar e deveriam ser parte de um projeto sistêmico e com perspectiva mais estratégica.


LANÇAMENTO DA




 
 
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A viola caipira de Pereira da Viola e Wilson Dias na CAIXA Cultural Curitiba

 

Os mineiros lançam o álbum “Pote”





A CAIXA Cultural Curitiba apresenta o show dos mineiros Pereira da Viola e Wilson Dias, que lançam o álbum “Pote”, de 03 a 06 de maio. O trabalho marca a parceria dos músicos com o poeta e jornalista João Evangelista Rodrigues.



O trabalho “Pote” é marcante. Pode ser entendido como uma metáfora da condição do homem no mundo contemporâneo, uma evocação do ambiente do mineiro a partir de uma visão crítica. O álbum é contemporâneo e primitivo, rústico e refinado, modelado pela sensibilidade da palavra e conduzido pelo fio mágico dos acordes da viola. O pote em si é cercado de simbologia, um objeto real e mítico que reflete a arte, a cultura, os valores, a religiosidade e as contradições da mineiridade. 



O trio de mineiros de águas fortes e confluentes, dos Vales do Mucuri, do Jequitinhonha e do São Francisco, tem raízes comuns no que diz respeito à cultura popular, ao sentimento de religiosidade e às convicções políticas, fundados na amizade e na defesa da cidadania.



João Evangelista, além da música, utiliza várias linguagens e campos de conhecimento para expressão como filosofia, jornalismo, literatura e fotografia. Destaca o papel da letra na construção da canção, orientando todas as etapas de produção do álbum: desde a composição, passando pelos arranjos, processo de gravação, interpretação, mixagem à concepção gráfica do encarte.



A viola, cada vez mais valorizada no complexo cenário musical brasileiro da atualidade, ganha uma nova aliada, a poesia, que se mistura de maneira equilibrada e harmônica com o timbre e com a autêntica sonoridade do instrumento. Assim, tanto do ponto de vista temático, quanto musical e poético, pode-se dizer que há uma verdadeira sintonia criativa e estética.



O show conta com a participação especial da bailarina Patrícia Sene, cujo estilo busca interpretar o universo mítico e plástico das danças, ritmos e ritos presentes nas manifestações populares.



Ficha Técnica:

Pereira da Viola (voz, viola caipira, violão e rabeca)

Wilson Dias: (voz e viola caipira e violão)

André Siqueira: (Direção musical, bandolim, guitarra e flauta)

Wallace Gomes (violão)

Pedro Gomes (contrabaixo)

Dito Rodrigues (violão)

Gladson Braga (percussão)

Carlinhos Ferreira (percussão)

Patrícia Sene: (bailarina – Participação especial)

 
Serviço:

Show Pote de Pereira da Viola e Wilson Dias
Local: CAIXA Cultural – Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Curitiba (PR)
Data: de 03 a 06 de maio de 2012
Hora: quinta a sábado às 20h e domingo às 19h
Ingressos: R$ 20 e R$ 10 (meia – conforme legislação e correntista CAIXA)
Bilheteria: (41) 2118-5111 (de terça a sexta-feira das 12h às 20h, sábado das 16h às 20h e domingo das 16h às 19h)
Classificação etária: Livre para todos os públicos
Lotação máxima: 125 lugares (02 para cadeirantes)
publicado por o editor às 16:25
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Editora LeYa lança “Livro do Cabelo”, que traça panorama histórico e cultural do simbolismo por trás do cabelo

 

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A OBRA, COM TEMA INÉDITO NO MERCADO, CHEGA ÀS LIVRARIAS EM ABRIL

Lava, penteia, seca, olha no espelho. Deixa crescer, corta, alisa, cacheia, ondula, raspa. Esses parecem ser hábitos e situações cotidianas no trato dos cabelos, mas na verdade, cada uma dessas ações está impregnada de significados. O cabelo, aquele monte de fios no topo da cabeça, é mais do que uma proteção contra o sol e um artefato de beleza. As madeixas, que já foram arma de encantamento de sereias, oferenda aos deuses, poções de feiticeiros, elemento de sedução, entre inúmeras outras coisas, são, na verdade, uma fonte preciosa para entender a história e o simbolismo universal da humanidade.
A editora LeYa lança em abril o “Livro do Cabelo”, da jornalista e pesquisadora Leusa Araujo. A obra, fruto de seis anos de pesquisa, retrata a história dos cabelos ao redor do mundo não apenas pelo viés da moda, mas sim do contexto e dos movimentos sociais por trás de cada novo estilo.
As histórias abordadas passam pela origem homem na savana africana; a “era” das perucas na aristocracia europeia; o momento histórico em que as mulheres deixaram os coques para trás e apostaram no estilo chanel, quando ficaram à mercê dos próprios recursos para sobreviver enquanto seus homens estavam lutando na guerra. E também pelos turbantes no Oriente Médio, a comemoração do primeiro corte de cabelo na China, e a escravidão na América, quando as tarefas eram determinadas de acordo com o tipo de cabelo.
A obra traça um panorama da diversidade de penteados, rituais e artefatos que acontecem a partir do cabelo, expõe teorias como a “teoria aquática”, que procura explicar por que os cabelos das mulheres começaram a ficar mais lisos e maiores do que o dos homens; a verdadeira história por trás do “Black is beautiful”, a ideologia por trás da semelhança entre John Lennon e Yoko Ono, as influências religiosas nos estilos, o lendário corte de cabelo de Elvis Presley, o formato da barba dos homens, a calvície, e diversas outras curiosidades históricas e culturais acerca do cabelo.
Ao longo das páginas, o “Livro do Cabelo” deixa claro que nem mesmo uma escovada é dada de forma aleatória. A obra conta com o apoio de Seda (uma marca Unilever).
Ficha Técnica
Título: Livro do Cabelo
Autora: Leusa Araujo
Formato: 21 x25 cm
Páginas: 208
Preço: R$ 69,90

Sobre a autora:
Leusa Araujo é escritora e jornalista. Estreou na literatura em 1994.  O Livro do Cabelo é seu segundo título de não-ficção, depois de Tatuagem, Piercing e outras mensagens do corpo (2005), altamente recomendável pela FNLIJ e selecionado para o Programa Mais Cultura, da Biblioteca Nacional. Entre outras obras: Náufragos Emergentes- seis histórias ordinárias (2010) Ordem, Sem Lugar, Sem Rir, Sem Falar (2010); e A cabeleira de Berenice (2006). indicado para o Prêmio Jabuti  na categoria melhor livro infanto-juvenil e Seleção FNLIJ Catálogo de Bolonha 2006.
É editora de texto e pesquisadora dos livros Chic, Chic Homem (Senac), Chic[érrimo] e Alô. Chics! (Ediouro) de Gloria Kalil; Maquiagem, de Duda Molinos (Senac) , entre outros nas áreas de moda, beleza e comportamento. Atualmente trabalha como pesquisadora para teledramaturgia.
publicado por o editor às 16:24
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Programação MAIO-2012 - UNIL

 

A ILUSTRAÇÃO NA LITERATURA INFANTIL E JUVENIL

Carga Horária: 28 horas/aula
Data: 07 de maio, 14 de maio, 21 de maio, 28 de maio, 04 de junho, 11 de junho, 18 de junho e 25 de junho
Horário: 18h30 as 21h30   
Conteúdo

A história da ilustração

Origens e a relação entre palavra e a imagem na história do livro ilustrado.
Revoluções do livro: o papel, a gravura e a impressão.
A íntima relação entre LIJ e ilustração.
Tendências contemporâneas: autores-ilustradores.
Palestrante: Fernando Villela
 O livro ilustrado para crianças

A ilustração e a escrita.
O livro e a simulação do tempo.
Uma obra para crianças?
A época do ouro do livro ilustrado.
Palestrante: Odilon Moraes
Sobre o conceito de ilustração

Exemplos de ilustração.
Imagem & texto.
Linguagens gráficas.
Bruno Munari: o pensamento de Bruno Munari sobre livro ilustrado, os pré-livros, livros-ilegíveis e outros trabalhos.
Imagens e suporte livro.
Palestrante: Laura Teixeira
Sobre a bibliografia crítica existente

Principais referências críticas.
Bibliografia e tendências.
Centros de pesquisa.
Centros formadores de opinião.
Palestrante: Laura Teixeira
Sobre linguagens artísticas e narrativas na ilustração

O livro como objeto plástico e narrativo.
O design e a ilustração
Tendências de linguagens (HQ, Livro de Imagens).
Quando a linguagem plástica cria significados.
Livros de artistas para crianças.
Um recorte da ilustração brasileira contemporânea de 1990 até hoje.
Palestrante: Fernando Villela
A configuração de um outro gênero?

O conceito de álbum (picturebook).
Paralelismo e interdependência: Sendak, Burningham e outros.
Um recorte dos ilustradores brasileiros.
Anos 70: a nova literatura infantil.
Anos 80: buscas de linguagem.
Anos 90: afirmadores de identidade.
Anos 00: novas experiências plásticas.
Palestrante: Odilon Moraes
A ilustração do ponto de vista editorial

O tripé: editor, editor de texto, editor de arte.
A escolha do ilustrador, a definição do gênero.
O projeto gráfico.
O papel do editor no conjunto da edição.
Palestrante: Dolores Prades
FECHAMENTO

Oficina: Lendo a ilustração

Com Fernando Villela, Odilon Moraes e Laura Teixeira


     TELEMARKETING B2B - como fazer do telefone o melhor vendedor de sua editora e|ou distribuidora de livros

Carga Horária: 5 horas
Data: 16 a 17 de maio de 2012
Horário: 19h as 21h30   
Conteúdo

Aplicações do telemarketing
Passos para Implantação/Adequação da infra estrutrua para a área de telemarketing
Telemarketing Business to Business
Boas práticas ao vender por telefone
Atendimento informal versus script
Sete pecados do atendimento via telefone
Custos- Uso da tecnologia Voip
Ambiente de trabalho
Organização da Rotina de trabalho
Indicadores de resultados
Transformando vícios em virtudes

     O MERCADO DE TRABALHO DAS EDITORAS - Maio-2012

Carga Horária: 9 horas
Data: 22 a 24 de maio de 2012
Horário: 18h as 21h   
Conteúdo

Esfera de produção editorial
a. Produtor editorial e assistentes
b. Preparador
c. Pesquisador iconográfico
d. Revisor
e. Revisor técnico

Esfera de produção gráfica
a. Produtor gráfico e assistentes
b. Designer gráfico
c. Diagramador
d. Ilustrador
e. Mapista

Esfera de marketing
a. Marqueteiro
b. Assessor de imprensa
c. Webmaster

Esfera comercial
a. Chefe de vendas
b. Vendedor
c. Divulgador

Esfera de contratos
a. responsável por direitos autorais

     PREPARAÇÃO E REVISÃO: O TRABALHO COM O TEXTO - maio-2012

Carga Horária: 12 horas
Data: 29 de maio a 01 de junho de 2012
Horário: 18h as 21h   
Conteúdo

O trabalho do preparador de textos/copidesque e sua prática dentro de uma editora. As técnicas desenvolvidas no copidesque e na revisão de provas. Padronização e uniformização de critérios de revisão. Os limites de intervenção do copidesque e do revisor visando ao aprimoramento do texto.


Fundação Editora da Unesp - Universidade do Livro.
Praça da Sé, 108 – Centro – São Paulo – SP
CEP: 01001-900
  Tel.: (11) 3242-9555 | Fax: (11) 3242-9613
unil@editora.unesp.br
www.editoraunesp.com.br
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Concurso de Bandas Jovem Curitibano

 




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publicado por o editor às 16:22
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Sexta-feira, 27 de Abril de 2012

ATENÇÃO - Fundação Cultural com horários diferenciados no Dia do Trabalho

 



Em razão do feriado de 1º de Maio, Dia do Trabalho, os espaços gerenciados pela Fundação Cultural de Curitiba terão os horários de atendimento alterados.
Confira o que abre e fecha:

MUSEU DA FOTOGRAFIA CIDADE DE CURITIBA (Solar do Barão | Rua Carlos Cavalcanti, 533 – Centro) – Fechado nos dias 30 de abril e 1º de Maio (segunda e terça-feira).
 
MUSEU DA GRAVURA CIDADE DE CURITIBA (Solar do Barão | Rua Carlos Cavalcanti, 533 – Centro) – Fechado nos dias 30 de abril e 1º de Maio (segunda e terça-feira).  
 
GIBITECA DE CURITIBA (Solar do Barão – Rua Carlos Cavalcanti, 533 – Centro) – Aberta na segunda-feira (30), das 9h às 12h e das 13h às 18h. Fechada na terça-feira (1º).
 
CINEMATECA DE CURITIBA (Rua Carlos Cavalcanti, 1.174 – São Francisco) – Aberta na segunda e terça (30 e 1º) para exibição do filme em cartaz.
 
ÓPERA DE ARAME E PEDREIRA PAULO LEMINSKI (Rua João Gava, s/n, Pilarzinho) – Fechadas no dia 30 (segunda-feira). No dia 1º de Maio (terça-feira), estarão abertas, dando início ao novo horário de visitação, que passa a ser das 8h às 20h, de terça a domingo.
 
MEMORIAL DE CURITIBA (Rua Claudino dos Santos, 79 – Setor Histórico) – Fechado nos dias 30 de abril e 1º de Maio (segunda e terça-feira).
 
MUSEU DE ARTE SACRA DE CURITIBA – MASAC (Largo da Ordem, anexo à Igreja da Ordem) – Fechado nos dias 30 de abril e 1º de Maio (segunda e terça-feira).
 
CASA ROMÁRIO MARTINS (Largo da Ordem – Setor Histórico) – Fechada nos dias 30 de abril e 1º de Maio (segunda e terça-feira).
 
MEMORIAL POLONÊS (Bosque do Papa – Rua Mateus Leme) – Fechado na segunda-feira (30). Aberto na terça-feira (1º), das 8h às 18h.
 
MEMORIAL UCRANIANO (Parque Tingui) – Fechado nos dias 30 de abril e 1º de Maio (segunda e terça-feira).
 
TEATRO UNIVERSITÁRIO DE CURITIBA e GALERIA DE ARTE URBANA (Galeria Júlio Moreira – Setor Histórico) – Fechados nos dias 30 de abril e 1º de Maio (segunda e terça-feira).
 
CENTRO DE CRIATIVIDADE DE CURITIBA (Rua Mateus Leme, 4.700 – Parque São Lourenço) – Aberto na segunda-feira (30) e fechado na terça-feira (1º).
 
PALACETE WOLF (Praça Garibaldi, 7, Setor Histórico – endereço que abriga a CASA DA LEITURA DARIO VELLOZO e o TEATRO DO PIÁ) – Aberto na segunda-feira (30) e fechado na terça-feira (1º).
 
BONDINHO DA LEITURA (Rua XV de Novembro – Centro) – Aberto na segunda-feira (30) e fechado na terça-feira (1º).
 
CONSERVATÓRIO DE MPB DE CURITIBA (Rua Mateus Leme, 66 – Setor Histórico) – Aberto na segunda-feira (30) e fechado na terça-feira (1º).

publicado por o editor às 18:40
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Orquestra À Base de Corda faz show em homenagem ao choro

 



A Orquestra À Base de Corda, grupo artístico da Fundação Cultural de Curitiba, apresenta neste sábado (28) e domingo (29), no Teatro do Paiol, um espetáculo em homenagem ao choro. Nesta semana foi comemorado o Dia Nacional do Choro – 23 de abril, data de nascimento de Pixinguinha.
 A maioria dos integrantes da Orquestra - artistas que também atuam como compositores - está desde o início de março escrevendo músicas para homenagear chorões que tiveram importância em suas carreiras. A proposta é que o show, além dos choros inéditos, tenha uma composição de cada chorão escolhido para ser homenageado pelos músicos.
Criada em 1998 e desde 2001 sob a direção musical do violonista e bandolinista João Egashira, a Orquestra À Base de Corda dedica-se à pesquisa e à divulgação da música brasileira. A formação instrumental ímpar – com violino, bandolim, cavaquinho, viola caipira, violão, violão 7 cordas, piano e percussão – confere ao grupo sonoridade bastante particular.
O repertório da orquestra procura abranger diversos períodos da história da música brasileira e inclui composições de seus integrantes. Em 2008, a Orquestra lançou seu primeiro CD, intitulado Antiqüera, ao lado do violeiro Roberto Corrêa, tendo sido indicado para o Prêmio Rival. Em 2009, igualmente ao lado de Roberto Corrêa, participou da gravação do programa “Instrumental SESC Brasil”, em São Paulo.


Serviço:
Concerto da Orquestra À Base de Corda – Show em homenagem ao choro
Local: Teatro do Paiol (Praça Guido Viaro, s/n)
Data: 28 e 29 de abril, sábado às 20h e domingo às 19h
Ingressos: R$ 20 e R$ 10
Informações de bilheteria: (41) 3213-1340
publicado por o editor às 18:39
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