Domingo, 30 de Junho de 2013

Leela faz show gratuitos em São Paulo

 





A Leela mostra o seu pop rock divertido, barulhento, irreverente e  sexy em duas apresentações gratuitas. No próximo dia 05, a banda faz um pocket na livraria Saraiva - Shopping Vila Olímpia, às 18h. Já no dia 06, o público da Zona Leste confere as composições do Leela no projeto "Rock nos Trilhos", no Espaço Cultural CPTM, que fica na parte superior da Estação Brás, às 18h.

No palco, a vocalista Bianca Jhordão, em companhia  do guitarrista Rodrigo Brandão e do baixista Tchago Kochenborger, solta a voz em canções, como: “On The Road”, primeira faixa do seu terceiro disco a ganhar um videoclipe, “Topo Tudo”, “Odeio Gostar” e “Cidade Sitiada”, canção em parceira com Fausto Fawcett.

Confira o clipe de "On The Road": http://www.youtube.com/watch?v=RffQLinhNfI




Banda Leela

A banda LEELA é divertida, irreverente e sexy. Sua música é direta, expressiva, de fácil audição e sem afetação ou truques fáceis, desfila uma compreensão inteligente e inspirada dos segredos do idioma ‘pop’.

Bom, isso não é novidade. Todo mundo já sabe. Então, agora a boa notícia: O LEELA está de volta! “Música Todo Dia” é o título do novo álbum da banda. Chega ás lojas em outubro de 2012 e reúne 10 canções saborosas, urgentes, apaixonadas, ótimas de se ouvir sem-parar e úteis em inúmeras situações. Canções que podem proporcionar, acima de tudo, os mais intensos devaneios erótico-afetivos com sua namorada ou namorado.

Desde de 2007, o LEELA não lança um álbum com músicas inéditas. No inicio desse período a banda viajou muito fazendo shows. Depois, Rodrigo e Bianca passaram uma temporada em Londres, formaram o grupo Brollies & Apples, lançaram um disco e fizeram shows até com o Friendly Fires. Tchago se dedicou ao design e a experimentações musicais em projetos paralelos.

Esse período de viagens trouxe á todos um novo ponto de vista, mas sobre tudo para Rodrigo e Bianca, os principais compositores da banda. A visão de um mundo em movimento, o desprendimento das ações rotineiras, o impulso da mudança, a alegria de viver ‘on the road’ através das latitudes e longitudes do planeta, no sentido horário e anti-horário, ‘easy rider’ nos próprios cinco sentidos e até na falta de sentido da vida, ampliou as possibilidades criativas da dupla.

O casal permitiu apenas que duas coisas permanecessem fixas e isso lhes serviu de eixo: Amor e Música Todo Dia.

Esse mundo em movimento, o tempo em movimento, tudo gravitando em torno do amor e da música, passou a ser o tema das novas músicas e acabou por dar um conceito ao disco, embora essa percepção só tenha surgido com o álbum pronto.

Bianca e Rodrigo jamais pararam de compor e registrar suas canções. No pequeno estúdio de áudio, pessoal e intransferível que levam por onde vão, foram elaborando, gravando e lapidando essa nova safra de composições. E em cada nova música revelam-se autores rigorosos e atentos, em controle total de sua capacidade expressiva, além de excelentes intérpretes da própria obra.

As composições se desenvolvem sem excesso, num desencadeamento de timbres, harmonias e ritmos perfeitos, somados á dose exata de recursos eletrônicos, vindos das diversas possibilidades de som contidas num sintetizador microKorg XL. “Arpegios”, “pizzicatos” e pulsões rítmicas de freqüências de áudio, foram colocadas em movimento como se estivessem num tabuleiro de xadrez.

Bianca ainda toca um Theremin com muita habilidade.Com participação cada vez mais ativa na criação das canções, o baixista Tchago Kochenborger também colaborou tocando guitarras e synths. A filósofa Carol Teixeira (Brollies & Apples) e o poeta multimídia Fausto Fawcett que, além de parceiro desde sempre da banda, empresta sua voz na narrativa de “Cidade Sitiada”, são presenças fundamentais nesse álbum. E não podemos deixar de citar Maureen Miranda, cuja delicadeza da ilustração embala a música desse disco. Se não fosse ela, não seria tão legal mostrar esse CD aos amigos.

A música do LEELA é feita para se ouvir todo dia! Bianca está cantando como nunca. Sua voz ilumina as canções do disco, sob todas as perspectivas. A guitarra de Rodrigo Brandão nunca esteve tão precisa e a variedade de timbres, ‘riffs’ e fraseados que injeta nos compassos de cada canção é um espetáculo á parte. Ouçam com atenção! O baixo de Tchago Kochenborger é perfeito graças á sua noção rítmica e senso de tocar para a música e não para o instrumento ou pelo instrumento. As cordas vibram em cada canção, impulsionando a música em todas as direções imagináveis.

A cada nova audição do disco é possível descobrir outro detalhe do arranjo, uma pausa inesperada ou uma inflexão de voz que oferece nova interpretação da letra. No fundo, o LEELA usa o pop contemporâneo como embalagem para suas reflexões e para estabelecer uma posição no mundo. Menos caos, mais leveza, mais beleza. Menos medo, mais certeza.

O LEELA está volta!



Serviço: Leela



Data: 05 de julho (sexta)

Horário: 18h

Local: Livraria Saraiva - Shopping Vila Olímpia

Rua Olimpíadas, 360

Ingressos:

gratuitos

Censura: Livre


Data: 06 de julho (sábado)

Horário: 18h

Local: Espaço Cultural CPTM

Estação Brás - CPTM

Ingressos:

gratuitos

Censura: Livre
publicado por o editor às 18:21
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Quartas Mal’Ditas




1ª Avenida

Av. dos Aliados 211 - Piso 1 - Piano Bar

Porto
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Shadowside anuncia mais um show no interior do Estado de SP

 



Banda após apresentação histórica no Olympia, em Paris | foto: Costábile Salzano Jr/The Ultimate Music – PR

A Shadowside, banda que recentemente esteve em turnê pela Europa ao lado de Helloween e Gamma Ray, adicionou mais uma data na agenda de shows que promove o aclamado álbum “Inner Monster Out” pelo Brasil. Após ser anunciada como uma das atrações do I Ruari Festival (27/07) em Limeira, o grupo confirmou apresentação no Furian Night, em Jundiaí. O evento acontece no próximo dia 28 de julho, no Aldeia Bar.

Dani Nolden (vocal), Raphael Mattos (guitarra), Fabio Carito (baixo) e Fabio Buitvidas (bateria) farão, em ambas as ocasiões, para mostrar porquê o quarteto é considerado um dos principias nomes do heavy metal no país e em constante evolução no cenário internacional. O repertório será o mesmo que foi executado durante a performance que encantou São Paulo. O show foi um verdadeiro sucesso de critica e contou com as principais composições dos álbuns “Inner Monster Out”, “Dare to Dream” e “Theatre of Shadows”.

Além disso, na ocasião, está programada também a super jam com os músicos do SupreMa, que continuam a turnê promocional de seu mais recente álbum "Traumatic Scenes". O encontro de Shadowside e SupreMa no mesmo palco, tem como objetivo celebrar a união do metal nacional.

Recentemente, "Inner Monster Out" figurou na lista dos discos mais importantes na história do heavy metal brasileiro segundo a revista Roadie Crew. Este trabalho vem obtendo excelente aceitação na mídia mundial e sendo considerado ítem indispensável na coleção dos amantes da música pesada.

Produtores interessados em contratar Shadowside e SupreMa para show, em conjunto ou individual, devem entrar em contato com a Furia Music pelo e-mail contato@furiamusic.com.br.

Serviço Ruiari Festival
Data: 27 de Julho
Horário: A partir das 13h
Local: Centro de Eventos Municipal de Limeira
Atrações: Shadowside, SupreMa, Massacre, Vulcano, Em Ruinas e Attomica
Entrada: 1 litro de leite ou 1kg de ração para cão ou gato
Informações: https://www.facebook.com/RuiariFestival
Cartaz: http://bit.ly/14gF5dT

Serviço Jundiai
Furia Music orgulhosamente apresenta Shadowside e SupreMa
Data: 28 de julho de 2013
Local: Aldeia Bar
End: Rua do Retiro, 279
Horário: 20h
Ingressos: R$15 (antecipado) | R$20 (portaria)
Venda online: Ticket Brasil (http://www.ticketbrasil.com.br)
publicado por o editor às 18:14
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Sexta-feira, 28 de Junho de 2013

Alexandre VI - Bórgia, o Papa Sinistro de Volker Reinhardt

 

Alexandre VI - Bórgia, o Papa Sinistro
de Volker Reinhardt

Edição: 2
Número de páginas: 344
Formato: 15,5 x 23 cm

Em quase 2.000 anos de cristianismo, nenhum papa foi tão polêmico quanto Alexandre VI, nascido Rodrigo Borja.

Nos 11 anos do seu pontificado, o Vaticano foi quartel-general de guerras, palco de envenenamentos, assassinatos, subornos, chantagens, desvios de dinheiro da Igreja e nepotismo no mais alto grau. Inclusive, com a participação do sumo pontífice em orgias envolvendo até 50 mulheres.

A partir de fontes recentemente disponíveis, Volker Reinhardt traz à luz fatos novos da trajetória deste papa sinistro, compartilhando com o leitor seu profundo trabalho de investigação.

Sua reconstituição da vida do papa Alexandre VI resulta em um relato fiel e ainda mais surpreendente do que qualquer ficção.










LANÇAM#ENTO



publicado por o editor às 20:29
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NA TERRA DA NUVEM BRANCA de SARAH LARK

 

NA TERRA DA
NUVEM
BRANCA

de SARAH LARK


Sarah Lark
Sarah Lark
Emocionante saga familiar sobre a colonização da Nova Zelândia e a cultura dos nativos Maori

Livro com 712 páginas
Formato 16 cm x 23 cm

Helen Davenport e Gwyn Silkham aparentemente não têm nada em comum. A primeira é professora e governanta de uma rica família londrina e, já perto dos 30 anos, sabe que as chances de conseguir um bom casamento são quase nulas. Gwyn, por sua vez, é uma jovem da nobreza, filha de um rico criador de ovelhas do País de Gales, mas sua vida, de tão previsível, é entediante. O que elas não sabem é que seu destino vai se transformar radicalmente com a possibilidade de emigrarem para uma terra de oportunidades: a colônia britânica da Nova Zelândia.

Ambientado no século 19, Na Terra da Nuvem Branca é bestseller na Europa e na América Latina. Conta a história dessas duas corajosas mulheres que, aparentemente sem perspectivas, decidem partir rumo ao desconhecido. Elas anseiam por uma nova vida, plena de emoção e aventuras, e iniciam uma forte amizade ainda durante a longa travessia de navio. Essa união será fundamental quando as duas se depararem com a difícil realidade que as espera. Na tentativa de reverter seus destinos, constroem uma saga corajosa, emocionante e envolvente.

A AUTORA
Autora de romances de ficção histórica que se tornaram bestsellers na Europa e América Latina, Sarah Lark nasceu na região do Ruhr, na Alemanha. Foi professora, guia turística e redatora, antes de se tornar escritora. Desde a infância, cultiva uma paixão incondicional por animais, especialmente cavalos — tema de um de seus livros indicados para o Deutsche Jugendbuchpreis, importante prêmio alemão para livros infantis. Sarah hoje vive em uma fazenda em Almería, na Espanha, com seus quatro cães e um gato.







LANÇAM#ENTO

 

publicado por o editor às 20:26
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Ascensão de Prometheu de Robert Anton Wilson

 



Ascensão de Prometheu


de Robert Anton Wilson, Introdução de Israel Regardie




   


Páginas: 256

O LIVRO

Imagine elaborar algo com sentido, que se trate de uma amálgama dos oito circuitos neurológicos de Timothy Leary, os exercícios de auto-observação de G.I. Gurdjieff, a semântica geral de Alfred Korzybski, os teoremas mágicos de Aleister Crowley e as muitas disciplinas da Yoga; isto sem mencionar a ciência cristã, relatividade, mecânica quântica e muitas outras abordagens que visam compreender o mundo à nossa volta! É precisamente isso que faz Robert Anton Wilson em Ascensão de Prometeu.
Esta obra surgiu a partir de uma tese de doutorado de Wilson sobre a evolução dos circuitos neurossociológicos, como uma contribuição à biologia social da consciência. Entre os temas abordados, destacam-se: Lava­gem Cerebral e Programação Cerebral, O Circuito Holístico Neurossomático, O Circuito da Metaprogramação, O Circuito Sociossexual “Moral”, Hardware e Software: o Cérebro e Seus Programas; Evolução Quântica, O Circuito Quântico Não Local, entre outros.
Resumidamente, este é um livro sobre como a mente humana funciona e o que você pode fazer para tirar o máximo da sua.

O AUTOR
Escritor, professor, psicólogo futurista e antigo editor da revista Playboy, Robert Anton Wilson é o autor da trilogia Cosmic Trigger: Quantum Psychology; The Walls Came Tumbling Down; da trilogia Illuminatus! (com Robert Shea); Reality Is What You Can Get Away With; Ishtar Rising; Wilhelm Reich in Hell; Sex & Drugs; Chaos & Beyond, além dos títulos A Nova Inquisição – Racionalismo Irracional e a Fortaleza da Ciência e O Gatilho Cósmico – O Derradeiro Segredo dos Illuminati (ambos publicados em língua portuguesa pela Madras Editora), entre outros. Ele nasceu em Nova York, em 18 de janeiro de 1932, e faleceu em 11 de janeiro de 2007.
Eis alguns depoimentos sobre esta obra de Wilson:
“Bob conseguiu de novo, pela primeira vez na história! Este livro é tudo o que eu sempre quis escrever no formato de um guia sobre como ir deste ponto para aquele outro além, e ele foi – como de costume – o primeiro a estar impresso! Bastam os exercícios sobre encontrar suas moedas para o livro valer a pena”. ( E. J. Gold)
“Robert Anton Wilson é a voz daquela pequena, porém indispensável, minoria que está mudando o jeito que nós pensamos. Lê-lo é aprender o que ainda está no futuro, como ser uma parte do futuro e como ajudar a criar o futuro.” (Robert Shea)
“A inteligência reluzente desse homem não permitirá que você descanse. Antes de tudo ele choca e, depois, ilumina. Ninguém permanece o mesmo depois de ler algo dele. A cada novo livro eu recebo de braços abertos sua sabedoria, envolta em particular mistura de humor insano.” ( Allan Harrington, autor de The Immortalist)

 Veja o primeiro capítulo:


LANÇAMENTO da




 
VISITE

https://www.facebook.com/madraseditora
  

publicado por o editor às 20:25
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Quando brinco com a minha gata, como sei que ela não está brincando comigo?

 

 

Quando brinco com a minha gata, como sei que ela não está brincando comigo?

de   Saul Frampton

Título Original:     When I am playing with my cat, how do I know she is not playing with me?

Tradutor:     Marina Slade

Páginas:     336
Formato:     16 x 23 cm

  

O livro que aproxima o leitor dos textos clássicos de um dos maiores filósofos de todos os tempos

Quando brinco com a minha gata, como sei que ela não está brincando comigo? – Montaigne e o estar em contato com a vida, de Saul Frampton, celebra, com leveza e bom humor, a vida e a obra de Michel de Montaigne, cujos ensaios tiveram enorme impacto em figuras como Shakespeare e Orson Welles, e cujos pensamentos, ainda hoje, ferecem uma visão sem precedentes sobre a simples questão de estar vivo.

O livro apresenta uma viagem pela evolução dos ensaios de Montaigne e os eventos que o inspiraram ao longo de sua vida. Um dos maiores méritos de Frampton é convidar o leitor a conhecer e a compreender as ideias do filósofo a respeito da morte, do sexo, da amizade, da natureza e, acima de tudo, do poder do comum e do banal, o valor do momento presente.

Por meio dos ensaios do filósofo francês, Frampton argumenta que ele usava, muitas vezes, a escrita como terapia, colocando seus sentimentos no papel.

O estilo do livro é divertido, fácil e pertinente, como quando comparado, de forma memorável, Montaigne com James Stewart, de A felicidade não se compra: “Montaigne começa a rejeitar a desesperança e a sentir a textura do tecido simples da existência.” (p.13)

Michel de Montaigne aposentou-se aos 37 anos e viveu o restante da vida em seu castelo. No entanto, em vez de acalmá-lo, o ócio fez Montaigne procurar algo mais para a vida. Essa foi a origem de seus ensaios.


A CRITICA
“Excelente. Saul Frampton se sobressai em seus insights inteligentes e perspicazes.” (The Washington Post)

“Esta viagem pela renascença é uma joia.” (Publishers Weekly)


Michel Eyquem de Montaigne (Saint-Michel-de-Montaigne, 28 de fevereiro de 1533 — Saint-Michel-de-Montaigne, 13 de setembro de 1592) foi um político, filosofo, escritor e cético francês, considerado como o inventor do ensaio pessoal. Nas suas obras e, mais especificamente nos seus "Ensaios", analisou as instituições, as opiniões e os costumes, debruçando-se sobre os dogmas da sua época e tomando a generalidade da humanidade como objecto de estudo. É considerado um céptico e humanista.

   
Vida e obra

Montaigne nasceu no Castelo de Montaigne, em Saint-Michel-de-Montaigne, após seu nascimento, o pai entregou-lhe a uma enfermeira de uma aldeia vizinha e veio com três anos de volta para a família.1 Seu pai lhe deu um tutor alemão que lhe falava apenas somente em latim. Assim, o latim era quase a língua materna de Montaigne. Este tinha um espírito por um lado vigilante e metódico e por outro, aberto às novidades. Após estes estudos enveredou pelo direito. Exerceu a função de magistrado primeiro em Périgueux (de 1554 a 1570) depois em Bordéus onde travou profunda amizade com La Boetie.1

Retirou-se para o seu Castelo de Montaigne quando tinha 34 anos para se dedicar ao estudo e à reflexão. Levou nove anos para redigir os dois primeiros livros dos Essais. Depois viajou pela primeira vez por Alemanha, Suiça e Itália durante dois anos (1580-1581). Faz o relato desta viagem no livro Journal de Voyage, que só foi publicado pela primeira vez em 1774.

Foi presidente da Câmara de Bordéus durante quatro anos. Regressou ao seu castelo e continuou a corrigir e a escrever os Essais, tendo em vista o estilo parisiense de exposição doutrinária. Os seus Ensaios compreendem três volumes (três livros) e vieram a público em três versões: Os dois primeiros em 1580 e 1588. Na edição de 1588, aparece o terceiro volume. Em 1595, publica-se uma edição póstuma destes três livros com novos acrescentos.2

Seus Essais são principalmente auto-retratos de um homem, mais do que o auto-retrato do filósofo. Montaigne apresenta-se-nos em toda a sua complexidade e variedade humanas. Procura também encontrar em si o que é singular. Mas ao fazer esse estudo de auto-observação acabou por observar também o Homem no seu todo. Por isso, não nos é de espantar que neles ocorram reflexões tanto sobre os temas mais clássicos e elevados ao lado de pensamentos sobre a flatulência. Montaigne é assim um livre pensador, um pensador sobre o humano, sobre as suas inconsistências, diversidades e características. E é um pensador que se dedica aos temas que mais lhe apetecem, vai pensando ao sabor dos seus interesses e caprichos.3

Se por um lado se interessa sobremaneira pela Antiguidade Clássica, esta não é totalmente passadista ou saudosista. O que lhe interessa nos autores antigos, especialmente os latinos mas também gregos, é encontrar máximas e reflexões, que o ajudem na sua vida diária e na sua auto-descoberta. Montaigne tenta assim compreender-se, através da introspecção, e tenta assim compreender os homens.

Montaigne não tem um sistema. Não é um moralista, nem um doutrinador. Mas não sendo moralista, não tendo um sistema de conduta, uma moral com princípios rígidos, é um pensador ético. Procura indagar o que está certo ou errado na conduta humana. Propõe-se mais estudar pelos seus ensaios certos assuntos do que dar respostas. No fundo, Montaigne está naquele grupo de pensadores que estão a perguntar em vez de responder, e é na sua incerteza em dar respostas, que surge um certo cepticismo em Montaigne. Como não está interessado em dar respostas apriorístico tem uma certa reserva em relação a misticismos e crenças. É de notar um certo alheamento em relação ao Cristianismo e às lutas de religião que se viviam em França na época.1 Embora não deixe de reflectir em assuntos como a destruição das novas índias pelos espanhóis. Ou seja, as suas reflexões visam os clássicos e a sua própria contemporaneidade. Tanto fala de um episódio de Cipião como fala de algum acontecimento do seu século como fala de um qualquer seu episódio doméstico.

O facto de ter introduzido uma outra forma de pensar através de ensaios, fez com que o próprio pensamento humano encontrasse uma forma mais legítima de abordar o real. A verdade absoluta deixa de estar ao alcance do homem, sendo doravante, possível tão-somente uma verdade (?) por aproximações.

Registre-se que Michel de Montaigne foi tio pelo lado materno de Santa Joana de Lestonnac.



um lançamento da





publicado por o editor às 20:24
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Iscas vivas de Fabio Genovesi

 

 

Iscas vivas

de Fabio Genovesi



Título Original:     Esche vive
Tradutor:     Diego Silveira

Páginas:     448
Formato:     16 x 23 cm


A vida é um jogo de sorte. Cabe às pessoas aproveitar-se dele da melhor forma

Com a sabedoria despretensiosa de quem nunca se leva muito a sério, mas sabe tocar a alma das coisas, Fabio Genovesi, em Iscas vivas, apresenta um romance inteligente e inspirador, que conquistou milhares de leitores quando lançado na Itália. Um livro que ensina como lidar com as diferenças. Certamente, um poema escrito em prosa.

Aos catorze anos, Fiorenzo perdeu a mão direita por culpa de um rojão e, embora tenha reagido com garra e criatividade, logo descobriu que, na vida, o que falta conta muito mais do que aquilo que existe. Assim, quando se sente abandonado pela mãe falecida, deixado de lado pelo pai, excluído no colégio, sem namorada e com uma banda de heavy metal desconhecida, conclui que o mundo conspirou contra ele.

Além de Fiorenzo, Iscas vivas gira em torno de outros dois personagens: Mirko, um prodígio que tem uma relação difícil com o sucesso; e Tiziana, uma neo-adulta que não consegue abandonar suas raízes e deslanchar na vida.

Genovesi descreve a realidade e os hábitos de uma pequena cidade, com ênfase nos sentimentos e mazelas dos personagens. Vale notar a forma como o autor delineia e prova que, apesar das aparências, todos os seres humanos, jovens, adultos ou idosos, têm problemas e os mantêm enclausurados dentro de si. E, segundo o próprio, é nesse momento que os instintos ficam mais à flor da pele e que todos acabam tomando as atitudes mais importantes de suas vidas. A conclusão desta análise: o livro Iscas vivas.

 O autor dá expressão a uma face autêntica da província italiana, falando de ciclismo e pescarias, de música e amor, de esperanças e desilusões, das mutilações externas e internas que cabem a cada um dos leitores. E, com sua escrita ligeira, viva e palpitante, perfura a superfície da vida e atinge suas profundezas, como uma isca que mergulha na água escura.


O AUTORFabio Genovesi, nascido em Forte dei Marmi no ano de 1974, escreveu roteiros para cinema, espetáculos teatrais, reportagens para a Rolling Stone e outras revistas de música, cobriu ciclismo juvenil para o diário Il Tirreno e traduziu autores de renome, como Hunter S. Thompson. Tudo isso nas horas vagas de sua principal atividade: a pesca esportiva.

Visite seu site: www.fabiogenovesi.it


UM LANÇAMENTO


publicado por o editor às 20:22
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Polysom relança disco “Carlos, Erasmo” de Erasmo Carlos

 






Para homenagear Erasmo Carlos, ícone da Jovem Guarda e um dos maiores nomes da música nacional, a coleção “Clássicos em Vinil”, da Polysom, relança aquele que é considerado pela crítica um dos seus melhores álbuns, “Carlos, Erasmo” (1971), em vinil de 180 gramas.


O disco, composto por 13 faixas, foi produzido por Manuel Barenbein e Erasmo, com exceção de “Ciça, Cecilia”, produzida por Nelson Motta, com arranjo de Arthur Verocai. Com os demais arranjos assinados por Chiquinho de Moraes, o álbum contou com participações instrumentais de peso, como as de Dinho Leme e Liminha (respectivamente, baterista e baixista dos Mutantes). “Carlos, Erasmo” também inaugurou uma discografia de mais de 20 títulos que Erasmo lançou pela Polydor, atual Universal Music. 


Além de faixas escritas por Erasmo com seu maior parceiro, Roberto Carlos, ainda há composições de Caetano Veloso, Taiguara e os irmãos Paulo Sergio Valle e Marcos Valle. “Considero o "Carlos Erasmo" minha estreia na música adulta depois do prazeroso BÊ-A-BÁ da Jovem Guarda. Vários rumos musicais, incontáveis tendências melódicas e novos amigos músicos seriam um processo natural para minha evolução. O repertório foi intuitivo e os sons foram surgindo dependendo do "clima" que cada canção sugerisse. Esse disco consolidou minha maturidade e me projetou para um mundo real onde o sonho acordado ainda existia.” – diz Erasmo Carlos.


 “Carlos, Erasmo” já está à venda. Mais informações: http://polysom.com.br/


publicado por o editor às 20:11
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Lendária banda feminina inglesa toca em Santos

 



Girlschool recebe camisa do Santos FC após tarde de autógrafos na loja London Calling, em SP, durante sua primeira passagem pelo Brasil (2011) – foto: Luciano Piantonni

A cidade de Santos realmente voltou à rota dos grandes shows internacionais que desembarcam no Brasil. Após receber nomes como Bruce Kulick (KISS), Vinnie Moore (UFO), Avenger, e às vésperas das apresentações de CJ Ramone (02/07) e Hirax (14/07) na cidade, a próxima atração que vem à Baixada Santista é a Girlschool, considerada a mais antiga banda feminina em atividade.

O show das “meninas” Kim McAuliffe (vocal/guitarra), Enid Williams (vocal/baixo), Jackie Chambers (guitarra) e Denise Dufort (bateria) acontece, no próximo dia 4 de julho (quinta-feira), na Fenix Café. Os ingressos já estão à venda. Mais informações no serviço abaixo.

Além disso, elas farão mais uma imperdível tarde de autógrafos, na próxima quarta-feira (03/07), às 16h, na loja London Calling, na Galeria Presidente, em São Paulo. Pela segunda vez, a tradicional loja de discos paulistana tem o prazer de realizar este encontro com os fãs. O primeiro meeting ocorreu em 2011.

Ícone e verdadeira lenda do rock inglês, o Girlschool faz sua última turnê mundial ao completar 35 anos de estrada. O último álbum lançado foi Hit and Run Revisited (2011), que contou com a participação de outro ícone feminino do rock, Doro Pesch. Na verdade, o álbum "Hit and Run", de 1981, que foi totalmente regravado. Este trabalho é considerado o disco de maior sucesso delas e um dos discos que marcam o 'New Wave Of Britsh Heavy Metal', movimento que revelou Iron Maiden, Judas Priest e Venom.

Formada em 1978, no sul de Londres, e apadrinhada desde o começo por Lemmy Kilmister, líder do Motorhead, a banda influenciou mulheres por todo mundo todo. Foram a maior influência no movimento riot girl. Elas já se apresentaram ao lado de Iron Maiden, Black Sabbath, Rush, Deep Purple, Scorpions, Blue Oyster Cult, entre outras.

Site oficial:
http://www.girlschool.co.uk

Serviço Santos
Projeto Hard N’ Heavy apresenta Girlschool na Baixada Santista
Data: 04 de julho
Local:
End: Av. Presidente Wilson, 143 – José Menino
Hora: 20h
Ingressos: R$ 40,00 (1° lote promocional antecipado) | R$ 45,00 (2° lote promocional antecipado) | R$ 50,00 (na porta)
Pontos de venda: Top Shirts (Gonzaga), Sound of Fish (Gonzaga),Realejo Livros (Gonzaga) Oxygym Academia (Campo Grande), Náutica Tattoo (Praiamar Shopping e Litoral Plaza), Casa Simões (Centro) e Gudstore (São Vicente)
Venda online: https://ticketbrasil.com.br

Fenix Club
publicado por o editor às 20:10
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