Segunda-feira, 31 de Março de 2014

História da Segunda Guerra Mundial

 

A 2a Grande Guerra



O QUE UMA GUERRA TEM DE GRANDE? Pois bem , número de vítimas, número de países envolvidos no conflito, montante do prejuízo. Ou seriam os avanços tecnológicos, as mudanças geopolíticas, o butim. Na guerra, por mais grandioso que seja o número, o valor exponencial do desumano deve falar mais alto. A segunda guerra mundial infelizmente não deixou lição nenhuma e sim décadas de um mundo dividido entre teorias econômicas. E o povo? A este coube e cabe contar e enterrar seus mortos.

Entre os anos de 1939 e 1945, o mundo viveu o maior e mais sangrento confronto da história da humanidade - a Segunda Guerra Mundial (1939–1945) que opôs os Aliados às Potências do Eixo, tendo sido o conflito que causou mais vítimas em toda a história da Humanidade. As principais potências aliadas eram a China, a França, a Grã-Bretanha, a União Soviética e os Estados Unidos.

O Brasil se integrou aos Aliados em agosto de 1942. A Alemanha, a Itália e o Japão, por sua vez, perfaziam as forças do Eixo. Muitos outros países participaram na guerra, quer porque se juntaram a um dos lados, quer porque foram invadidos, ou por haver participado de conflitos laterais. Em algumas nações (como a França e a Jugoslávia), a Segunda Guerra Mundial provocou confrontos internos entre partidários de lados distintos.

A Primeira Guerra Mundial - "feita para pôr fim a todas as guerras" - transformou-se no ponto de partida de novos e irreconciliáveis conflitos, pois o Tratado de Versalhes (1919) disseminou um forte sentimento nacionalista, que culminou no totalitarismo nazi-fascista. As contradições se aguçaram com os efeitos da Grande Depressão. Além disso, a política de apaziguamento, adotada por alguns líderes políticos do período entre guerras e que se caracterizou por concessões para evitar um confronto, não conseguiu garantir a paz internacional. Sua atuação assemelhou-se à da Liga das Nações: um órgão frágil, sem reconhecimento e peso, que deveria cuidar da paz mundial, mas que fracassou totalmente.


O líder alemão de origem austríaca Adolf Hitler, Führer do Terceiro Reich, pretendia criar uma "nova ordem" na Europa, baseada nos princípios nazistas que defendiam a superioridade germânica, na exclusão — e supostamente eliminação física incluída — de algumas minorias étnicas e religiosas, como os judeus e os ciganos, bem como deficientes físicos e homossexuais; na supressão das liberdades e dos direitos individuais e na perseguição de ideologias liberais, socialistas e comunistas.

O marco inicial ocorreu no ano de 1939, quando o exército alemão invadiu a Polônia. De imediato, a França e a Inglaterra declararam guerra à Alemanha. De acordo com a política de alianças militares existentes na época, formaram-se dois grupos : Aliados ( liderados por Inglaterra, URSS, França e Estados Unidos ) e Eixo ( Alemanha, Itália e Japão ).

A assinatura do tratado de paz no final da Primeira Guerra Mundial deixou a Alemanha humilhada e despojada de suas possessões. Perdeu seus territórios ultramarinos e, na Europa, a Alsácia-Lorena e a Prússia Oriental. Os exércitos aliados ocuparam a região do Reno, limitaram rigorosamente o tamanho do Exército e da Marinha alemães, e o seu país foi obrigado a pagar indenizações pela Primeira Guerra Mundial que logo provocaram o colapso de sua moeda e causaram desemprego em massa.

Assim, foi numa Alemanha envenenada pelo descontentamento que Adolf Hitler ergueu a voz pela primeira vez. Apelando para a convicção do povo alemão de que tinham sido brutalmente oprimidos pelos vencedores da guerra, logo conseguiu uma larga audiência. Falava de grandeza nacional e da superioridade racial nórdica, denunciava judeus e comunistas como aqueles que haviam apunhalado a Alemanha pelas costas e levado o país à derrota, e por meio de um programa intensivo de propaganda criou o Partido Nacional-Socialista, que em 1932 tinha 230 lugares no Parlamento alemão e cerca de 13 milhões de adeptos. Depois da morte do Presidente Hindenburg, em 1934, o poder de Hitler tornou-se absoluto. No verão de 1934, eliminou implacavelmente os rivais e, desprezando a regra de lei, estabeleceu um regime totalitário.


Em seguida deu inicio a um programa de rearmamento, em contravenção ao Tratado de Versalhes, mas sem ser impedido pelos demais signatários, e no começo de 1936 já estava confiante o bastante para enviar tropas alemães para reocupar a região do Reno. Mais uma vez os Aliados não fizeram nenhuma tentativa para detê-lo, e a operação foi bem sucedida. Mais tarde, no mesmo ano, ele e seu aliado italiano fascista Benito Mussolini enviaram auxílio a Franco na Guerra Civil Espanhola e assinaram um pacto unindo-os no Eixo Berlim-Roma.

A preocupação primária de Hitler durante esse período foi com a necessidade alemã de Lebensraum, ou seja, espaço vital. Se o país devia passar de nação de segunda categoria para primeira potência mundial, necessitava de espaço para se expandir, e se precisava comportar uma população em rápido crescimento e exigindo prosperidade, necessitava de terras para cultivo e matérias-primas para energia e indústria.

Começou olhando na direção da Áustria, que já possuía um forte movimento nazista, mas cujo chanceler estava ansioso por conservá-la como nação independente. Os exércitos de Hitler avançaram assim mesmo e, em 1938, entraram em Viena, sem encontrar oposição. Hitler tivera êxito pela combinação de uma diplomacia de força e um hábil desenvolvimento de sua máquina de propaganda.

A Checoslováquia seria a próxima vítima. A região fronteiriça, conhecida como Sudetos, tinha uma população alemã que se sentia excessivamente discriminada tanto pelos tchecos quanto pelos eslovacos. A região era rica em recursos minerais, tinha um grande exército, e ostentava fábricas de equipamento bélico Skoda. Incitando o descontentamento da população germânica, Hitler foi capaz de fomentar a agitação na Checoslováquia, que levou a um confronto armado na fronteira. Nessa altura, o primeiro-ministro britânico, Neville Chamberlain, representando os defensores da Checoslováquia - Inglaterra, França e Rússia -, foi à Alemanha acalmar Hitler. O resultado de uma série de reuniões foi que, a menos que os Sudetos fossem anexados à Alemanha, Hitler começaria uma guerra; mas se suas reivindicações territoriais na Checoslováquia fossem atendidas, não faria reivindicações posteriores no resto da Europa. A França e a Inglaterra concordaram - apesar de suas promessas de proteger a Checoslováquia -, e Hitler, quebrando também a sua promessa, mais tarde invadiu a Checoslováquia inteira. Considerou que a Inglaterra não estaria preparada para lutar por aquele país, e que a França não ia querer lutar sozinha - e estava certo; mas na vez seguinte, quando invadiu a Polônia, elas declararam guerra.

Como a história provaria mais tarde, a declaração veio com excesso de atraso. As vacilações das potências ocidentais haviam permitido que Hitler alcançasse uma força armada e uma posição na Europa, cujo desalojamento levaria seis anos de carnificina.

A Segunda Guerra Mundial, por sua amplitude e duração, contou com inúmeras campanhas e batalhas importantes. Neste texto, iremos nos reportar apenas àquelas que tiveram influência decisiva na evolução do conflito.
Empregando de forma combinada todos os elementos militares de que dispunham (aviação de assalto, aviação de bombardeio, blindados, artilharia e infantaria), os alemães criaram uma tática de combate denominada Blitzkrieg (Guerra-Relâmpago), de efeito esmagador. Ela lhes permitiu dominar rapidamente a Polônia e, em 1940, praticamente toda a Europa Ocidental – inclusive a França, que foi obrigada a se render. Mas a falta de recursos navais impediu Hitler de invadir a Grã-Bretanha e o levou a atacar a URSS. Os alemães avançaram profundamente no território soviético, até serem finalmente detidos na Batalha de Stalingrado (nov. 42/fev. 43). O Japão, envolvido contra a China desde 1937, atacou os EUA em dezembro de 1941, bombardeando a base naval de Pearl Harbor, no Havaí. Os japoneses conquistaram todo o Sudeste Asiático e o Pacífico Central, chegando às fronteiras da Índia e próximo da Austrália. Todavia, derrotados pelos norte-americanos na batalha naval de Midway (jun. 42), passaram a lutar defensivamente, de forma obstinada e até mesmo desesperada, tendo em vista que se tornou habitual lutarem até à morte, inclusive através de ataques suicidas.

A Itália foi invadida pelos Aliados em 1943. Mussolini, refugiado no norte do país sob a proteção dos alemães, foi capturado por guerrilheiros comunistas italianos e assassinado em abril de 1945. Hitler suicidou-se três dias mais tarde, quando os soviéticos se encontravam a três quarteirões de seu abrigo subterrâneo, em Berlim. A Alemanha capitulou pouco depois, em 8 de maio. Antes, em junho de 1944, ocorrera o célebre Dia D, quando tropas anglo-americano-canadenses desembarcaram na Normandia – região da França, então ocupada pelos alemães.

O Japão somente se rendeu em 15 de agosto de 1945, quando o imperador Hirohito anunciou pessoalmente, pelo rádio, a capitulação do país. Essa decisão foi conseqüência dos devastadores efeitos produzidos pelo bombardeio atômico das cidades de Hiroshima e Nagasaki, ocorridos respectivamente em 6 e 9 daquele mês.

O emprego de bombas atômicas contra o Japão, a fim de forçá-lo a cessar a luta, foi ordenado pelo novo presidente dos EUA, Truman (o presidente Franklin Roosevelt falecera em abril de 1945). Atualmente, os historiadores tendem a considerar que a ação norte-americana foi desnecessária, já que a capacidade de resistência dos japoneses estava em seu limite. Assim sendo, os bombardeios atômicos (com cerca de 200 mil vítimas fatais, sem considerar as seqüelas da radioatividade) teriam sido, fundamentalmente, um meio de intimidar a URSS – já no contexto da futura Guerra Fria.

Este importante e triste conflito terminou somente no ano de 1945 com a rendição da Alemanha e Itália. O Japão, último país a assinar o tratado de rendição, ainda sofreu um forte ataque dos Estados Unidos, que despejou bombas atômicas sobre as cidades de Hiroshima e Nagazaki. Uma ação desnecessária que provocou a morte de milhares de cidadãos japoneses inocentes, deixando um rastro de destruição nestas cidades.Os prejuízos foram enormes, principalmente para os países derrotados. Foram milhões de mortos e feridos, cidades destruídas, indústrias e zonas rurais arrasadas e dívidas incalculáveis. O racismo esteve presente e deixou uma ferida grave, principalmente na Alemanha, onde os nazistas mandaram para campos de concentração e mataram aproximadamente seis milhões de judeus.

Com o final do conflito, em 1945, foi criada a ONU ( Organização das Nações Unidas ), cujo objetivo principal seria a manutenção da paz entre as nações. Inicia-se também um período conhecido como Guerra Fria, colocando agora, em lados opostos, Estados Unidos e União Soviética. Uma disputa geopolítica entre o capitalismo norte-americano e o socialismo soviético, onde ambos países buscavam ampliar suas áreas de influência sem entrar em conflitos armados.  (E.C.)





O LIVRO 

História da Segunda Guerra Mundial

A Maior e Mais Importante Guerra de Todos os Tempos   

 


de   David Jordan

PÁGINAS:      296
FORMATO:      16 x 23 cm
 
A Segunda Guerra Mundial permanece sendo o maior confronto que a humanidade viu, tanto em termos de dimensões quanto de custo de vidas. Milhões de pessoas morreram no decorrer deste conflito. A guerra envolveu praticamente todas as partes do mundo durante os anos de 1939 e 1945. Esta cronologia da Segunda Guerra Mundial é uma apresentação perfeita dos confrontos, uma narrativa competente, que nos dá um histórico dos eventos conforme ocorreram.
Este livro fascinante é dividido em duas partes, estruturado cronologicamente cobrindo os teatros da Europa, Mediterrâneo, África e Pacífico, onde as cenas das batalhas se desenrolaram.
Um texto objetivo, claro, que inclui fotografias autênticas dos cenários dos conflitos.
• O Crescendo da Guerra
• A Guerra do Atlântico
• A Guerra do Deserto
• A Guerra do Japão
• O Dia D e a Vitória

Todos os principais conflitos são apresentados com uma descrição sequencial e natural da história, desde o período anterior à guerra até seu fim em 1945.
A Segunda Guerra Mundial, o maior conflito vivido por toda a humanidade, é retratado neste livro com fidelidade e precisão.
Um livro importante para o registro da história.

Sobre o autor

David Jordan é professor do Joint Services Command and Staff Colleg em Wiltshire, onde leciona em cursos para alunos intermediários e avançados. O autor também já trabalhou nas universidades de Birmingham, Worcester e Keele, bem como na Open University, sendo PhD pela universidade de Birmingham. Dr. Jordan já escreveu diversos livros e artigos sobre assuntos militares, incluindo "Wolfpack", "The US Navy Seals", "Battle of the Bulge", "The First 24 Hours" e "The Fall of Hitler's Third Reich". 




War in the Pacific : Documentary on the World War 2

This documentary as well as the rest of these documentaries shown here relate to important times and figures in history,




UM LANÇAMENTO
publicado por o editor às 16:27
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Sexta-feira, 28 de Março de 2014

Por quem os sinos dobram de Ernest Hemingway

 

 


Por quem os sinos dobram 

de  Ernest Hemingway

 

 

Título Original:   For whom the bells toll 
 
Tradutor:   Luís Peazê 
 

  
Páginas:  624 
 
Formato:  16 x 23 cm 







Esta comovente história, cujo pano de fundo é a Guerra Civil Espanhola, narra três dias na vida de um americano que se ligara à causa da legalidade na Espanha. O autor conseguiu que seus leitores sentissem que o ocorrido no país ibérico, em 1937, era apenas um aspecto da crise do mundo moderno.  A trama gira em torno de Robert Jordan, americano integrante das Brigadas Internacionais, que luta ao lado do governo democrático e republicano, recebendo a missão de dinamitar uma ponte. Com ele está um grupo de guerrilheiros/ciganos, integrado por Pilar, mulher com extraordinária força de vontade, o perigoso Pablo e a bela Maria. A relação entre Robert e Maria acabou por se tornar uma das mais inesquecíveis histórias de amor da literatura moderna. A obra foi eternizada no cinema, dirigida por Sam Wood, com Gary Cooper e Ingrid Bergman nos papéis principais.    



A CRITICA
"Hemingway produziu um livro que ocupa lugar à parte na literatura moderna.” (Ênio Silveira)
 

  

For Whom The Bell Tolls (1943) - Complete 

 Filme baseado na obra de Ernest Hemingway sobre a guerra civil espanhola , a qual lutou do lado republicano.

 

 

 Lançamento

publicado por o editor às 23:28
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A DONZELA E A RAINHA de Nancy Goldstone

 

 

A DONZELA E A RAINHA 

de Nancy Goldstone


Tipo de Capa: Brochura

Edição: 1ª edição 2014

Número de Páginas: 312



Esta biografia histórica explora o vínculo misterioso e secreto entre a mundana e poderosa Iolanda de Aragão, rainha da Sicília, e a mística Joana d'Arc. Envolvida na complicada batalha dinástica da Guerra dos Cem Anos, Iolanda defendeu a causa do delfim contra as forças da Inglaterra e da Borgonha, valendo-se de sua inteligência, diplomacia e vasta rede de espiões. Mas o inimigo parecia invencível. E justamente quando as esperanças da França se esvaíam, Joana d'Arc surgiu dos confins do reino dizendo-se portadora de uma mensagem divina - mensagem que mudaria o curso da história, levando por fim à coroação de Carlos VII e ao triunfo da França.







Nancy Goldstone
A AUTORA
NANCY GOLDSTONE
nasceu em Illinois (EUA) e tem paixão por história medieval e livros antigos e raros. Formou- se em História na Cornell University e obteve seu diploma de mestrado em Relações Internacionais na Columbia University. Nancy trabalhou como articulista e crítica literária em inúmeras publicações, inclusive The New York Times, The Washington Post, The Boston Globe Magazine e The Miami Herald. Ela é a autora de três obras de não ficção que analisam o papel das mulheres de alta estirpe na Idade Média, e também escreveu vários livros em coautoria com o marido. Mora em Westport, Connecticut.
    



 

publicado por o editor às 23:27
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Orçamentos e Previsões - Guia Financial Times

 

 


 

Orçamentos e Previsões - Guia Financial Times

 

 de Nigel Wyatt


  
 Orçamentos e Previsões - Guia Financial Times

PÁGINAS:      224
FORMATO:      16x23 cm


          
Orçamentos e Previsões - Guia Financial Times
Como Executar, Gerenciar e Avaliar com Segurança e Precisão   


 
O guia Orçamentos e Previsões proporciona conhecimentos técnicos e específicos que você precisa para elaborar, gerenciar e avaliar orçamentos e previsões. Ele vai ajudá-lo a desenvolver suas habilidades financeiras, de maneira que os resultados
previstos contribuam para sua competência profissional e de sua organização.

Este é um livro prático a partir do qual gerentes em todos os níveis vão se beneficiar e aprender como evitar as armadilhas na elaboração de orçamentos e previsões. Um livro fundamental.

Direcionado a profissionais de todos os níveis, inclui conselhos que são instantaneamente aplicáveis, mesmo que você esteja assumindo a responsabilidade por um orçamento pela primeira vez. Indicado também
para você que quer saber mais sobre como as finanças funcionam.



O AUTOR
Nigel Wyatt - é um profissional que administra a sua própria consultoria de treinamento financeiro, a Magenta Financial Training, desde 1992. Ele trabalha com uma ampla gama de organizações, incluindo muitas companhias blue chips. Nos últimos anos, trabalhou de maneira extensiva internacionalmente, incluindo treinamentos na Índia, China, Omã, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Tailândia e Malásia.
 

CONTEÚDO

Parte 1 Preparando os seus orçamentos 17
1. Para que serve o orçamento? ................................................................................. 19
Introdução ........................................................................................................................ 19
O papel dos orçamentos – por que nós os temos?....................................................20
1 Alcançar os objetivos da organização......................................................................22
2 Planejamento...............................................................................................................23
Produzindo um plano orçado: ilustração ..............................................................24
3 Monitoramento e controle........................................................................................24
4 Coordenação ...............................................................................................................26
5 Avaliar o desempenho ............................................................................................... 27
6 Melhorar o desempenho ...........................................................................................29
Benchmarking de desempenho ...............................................................................29
7 Motivar os administradores .....................................................................................30
8 Um contrato de gerenciamento ...............................................................................31
9 Comunicação.................................................................................................................31
10 Fornecer uma base para autorizar despesas e delegar responsabilidade.....32
11 Identificar recursos escassos ..................................................................................34
12 Alocar recursos .........................................................................................................34
Exemplo da utilização de uma fórmula ............................................................... 35
13 Demonstrar e proporcionar uma boa governança corporativa.......................36
Ligando orçamentos à estratégia e à política............................................................38
Você sabe qual é a estratégia da sua empresa? E você deveria saber? ...........39
Orçamentos para fins especiais....................................................................................39
Períodos de planejamento ............................................................................................39
2. O que é uma previsão e como ela difere do orçamento? ..................................41
Qual é a diferença entre um orçamento e uma previsão? ...................................... 41
Previsões como atualizações ao orçamento anual ............................................. 41
Previsões contínuas ...................................................................................................42
Benefícios de se prever “além da parede”..................................................................43
Previsões, projetos e contratos ....................................................................................47
Ferramentas e técnicas de previsão ............................................................................48
Previsão de vendas .........................................................................................................49
A técnica Delphi – elaborando previsões ..............................................................51
Previsão quantitativa usando Microsoft Excel..........................................................51
Previsão ingênua ........................................................................................................52
Exemplo: vendas reais Janeiro-Março .............................................................52
Médias móveis ............................................................................................................ 53
Exemplo: uma média móvel de três meses ..................................................... 53
Médias móveis ponderadas...................................................................................... 53
Exemplo: uma média móvel ponderada de três meses ................................. 53
Suavização exponencial ............................................................................................ 53
Exemplo: alfa = 0,3 ................................................................................................54
Análise de regressão ..................................................................................................54
Exemplo .................................................................................................................. 55
Ferramentas úteis do Excel ..........................................................................................56
Excel add-ins ...............................................................................................................56
Frequência e automação da previsão..........................................................................56
Medindo e melhorando a precisão da previsão ....................................................... 57
Exemplo: cálculo do EQM e do EPAM.............................................................59
Usando EQM e EPAM ..............................................................................................59
Previsão de demonstrações financeiras ..................................................................... 61
Previsão de vendas de novos produtos ...................................................................... 61
Outros fatores a serem considerados em previsões de vendas.............................. 61
Ciclo de vida do produto ..........................................................................................62
Ação da concorrência ................................................................................................62
Substitutos ...................................................................................................................62
Ambientes tecnológico, econômico e social em evolução – mudança permanente ...............................................................................................62
Escassez de oferta ......................................................................................................65
3. Habilidades de formação financeira essenciais para a elaboração de orçamentos............................................................................................................67
Mais barato nem sempre é melhor: custo e valor na elaboração de orçamentos.................................................................................................................. 67
Provisões, caixa e prática contábil e de orçamento.................................................68
Custos ...........................................................................................................................69
Exemplo 1 ...............................................................................................................69
Custos de capital: a diferença entre despesas de capital e despesas de receitas ..................................................................................................70
Exemplo 2................................................................................................................70
Receita............................................................................................................................71
Exemplo ...................................................................................................................71
Questão ................................................................................................................71
Resposta ..............................................................................................................71
Questão ................................................................................................................71
Resposta ..............................................................................................................71
Compreendendo os números da conta de lucros e perdas .................................... 72
Receita .......................................................................................................................... 72
Despesas ou custos .................................................................................................... 72
Exemplo ....................................................................................................................... 72
Análise da contabilidade de exercício ........................................................................ 73
1 Uma diferença de timing ....................................................................................... 73
2 Capital de giro ......................................................................................................... 73
3 Ativos fixos, despesas de capital e depreciação ............................................... 74
Exemplo: contabilizando para a depreciação e ativos fixos ........................ 74
4 Financiamento ........................................................................................................ 75
Métodos diretos e indiretos de se produzir demonstrações do fluxo de caixa ............................................................................................................................. 75
O balanço patrimonial ................................................................................................... 76
Modelo simples de demonstrações financeiras .................................................. 78
Ilustração simples das demonstrações financeiras ............................................ 78
O orçamento geral ..........................................................................................................84
Custos ................................................................................................................................85
Escolha de rubricas de custos .................................................................................85
Custos e estrutura de custo .....................................................................................85
Custos fixos e custos variáveis.................................................................................86
Exemplo: a padaria ...............................................................................................86
Análise de valor e engenharia de valor....................................................................... 87
Exemplo ..................................................................................................................89
Análise de valor em organizações “sem fins lucrativos” ...................................90
Custos relevantes para a elaboração de orçamentos .........................................90
Recuperação de custos indiretos: como os custos indiretos são recuperados de produtos e serviços ............................................................... 91
Custeio baseado em atividades (ABC) .......................................................................92
Exemplo ..................................................................................................................93
O modelo do ponto de equilíbrio .................................................................................94
Exemplo ..................................................................................................................94
Estrutura de custo ..........................................................................................................96
Exemplo ..................................................................................................................96
Planejamento de despesas de capital .......................................................................104
4. Como o orçamento deve ser elaborado? ...........................................................105
Introdução ...................................................................................................................... 105
Elaborando orçamentos .............................................................................................. 105
Abordagens de elaboração de orçamentos diferentes .....................................106
Orçamento incremental ..............................................................................................106
Erros no orçamento incremental ......................................................................... 107
Exemplo 1 ............................................................................................................. 107
Exemplo 2 .............................................................................................................108
Exemplo 3 .............................................................................................................108
Orçamento base zero ...................................................................................................108
Orçamento baseado em atividades ...........................................................................109
Exemplo: as vantagens de nos concentrarmos nas atividades em vez de nos custos ...........................................................................................110
Orçamentos devem ser elaborados de cima para baixo ou de baixo para cima?......................................................................................................................... 111
Quão detalhado? ........................................................................................................ 111
Exemplo .................................................................................................................112
Orçamentos fixos vs. flexíveis .....................................................................................112
Orçamentos autoajustáveis e redistribuição automática para orçamentos .................................................................................................................113
Orçamentos orientados por comparação externa ..................................................113
VFM, orçamentos orientados por resultados e baseados em evidências....................................................................................................................114
Exemplo 1 ..............................................................................................................114
Exemplo 2 ..............................................................................................................114
O poder das evidências em proteger orçamentos ..................................................115
Boa prática de elaboração de orçamentos e ideias para elaborar um orçamento.........................................................................................................................116
1 Coleta de informações .........................................................................................116
2 Comece com o seu plano ....................................................................................116
3 Identifique os recursos que você precisa para realizar o seu plano .............116
4 Baseado em atividades.........................................................................................117
5 Priorizar atividades ..............................................................................................117
6 Coordenação e comunicação .............................................................................117
7 Envolvendo pessoas e comprometimento ......................................................117
8 Realista, mas desafiador.......................................................................................118
9 Consistência de estimativas ...............................................................................118
10 Desenvolver e promover modelos de orçamentos ......................................118
11 Demonstrar que você pensou a respeito dos seus custos e estimativas ........................................................................................................ 118
12 Envolvimento ......................................................................................................119
13 Dados comuns .....................................................................................................119
14 Mentalidade poupadora.....................................................................................119
15 Distribuindo .........................................................................................................119
16 Seja consistente em relação aos objetivos organizacionais e departamentais ................................................................................................120
17 Planeje antecipadamente e dê um tempo para completar o orçamento ........................................................................................................120
Estabelecendo orçamentos para contingências .................................................121
Exemplo ................................................................................................................ 122
O processo de desafio ................................................................................................... 122
Elaborando orçamentos e medidas de desempenho............................................. 123
O jogo do orçamento .................................................................................................... 123
Apresentando orçamentos .......................................................................................... 124
Elaborando orçamentos com planilhas .............................................................. 124
Desenvolvendo suas habilidades de planilha .................................................... 126
Exercício/ilustração da elaboração de um orçamento..................................... 127
5. Como o caixa deve ser orçado e controlado? ...................................................129
Sistemas de planejamento e previsão de fluxo de caixa ....................................... 129
Gerenciando capital de giro – caixa e risco ............................................................ 130
Gerenciando devedores (contas a receber) ..............................................................131
Dias do devedor e dias de vendas em aberto (DSO – days sales outstanding) ................................................................................................................131
Exemplo ................................................................................................................ 132
Uma análise cronológica de devedores ............................................................... 132
Gerenciando estoque ................................................................................................... 132
Just-in-Time (JIT) ....................................................................................................133
Abordagens estratégicas para a gestão de estoque ............................................133
Gestão de estoque e orçamentos .......................................................................... 134
Cálculos ................................................................................................................. 134
Gerenciando credores (contas a pagar) ................................................................... 135
Fluxo de caixa em um negócio ................................................................................... 135
6. Como uma despesa de capital deve ser orçada? .............................................. 137
O que é uma despesa de capital? ................................................................................137
A regra do payback (ou ponto de equilíbrio)........................................................... 138
Exemplo ................................................................................................................ 138
VPL e FCD....................................................................................................................... 139
O valor do dinheiro no tempo ............................................................................... 139
Exemplo ................................................................................................................ 140
Fórmula ............................................................................................................ 140
Racionamento de capital: índice de lucratividade ................................................ 142
Ajuste estratégico e “roteiros”.................................................................................... 142
Análise de sensibilidade............................................................................................... 143
Risco ................................................................................................................................ 144
Avaliação pós-investimento ........................................................................................ 144
Planejamento de fluxo de caixa a longo prazo ....................................................... 145
Substituição e melhoria de ativos ............................................................................. 145
Investimento em capital de giro ................................................................................ 146

Parte 2 Gerenciando seu orçamento e proporcionando desempenho 149
7. De volta ao básico: vivendo dentro do seu orçamento e proporcionando VFM ..........................................................................................151
Mecanismo de retorno do orçamento .......................................................................151
Índices e orçamentos ................................................................................................... 153
Exemplo ................................................................................................................ 153
Análise do Centro de Custos 101....................................................................... 154
Gerenciando orçamentos ............................................................................................ 155
O modelo VFM para gerenciar e planejar orçamentos ........................................ 160
Os três Es ....................................................................................................................161
Evidência: provando VFM ..................................................................................... 162
Exemplo ................................................................................................................ 162
Um modelo VFM modificado ................................................................................ 162
Economias de custo ................................................................................................. 163
8. Fazendo sentido do custo-padrão e variações................................................. 167
Fazendo sentido de variâncias .................................................................................. 167
Custo-padrão ................................................................................................................. 167
Decomposição de variações........................................................................................ 168
Variações de vendas ................................................................................................ 169
Mão de obra............................................................................................................... 169
Materiais .................................................................................................................... 169
Despesas indiretas ................................................................................................... 169
Exemplo ................................................................................................................ 170
Exemplo de uma análise de variações simples ............................................. 170
Pergunta ............................................................................................................171
Pergunta ............................................................................................................171
Resposta ............................................................................................................171
Análise de variação prática sem custo padrão ....................................................... 172
Parte 1: Descrição do negócio/previsões .............................................................173
Parte 2: Análise ......................................................................................................... 174
9. Riscos, previsões, balanced scorecards e KPIs .................................................179
O balanced scorecard e mapas de estratégia ............................................................ 179
Exemplos da vinculação de KPIs à estratégia ..............................................180
KPIs e orçamentos .........................................................................................................181
Exemplo .................................................................................................................181
Declarações de valores, missão e visão – e orçamentos ....................................... 182
Riscos e orçamentos .....................................................................................................184
Exemplos .............................................................................................................. 185
10. Delegando orçamentos para outros .............................................................. 187
Por que delegar? ............................................................................................................ 187
Orçamentos transferidos ou delegados ................................................................... 187
O fundamento lógico para orçamentos delegados ou transferidos .............. 188
Teoria X e a teoria Y de McGregor ........................................................................... 189
Teoria X ......................................................................................................................190
Teoria Y ......................................................................................................................190
A chave para uma delegação bem-sucedida ...........................................................190
1 Tornar significativos os orçamentos delegados ............................................190
2 Casar autoridade e responsabilidade ..............................................................190
3 Projete um treinamento sob medida e desenvolva a confiança no gerenciamento do orçamento ..................................................................... 191
4 Reconheça a necessidade cada vez maior por velocidade ......................... 192
5 Considere mercados internos e preços de transferência ............................ 192
11. Além do orçamento .............................................................................................195
Introdução ...................................................................................................................... 195
Orçamentos são ruins para os negócios?.................................................................. 196
Implementando a abordagem além do orçamento ............................................... 198
Atingindo objetivos obliquamente – obliquidade .................................................201
Conclusão ...................................................................................................................... 202
Parte 3 Analisando o seu desempenho de orçamento e previsão 203
12. Quais lições você aprendeu? .............................................................................. 205
Entre em ação e assuma a responsabilidade............................................................205
Planos de ação pessoal ................................................................................................ 206
Modelos para recapitular o seu aprendizado e construir um plano de ação .. 206
Capítulo 1: Para que serve o orçamento?.............................................................207
Capítulo 2: O que é uma previsão e como ela difere de um orçamento?..........................................................................................................207
Capítulo 3: Habilidades financeiras de formação essenciais para a elaboração de orçamentos?................................................................................ 208
Capítulo 4: Como o orçamento deve ser elaborado?....................................... 208
Capítulo 5: Como o caixa deve ser orçado e controlado?............................... 209
Capítulo 6: Como uma despesa de capital deve ser orçada?.......................... 209
Capítulo 7: De volta ao básico: vivendo dentro do seu orçamento e proporcionando VFM..............................................................................................210
Capítulo 8: Fazendo sentido do custo-padrão e variâncias ............................210
Capítulo 9: Riscos, previsões, balanced scorecards e KPIs................................211
Capítulo 10: Delegando orçamentos para outros ...............................................211
Capítulo 11: Além do orçamento ........................................................................... 212
Além dos planos de ação: como você sabe que você foi bem-sucedido? .......... 212


Nigel Wyatt recomenda



 

Um lançamento



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Caravana Brasil Instrumental em Ilhabela

 

Caravana Brasil Instrumental em Ilhabela

A circulação da música instrumental brasileira é o foco do projeto Caravana Brasil Intrumental, que ocupará espaços públicos como praças e teatros de 5 cidades do interior e litoral do estado de São Paulo.
 
O projeto consiste em 20 apresentações dos mais diversos nichos e estilos da música instrumental brasileira, promovendo o encontro de artistas que demonstram consistência, originalidade e criatividade em trabalhos de reconhecida relevância cultural com o público dos vários municípios visitados.

A paradisíaca Ilhabela será a primeira cidade onde o comboio da CARAVANA BRASIL INSTRUMENTAL aportará, levando a virtuosidade e expressão impares da música instrumental contemporânea brasileira.

As apresentações são gratuitas e ocorrerão nos dias 04, 05 e 06 de abril, na Praça das Bandeiras, que fica no bairro da Vila, centro de Ilhabela. Os shows ficarão por conta do jazz  e MPB sofisticado de Zeli Silva Quinteto no primeiro dia, a brasilidade de Marquinho Mendonça, que na ocasião receberá como convidado Laércio Ilhabela, tendo na sequência o funk jazz de Tuto Ferraz Funky Jazz Machine, para o segundo dia, e encerrando com o virtuosismo do Duo Alessandro Penezzi e Alexandre Ribeiro.
 
ILHABELA
4/abr - Sexta-Feira - 21:30 - Zeli Silva Quinteto
5/abr – Sábado - 21:00 - Marquinho Mendonça e Banda Em Órbita - convidado Laércio Ilhabela
5/abr – Sábado - 23:00 - Tuto Ferraz Funky Jazz Machine
6/abr – Domingo - 18:00 - Alexandre Ribeiro e Alessandro Pennezzi
 
Praça das Bandeiras – Vila – Ilhabela – São Paulo
Entrada Franca
 
Dia 04 de Abril - 21h30
Zeli Silva Quinteto - Zeli Silva é um dos mais conhecidos e versáteis artistas da música instrumental brasileira. Considerado pela crítica como virtuose, o contrabaixista e compositor paulistano acompanhou artistas como Rosa Passos, Badi Assad, Oswaldinho do Acordeon, MPB4, Jair Rodrigues, Zé Menezes, Fernanda Porto, Caito Marcondes, Mario Manga, Chico Saraiva, Fabio Torres, Nuno Mindelis, Hector Costita, Henri Greindl, Felix Astor, John Hollenbeck, entre outros. Em seu mais recente trabalho intitulado Una, são apresentas composições sofisticadas de música brasileira instrumental que contou com a presença de renomados artistas da MPB como João Donato, Chico Pinheiro, Léa Freire, Lulinha Alencar, Arismar do Espírito Santo, Tatiana Parra, Renato Consorte, Gil Reyes, entre tantos.
 
Dia 05 de Abril - 21h
Marquinho Mendonça e Banda em Órbita - Participação de Laércio Ilhabela - Compositor, multi-instrumentista e arranjador, graduou-se guitarrista pela Musician Institute de Los Angeles. Possui grande influência da música popular e regional brasileira. Fundador da Banda Mafuá, já realizou trabalhos ao lado de grandes músicos como Vanessa da Mata, Tião Carvalho, Renato Anesi, Dominguinhos, Alceu Valença, Elba Ramalho, Tom Zé e Yamandu Costa. Possui dois discos autorias lançados, Filosofolia e Tempo Templo, que contou com as participações Zé Menezes, Filó Machado, Proveta, Naná Vasconcelos, Oswaldinho do acordeom, Renato Brás, Toninho Ferraguti e vários outros mestres da música brasileira.
 
Dia 05 de Abril - 23h
Tuto Ferraz Funky Jazz Machine - Tuto Ferraz, criador e líder da Grooveria, lança agora seu projeto solo: Tuto Ferraz Funky Jazz Machine. Nesse primeiro disco ele apresenta um trabalho 100% autoral, gravado ao vivo em seu estúdio. O resultado remete às raízes de Tuto, que teve seu primeiro contato com o jazz ainda na infância. “Para mim, o creme do creme do jazz é aquele do final dos anos 50, começo dos anos 60”, comenta.
 
Dia 06 de Abril - 18h
Duo Alessandro Penezzi e Alexandre Ribeiro - O violonista Alessandro Penezzi e o clarinetista Alexandre Ribeiro possuem uma rara e complexa intimidade musical, que vai além da fluência da linguagem musical e suas interpretações ímpares. A amizade atravessou as fronteiras e de forma muito natural surgiu à idéia do projeto “Cordas ao Vento” (1º CD do Duo), com o qual realizaram turnês no Brasil e exterior. E após uma belíssima apresentação na Holanda, que surgiu um novo álbum, “Ao Vivo na Bimhuis – Amsterdam”.

A Caravana Brasil Instrumental conta com o patrocínio da SETAL Óleo e Gás, através da lei Rouanet, realização da Pôr do Som Produções Culturais, Ministério da Cultura ao lado da Prefeitura Municipal de Ilhabela.

Próximas cidades
18 a 20/04 - São Luiz do Paraitinga,
01 a 03/05 - Caraguatatuba
15 a 18/05 - Mogi das Cruzes
17 a 20/07 - Botucatu

 

publicado por o editor às 23:23
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Edufba convida para o primeiro lançamento coletivo de 2014

 

Edufba realiza o primeiro lançamento coletivo de 2014



         A Editora da Universidade Federal da Bahia (EDUFBA) realiza o primeiro Lançamento Coletivo de 2014. O evento acontece no dia 09 de abril, no teatro Martim Gonçalves da UFBA, Campus do Canela, em Salvador. Na ocasião, os autores recebem o público – que pode adquirir os livros com preços promocionais – para sessão de autógrafos.

         O Lançamento Coletivo EDUFBA – Abril de 2014 apresenta
14
obras de diferentes áreas do conhecimento, como Teatro e Educação. O objetivo é realizar um intercâmbio entre os diferentes campos de estudos do âmbito universitário e tornar a produção acadêmica mais acessível.



Conheça os livros que integram o Lançamento Coletivo EDUFBA – Abril 2014:



Uma escola sem/com futuro: educação e multimídia

Nelson Pretto

Destinado aos interessados nas áreas de educação, comunicação e tecnologia, o livro, originado da tese de doutorado do autor defendida ainda em 1994, tem como objetivo estimular o pensamento sobre as mudanças que ocorreram e ainda ocorrem no âmbito escolar, promovendo a necessidade de ver a escola com outros olhos “e outro coração”. Publicado anteriormente pela Papirus, cumpre agora uma nova trajetória, sendo disponibilizado, também, em acesso aberto.

Preço especial de lançamento: R$ 30,00



Dicionário crítico das ciências sociais dos países de fala oficial portuguesa

Livio Sansone e Cláudio Furtado (Org.)

O objetivo deste livro é discutir temas de relevância social, econômica, política e sociocultural transversais aos países falantes de língua portuguesa na África, América Latina e Europa. Deste modo, a obra engloba vários elementos no intuito de fomentar a reflexão para uma introdução ao pensamento social em língua portuguesa.

Preço especial de lançamento: R$ 50,00



Educação básica na Bahia: das políticas ao cotidiano da escola

Robinson Moreira Tenório e Rosilda Arruda Ferreira (Org.)

O livro, dividido em três partes, apresenta reflexões sobre o contexto de surgimento das avalia­ções em larga escala na educação básica, bem como as principais avaliações implementadas, reflexões sobre fi­nalidades e apropriação das avaliações, processos e limites da tomada de decisão para a melhoria da qualidade do ensino, e sobre a im­portância e desafios do uso das avaliações para a tomada de decisão.

Preço especial de lançamento: R$ 45,00



Estudos sobre preconceito e inclusão educacional

Luciene Maria da Silva e Jaciete Barbosa dos Santos (Org.)

O tema inclusão educacional, é apresentado nesta obra, que está dividida em relatos de quatro pesquisas que investigaram: o grau de inclusão de uma escola; as intensas manifestações de preconceito determinadas por processos internos e externos à universidade que produzem condições desfavoráveis à formação de qualquer estudante, com ou sem deficiência; a implantação das Salas de Recursos Multifuncionais e o Atendimento Educacional Especializado oferecido em duas escolas da rede pública estadual da cidade de Salvador; e a incidência e o impacto do preconceito no processo de inclusão das pessoas com deficiência na rede regular de ensino, a partir da percepção das mães.

Preço especial de lançamento: R$ 25,00



O itinerário de Betty Coelho: histórias que correm no corpo

Maria Antônia Ramos Coutinho

A obra tenta compreender as relações entre cultura escrita e cultura oral em situações heterogêneas e conflitantes, socioeconômica e culturalmente, a partir do exemplo da contadora de histórias baiana Betty Coelho, a quem a autora também presta uma homenagem neste livro. Betty Coelho, além de ter formado contadores de histórias na Bahia e em outros locais, inaugurou paradigmas culturais a partir da contação de histórias.

Preço especial de lançamento: R$ 28,00



Tempo de dramaturgias

Raimundo Matos de Leão e Cássia Lopes (Org.)

A dramaturgia é um objeto em permanente mutação. A obra reúne diversos textos que abordam o tema dramaturgia no contexto brasileiro e além desse território, numa abordagem de cruzamento entre o passado e o presente.

Preço especial de lançamento: R$ 30,00



Verdade e linguagem em Nietzsche

Márcio José Silveira e André Luís Mota Itaparica (Org.)

Os autores buscam mostrar, no livro, a diversidade e multiplicidade possíveis que o estudo da relação entre verdade e linguagem na obra de Nietzsche permite. Ao mesmo tempo, debatem a questão da centralidade do problema na obra do filósofo alemão como um todo. Os autores permeiam questões relacionadas à linguagem, gramática, perspectiva retórica, metafísica, vida e outras questões filosóficas.

Preço especial de lançamento: R$ 20,00



ANONYMOUS BRASIL: Poder e resistência na sociedade de controle

Murilo Bansi Machado

O objeto de pesquisa deste trabalho é a rede hacktivista autointitulada Anonymous. Fruto de uma dissertação de mestrado, o livro apresenta e descreve outra forma de participação política, identificada com a chamada “sociedade de controle”, para tratar de uma das expressões de um novo ativismo político: o ativismo hacker. Seu principal objetivo é verificar como os Anonymous se engajam politicamente, tendo em vista a perspectiva segundo a qual o hacktivismo se configura como uma forma de resistência política no contexto das sociedades de controle.

Preço especial de lançamento: R$ 20,00



Consciência, imaginário e punição na Europa Moderna: ensaios em homenagem a Katia M. de Queirós Mattoso

Evergton Sales Souza (Org.)

O livro traz uma análise sobre o conjunto da obra, sobretudo a historiográfica, de Katia de Queirós Mattoso. São expostas algumas pers­pectivas historiográficas nas re­flexões sobre a Europa de fins da Idade Média e início da Idade Moderna, especialmente, acerca de problemas ligados à consciência e questões relativas ao papel do imaginário na história, ou da violência que surge nas sociedades europeias em diferentes contextos.

Preço especial de lançamento: R$ 20,00



Práticas interacionais em rede

José Carlos Ribeiro, Thais Miranda, Ana Terse Soares (Org.)

A obra analisa o crescimento de práticas interacionais estabelecidas e possibilitadas por redes eletrônicas digitais, as experiências vividas, presenciadas cotidianamente através de trocas de mensagens instantâneas em dispositivos móveis de comunicação, de postagens realizadas em sites de redes sociais, de imagens que circulam em ambientes de comunicação digital, dentre outros.

Preço especial de lançamento: R$ 30,00



Uma experiência inovadora no Ensino Superior: Bacharelado Interdisciplinar em Saúde

Maria Thereza Ávila Dantas Coelho e Carmen Fontes Teixeira (Org.)

O livro reúne informações desde o processo de implantação do BI Saúde e de construção do curso, até uma análise do contexto institucional em que surgiu a proposta de criação dos cursos de Bacharelado Interdisciplinar na UFBA. Organizado em três partes e quinze capítulos, a obra traz reflexões que sistematizam experiências pedagógicas realizadas em salas de aula e além delas.

Preço especial de lançamento: R$ 30,00



A Casa das mulheres n’outro terreiro: famílias matriarcais em Salvador

Maria Gabriela Hita

A obra resulta de pesquisas realizadas no bairro Nordeste de Amaralina, entre os anos de 1992 e 2003, em duas extensas redes de parentesco matriarcais chefiadas por duas avós e gira em torno de relações que expressão a díade Mãe-Filhos.  A autora narra minuciosamente a história de duas senhoras afrodescendentes convidando o leitor a acompanhar cada trajetória da vida das personagens reais que integram o livro, mostrando as duras condições estruturais enfrentadas, desde a lenta ascensão socioeconômica dessas famílias que passam por obstáculos de viuvez, desemprego e violência doméstica até a criatividade das estratégias forjadas para enfrentá-las como o amor, a raiva, a luta, e a esperança.

Preço especial de lançamento: R$ 48,00



A cidade poli(multi)nucleada: a reestruturação do espaço urbano em Salvador

Janio Laurentino de Jesus Santos

Este livro tem como objetivo analisar os processos de estruturação e reestruturação urbana e das cidades, com base nos dados e informações sobre Salvador. Nela, procura-se evidenciar uma fase do capitalismo contemporâneo, que é marcada por uma nova complexidade no processo de urbanização e revelada pela análise da contradição entre a produção dos espaços de consumo e o consumo do/no espaço.

Preço especial de lançamento: R$ 30,00



Dicionário etimológico do português arcaico

Américo Venâncio Lopes Machado Filho

O objetivo da obra é levar o leitor a explorar informações de natureza etimológica do português arcaico para que este conheça o significado das palavras que foram modificadas ao longo do tempo. O dicionário é de suma importância para o conhecimento sobre o processo de evolução e o entendimento da nossa língua, padrão que há poucos anos sofreu algumas atualizações.

Preço especial de lançamento: R$ 50,00



Serviço

O que: Lançamento Coletivo Edufba – Abril 2014

Quando: 09 de dezembro, quarta-feira, das 17h

Onde: Teatro Martim Gonçalves da UFBA, (Campus do Canela, Rua Araújo Pinho, n 292- Canela - Salvador, Bahia)

Quanto: entrada gratuita

publicado por o editor às 23:22
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Fernanda Takai lança clipe com Samuel Rosa

 

  
Dois grandes artistas da música nacional, Fernanda Takai e Samuel Rosa, se encontraram para cantar a música “Pra Curar Essa Dor”. A canção é do disco “Na Medida do Impossível”, quarto trabalho solo da vocalista do Pato Fu, que chega na próxima semana às lojas pela Deck. E nessa semana, Takai disponibiliza na internet o clipe dessa faixa https://www.youtube.com/watch?v=OprMsRlHFBE, dirigido por Eduardo Zunza.
As imagens mostram os dois no estúdio 128 Japs (Belo Horizonte) durante as gravações do álbum. A música é uma versão para “Heal the Pain”, de George Michael, escrita por John Ulhoa, que também assina a produção de “Na Medida do Impossível”. Em seus 22 anos de carreira, essa é a primeira vez que Fernanda canta com Samuel e conta que pensou no convite por querer gravar essa música com um 'super astro pop guitar hero brasileiro gente boa'.
Mais informações: http://deckdisc.com.br/

 

publicado por o editor às 23:20
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Professores da Fafich lançam na PUC Minas livro sobre eleições e comunicação política

 



O livro Comportamento eleitoral e comunicação política na América Latina: o eleitor latino-americano, organizado pelos professores Helcimara Telles (Fafich/UFMG) e Alejandro Moreno, presidente da World Association for Public Opinion Research (Wapor)., será lançado no próximo dia 28, sexta-feira, na PUC Minas. O evento terá início às 9h no auditório 1, localizado no prédio 4 do campus Coração Eucarístico.

Durante o evento de lançamento, haverá também debate entre os autores, mediado pelo professor da PUC Malco Camargos. A obra analisa as recentes democracias latino-americanas e o complexo arranjo institucional constituído pelos governos destes países, comparando características de comportamento eleitoral e comunicação política no Brasil com a situação de seus vizinhos.

O livro será vendido e autografado no local. Outras informações podem ser obtidas pelo telefone 3319-4978 ou pelo endereço nesp@pucminas.br.

 

publicado por o editor às 23:19
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Dama do grafiti carioca, Anarkia Boladona, participa do "Dia do Graffiti no Bixiga" dia 30 /03

Grafiteiros de São Paulo invadem o “Dia do Graffiti no Bixiga” para pintar mural

Evento traz a dama do grafiti carioca, Anarkia Boladona, como convidada.
Nesse domingo (30), o bairro do Bixiga recebe a 8ª edição do “Dia do Graffiti no Bixiga”. O evento conta com a participação de grandes nomes do grafiti paulistano, como: Prozak, Simone Siss, Cesar Profeta, Titi Camelós, 9Polar e Celso Gitahy. Além desses artistas, a famosa dama do grafiti carioca, Anarkia Boladona (Panmela Castro), participa como convidada especial.
O tradicional mural de 12m X 7m, localizado na rua Santo Antônio, ganha nova roupagem, através do trabalho coletivo desses artistas. A curadoria artística é do artista plástico Celso Gitahy.
Programação do “Dia do Graffiti no Bixiga”:
12h – inicio da pintura do mural
13h – Capoeiras da Bela Vista
14h – Escola de Samba Vai–Vai
15h - Sarau Suburbano Convicto
16h – Novolhar Break

16h30 – MC Sombra
18h – Zebrabeat (Pará)
19h – Bixiga 70
21h - Festa no Mundo Pensante com Nomade Orquestra


Discotecagem: DJs Paulão e Ramiro Z
Mestre de Cerimônia: Tubarão
Local: Rua Treze de Maio, 70 - Bixiga, SP
Data: 30 de março
Preço: Grátis (evento na rua)  / Festa na Mundo Pensante  R$10
Informações: diadograffitinobixiga.wordpress.com

Apoio:
Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, Estúdio Traquitana, Verdura Produções, Stencil Brasil, Mundo Pensante, DGT Filmes, Sarau Suburbano, Bixiga 70, Escola de Samba Vai-Vai, , Casa do Mestre Ananias e Capoeiras da Bela Vista, Mc Sombra, Zebrabeat Afro-Amazônia Orquestra, Nomade Orquestra, MZK, Tubarão, DJs Paulão e Ramiro Z, Centro de Memória do Bixiga, Cantina Conchetta, Coletivo SoulArt, Colex, Ação Educativa e Novolhar.
publicado por o editor às 23:18
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Árabes pela paz: Embaixador homenageado em Dia da Comunidade

 

 


Durante evento da Câmara Árabe, que contará com um páreo de cavalos árabes, Paulo Cordeiro será condecorado por sua atuação nas negociações entre Palestina e Israel

São Paulo, 27 de março de 2014 – A Câmara de Comércio Árabe-Brasileira vai homenagear o embaixador Paulo Cordeiro de Andrade Pinto - subsecretário-geral político para a África e Oriente Médio, do Ministério das Relações Exteriores do Brasil - durante evento comemorativo ao Dia da Comunidade Árabe no Brasil, a ser realizado, na próxima segunda-feira, dia 31, no Jockey Club de São Paulo. Por sua atuação de destaque nas negociações de paz entre Israel e Palestina, o diplomata brasileiro receberá a homenagem “Personalidade Câmara Árabe”.
“Entre outras condecorações, o embaixador Paulo Cordeiro já foi homenageado, anteriormente, com a ‘Medalha do Pacificador’, concedida pelo governo brasileiro a personalidades que tiveram destaque em ações de paz”, afirmou o secretário-geral da Câmara Árabe, Michel Alaby.
Natural de Salvador (BA), o diplomata também presidiu, em 2009, a Comissão de Assuntos Administrativos e Orçamento do Organismo para a Proscrição das Armas Nucleares na América Latina e no Caribe (OPANAL), na Cidade do México (México). Dois anos antes, foi o representante brasileiro na Conferência de Alto Nível sobre Operações de Paz Multidimencionais e Integradas (Oslo, Noruega).
ONU

Em 1997, participou de missão junto à Organização Mundial das Nações Unidas - ONU, em Nova York, como conselheiro. Outras das condecorações que recebeu foram: a Medalha Jubileu de Ouro da Vitória na Segunda Guerra Mundial, a Ordem de Rio Branco - Grã Cruz e a Ordem do Mérito da Defesa - Grande Oficial.
Formado em História pelo Centro de Ensino Unificado de Brasília (DF), em 2006, assumiu posto de ministro de Primeira Classe. Também já foi condecorado, em 2012, com a Ordem do Mérito Naval - Grande Oficial e, em momentos distintos, atuou como presidente honorário da Câmara de Comércio Brasil-Canadá (Toronto), bem como ocupou o cardo de embaixador do Brasil na Embaixada em Ottawa, entre outros.
Para completar a programação do evento, a grande atração desta edição do evento – promovido anualmente pela Câmara de Comércio Árabe-Brasileira – será um páreo especial de cavalos árabes, no qual o jóquei vencedor também será homenageado com a entrega de um troféu exclusivo encomendado especialmente para a ocasião.
 
Data: Próxima segunda-feira, 31/3
Horário: A partir das 19 horas
Local: Jockey Club de São Paulo | Páreo às 20h30
Endereço: Avenida Lineu de Paula Machado, 1263 | Entrada principal - Salão Luiz Nazareno
 
Sobre a Câmara de Comércio Árabe-Brasileira
A Câmara de Comércio Árabe-Brasileira representa 22 países árabes, foi fundada em 1952 e tem como missão aproximar comercialmente o Brasil dos países árabes, incrementando intercâmbios culturais e turísticos entre árabes e brasileiros. A entidade oferece diversos serviços, como certificação de documentos, informações de mercado, traduções, realiza eventos e workshops. Disponibiliza, também, o Espaço do Conhecimento Comercial, um centro de referência para pesquisas das relações entre o Brasil e os países árabes.

 

publicado por o editor às 23:16
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