Domingo, 29 de Setembro de 2013

Olá, Consciência Uma Viagem pela Filosofia de Mendo Henriques e Nazaré Barros

 

Olá, Consciência

Uma Viagem pela Filosofia



de Mendo Henriques e Nazaré Barros

Formato: 16 x 23 cm
Número de Páginas: 416
Acabamento: Brochura

O LIVRO
"Olá, Consciência!" propõe ao leitor uma viagem apaixonante pelo mundo da filosofia e mostra que para essa aventura do conhecimento não é necessário o uso de cinto de segurança ou qualquer outro aparato de proteção, somente a consciência.

Esta obra destina-se a todos que não se conformam com a facilidade do pensamento único ou da resposta pronta e desejam adentrar o mundo da consciência como uma experiência libertadora, a fim de compreender com maior clareza questões que envolvam ciência, política, economia, arte, metafísica, religião.

"Olá, Consciência!" comprova que a filosofia é para todos, basta querer pensar por si mesmo. Certamente, este é só o início de uma viagem rumo à compreensão de grandes e pequenas questões existenciais. Pode parecer uma jornada arriscada e até perturbadora, mas não há como ser diferente. Toda atividade filosófica é assim: levanta dúvidas e incomoda, para, enfim, trazer lucidez.


Olá, Consciência! é um convite a uma viagem apaixonante pelo mundo da filosofia. De leitura viva e acessível, com uma apresentação inovadora que conjuga rigor e linguagem atraente, esta obra de introdução à filosofia distingue-se das demais porque parte das experiências quotidianas para explicar conceitos filosóficos e mostrar como a vida faz mais sentido se for vista à luz da filosofia. Mendo Henriques e Nazaré Barros trazem de novo a filosofia à praça pública — onde ela nasceu — e introduzem os leitores no mundo da consciência como chave de compreensão do que nos rodeia, na ciência e na política, na arte e na religião, na economia e na metafísica, na comunicação e na ética.

Olá, Consciência! destina-se a todos os que não se conformam com a norma instituída, com o politicamente correto, com a superficialidade e o comodismo do pensamento único. Porque a filosofia é de todos os que ousam pensar por si próprios. Um espaço para refletir como quem passeia num jardim, sem pressas nem compromissos. Ou, para os mais apressados, um mapa de metro, em que o leitor pode escolher a linha que quer seguir. Boa viagem!












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Garota exemplar de Gillian Flynn

 

Garota exemplar

de Gillian Flynn


    Tradução: Alexandre Martins

    Páginas: 448
    Formato: 16 x 23
    Peso: 360 gramas


Em Garota exemplar, a narrativa não linear de Gillian Flynn se alterna entre duas perspectivas opostas e conflitantes, construindo uma atmosfera dúbia, capaz de fazer o leitor mudar de opinião a cada capítulo. Com um humor perspicaz, o thriller expõe as consequências psicológicas da deterioração de um relacionamento íntimo. Se para muitos o problema está em acordar e perceber que não se conhece muito bem a pessoa com quem se divide a cama, Flynn alerta: o inferno pode ser conhecê-la bem demais.

Na manhã do quinto aniversário de casamento, Amy desaparece da nova casa, às margens do Rio Mississippi. Tudo indica se tratar de um sequestro, e Nick imediatamente chama a polícia, mas logo as suspeitas recaem sobre ele. Exibindo uma estranha calma e contando uma história bem diferente da relatada por Amy em seu diário, ele parece cada dia mais culpado, embora continue a alegar inocência. À medida que as revelações sobre o caso se desenrolam, porém, fica claro que a verdade não é o forte do casal.


A CRITICA
The New York Times

"Contundente, ardiloso, arrebatador. Um livro inteligente, cheio de camadas e com personagens extremamente bem construídos."


Time

"O retrato de um casamento tão aterrorizante que vai fazer você passar um bom tempo pensando em quem realmente é a pessoa que está ao seu lado na cama."

The New Yorker

"Um thriller arrebatador, o retrato magistral do desenrolar de um casamento."













ELENCO DE GAROTA EXEMPLAR GANHA REFORÇO





Emily Ratajkowski não chamou atenção só do público ao dançar e aparecer seminua no videoclipe Blurred Lines, de Robin Thicke. Ao que parece, o diretor David Fincher também ficou impressionado com os atributos da atriz, mais nova adição ao elenco do filme Garota exemplar, adaptação para o cinema do romance de Gillian Flynn, que também assina o roteiro do longa-metragem.

Emily é mais conhecida por suas participações nas séries televisivas iCarly, do Nickelodeon, e New Girl, da Fox. Esse é o primeiro papel que a atriz emplaca no cinema. Ela será Andie, uma estudante que se envolve com o protagonista Nick Dunne, interpretado por Ben Affleck. O elenco conta ainda com Rosamund Pike, no papel de Amy Dunne, Neil Patrick Harris, Tyler Perry, Kim Dickens e Patrick Fugit.

A estreia do filme nos Estados Unidos está prevista para 2015.



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CURTA 8 NA CAIXA CULTURAL CURITIBA

 


Único festival exclusivamente dedicado ao formato Super 8 na América Latina exibe mais de 50 filmes vindos de 6 países
A CAIXA Cultural Curitiba apresenta, de 3 a 6 de outubro, a nona edição do festival de cinema “Curta 8”. A programação deste ano conta com mais de 50 filmes, vindos de seis países, que foram realizados no clássico Super 8, formato que ainda sobrevive em plena era digital. Os títulos serão exibidos em 9 mostras, todas com entrada franca.
Boa parte dos filmes exibidos são produções recentes. Muitos deles fazem parte de mostras competitivas, compostas por audiovisuais finalizados em película ou em suporte digital. O destaque da mostra fica por conta dos filmes em Tomada Única, feitos com apenas um cartucho, e filmados na ordem narrativa do roteiro, sem qualquer edição posterior. Além disso, estes são vistos pela primeira vez, tanto pelo público quanto pelo realizador, na tela grande do festival, sendo uma surpresa para todos.
A maioria dos filmes em Tomada Única é fruto de oficinas gratuitas que antecedem o festival, realizadas em Curitiba, Campinas e Rio de Janeiro. Além de filmes produzidos por alunos, o festival convida realizadores a produzir filmes nesses moldes e, neste ano, os escolhidos foram cinco coletivos de arte e cinema, de diversas regiões do Brasil: Mau Mau (de Pernambuco), Filé de Peixe (Rio de Janeiro), Laborilha (Santa Catarina), Filmes de Plástico (Minas Gerais) e Filmes do Caixote (São Paulo).
Mostras:
Esta edição do Curta 8 conta ainda, com a mostra “Desbunde”, com trabalhos em tomada única de oito realizadores, de diversas partes do país, em parceria com o Festival Internacional de Curtas-Metragens de São Paulo. A inspiração é o Cinema do Desbunde, que radicaliza possibilidades artísticas.
O trabalho de resgate da história do Super 8 no Brasil, neste ano, fica por conta da mostra Claudinê Perina Camargo, que exibe, durante uma hora, diversos filmes desse realizador, nascido em Campinas e radicado em Curitiba. Sua produção começou em 1969, abordando temas que continuam bastante atuais, como a força destrutiva do homem sobre o planeta e a natureza, em filmes de fantasia futurista. Também flerta com a comédia e a sátira, entre outros gêneros cinematográficos. O autor estará presente no evento, para um debate, em 4 de outubro, após sua mostra retrospectiva.
O público também pode participar do Curta 8 que, no domingo, exibirá a sessão “Dia do Filme Caseiro” (ou Home Movie Day), com uma seleção de filmes pessoais, em Super 8 e Single 8, que os espectadores poderão trazer para avaliação técnica desde o primeiro dia de festival. A ideia é exibir de tudo: desde trabalhos de ficção autorais até registros familiares. Além dos filmes trazidos pelo público, neste ano o festival convidou o colecionador Paulo José da Costa, dono do sebo Fígaro, para exibir uma seleção de seu vasto acervo. Essa mostra ocorre às 16h de domingo.
Sobre o Curta 8:
Criado em 2005, o festival se consolidou como evento mundial do gênero. Em 2008, com o patrocínio da Caixa Econômica Federal, conseguiu parcerias fora do país, tornando possível ao festival se tornar uma das maiores iniciativas do gênero já realizadas no Brasil, sendo hoje referência internacional e único do gênero na América Latina. É coordenado por Leandro Bossy, responsável pela curadoria das mostras competitivas e oficinas, esta última ao lado de Pedro Merege, contando ainda com a curadoria de Lila Foster e Fábio Allon, responsáveis pelas mostras paralelas. Tem produção da Perfil Comunicação e Cultura e produção executiva da Processo Multiartes.
Programação:
QUINTA – DIA 03
- 18h30 - Sessão Competitiva: filmes finalizados em digital.
- 20h - Cerimônia de Abertura.
- 20h30 - Sessão Competitiva: filmes em tomada única.
- 21h10 - Debate com os realizadores presentes, mediado por Fábio Allon.
SEXTA – DIA 04
- 18h30 - Mostra Paralela “Claudinê Perina Camargo”.
- 19h30 - Debate com Claudinê Perina Camargo, mediado por Lila Foster.
- 20h30 - Sessão Competitiva: filmes em tomada única.
- 21h10 - Debate com os realizadores presentes, mediado por Fábio Allon.
SÁBADO – DIA 05
- 18h30 - Mostra Paralela “Desbunde”.
- 19h30 - Debate com os realizadores presentes, mediado por Fábio Allon.
- 20h30 - Sessão Competitiva: filmes em tomada única.
- 21h10 - Debate com os realizadores presentes, mediado por Fábio Allon.
 DOMINGO – DIA 06
- 16h - Dia do Filme Caseiro (Home Movie Day) - Realizado pela quarta vez em Curitiba, abre a oportunidade para que indivíduos e famílias dividam com o público do festival seus próprios filmes caseiros rodados nos formatos Super 8 e Single 8.  São aceitos desde trabalhos de ficção autorais até registros familiares. Coordenação: Lila Foster.
- 18h30 - Mostra Paralela de Coletivos, em tomada única.
- 19h30 - Debate com os realizadores presentes, mediado por Fábio Allon e Lila Foster.
- 20h30 - Cerimônia de Premiação e Encerramento - Entrega dos troféus e prêmios oferecidos por parceiros do evento. 
Serviço:
9º Curta 8 - Festival Internacional de Cinema Super 8 de Curitiba
Data: de 3 a 6 de outubro de 2013
Abertura: cerimônia de abertura na quinta-feira às 20h
Horários: de quinta-feira a sábado às 18h30 e às 20h30; domingo às 16h e 18h30. Cerimônia de encerramento no domingo às 20h30.
Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Centro, Curitiba – PR
Programação Completa: www.curta8.com.br
Ingressos: Entrada franca. Os ingressos devem ser retirados na bilheteria do teatro, no dia do evento, a partir de uma hora antes das sessões
Bilheteria: (41) 2118-5111 (de terça a sexta-feira das 12h às 20h, sábado das 16h às 20h e domingo das 16h às 19h)
Classificação etária: Não recomendado para menores de 16 anos
Lotação máxima: 125 lugares (2 para cadeirantes)
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ARGENTINA EM QUADRINHOS NA CAIXA CULTURAL CURITIBA




Projeto literário Cena HQ apresenta a leitura do quadrinho “Noturno” de Salvador Sanz



A CAIXA Cultural Curitiba apresenta, na próxima quarta-feira (2), a leitura do quadrinho “Noturno”, de Salvador Sanz, no projeto Cena HQ, realizado pela Vigor Mortis em parceria com a Quadrinhofilia. A leitura cênica é dirigida por Talita Neves com atuação de Sávio Malheiros, Juliane Souto, Isadora Terra e Manolo Kottwitz


Noturno marca a primeira visita de um artista internacional ao Cena HQ. Salvador Sanz, apresenta sua onírica obra, editada no Brasil pela Zarabatana. Utilizando sua arte e técnica narrativa, Sanz nos transporta para uma Argentina ao mesmo tempo fantástica e real, onde nos faz acompanhar um inacreditável conto de fantasia e terror, nesta que já pode ser considerada uma graphic novel clássica do gênero.


O quadrinho é uma das mais recentes criações de Sanz, famoso por seus desenhos hiperrealistas de cidades argentinas, e por suas histórias macabras, como a do quadrinho de terror Legión. ”Noturno” virou série na revista argentina Fierro, entre maio de 2007 e julho de 2009, e dá início à Coleção Fierro da Zarabatana Books.


O autor:

Salvador Sanz nasceu em Buenos Aires, em 1975. Teve publicações do seu trabalho na revista franco-argentina Ex Abrupto, na antologia de autores do Mercosul Sudamérika e, em 2005, desenhou a série Ángela Della Morte para a revista Bastión Unlimited. Também dirigiu dois curtas de animação: El Inivisor e Gorgonas, este último ganhador do prêmio de melhor curta de animação na Comicon 2005, em San Diego – Califórnia (EUA).


Em 2006, Sanz publicou Legión que, mais tarde, chegou ao mercado americano pela IDW Publishing. Em 2007, publicou Desfigurado. Atualmente, combina sua atividade de quadrinista com a realização de storyboards para cinema e publicidade, além de dar aulas sobre quadrinhos.


Cena HQ:

O projeto promove encontros inusitados entre quadrinhos e cena, provocando discussões sobre a produção de graphic novels no Brasil. Cada leitura é seguida de um debate entre o encenador e o autor da obra. A curadoria de autores é de José Aguiar, e a de encenadores, de Paulo Biscaia Filho. Mais informações podem ser encontradas no facebook do projeto /cenahqbrasil.


Serviço:

Literatura: Cena HQ

Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Curitiba (PR)

Data: 2 de outubro de 2013 (quarta-feira)

Hora: 20h

Ingressos: um livro não didático ou um livro de quadrinhos

Bilheteria: (41) 2118-5111 (de terça a sexta-feira, das 12h às 20h, sábado, das 16h às 20h e domingo, das 16h às 19h)

Lotação: 125 lugares (2 para cadeirantes)

Classificação indicativa: Não recomendado para menores de 14 anos
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Shadowside grava novo videoclipe neste final de semana em Santos

 




A banda Shadowside, um dos principais nomes do heavy metal brasileiro, grava, neste domingo, nas ruas do Centro Histórico de Santos, o segundo videoclipe para divulgação do aclamado novo álbum "Inner Monster Out".

Banda durante show histórico em Paris – foto: Costábile Salzano Jr | The Ultimate Music – PR
Com a agenda a todo vapor, a Shadowside, umas das principais bandas de heavy metal do país, encontrou tempo para gravar, neste final de semana, videoclipe para a música Habitchual, segundo single do aclamado álbum "Inner Monster Out", considerado um dos discos mais importantes da história do metal brasileiro pela revista Roadie Crew.
O processo de produção deste novo registro, como roteiro e script, já está finalizado. As gravações serão realizadas neste domingo. O set de filmagem escolhido é o Centro Histórico de Santos e será produzindo para o TCC da primeira turma de Cinema da Unimonte – Universidade Monte Serrat. O clipe será gravado com qualidade HD e novamente inspirado na atmosfera do cotidiano de pessoas escravas dos mais diversos vícios: sexo, drogas, bebidas, jogos, entre outros.
Desde o começo, a banda participou do casting call para o recrutamento de uma protagonista e figurantes. O resultado deve ser divulgado apenas em novembro.
Detalhes da Shadowside em cena e behind the scenes serão divulgados logo após o último take.
"Inner Monster Out" foi gravado, mixado e masterizado por Fredrik Nordström, um dos principais produtores de Heavy Metal da atualidade, no Fredman Studio, em Gotemburgo, Suécia. O CD traz a participação dos vocalistas Mikael Stanne (Dark Tranquillity), Björn "Speed" Strid (Soilwork), Niklas Isfeldt (Dream Evil) e Roger Moreira, lider do grupo Ultraje a Rigor!.
A turnê promocional de divulgação deste registro fonográfico continua na estrada. Produtores interessado em contratar o espetáculo da Shadowside devem enviar e-mail para contato@furiamusic.com.br.
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Degustação Musical - 2° Semestre - Benjamin Britten

 




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Sexta-feira, 27 de Setembro de 2013

Sal de Leticia Wierzchowski

 

Sal


de Leticia Wierzchowski

 

 

  • Páginas: 240
  • Formato: 16 x 23
  • Peso: 280

 

Um farol enlouquecido deixa desamparados os homens do mar que circulam em torno da pequena e isolada ilha de La Duiva, expondo-os, todas as noites, às ameaças dos rochedos traiçoeiros. Sob sua luz vacilante, Cecília, matriarca da família Godoy, reconstitui as cicatrizes do passado com linhas e agulhas. Em dolorosa solidão, ela tece uma interminável tapeçaria em que entrelaça as sinas de Ivan, seu marido, e de seus filhos ausentes, elegendo uma cor para cada um.
Muitas gerações da família de origem espanhola zelaram pelo farol naquela ilhota perdida no sul. Apesar da oposição de Doña, sua mãe, Ivan se apaixona por Cecília. Os dois se casam e têm seis filhos — Lucas, Julieta, Orfeu, as gêmeas Eva e Flora, e o temporão Tiberius —, que povoam a ilha com suas personalidades marcantes e talentos misteriosos. Apaixonada pelos livros, a jovem Flora descobre que possui o dom para a literatura e começa a escrever um romance. Tão poderosas são suas palavras que certas cenas deixam o papel e transbordam para a realidade.
O manuscrito chega às mãos do inglês Julius Templeman, professor de Cambridge e especialista em literatura latino-americana. Tomado pelo frescor e pela vitalidade da criação da jovem, ele decide deixar a Europa e ir até La Duiva para conhecer pessoalmente a autora. Sua chegada provoca mudanças profundas e irreversíveis nos moradores da ilha e no próprio Julius. Ele desperta desejos, desencadeia paixões e torna-se o vértice de um inusitado triângulo amoroso, cujas consequências levam os filhos de Cecília a se espalharem pelo mundo em busca de outros verões. Com uma linguagem poética, Leticia Wierzchowski dá voz e vida a cada um dos integrantes da família Godoy, criando sua própria tapeçaria delicada e surpreendente, enriquecida por múltiplos e divergentes pontos de vista.

A CRITICA
“Leticia escreve dentro de um apartamento, nos intervalos entre as compras no supermercado, os cuidados com os filhos, as sessões de cinema, as aulas de natação. Porém, em meio às demandas urbanas e aos horários cronometrados, ela consegue, em frente ao computador, parar o tempo — ou melhor, voltar no tempo —, valendo-se de uma imaginação e fantasia raras, como raros se tornaram hoje os momentos longe dos relógios e próximos da poesia.” Martha Medeiros 


A AUTORA

Leticia Wierzchowski nasceu em Porto Alegre, RS, em1972, e estreou na literatura em 1998 com o romance O anjo e o resto de nós. A autora é considerada uma das maiores revelações da literatura nacional do início do século XXI. Uma das raras escritoras a perceber e a traduzir, em palavras, a personalidade, o sentido e o poder de ação de personagens e cenários brasileiros. Em 2003 o romance A casa das sete mulheres foi adaptado pela Rede Globo em uma série de 50 capítulos. Desde então, a produção televisiva já foi veiculada em quase 30 países, e a obra de Leticia ganhou caminhos internacionais. Ela tem livros editados na Espanha, Portugal, Grécia, Itália e Sérvia-Montenegro.

UMA ENTREVISTA
Como e quando começou sua relação com a literatura e a escrita literária?  É possível localizar no tempo uma leitura ou outro evento que tenha de alguma forma despertado a escritora em você?
Não há uma linha divisória muito definida para marcar a minha relação com a literatura. Eu simplesmente sempre gostei de ler, e isso num casa onde livros eram artigos raros. Lembro da alegria de aprender a ler sozinha, deixado de implorar aos adultos que lessem mais e mais para mim...Mas eu sempre fui muito criativa - inventava de tudo, desenhava, criava histórias, peças de teatro. Então a minha busca foi por um espaço onde eu pudesse me expressar criativamente. Primeiro, entrei na Faculdade de Arquitetura, da qual saí após 2 anos. Depois montei uma confecção (a essas alturas, eu já sabia corte e costura também, sempre adorei trabalhos manuais). Tive essa confecção com uma sócia por mais dois anos, e foi lá, acidentalmente, que eu um dia coloquei uma folha de papel na máquina de escrever (isso deveria ser mais ou menos 1996...) e comecei um romance. Nunca mais parei: de repente, eu encontrei um espaço criativo ilimitado. Nada mais material atravancava o meu caminho: nada de réguas, compassos, centímetros, tecidos, moldes... Eu podia criar qualquer coisa. Alguns meses depois, fechei a confecção, fui trabalhar com meu pai durante o dia, escrevendo à noite. Em 1998, publiquei meu primeiro romance "O anjo e o resto de nós".

De lá para cá foram mais de 20 títulos publicados, entre novelas, romances, crônicas e contos, e infanto-juvenis. O que você acha que foi, essencialmente, se alterando tanto nos seus processos criativos quanto na própria escrita? Do início da sua trajetória até Neptuno, seu romance mais recente, houve mudanças significativas nesses sentidos?
Cada livro tem uma gênese peculiar, mas, evidentemente, eu espero vir aprimorando meus processos criativos, conseguindo domar uma certa ânsia de colocar no papel, aplicando alguns aprendizados que tive nesses anos todos. Mas isso não significa que o resultado seja sempre melhor, um dos livros que mais gosto ainda é o meu romance de estreia. De qualquer modo, ainda segue intacto em mim o prazer de escrever. Eu escrevo porque gosto, basicamente. Quando eu escrevo, alguma coisa a mais palpita em mim.
 





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Ciranda de Sombras de Silvério Duque

 

 

Ciranda de Sombras

 

de Silvério Duque

Formato: 14 x 21 cm
Número de Páginas: 128
Acabamento: Brochura

Lançamento: 2013
Ler Ciranda de Sombras é algo como ler um memorial, é acompanhar a história íntima de um homem por meio da sua relação com seus poemas preferidos e que lhe apontaram o caminho a seguir e lhe amadureceram a pena. É, sem dúvida, uma obra de formação, uma obra que narra a passagem do tempo. Assim, não parece ser mera coincidência este livro começar com uma alegre narrativa da subida de algumas crianças a uma serra (“...subíamos a Serra/como quem imitava a própria vida”) e terminar com quatro elegias que desembocam no poema final, no qual se lê: “Tudo é memória”.

O AUTOR
Silvério Duque
Nasceu em Feira de Santana, Bahia, aos 31 de março de 1978. Exerce profissionalmente a carreira de músico desde os 12 anos, participando, como clarinetista, das Bandas Filarmônicas 14 de Agosto e Maria Quitéria, na cidade de Tanquinho.
Coordenou a escola de música da Sociedade Filarmônica Euterpe Feirense.
É professor universitário, formado pelo Curso de Licenciatura em Letras Vernáculas da Universidade Estadual de Feira de Santana. Seu primeiro livro publicado foi o opúsculo O Crânio dos Peixes (2002), seguido de Baladas e Outros Aportes de Viagem (2006) e A Pele de Esaú (2010). Seu trabalho também é encontrado nas antologias II Prêmio Literário Canon de Poesia – 2009 e Concurso Feirense de Poesia Godofredo Filho e na revista Dicta & Contradicta 8.

A CRITICA
Absorvidos por essa viagem por espaços e por impressões, somos compelidos a reconhecer a erudição e elegância de Silvério Duque e a admitir o desafio que seus poemas fazem a seus leitores. E esta é característica elementar pertencente a produções artísticas que pretendem ser notáveis: o Desafio. As obras literárias não devem existir para agradar aqueles que as leem, senão para instigar-lhes a sensibilidade e a inteligência.
Nívia Maria Vasconcellos, Folha do Estado,
16 de maio de 2004
.

Já disse e torno a repetir: Silvério é, para mim, entre os novos, o melhor poeta brasileiro que conheço.
Gustavo Felicíssimo, Sopa de Poesia,
10 de outubro de 2008.


Decididamente poeta, e poeta sério, do soneto, do verso medido...
Ildásio Tavares, Tribuna da Bahia,
05 de outubro de 2009. 

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Jerzy Grotowski de James Slowiak e Jairo Cuesta

 

Jerzy Grotowski

de  James Slowiak e Jairo Cuesta

Tradução: Julia Barros
Formato: 16 x 23 cm
Número de Páginas: 264
Acabamento: Brochura

Lançamento: 2013
No teatro contemporâneo, o trabalho de Jerzy Grotowski é um dos mais significativos. Ao definir o grupo teatral não apenas como lugar de exploração pessoal, mas também de pesquisa artística, o diretor e teórico polonês transcendeu todos os limites da arte nos palcos, aperfeiçoando o caminho trilhado por Stanislavski. Escrito por dois especialistas em teatro que trabalharam lado a lado com Grotowski – James Slowiak e Jairo Cuesta –, este livro ocupa um espaço que há muito necessitava ser preenchido no mercado editorial brasileiro: uma obra de referência que atravessa todos os aspectos do trabalho do diretor, sendo ao mesmo tempo uma introdução a quem deseja conhecê-lo e uma fonte bibliográfica essencial aos já iniciados no tema. Suas principais produções, a retórica de suas teorias e experimentações e todos os projetos culturais com os quais se envolveu em sua vida estruturam o conteúdo desta edição. Reiteram, assim, a importância de Grotowski em nossos tempos e permitem desdobramentos dos mais variados tópicos teatrais, seja em aplicação direta no palco, seja na discussão em sala de aula
OS AUTORES
James Slowiak
James Slowiak é professor de Teatro na Universidade de Akron e codiretor artístico do New World Performance Laboratory.
Foi assistente de Jerzy Grotowski no Objective Drama Program na Universidade da Califórnia-Irvine e na Itália de 1983 a 1989.

Jairo Cuesta
Jairo Cuesta é codiretor artístico do New World Performance
Laboratory. Colaborou com Jerzy Grotowski no Teatro das
Fontes e no Objective Drama Program de 1976 a 1986.

 Leia algumas páginas


 

Jerzy Grotowski (Rzeszów, 11 de agosto de 1933Pontedera, 14 de janeiro de 1999) foi um diretor de teatro polaco e figura central no teatro do século XX, principalmente no teatro experimental ou de vanguarda.
Seu trabalho mais conhecido em português é "Em Busca de um Teatro Pobre", onde postula um teatro praticamente sem vestimentas, baseado no trabalho psico-físico do ator. A melhor tradução de "teatro pobre" seria teatro santo ou teatro ritual. Nele Grotowski leva as últimas consequências as ações físicas elaboradas por Constantin Stanislavski, buscando um teatro mais ritualístico, para poucas pessoas. Um dos seus assistentes e responsável pela divulgação e publicação de seus trabalhos é o hoje famoso teatrólogo Eugenio Barba.

 

Doc. Jerzy Grotowski Parte 1 de 4
Documentário realizado por uma TV Polonesa sobre Jerzy Grotowski. 

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Razão do Poema Ensaios de crítica e de estética de José Guilherme Merquior

 

Razão do Poema

Ensaios de crítica e de estética


de José Guilherme Merquior


Formato: 13,5 x 23,3 cm
Número de Páginas: 336
Acabamento: Brochura

Lançamento: 2013




Sobre o livro fala Antonio Candido

Merquior foi sem dúvida um dos maiores críticos que o Brasil teve. Lembro como sinal precursor o ensaio que escreveu bem moço sobre a “Canção do Exílio”, de Gonçalves Dias, fazendo uma descoberta que dava a medida de sua imaginação crítica – entendendo-se por imaginação crítica a capacidade pouco frequente de elaborar conceitos que têm o teor das expressões metafóricas ou o voo das criações ficcionais. Estou falando do seguinte: ao comentar a afirmação costumeira de que o famoso poema é tão bem realizado porque não tem adjetivos, ele mostrou que a sua eficiência provém na verdade do fato de ser todo ele, virtualmente, uma espécie de grande expressão adjetiva, uma qualificação sem qualificativos, devido à tonalidade do discurso. Num de seus ensaios ele disse que a falta de informação filosófica prejudicava a maioria da crítica brasileira. Ora, desse mal ele estava galhardamente livre. A sua acentuada vocação especulativa e a vasta erudição que a nutria lhe permitiram fazer do trabalho crítico uma investigação que não se satisfazia em descrever e avaliar os textos, mas desejava descobrir o sentido entesourado e em seguida ligá-lo a outros produtos da cultura.

O AUTOR

José Guilherme Merquior


Quarto ocupante da Cadeira 36, eleito em 11 de março de 1982, na sucessão de Paulo Carneiro e recebido pelo Acadêmico Josué Montello em 11 de março de 1983.

José Guilherme Merquior nasceu na cidade do Rio de Janeiro, a 22 de abril de 1941 e faleceu no Rio de Janeiro em 7 de janeiro de 1991. Era filho de Danilo Merquior e de Maria Alves Merquior.

Diplomata, filósofo, sociólogo, escritor e bacharel em Direito. A formação universitária de Merquior foi das mais brilhantes e completas, tendo juntado os títulos mais diversificados, a começar pelo licenciamento em Filosofia (Rio de Janeiro, 1962); bacharel em Direito (1963); diploma do curso de preparação à carreira diplomática (1963); aluno titular do Seminário de Antropologia do College de France (1966 a 1970); Doutor em Letras pela Universidade de Paris (1972); PhD em sociologia pela London School of Economics and Political Science (1978) e Curso de Altos Estudos do Instituto Rio Branco (1979).

Como professor ministrou cursos nas seguintes instituições: Instituto de Belas-Artes - Rio de Janeiro (1963); curso de História da Literatura Brasileira, na Universidade do Ar; curso de pós-graduação sobre o modernismo brasileiro (Universidade Nova de Lisboa, 1976); curso de Estética Contemporânea, (Montevidéu - julho de 1981).

Ministrou conferências sobre Arte, Literatura, Filosofia, Sociologia, Semiologia e História da Civilização em várias Universidades brasileiras. Participou de vários eventos de natureza cultural em nosso país e no exterior.

Como diplomata exerceu suas funções, a partir de sua nomeação para o cargo de terceiro secretário (7 de novembro de 1963), nos seguintes locais: Ministério das Relações Exteriores; Divisão de Cooperação Intelectual; Oficial de Gabinete do Ministro de Estado; Secretário da Delegação brasileira à II Conferência Interamericana Extraordinária; Terceiro Secretário na Embaixada do Brasil em Paris, 1966, e Segundo Secretário no ano seguinte; Primeiro Secretário em Bonn (1973); Primeiro Secretário em Londres (1975/1979); Conselheiro, em Montevidéu (1980/1981); Ministro de segunda classe em Montevidéu (1982) e Ministro-conselheiro na Embaxada do Brasil em Londres (1983).

José Guilherme Merquior deixou publicados, entre outros, os seguintes livros: "Razão do Poema"; "Arte e Sociedade em Marcuse, Adorno e Benjamin"; "A astúcia da mímese"; "Saudades do Carnaval"; "Formalismo e tradição moderna; "Verso e universo de Drummond"; "De Anchieta a Euclides"; "O fantasma romântico e outros ensaios"; "As idéias e as formas"; "A natureza do processo"; "O argumento liberal"; "O elixir do Apocalipse"; "O estruturalismo dos pobres e outras questões".

Além dessas obras, José Guilherme Merquior publicou vários outros trabalhos em colaboração com Manuel Bandeira, Jacques Bergue, Eduardo Portella, Perry Anderson, Roberto Campos, Lucio Colletti et. al.

Prefaciou alguns livros e colaborou com verbetes em enciclopédias, especialmente na Mirador, dirigida por Antonio Houaiss.

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