Quarta-feira, 23 de Abril de 2014

O Misfits, um dos maiores ícones do punk rock mundial

 

O Misfits, um dos maiores ícones do punk rock mundial, já está no Brasil para mais uma série de apresentações. O show que encerra está nova passagem pelo país, acontece neste domingo (27/04), no Espaço Victory, em São Paulo. M
Misfits encerra tour neste domingo em SP



A lendária banda norte-americana Misfits já está em turnê pelo Brasil. Jerry Only (baixo/vocal), Dez Cadena (guitarra) e Eric "Chupacabra" Arce (bateria) iniciaram a sua nova passagem pelo país, no último sábado (19/04), em Vitória (ES) e ontem tocaram no Rio de Janeiro.

O grupo, que neste momento, está promovendo o álbum “Misfits The Devil's Rain”, possui uma extraordinária carreira com milhões de discos vendidos ao redor do Mundo. O show que encerra está excursão pelo país, acontece, neste domingo (27/04), no Espaço Victory, em São Paulo. Os ingressos para esta performance continuam à venda pelo site www.ticketbrasil.com.br. Mais informações no serviço abaixo.

Donos de uma imensurável lista de hits representada por "Dig Up Her Bones", "Die, Die, My Darling", "Last Caress", "Skulls", "American Psycho", "Where Eagles Dare", "Hybrid Moments", "Skulls", "Astro Zombies" e vários álbuns que se tornaram clássicos, o Misfits geralmente apresenta um repertório extenso, relembrando todas as fases de sua invejável carreira. A performance na capital fluminense, ficou marcada pela execução de 40 músicas. Confira o set list em http://bit.ly/1i7w2p8.

Formada em 1977, o grupo é precursor do “horror punk” e é influência para diversos importantes nomes do rock/metal como Metallica, Guns ‘N Roses, Ramones, Megadeth, Slayer, Black Flag, entre outros. O nome foi tirado do último filme da atriz Marilyn Monroe, The Misfits, e com suas letras pesadas falam sobre corações arrasados, violência e histórias de horror ficaram famosos e conquistaram muitos fãs.

Links relacionados:
http://www.misfits.com
https://twitter.com/themisfits
https://www.facebook.com/Misfits
http://www.sobcontrole.org/agencia
http://www.theultimatemusic.com

Serviço São Paulo
Agência Sob Controle e Top Link Music orgulhosamente apresentam Misfits
Dia: 27 de abril de 2014 – Domingo
Horário: 19h
Banda de abertura: Zumbis do Espaço e Wishcraftt
Abertura da casa: 2h00 antes do início do espetáculo
Local: Espaço Victory
End: Rua Major Ângelo Zanchi, 825 - ao lado do Metrô Penha

Valores Ingressos:
1° lote: R$70,00 (promocional e estudantes)
2° lote: R$90,00 (promocional e estudantes)

Ingressos online: www.ticketbrasil.com.br

Pontos de Venda (ingressos nas lojas disponíveis a partir de 05/01/2014)
Galeria do Rock: Loja 255 – 1° andar | 11 33616951
Santo André - Metal CDs: (11) 4994.7565 – R. Dr. Elisa Flaquer, 184

Capacidade: 4.000 lugares
Censura: 14 anos (desacompanhados). Menores dessa idade somente acompanhados dos pais ou responsáveis.
Duração: Aproximadamente 1h30
Abertura da Casa: 2h antes do espetáculo
Estacionamento: ao lado da casa
Acesso para deficientes físicos

 

publicado por o editor às 22:39
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Obituary se apresenta no Clash Club dia 27 de abril

 

 

No dia 27 de abril (domingo), o Clash recebe a lenda do death metal mundial, Obituary. A única apresentação em São Paulo faz parte da turnê “Classic Set-list Take Over”, que além da capital paulista, passa também pelo Rio de Janeiro, Salvador e Olinda.

Formado na Flórida (USA), o Obituary é um dos maiores responsáveis pela consolidação do death metal nos Estados Unidos nos anos 90, ao lado de grupos como Death, Morbid Angel, Cannibal Corpse e Deicide. A proposta da tour “Classic Set-list Take Over” é levar os fãs de volta à essa época de ouro do movimento death metal, revisando seus três primeiros álbuns, “Slowly We Rot” (1989), “Cause of Death” (1990), considerado um clássico seminal no gênero, e “The End Complete” (1992).
O Obituary é formado atualmente por John Tardy (vocal), Donald Tardy (bateria), Trevor Peres (guitarra), Kenny Andrews (guitarra) e Terry Butler (baixo). A banda está trabalhando num novo álbum, que tem lançamento previsto para o final de 2014.
A abertura do show fica por conta das bandas Genocídio e Krow.
Serviço
Show: Obituary
Abertura: Genocídio e Krow
Local: Clash Club - Rua Barra Funda, 969 - Barra Funda - São Paulo/SP
Data: 27 de abril (domingo)
Horário: 20h
Abertura da casa: 17h
Ingressos Antecipados:
- Pista
R$70 (meia entrada) / R$80 (promocional)
- Camarote
R$140 (meia entrada) / R$160 (promocional)
Pontos de venda:
Galeria do Rock - Rua 24 de Maio, 62 - Centro - São Paulo/SP
(Mutilation - Loja 370 - Telefone: (11) 3222-8253 e Moshi Moshi - Loja 354 - Telefone: (11) 3331-1073)
Rock'n'Roll Burger - Rua Augusta, 538 - São Paulo/SP - Telefone (11) 3255-0351
Loja Ratus - Rua Dona Elisa Flaquer, 286 - Santo André/SP - Telefone (11) 4990-5163
Venda online: https://ticketbrasil.com.br/show/obituary-sp/
Capacidade: 500 pessoas
Censura: 16 anos
Informações: www.clashclub.com.br/ / Tel: (11) 3661-1500
Estacionamento: R$20
Sobre o Clash Club:
Localizado na Barra Funda em um antigo galpão da década de 30, o Clash Club foi inaugurado em março de 2007 e, ao longo dos anos, se firmou como uma das principais casas noturnas de São Paulo, com espaço para shows dos mais variados estilos de grandes artistas nacionais e internacionais. Já passaram pelo clube mais de 1.500 artistas, tocando para aproximadamente 1 milhão de pessoas nas festas e shows realizados. Recém reformado, o Clash ganhou ar de reinauguração, desde a remodelação da entrada e saída, do mezanino, novos sistema de ar condicionado, camarotes com banheiros exclusivos e outros bares internos.

 

publicado por o editor às 22:37
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Kataklysm estréia nesta sexta-feira em SP

 



O Kataklysm, um dos grupos mais respeitados do thrash/death metal mundial, faz apresentação de estréia no Brasil, nesta sexta-feira (25/04), no tradicional Hangar 110, em São Paulo. Esta é a primeira turnê do grupo pelo país em 23 anos de carreira. Ainda há ingressos. Mais informações abaixo.

Ainda há ingressos à venda para esta histórica apresentação – foto: divulgação

Foram necessários 23 anos para que a banda canadense Kataklys finalmente desembarcasse no Brasil. Considerado um dos nomes mais respeitados do thrash/death metal mundial, o grupo faz show de estréia na América do Sul, nesta sexta-feira (25/04), no tradicional Hangar 110, em São Paulo.

Após uma longa excursão pela Europa e América do Norte, Maurizio Iacono (vocal), Jean-Francois Dagenais (guitarra), Stephane Barbe (baixo) e Oli Beaudoin (bateria) chegam ao país com a turnê promocional do elogiado álbum “Waiting for the End to Come”. Inclusive Maurizio Iacono enviou recado aos fãs. Confira em https://www.youtube.com/watch?v=MIJD5LM6feE&hd=1.

Os ingressos continuam à venda e custam de R$60,00 (meia – 1° lote) e R$80,00 (promocional com 1kg de alimento – 1° lote) e podem ser adquiridas na Loja 255 (Galeria do Rock) ou pela internet, através do site www.hangar110.com.br.

Confira algumas novas faixas abaixo:
Elevate: http://www.youtube.com/watch?v=g7Yw1jYMptI
Kill The Elite: http://www.youtube.com/watch?v=dNgKyNkBVqk
Like Animals: http://www.youtube.com/watch?v=zZJVhwgI7-o
Waiting For The End To Come - Part I: http://www.youtube.com/watch?v=XJLS2OXFDQA
Waiting For The End To Come - Part II: http://www.youtube.com/watch?v=kvd1qBQqYFA
Waiting For The End To Come - Part III: http://www.youtube.com/watch?v=5XmPxczBaJY

Links relacionados:
http://www.facebook.com/kataklysm
http://www.twitter.com/kataklysmband
https://www.facebook.com/damarproductions
https://www.facebook.com/UltimateMusicPR

Serviço São Paulo
Damar Productions, Hangar 110 e Fusa Records apresentam Kataklysm
Dia: 25 de abril de 2014
Local: Hangar 110
End: Rua Rodolfo Miranda, 110 – ao lado do Metrô Armênia
Hora: 20h (open door) | 21h: In Torment | 22h: Kataklysm
Ingressos
1° Lote: R$60,00 (meia) | R$80,00 (promocional com 1kg de alimento)
2° Lote: R$70,00 (meia) | R$90,00 (promocional com 1kg de alimento)
Ponto de venda: Loja 255 - Galeria do Rock

 

publicado por o editor às 22:35
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Gabriel Garcia Marques

 

 

   

 

1967 latinoamericano: o Gabo e o Che

A notícia mais importante da sua vida não foi a dolorosa notícia de ontem, nem tampouco o Premio Nobel de 1982, mas o lançamento de Cem Anos de Solidão, em 1967

por Emir Sader


O Gabo sempre gostava de reiterar que, como jornalista – profissão que ele sempre reivindicou como a sua – a maior frustração que ele teria seria não poder dar a notícia mais importante da sua vida. Mas a verdade é que a notícia mais importante da sua vida não foi a dolorosa notícia de ontem, nem tampouco o glorioso Premio Nobel de 1982, mas o lançamento de Cem Anos de Solidão, em 1967.

O século XX foi o primeiro século em que a América Latina teve um protagonismo mundial. Iniciado, politicamente, com o massacre dos mineiros na Escola de Santa Maria de Iquique, em 1907 e, 3 anos mais tarde, com a Revolução Mexicana, se anunciava que seria um século de revoluções e contrarrevoluções no continente. O marco definitivo dessa trajetória viria com a Revolução Cubana de 1959.

Mas 1967 foi um ano simbolicamente determinante para a história latino-americana e para sua projeção mundial. É o ano da publicação da obra mais importante da nossa literatura,
Cem Anos de Solidão, mas também porque é o ano da morte do Che.

Uma, a maior obra prima da literatura latino-americana, outro, o personagem cujo gesto o levou a ser a imagem mais reproduzida no mundo.

Não há ninguém que tenha lido
Cem Anos de Solidão e que não se lembre das circunstâncias – onde, quando, com quem, em que edição – leu pela primeira vez o livro. Como não há ninguém que tenha vivido naquele não tão longínquo 1967, que não se lembre quando, onde, com quem, soube da noticia dolorosamente certa da morte do Che.

O discurso do Gabo ao receber o Nobel de Literatura é a mais notável reivindicação da América Latina. Ali, ele afirma que, da mesma forma se reconhece ao nosso continente sua criatividade, sua originalidade e sua criatividade nas artes, se deve deixar de tentar impor-nos  projetos políticos desde fora, deixando-nos exercer, da mesma maneira, nos caminhos da nossa história, essa criatividade, essa genialidade e essa originalidade, que nos reconhecem no campo das artes.



A íntegra do discurso


Segue abaixo a íntegra desse discurso, em espanhol, para homenagear Gabo e a lingua que trabalhou durante toda sua vida:


"Antonio Pigafetta, un navegante florentino que acompañó a Magallanes en el primer viaje alrededor del mundo, escribió a su paso por nuestra América meridional una crónica rigurosa que sin embargo parece una aventura de la imaginación. Contó que había visto cerdos con el ombligo en el lomo, y unos pájaros sin patas cuyas hembras empollaban en las espaldas del macho, y otros como alcatraces sin lengua cuyos picos parecían una cuchara. Contó que había visto un engendro animal con cabeza y orejas de mula, cuerpo de camello, patas de ciervo y relincho de caballo. Contó que al primer nativo que encontraron en la Patagonia le pusieron enfrente un espejo, y que aquel gigante enardecido perdió el uso de la razón por el pavor de su propia imagen.
Este libro breve y fascinante, en el cual ya se vislumbran los gérmenes de nuestras novelas de hoy, no es ni mucho menos el testimonio más asombroso de nuestra realidad de aquellos tiempos. Los cronistas de Indias nos legaron otros incontables. Eldorado, nuestro país ilusorio tan codiciado, figuró en mapas numerosos durante largos años, cambiando de lugar y de forma según la fantasía de los cartógrafos. En busca de la fuente de la Eterna Juventud, el mítico Alvar Núñez Cabeza de Vaca exploró durante ocho años el norte de México, en una expedición venática cuyos miembros se comieron unos a otros y sólo llegaron cinco de los 600 que la emprendieron. Uno de los tantos misterios que nunca fueron descifrados, es el de las once mil mulas cargadas con cien libras de oro cada una, que un día salieron del Cuzco para pagar el rescate de Atahualpa y nunca llegaron a su destino. Más tarde, durante la colonia, se vendían en Cartagena de Indias unas gallinas criadas en tierras de aluvión, en cuyas mollejas se encontraban piedrecitas de oro. Este delirio áureo de nuestros fundadores nos persiguió hasta hace poco tiempo. Apenas en el siglo pasado la misión alemana de estudiar la construcción de un ferrocarril interoceánico en el istmo de Panamá, concluyó que el proyecto era viable con la condición de que los rieles no se hicieran de hierro, que era un metal escaso en la región, sino que se hicieran de oro.
La independencia del dominio español no nos puso a salvo de la demencia. El general Antonio López de Santana, que fue tres veces dictador de México, hizo enterrar con funerales magníficos la pierna derecha que había perdido en la llamada Guerra de los Pasteles. El general García Moreno gobernó al Ecuador durante 16 años como un monarca absoluto, y su cadáver fue velado con su uniforme de gala y su coraza de condecoraciones sentado en la silla presidencial. El general Maximiliano Hernández Martínez, el déspota teósofo de El Salvador que hizo exterminar en una matanza bárbara a 30 mil campesinos, había inventado un péndulo para averiguar si los alimentos estaban envenenados, e hizo cubrir con papel rojo el alumbrado público para combatir una epidemia de escarlatina. El monumento al general Francisco Morazán, erigido en la plaza mayor de Tegucigalpa, es en realidad una estatua del mariscal Ney comprada en París en un depósito de esculturas usadas.
Hace once años, uno de los poetas insignes de nuestro tiempo, el chileno Pablo Neruda, iluminó este ámbito con su palabra. En las buenas conciencias de Europa, y a veces también en las malas, han irrumpido desde entonces con más ímpetus que nunca las noticias fantasmales de la América Latina, esa patria inmensa de hombres alucinados y mujeres históricas, cuya terquedad sin fin se confunde con la leyenda. No hemos tenido un instante de sosiego. Un presidente prometeico atrincherado en su palacio en llamas murió peleando solo contra todo un ejército, y dos desastres aéreos sospechosos y nunca esclarecidos segaron la vida de otro de corazón generoso, y la de un militar demócrata que había restaurado la dignidad de su pueblo.


En este lapso ha habido 5 guerras y 17 golpes de estado, y surgió un dictador luciferino que en el nombre de Dios lleva a cabo el primer etnocidio de América Latina en nuestro tiempo. Mientras tanto 20 millones de niños latinoamericanos morían antes de cumplir dos años, que son más de cuantos han nacido en Europa occidental desde 1970. Los desaparecidos por motivos de la represión son casi los 120 mil, que es como si hoy no se supiera dónde están todos los habitantes de la ciudad de Upsala. Numerosas mujeres arrestadas encintas dieron a luz en cárceles argentinas, pero aún se ignora el paradero y la identidad de sus hijos, que fueron dados en adopción clandestina o internados en orfanatos por las autoridades militares. Por no querer que las cosas siguieran así han muerto cerca de 200 mil mujeres y hombres en todo el continente, y más de 100 mil perecieron en tres pequeños y voluntariosos países de la América Central, Nicaragua, El Salvador y Guatemala. Si esto fuera en los Estados Unidos, la cifra proporcional sería de un millón 600 mil muertes violentas en cuatro años.
De Chile, país de tradiciones hospitalarias, ha huido un millón de personas: el 10 por ciento de su población. El Uruguay, una nación minúscula de dos y medio millones de habitantes que se consideraba como el país más civilizado del continente, ha perdido en el destierro a uno de cada cinco ciudadanos. La guerra civil en El Salvador ha causado desde 1979 casi un refugiado cada 20 minutos. El país que se pudiera hacer con todos los exiliados y emigrados forzosos de América Latina, tendría una población más numerosa que Noruega.
Me atrevo a pensar que es esta realidad descomunal, y no sólo su expresión literaria, la que este año ha merecido la atención de la Academia Sueca de las Letras. Una realidad que no es la del papel, sino que vive con nosotros y determina cada instante de nuestras incontables muertes cotidianas, y que sustenta un manantial de creación insaciable, pleno de desdicha y de belleza, del cual éste colombiano errante y nostálgico no es más que una cifra más señalada por la suerte. Poetas y mendigos, músicos y profetas, guerreros y malandrines, todas las criaturas de aquella realidad desaforada hemos tenido que pedirle muy poco a la imaginación, porque el desafío mayor para nosotros ha sido la insuficiencia de los recursos convencionales para hacer creíble nuestra vida. Este es, amigos, el nudo de nuestra soledad.
Pues si estas dificultades nos entorpecen a nosotros, que somos de su esencia, no es difícil entender que los talentos racionales de este lado del mundo, extasiados en la contemplación de sus propias culturas, se hayan quedado sin un método válido para interpretarnos. Es comprensible que insistan en medirnos con la misma vara con que se miden a sí mismos, sin recordar que los estragos de la vida no son iguales para todos, y que la búsqueda de la identidad propia es tan ardua y sangrienta para nosotros como lo fue para ellos. La interpretación de nuestra realidad con esquemas ajenos sólo contribuye a hacernos cada vez más desconocidos, cada vez menos libres, cada vez más solitarios. Tal vez la Europa venerable sería más comprensiva si tratara de vernos en su propio pasado.


Si recordara que Londres necesitó 300 años para construir su primera muralla y otros 300 para tener un obispo, que Roma se debatió en las tinieblas de incertidumbre durante 20 siglos antes de que un rey etrusco la implantara en la historia, y que aún en el siglo XVI los pacíficos suizos de hoy, que nos deleitan con sus quesos mansos y sus relojes impávidos, ensangrentaron a Europa con soldados de fortuna. Aún en el apogeo del Renacimiento, 12 mil lansquenetes a sueldo de los ejércitos imperiales saquearon y devastaron a Roma, y pasaron a cuchillo a ocho mil de sus habitantes.
No pretendo encarnar las ilusiones de Tonio Kröger, cuyos sueños de unión entre un norte casto y un sur apasionado exaltaba Thomas Mann hace 53 años en este lugar. Pero creo que los europeos de espíritu clarificador, los que luchan también aquí por una patria grande más humana y más justa, podrían ayudarnos mejor si revisaran a fondo su manera de vernos. La solidaridad con nuestros sueños no nos haría sentir menos solos, mientras no se concrete con actos de respaldo legítimo a los pueblos que asuman la ilusión de tener una vida propia en el reparto del mundo.
América Latina no quiere ni tiene por qué ser un alfil sin albedrío, ni tiene nada de quimérico que sus designios de independencia y originalidad se conviertan en una aspiración occidental.
No obstante, los progresos de la navegación que han reducido tantas distancias entre nuestras Américas y Europa, parecen haber aumentado en cambio nuestra distancia cultural. ¿Por qué la originalidad que se nos admite sin reservas en la literatura se nos niega con toda clase de suspicacias en nuestras tentativas tan difíciles de cambio social? ¿Por qué pensar que la justicia social que los europeos de avanzada tratan de imponer en sus países no puede ser también un objetivo latinoamericano con métodos distintos en condiciones diferentes? No: la violencia y el dolor desmesurados de nuestra historia son el resultado de injusticias seculares y amarguras sin cuento, y no una confabulación urdida a 3 mil leguas de nuestra casa. Pero muchos dirigentes y pensadores europeos lo han creído, con el infantilismo de los abuelos que olvidaron las locuras fructíferas de su juventud, como si no fuera posible otro destino que vivir a merced de los dos grandes dueños del mundo. Este es, amigos, el tamaño de nuestra soledad.
Sin embargo, frente a la opresión, el saqueo y el abandono, nuestra respuesta es la vida. Ni los diluvios ni las pestes, ni las hambrunas ni los cataclismos, ni siquiera las guerras eternas a través de los siglos y los siglos han conseguido reducir la ventaja tenaz de la vida sobre la muerte. Una ventaja que aumenta y se acelera: cada año hay 74 millones más de nacimientos que de defunciones, una cantidad de vivos nuevos como para aumentar siete veces cada año la población de Nueva York. La mayoría de ellos nacen en los países con menos recursos, y entre éstos, por supuesto, los de América Latina. En cambio, los países más prósperos han logrado acumular suficiente poder de destrucción como para aniquilar cien veces no sólo a todos los seres humanos que han existido hasta hoy, sino la totalidad de los seres vivos que han pasado por este planeta de infortunios.
Un día como el de hoy, mi maestro William Faulkner dijo en este lugar: «Me niego a admitir el fin del hombre». No me sentiría digno de ocupar este sitio que fue suyo si no tuviera la conciencia plena de que por primera vez desde los orígenes de la humanidad, el desastre colosal que él se negaba a admitir hace 32 años es ahora nada más que una simple posibilidad científica. Ante esta realidad sobrecogedora que a través de todo el tiempo humano debió de parecer una utopía, los inventores de fábulas que todo lo creemos, nos sentimos con el derecho de creer que todavía no es demasiado tarde para emprender la creación de la utopía contraria. Una nueva y arrasadora utopía de la vida, donde nadie pueda decidir por otros hasta la forma de morir, donde de veras sea cierto el amor y sea posible la felicidad, y donde las estirpes condenadas a cien años de soledad tengan por fin y para siempre una segunda oportunidad sobre la tierra.
Agradezco a la Academia de Letras de Suecia el que me haya distinguido con un premio que me coloca junto a muchos de quienes orientaron y enriquecieron mis años de lector y de cotidiano celebrante de ese delirio sin apelación que es el oficio de escribir. Sus nombres y sus obras se me presentan hoy como sombras tutelares, pero también como el compromiso, a menudo agobiante, que se adquiere con este honor. Un duro honor que en ellos me pareció de simple justicia, pero que en mí entiendo como una más de esas lecciones con las que suele sorprendernos el destino, y que hacen más evidente nuestra condición de juguetes de un azar indescifrable, cuya única y desoladora recompensa, suelen ser, la mayoría de las veces, la incomprensión y el olvido.
Es por ello apenas natural que me interrogara, allá en ese trasfondo secreto en donde solemos trasegar con las verdades más esenciales que conforman nuestra identidad, cuál ha sido el sustento constante de mi obra, qué pudo haber llamado la atención de una manera tan comprometedora a este tribunal de árbitros tan severos. Confieso sin falsas modestias que no me ha sido fácil encontrar la razón, pero quiero creer que ha sido la misma que yo hubiera deseado. Quiero creer, amigos, que este es, una vez más, un homenaje que se rinde a la poesía. A la poesía por cuya virtud el inventario abrumador de las naves que numeró en su Iliada el viejo Homero está visitado por un viento que las empuja a navegar con su presteza intemporal y alucinada. La poesía que sostiene, en el delgado andamiaje de los tercetos del Dante, toda la fábrica densa y colosal de la Edad Media. La poesía que con tan milagrosa totalidad rescata a nuestra América en las Alturas de Machu Pichu de Pablo Neruda el grande, el más grande, y donde destilan su tristeza milenaria nuestros mejores sueños sin salida. La poesía, en fin, esa energía secreta de la vida cotidiana, que cuece los garbanzos en la cocina, y contagia el amor y repite las imágenes en los espejos.
En cada línea que escribo trato siempre, con mayor o menor fortuna, de invocar los espíritus esquivos de la poesía, y trato de dejar en cada palabra el testimonio de mi devoción por sus virtudes de adivinación, y por su permanente victoria contra los sordos poderes de la muerte. El premio que acabo de recibir lo entiendo, con toda humildad, como la consoladora revelación de que mi intento no ha sido en vano. Es por eso que invito a todos ustedes a brindar por lo que un gran poeta de nuestras Américas, Luis Cardoza y Aragón, ha definido como la única prueba concreta de la existencia del hombre: la poesía.
Muchas gracias.

 

publicado por o editor às 22:28
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Real Estate lança novo clipe

 


 
Grande parceira da Deck, a gravadora Domino lança hoje o novo clipe da banda norte americana Real Estate. O vídeo da música “Crime” foi dirigido pelo comediante Tom Scharpling e é estrelado pelo ator Andy Daly. Nas imagens, a banda de New Jersey (EUA) aparece tocando enquanto uma série de eventos, previamente narrados pelo diretor mercenário interpretado por Daly, acontecem.
A música é o novo single de “Atlas”, terceiro álbum de estúdio do grupo de New Jersey, lançado esse ano pela Domino. Muito elogiada pela crítica especializada, a Real Estate traz um ritmo que combina o rock psicodélico, o pop e o indie.
Para assistir acesse: http://www.funnyordie.com/videos/2aef8dcd7b/real-estate-crime

 

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Pack e Credo

 

Pack e Credo são grafiteiros de São Paulo e entre dezembro e janeiro fizeram uma Tour, de carro, passando pelo sul do Brasil (Curitiba, Florianópolis, Criciuma, Porto Alegre, Santa Maria e Uruguaiana), pela Argentina (Buenos Aires e La Plata) e Uruguai (Colonia del Sacramento, Montevideo e Punta del Este), pintando painéis junto aos artistas locais.

A data de saida da cidade natal foi 14 de dezembro, sendo que percorreram mais de 6000 km, em 11 cidades de 3 países, retornando por volta do dia 13 de janeiro.


A viagem foi paga principalmente pela venda das camisetas criadas pelos artistas como forma de financiamento colaborativo, além da permuta de graffiti pela estadia em hostels e de hospedagens solidárias.


O registro de todo o processo foi feito por Patricia Santos Toledo, esposa do Pack, que os acompanhou na viagem. O material de fotos e vídeos coletados servirão para a criação de um documentário, Livro-DVD, diagramado por Eve14 e editado por Dona Glória Studio Art Motion, à ser lançado em todas as cidades por onde a tour passou. E que além de conter o registro das pinturas e das experiências vividas nessa primeira viagem internacional do trio, apresentará os diários de bordo com relatos pessoais, entrevista com os artistas locais, traçando dessa forma um breve panorama do graffiti na América Latina, e outras coisas mais. Para isso o grupo esta lançando um Catarse (Financiamento coletivo), uma espécie de “vaquinha” que possibilita recompensas aos colaboradores.


Veja mais em: http://facebook.com/tourpackcredo

 

publicado por o editor às 22:23
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Tem post novo no Blog do Le-Heitor

 



Tem post novo no Blog do Le-Heitor
Heitor apresenta mais uma edição do seu clube de leitura com a Escola Municipal Luiz Gatti, de Belo Horizonte, e o livro da vez é o Meu pai é um homem-pássaro, de David Almond, escritor inglês que ganhou o prêmio Hans Christian Andersen em 2010: http://blogdoleheitor.sintaxe.com.br/

 

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Direto do Rio Grande do Sul Macedusss com "Os Joanetes", dia 25 de abril, às 22h, no palco do 92° Rock.

 




“Macedusss & As Desajustados Bando” (RS)
A única possibilidade de um projeto “lúdico real impossível”
O “Macedusss & As Desajustados Bando” direto de São Paulo traz para Curitiba um show inédito ao lado da banda curitibana “Os Joanetes”, dia 25 de abril, no palco do 92° Rock.
 
Fundada em 1992, uma banda da geração que todo mundo quis ter uma banda, uma banda poderosa de tocar é o “Macedusss & As Desajustados Bando”. Macedusss conta que já tocou em diversas cidades do Brasil,  também em quintais, em seu último show tocou com Edu-k vocalista do Defalla, criador da música “popozuda”, importante nome do “rock gaúcho” que resultou num selo virtual que lançou o disco remasterizado da banda.
 
O repertório de Macedusss é dinâmico, muda de acordo com a proposta de nomadismo da banda que já investiu em Funk e agora no show em Curitiba inclui o “Dub Systen” com letras que exaltam os pequenos times de futebol da cidade natal da banda, como o Aimoré de Porto Alegre.  Para Macedusss é “na perspectiva de alguns, devir-mundo em nomadismo ético, estético, político e postal”. Ele finaliza com "há rizoma quando os Macedusss deslizam uns sobre os outros", finaliza.
 
 
 Serviço
 "Macedusss"
http://plataformarecords.blogspot.com.br/2013/12/plataforma-19-floricultura-macedusss.html
 
"Os Joanetes"  
 
- Soundcloud: https://soundcloud.com/joanetes
- TNB: http://tnb.art.br/rede/joanetes
- Facebook: http://www.facebook.com/pages/Joanet
- http://www.youtube.com/watch?v=lazHEqJ-ahM

 

publicado por o editor às 22:15
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ISRAEL PEREIRA TEM NOVO EQUIPAMENTO PARA DISPUTA DO BRASILEIRO DE JET SKI – GRAND PRIX 2014

 



 O gaúcho de Guaíba disputará a segunda e terceira etapas da competição, que serão realizadas de 1º a 4 de maio, na Represa de Furnas, em Boa Esperança (MG).



Contando com um novo equipamento, o gaúcho Israel Pereira espera apresentar boa performance no Campeonato Brasileiro de Jet Ski – Grand Prix 2014. O piloto de Guaíba confirmou presença na segunda e terceira etapas da competição, que serão realizadas de 1º a 4 de maio, na Represa de Furnas, em Boa Esperança, no Sul de Minas Gerais. Com base nas 16 edições anteriores realizadas na cidade, os organizadores esperam um público de aproximadamente 35 mil pessoas, somados os quatro dias de evento.

Na etapa de abertura, realizada em janeiro, em Pereira Barreto (SP), Israel Pereira competiu com um equipamento emprestado do catarinense Ibanez Zanette. “Acredito que fui relativamente bem, pois o jet era stock e corri na categoria Runabout Turbo Limited e terminei em terceiro lugar, que acabou sendo positivo pelas circunstâncias e continuo com chances de brigar pelo título”, analisou o gaúcho, campeão nacional em 2011.

Em Boa Esperança, o piloto de Guaíba estreará o jet modelo Kawasaki Ultra 310R que é o primeiro no Brasil. “Apesar do equipamento ser todo original, a sua qualidade é excelente e já tenho certo conhecimento desse jet que irei estrear. Na disputa em Minas Gerais, uma série de fatores serão importantes para conseguir bons resultados, entretanto, um aspecto primordial para mim é melhorar a arrancada e tenho treinado muito para isso. Dificilmente um piloto que larga atrás consegue buscar e chegar na frente. O nível é muito parecido”, destacou.

Pereira gosta de competir em Boa Esperança, pois lembra que o Lago da Represa de Furnas é ‘liso’, tem vento de todos os lados e um lugar muito bonito. Ressaltou que a presença do público é outro fator marcante em Boa Esperança e que motiva todos os competidores. “Vou buscar as vitórias em todas as baterias que disputarei, pois serão fundamentais em termos de classificação geral”, acrescentou o gaúcho que também ocupa a quinta colocação na Super Course Turbo GP.

No dia 1º a movimentação do Campeonato Brasileiro de Jet Ski – Grand Prix 2014 será aberta às 11 horas, com treinos livres e as disputas das baterias começam às 13 horas.

A segunda e terceira etapas do CAMPEONATO BRASILEIRO DE JET SKI GRAND PRIX 2014 - Classificatória para o Mundial de 2014 é uma realização da BJSA – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE JET SKI, com homologação da IJSBA – INTERNATIONAL JET SPORTS BOATING ASSOCIATION. Produção - CPM7 FULL PROMOTION. Patrocínio – PREFEITURA DE BOA ESPERANÇA E CÂMARA MUNICIPAL.  Apoio: 51 ICE, X-FLOAT, SPETO IMPORT, CASARINI SEA-DOO / BRP, YAMAHA DO BRASIL, GLOBOJET / KAWASAKI, Site BOMBARCO, REVISTA BOAT SHOPPING, www.photojetski.com.br, FULLPOWER, TOALHAS SÃO CARLOS, NEWPRESS VIDEO PRODUÇÕES E COPTERCAM. O evento conta com a supervisão da MARINHA DO BRASIL e CORPO DE BOMBEIROS.

Maiores informações no site www.bjsa.com.brwww.photojetski.com.br

 

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Programação semanal James de 23 a 26 de Abril

 

     
 
PROGRAMAÇÃO DA SEMANA
DE 23 A 26 DE ABRIL

QUARTA 23.abr: 22h
QUARTA ROCK recebe Tristano Crew
DJs residentes Ale Dantas e Pablo Busetti, com Claudinho Yuge.
DJs convidados da Tristano Peluqueria.
VENHAM POR NOSSA CONTA, sorteio promocional a partir das 13h,na fanpage da festa no Facebook.
DOUBLE DRINK de destilados nacionais até 0h.
R$ 15.

QUINTA 24.abr: 22h
¡MIRA!
DJs residentes Giu Nunez e Guibe.
DJs convidados Gabriela Ubaldo (Macumbia/SP), André Gomide (Festa Erasmus/CWB) e Ailen Scandurra.
DOUBLE DRINK DE MOJITOS
das 23h à 0h.
R$ 15.

SEXTA 25.abr: 22h
IN NEW MUSIC WE TRUST edição TRABALHO SUJO
DJ residente Denis Pedroso.
DJs convidados
Alexandre Matias (Trabalho Sujo/SP), Rafael Araújo (CPCK), Mixdude, Guga Azevedo e Felipe Rocha vs Rodrigo Urbanski.
MIXTAPES E PROMOÇÕES pela fan page da festa, no Facebook
R$ 20.

SÁBADO 26.abr: 22h
POPLINE
DJs residentes Denis Pedroso, Ale Dantas e Celso Ferreira.
DEGUSTAÇÃO DE DRINKS ao longo da noite.
SORTEIO DE 20 VIPs a partir das 13h, na fanpage da festa no Facebook.
R$ 25.

* Todas as infos e releases sobre nossa programação estão disponíveis em nosso sitewww.barjames.com.br.
*PROGRAMAÇÃO SUJEITA A ALTERAÇÃO SEM AVISO PRÉVIO.


Av. Vicente Machado, 894. Curitiba/PR. (41) 3222-1426. Formas de pagamento: Todos os cartões de débito e crédito Amex, Diners, Master, Visa e Visa Vale-Refeição.

 

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