Quinta-feira, 29 de Maio de 2014

Lançamento A Musica de uma cidade

 

 



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Lançamento de A pedra e o tempo

 

 

 

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O LADO MAIS SOMBRIO de A. G. Howard

 

 

 O LADO MAIS SOMBRIO
 de A. G. Howard



Alyssa Gardner ouve os pensamentos das plantas e animais. Por enquanto ela consegue esconder as alucinações, mas já conhece o seu destino: terminará num sanatório como sua mãe. A insanidade faz parte da família desde que a sua tataravó, Alice Liddell, falava a Lewis Carroll sobre os seus estranhos sonhos, inspirando-o a escrever o clássico Alice no País das Maravilhas.


Mas talvez ela não seja louca. E talvez as histórias de Carroll não sejam tão fantasiosas quanto possam parecer. 

Para quebrar a maldição da loucura na família, Alyssa precisa entrar na toca do coelho e consertar alguns erros cometidos no País das Maravilhas, um lugar repleto de seres estranhos com intenções não reveladas. Alyssa leva consigo o seu amigo da vida real – o superprotetor Jeb –, mas, assim que a jornada começa, ela se vê dividida entre a sensatez deste e a magia perigosa e encantadora de Morfeu, o seu guia no País das Maravilhas.


Ninguém é o que parece no País das Maravilhas. Nem mesmo Alyssa...

 
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http://www.editoranovoconceito.com.br

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Outros 40 - Arnaldo Antunes

 

 

 

Outros 40

Arnaldo Antunes

Organizado por João Bandeira


No de Paginas:
176


Uma vez, há muito tempo,
encontrei Arnaldo Antunes na Consolação com a Paulista, aqui em São Paulo. Já nos conhecíamos, mas não éramos
propriamente amigos. Apesar de um pouco
atrapalhado com a mobilete que pilotava
com certa dificuldade, me ofereceu carona.
E fomos despretensiosamente
conversando em meio ao vento, até que ele me deixou nas redondezas
do meu destino. As palavras
que trocamos, enquanto mantínhamos a atenção
simultaneamente no ritmo alternado do
equilíbrio-desequilíbrio,
permaneceram comigo. Pensei nelas
ainda muito depois daquele dia.

Numa outra vez, era eu
quem vinha de moto pela Teodoro e dei de cara com
ele, subindo a rua
a pé. Levei-o até o lugar em que ele estava
morando por uns tempos, em Perdizes. Usar capacete
já era então obrigatório e não falamos muito pelo caminho. Quando
chegamos, eu não quis entrar; alguém me esperava. Atualizamos a conversa, que foi se esticando,
ali mesmo na calçada: o
que estávamos fazendo ou planejávamos fazer e,
principalmente, quem e o quê naquele momento estava
piscando mais à nossa atenção. Lembro que, dias mais tarde, disse
à minha namorada que, sem nem de longe
se propor a isso, Arnaldo havia, novamente, melhorado
a antena do meu receptor.
Semelhante à primeira vez, aquele
nosso papo casual teve seu efeito
estendido diante de mim.
Como se indicasse uma pista na floresta de signos que
me ajudasse a encontrar o rumo de onde
eu desejava e, na época, precisava mesmo ir.

Bem, à essa altura todo mundo já
sabe que Arnaldo sabe como nos levar —
embarcados nos sons
sentidos figuras das palavras — na direção de
algum lugar em que, chegando inesperadamente, estar é bastante.
E às vezes necessário, para não sermos apenas
um cada um no meio de todos.
Faz parte disso a sua conhecida habilidade de se deslocar por
áreas de produção muito diversas e encontrar nelas
pontos de contato,
quando não amplas e insuspeitadas afinidades.
E ainda quando não é esse o caso, diante do ponto final
da diferença, apostar no convívio
(embora não costume fazer por menos para obtusos de todos os clubes).
Em contato com o mundo a partir da cidade
que ele chama de gigante liquidificador,
onde os lugares saem do lugar, em que,
como em nenhuma outra do Brasil, justamente
convivem e/ou se misturam com alta potência
macro e microculturas, investimentos de massa e de vanguarda,
aquela habilidade de Arnaldo encorpou seu
modo particular de metalinguagem.

Um bom pedaço disso tudo está à mostra
no primeiro livro a reunir os seus textos esparsos — que, a pedido dele,
organizei — chamado 40 Escritos (publicado em 2000).
A ideia para o título
me veio do fato de que nossa escolha tinha chegado
a esse número de textos, em coincidência com a idade
que ele estava completando na época. Era
como se, até que aparecesse, cada um daqueles
escritos tivesse sido gestado durante
toda a vida pregressa do autor.
E registrando a visão de Arnaldo sobre
questões diversas, em sua maioria a
partir do trabalho de outros
artistas, além do dele mesmo, era também como se,
na outra ponta do tempo, o conjunto esboçasse um
mapa do seu pensamento.
Agora são Outros 40.
Uma década passou. Fora três exceções,
os textos são posteriores aos do primeiro 40 e tendem a se
concentrar um pouco mais em música e poesia ou literatura.
Mas mantendo o horizonte largo, de olho
em muita gente: Erasmo Carlos, Pojucan, Zé
Agrippino, Paulo Fridman,
Ferrez, Augusto de Campos,
Jussara Silveira, Cézar Mendes, Eduardo Muylaert, Waly
Salomão, Planet Hemp, Sérgio Guerra,
Lourenço Mutarelli, ela, ele, você — entre vários outros.
E, desse modo, é como se
o esboço daquele mapa, para sempre incompleto, crescesse,
reiterando alguns traços, clareando áreas, detalhando partes.

Como se. Outra vez.
Teorias velhas e novas afirmam que a linguagem verbal
é metafórica por definição. Irremediavelmente diversa
daquilo que nomeia, a palavra é sempre
um ‘como se’. Nunca para de operar
transferências, estabelecendo analogias entre coisas
e coisas e ideias. Para falar disso recorre àquilo — e vice-versa.
E tradicionalmente o poeta
é aquele que possui talento e treino para melhor configurar
em palavras as qualidades do que estava ausente,
escondido ou ainda mal expresso, dando-lhe
analogicamente uma presença.
Não necessariamente no texto do poema. Eventualmente em outros
lugares. No faroeste de John Ford (‘quando a lenda supera a realidade,
publique-se a lenda’), em Xanadu, em Jaçanã,
na Alphaville de Godard (‘acontece de a realidade ser
muito complexa para a
transmissão oral; a lenda a
retransmite sob uma forma que lhe possibilita
correr mundo’) ou na Alphaville-São Paulo
— em qualquer meio em qualquer parte o tempo todo aqui agora.
Um deles, Octavio Paz, escreveu que
os poetas dos tempos
modernos têm de lidar também com o princípio
da ironia, o par necessário e oposto da analogia,
a descontinuidade da prosa invadindo a cadência da poesia, a
consciência da linguagem sobre suas próprias limitações, a
perspectiva crítica que, afastando, igualmente revela.
A aresta viva no recorte.

O que me faz lembrar do começo.
De um trabalho que Arnaldo publicou
no Kataloki, em 81: uma montagem feita com a foto
de Pelé ajeitando a bola para o chute que seria
o do seu milésimo gol. No lugar da bola, a cabeça de
Ezra Pound, mais o fragmento de uma frase deste sobre
uma das propriedades principais da literatura e/ou
da poesia: ‘nutrir de impulsos’.
Neste Outros 40, é mais uma vez a partir dessa divisa
e particularmente do seu dom de equilíbrio-desequilíbrio
entre o espantosamente óbvio e o evidentemente estranho que
Arnaldo impulsiona o pensamento.


 escreveu JOÃO BANDEIRA
 


Neste sábado, 31 de maio, às 17h, Arnaldo Antunes faz show gratuito em São Paulo (SP), apresentando seu novo show, "Disco", na reabertura do Museu da Imigração.
Mais informações:
http://bit.ly/aa_mi‪#‎arnaldoantunes‬


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publicado por o editor às 20:30
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QUADRINHO REVOLTA! É ENCENADO NA CAIXA CULTURAL CURITIBA

 

 

Projeto Cena HQ apresenta leitura cênica do quadrinho político de André Caliman
A CAIXA Cultural Curitiba apresenta, na próxitma quarta (dia 04), como parte do projeto Cena HQ, a leitura do quadrinho Revolta!, escrito e desenhado pelo artista local André Caliman, que estará presente para um bate-papo após a apresentação. Desta vez, a direção da encenação é do escritor e diretor de teatro e cinema curitibano Adriano Esturilho, que participa do projeto a convite dos curadores José Aguiar e Paulo Biscaia Filho.
Sobre a obra:
Revolta! teve início como uma série em capítulos, publicada mensalmente no blog www.revoltahq.blogspot.com.br. A HQ tematiza a corrupção ao colocar alguns personagens tipicamente curitibanos à frente de uma revolta popular regida pela indignação e a vontade de agir. Com claras referências ao mundo real, a HQ foi criada com o intuito de provocar a reflexão política do leitor. Após ganhar um número grande de leitores no blog, o autor criou um projeto de financiamento coletivo na internet. O recurso angariado possibilitou a publicação da HQ completa em livro, lançado em fevereiro deste ano. "Em outubro de 2012, sentindo uma certa falta de atitudes práticas dos cidadãos comrelação a escândalos de corrupção na política, tive a ideiade fazer uma HQ onde as pessoas agissem… drasticamente!”, conta o autor.
Sobre a leitura:
A leitura de Revolta! terá direção do diretor de teatro e cinema Adriano Esturilho, um dos criadores do coletivo Processo Artes, que recentemente estreou o espetáculo Amorfo. No cinema, Esturilho é diretor do longa-metragem Gol a Gol (2010) e conduziu uma das sequências do filme Circular (2011). O curitibano também já se aventurou pela literatura com os livros Cancha 2 (2007) e Ocupado(2011) – este último trabalho contou com a parceria de André Caliman.
Sobre o Cena HQ:
O projeto estreou na CAIXA Cultural Curitiba em 2012, ano em que foram apresentadas nove leituras. Em 2013, o Cena HQ trouxe autores estrangeiros à cena e, este ano, chega à sua terceira edição. Com curadoria de autores de José Aguiar e curadoria de encenadores de Paulo Biscaia Filho, o Cena HQ promove discussões sobre a produção de quadrinhos no Brasil por meio de suas leituras, sempre seguidas de um debate entre o encenador e o autor da obra. Mais informações podem ser encontradas no facebook do projeto /cenahqbrasil.
Serviço:
Literatura: Cena HQ
Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Curitiba (PR)
Data: 04 de junho de 2014 (quarta-feira)
Horário: 20h
Ingressos: Entrada franca. Retirada de ingressos no dia do evento, a partir das 19h
Bilheteria: (41) 2118-5111 (de terça a sábado, das 12h às 20h, edomingo, das 16h às 19h)
Classificação etária: Não recomendado para menores de 14 anos
Lotação: 125 lugares (2 para cadeirantes)

 

publicado por o editor às 20:07
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CAIXA ABRE SELEÇÃO PARA PATROCÍNIO CULTURAL

 

 

 
Serão investidos em 2015 mais de R$ 50 milhões em projetos culturais
Caixa Econômica Federal abre inscrições, nesta quinta-feira (22), para a seleção de projetos culturais a serem realizados em 2015. Os interessados poderão se inscrever nos quatro programas culturais da CAIXA: Ocupação dos Espaços da CAIXA Cultural, Apoio ao Artesanato Brasileiro, Apoio a Festivais de Teatro e Dança e Apoio ao Patrimônio Cultural Brasileiro Biênio 2015/2016.
Todas as informações necessárias à participação nos programas estarão disponíveis nos regulamentos, publicados no sítio http://www.programasculturaiscaixa.com.br. As inscrições serão feitas exclusivamente por meio de formulário eletrônico, até o dia 7 de julho de 2014, às 18h (horário de Brasília), e somente as inscrições preenchidas corretamente serão acatadas. Não serão aceitos projetos enviados por quaisquer outros meios.
As dúvidas relacionadas aos programas deverão ser encaminhadas à CAIXA por meio da ferramenta Fale Conosco, disponível no sítio de inscrição:http://www.programasculturaiscaixa.com.br.
Programas Culturais da CAIXA:
A CAIXA mantém quatro programas de apoio à cultura: Ocupação dos Espaços da CAIXA Cultural, Apoio ao Artesanato Brasileiro, Apoio a Festivais de Teatro e Dança e Apoio ao Patrimônio Cultural Brasileiro. Este último é bianual e, no biênio 2013/2014, contemplou 12 projetos com um investimento total de R$ 2.383.135,87.
O Programa de Ocupação dos Espaços da CAIXA Cultural vai selecionar projetos para compor a programação em Brasília, Curitiba, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo, no período compreendido entre os meses de março de 2015 e fevereiro de 2016, podendo ser estendido até fevereiro de 2017, em caso de projetos itinerantes (aqueles realizados em mais de uma Unidade). O valor máximo de patrocínio, por cidade solicitada, é de R$ 300 mil. Cada proponente pode apresentar até dez projetos, podendo cada um ser realizado em uma ou mais cidades com CAIXA Cultural. Serão aceitos projetos de artes visuais (fotografia, escultura, pintura, gravura, desenho, instalação, videoinstalação, intervenção e novas tecnologias ou performances); teatro (contemporâneo, físico, circo-teatro, performance de palco, etc.); dança (contemporânea, clássica, dança-teatro, etc.); música e cinema. Poderão ser apresentados ainda, projetos para palestras, encontros, cursos, oficinas e lançamento de livros.
O Programa CAIXA de Apoio ao Artesanato Brasileiro vai selecionar projetos que visem ao desenvolvimento de comunidades artesãs e à valorização do artesanato tradicional brasileiro. O projeto pode contemplar uma ou mais unidades produtivas, ainda que em municípios ou localidades diferentes, e cada proponente pode apresentar um único projeto. O valor máximo concedido será de R$ 50 mil.
O Programa CAIXA de Apoio a Festivais de Teatro e Dança selecionará projetos de festivais em todo o território nacional, a serem realizados no período de janeiro a dezembro de 2015. O valor máximo concedido será de R$ 200 mil. Serão considerados somente os festivais que contemplem a partir de cinco companhias ou grupos de teatro/dança participantes, e que tenham, no mínimo, dez espetáculos distintos, além de palestras, oficinas e cursos.
O Programa CAIXA de Apoio ao Patrimônio CulturalBrasileiro selecionará projetos que visem assegurar a democratização do acesso, a preservação do patrimônio cultural do país, a promoção de ações de arte-educação e de programação cultural em museus. O Programa beneficiará instituições museológicas nacionais. Cada proponente pode apresentar um único projeto e o valor máximo concedido será de R$ 400 mil.
Projetos realizados em 2013:
A CAIXA selecionou, no ano passado, 310 projetos para ocupação dos espaços da CAIXA Cultural em Brasília, Curitiba, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo, para realização, no período de março de 2014 a fevereiro de 2015, com um investimento de mais R$ 37 milhões.
Para festivais, foram destinados R$ 3,7 milhões, que contemplaram a realização de 47 projetos. Já o Programa de Artesanato selecionou 19 projetos para realização ao longo de 2014, com investimento de R$ 563 mil.
O Programa CAIXA de Apoio ao Patrimônio Cultural Brasileiro selecionou 12 projetos para realização ao longo de 2013 e 2014. Com lançamento a cada dois anos, a seleção será aberta este ano, para projetos que serão apresentados ao longo de 2015 e 2016.

 

publicado por o editor às 20:05
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JOYCE CÂNDIDO CANTA O VELHO E O NOVO SAMBA NA CAIXA CULTURAL CURITIBA

A sambista apresenta repertório próprio e clássicos do samba no próximo show do projeto Samba de Bamba
A CAIXA Cultural Curitiba apresenta, na próxima terça-feira, dia 3, show da cantora, pianista e compositora Joyce Cândido, no projeto Samba de Bamba. A sambista paulista vai cantar, pela primeira vez em Curitiba, músicas de seu segundo CD, O Bom e Velho Samba Novo, composições próprias e ainda clássicos do samba de Paulinho da Viola, Chico Buarque, Paulo César Pinheiro, entre outros.
Joyce Cândido começou cedo na vida musical. “Nasci em Assis, interior Paulista, cresci em Maracaí, me formei em piano no clássico Conservatório Carlos Gomes, em Marília, São Paulo, e fiz graduação em música em Londrina, no Paraná. Depois disso, passei três anosem Nova Iorque, onde me aperfeiçoei em canto, dança e teatro na Broadway”, conta. Como resultado do seu trabalho, recebeu o Prêmio Brazilian International Press Awards em 2011, na categoria de Melhor Cantora Brasileira nos Estados Unidos, ao lado de nomes como Marcos Valle e Luiz Fernando Veríssimo.
O primeiro CD, Panapaná, foi gravado em 2006, com produção de João Vidotti, em Londrina. Em 2011, de volta ao Brasil, Joyce escolheu o Rio de Janeiro para morar. E foi na Cidade Maravilhosa que teve o privilégio de conhecer Chico Buarque, que reconheceu seu talento e a indicou para a gravadora Biscoito Fino, por onde lançou, em 2011, O Bom e Velho Samba Novo, produzido por Alceu Maia. O show do lançamento do CD foi dirigido por Bibi Ferreira, que afirmou: “Que prazer trabalhar com quem conhece o seu ofício, fala sério e entende sobre o que faz. Que prazer conhecer Joyce Cândido. É uma grande cantora, uma linda garota, e veio para ficar”.
Samba de Bamba:
O coordenador e curador do Samba de Bamba, o jornalista e crítico musical Rodrigo Browne, comemora a segunda temporada do projeto. “Curitiba vai receber até dezembro grandes artistas que vão cantar e mostrar no palco suas principais influências dentro do samba”, afirma. Ele conta que os convidados do projeto vão mostrar o autêntico samba brasileiro com o compromisso de apresentar no repertório composições que respeitam o nosso passado cultural e, ao mesmo tempo, mostram que é possível renovar em letras e arranjos sem descaracterizar nossa música autêntica. “No palco, durante o show, cada artista conta o porquê de suas escolhas e quais são suas influências. Acredito que, assim, o público vai conhecer um pouco mais do processo criativo de cada sambista e da própria história do samba”, finaliza.
A próxima atração é a sambista paulistana Verônica Ferriani, no dia 22 de julho.
Set List Joyce Cândido:
1- Menino Deus (Paulo Cesar Pinheiro e Mauro Duarte)
2- Feitio de oração (Noel Rosa e Vadico)
3- Beleza Pura (Luiz Carlos da Vila e Cláudio Jorge)
4- Samba e amor (Chico Buarque)
5- Disparada (Geraldo Vandré)
6- Roda Viva (Chico Buarque)
7- Pressentimento (Elton Medeiros e Herminio Belo de Carvalho7
8- Deixe a menina (Chico Buarque)
9- Cê pó pará (Alceu Maia, Ana Costa, Fred Camacho)
10- Joia rara (Joyce Cândido, Guilherme Sá)
11- Humilhação (Guilherme Sá e Herminio Belo de Carvalho)
12- Saudosa Maloca (Adoniran Barbosa)
13 - Giramundo (Toninho Geraes e Toninho Nascimento)
14- Espumas ao vento (Accioly Neto)
15- Alegre menina (Jorge Amado e Dori Caymmi)
16- Reconvexo (Caetano Veloso)
17- Pôr-do-sol (Joyce Cândido)
18- O que é, o que é (Gonzaguinha)
Mais informações sobre Joyce Candido:
http://www.joycecandido.com
http://youtu.be/PJd6r7eUeHQ
Serviço:
Samba de Bamba – Joyce Cândido
Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Curitiba (PR)
Data: 03 de junho de 2013 (terça-feira)
Hora: 20h
Ingressos: À venda a partir de 31 de maio. R$ 10 e R$ 5 (meia - conforme legislação e correntistas que pagarem com cartão de débito CAIXA)
Bilheteria: (41) 2118-5111 (de terça a sexta-feira das 12h às 20h, sábado das 16h às 20h e domingo das 16h às 19h)
Classificação etária: Livre para todos os públicos
Lotação máxima: 125 lugares (2 para cadeirantes)

 

publicado por o editor às 19:55
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O Artista Supremo

 

 

 

Do Blog Volta ao Supremo. Leia outros artigos emwww.voltaaosupremo.com.
O Artista Supremo
A.C. Bhaktivedanta Swami Prabhupada
Convidado a palestrar em uma galeria de arte em Auckland, Nova Zelândia, Srila Prabhupada convidou seus ouvintes a contemplarem as obras do artista supremo – o Senhor Krishna.
 
 
Damas e cavalheiros, agradeço-lhes imensamente pela sua presença e pela oportunidade dada a nós de falarmos sobre o artista supremo. Os Vedas descrevem o grande artista que é Kṛṣṇa: na tasya kāryaṁ karaṇaṁ ca vidyate na tat samaś cābhyadhikaś ca dṛśyate. Não é possívelencontrar alguém maior do que a Suprema Personalidade de Deus ou igual a Ele, e, embora Ele seja o maior artista, Ele não tem que fazer nada pessoalmente.
Neste mundo, todos nós conhecemos alguém inferior a nós, alguém igual a nós e alguém maior do que nós. Essa é a nossa experiência. Independente de quão grande você acaso seja, você encontrará alguém igual a você e alguém maior do que você. Porém, no tocante à Suprema Personalidade de Deus, grandes sábios concluíram por meio de pesquisa e experimento que ninguém é igual aEle ou maior do que Ele.

Deus é tão grandioso que Ele nada tem a fazer, nenhum dever a cumprir (na tasya kāryaṁ karaṇaṁ ca vidyate). Por quê? Parāsya śaktir vividhaiva śrūyate: (Cc. Madhya13.65, significado) Suas energias são multifárias, e estão operando automaticamente, segundo Seu desejo (svābhāvikī jñāna-bala-kriyā ca). Suponha que você é artista. Para fazer uma pintura de uma bela rosa, você tem que pegar seu pincel, misturar suas cores em uma paleta e ocupar seu cérebro na produção da bela pintura. Contudo, em um jardim, você pode ver não apenas uma rosa, mas muitos milhares de rosas a nascerem. Elas foram “pintadas” muito artisticamente pela natureza.

Porém, devemos ir mais a fundo na questão. O que é a natureza? A natureza é um instrumento de trabalho, e apenas isso – uma energia. Sem alguma energia funcionando, como a flor poderia desabrochar tão belamente a partir do botão? Tem de haver alguma energia em operação, e essa energia é energia de Kṛṣṇa. No entanto, opera tão sutil e velozmente que não podemos compreender como opera.
As energias materiais parecem trabalhar automaticamente, mas, na verdade, há um cérebro por trás delas. Quando você faz uma pintura, todos podem ver que você está trabalhando. Similarmente, a “pintura” da rosa de verdade também é trabalhada por muitas energias. Não pensem que a rosa foi criada automaticamente. Não. Nada é criado automaticamente. A rosa é criada a partir dasenergias do Senhor Supremo, mas essas energias são tão sutis e tão artísticas que uma bela flor pode florescer no transcurso da noite para o dia.




Prabhupada discursando com uma rosa em mãos.
Então, Kṛṣṇa é o maior artista. Atualmente, na era eletrônica, um cientista apenas aperta um botão e sua máquina funciona muito perfeitamente. Ou um piloto de avião simplesmente aperta um botão e uma grande máquina, tal qual uma pequena cidade, voa no céu. Então, se é possível a homens comuns deste mundo operarem de modo tão maravilhoso simplesmente apertando alguns botões, quão maior tem de ser a habilidade de Deus para o mesmo? Quão mais fértil tem de ser o Seu cérebro em comparação com os cérebros dos artistas e cientistas comuns? Simplesmente pelo desejo dEle – “Que aconteça a criação” – tudo é imediatamente manifestado. Kṛṣṇa, portanto, é o maior artista.
Não há limite para a habilidade artística de Kṛṣṇa, porque Kṛṣṇa é a semente de toda criação (bījaṁ māṁ sarva-bhūtānām [Bg. 7.10]). Todos vocês já viram uma figueira-de-bengala. Ela cresce de uma pequena semente. Essa pequena semente tem tanta potência que, se você plantá-la em um local fértil e aguá-la, um dia se tornará uma grande figueira-de-bengala. Agora, quais são as potências, quais são os arranjos artísticos e científicos, dentro dessa pequena semente que permitem que cresça e se torne uma grande figueira-de-bengala? Além disso, na figueira-de-bengala, há muitos milhares de frutas e, dentro de cada fruta, há milhares de sementes, e cada semente contém a potência de outra árvore. Onde está o cientista que pode criar dessa maneira? Onde está o artista dentro deste mundo material que pode criar uma obra de arte tão magnífica quanto uma figueira-de-bengala? Tais perguntas devem ser feitas.

O primeiro aforismo do Vedānta-sūtra é athāto brahma jijñāsā: “Na forma humana de vida, deve-se indagar acerca da Verdade Absoluta”. Então, a pessoa deve estudar cuidadosamente essas questões. Você não pode criar uma máquina que automaticamente cresce e se torna uma grande figueira-de-bengala. Então, você não achaque tem de haver um grande cérebro artístico, um grande cérebro científico, por trás da natureza? Se você simplesmente diz: “A natureza está operando”, isso não é uma explicação suficiente.

O segundo aforismo do Vedānta-sūtra é janmādy asya yataḥ: (SB 1.1.1) “A Verdade Absoluta é Ele a partir de quem tudo é gerado”. Temos que expandir nossa visão, levando-a das coisas pequenas para as grandes. Agora, impressionamo-nos quando vemos um pequeno sputnikvoando no céu. Ele voa em direção à Lua, e todos nós estamos dando créditos aos cientistas, e os cientistas estão desafiando: “O que é Deus? A ciência é tudo”.

Contudo, se você for inteligente, você comparará o sputnika milhões e trilhões de planetas e estrelas. Apenas neste minúsculo planeta Terra, há muitíssimos oceanos, muitíssimas montanhas, muitíssimos arranha-céus. Porém, se você subir alguns milhões de quilômetros, este planeta parecerá um pequeno ponto. Você o verá como nada mais do que um ponto no céu. E há milhões de planetas flutuando no céu, como chumaços de algodão. Então, se damos tanto crédito aos cientistas que inventaram osputnik, quão maior tem que ser o crédito dado a quem inventou este arranjo universal? Isto é consciência de Kṛṣṇa: apreciar o maior artista, o maior cientista.
Podemos apreciar muitíssimos artistas, mas, a menos que apreciemos o artista supremo, Kṛṣṇa, nossa vida é um desperdício. Encontramos essa apreciação na Brahma-saṁhitā, a oração do senhor Brahmā, o criador do universo. Em apreciação a Govinda, Kṛṣṇa, ele canta:

yasya prabhā prabhavato jagad-aṇḍa-koṭi-
koṭiṣv aśeṣa-vasudhādi-vibhūti-bhinnam
tad brahma niṣkalam anantam aśeṣa-bhūtaṁ
govindam ādi-puruṣaṁ tam aham bhajāmi
(Bs. 5.40)
Agora, estamos tentando compreender o sistema planetário através de nosso método científico. Porém, não fomos capazes de concluir o estudo nem mesmo do planeta mais próximo, a Lua, e o que dizer dos milhões e bilhões de outros planetas. No entanto, obtemos este conhecimento a partir da Brahma-saṁhitāyasya prabhā prabhavato jagad-aṇḍa-koṭi-koṭiṣu. Por meio da brilhante refulgência que emana do corpo de Kṛṣṇa, inumeráveis universos são criados. Não somos capazes de estudar nem mesmo um universo, e a Brahma-saṁhitā nos informa que há inumeráveis universos e que, em todo e cada um deles, há inumeráveis planetas (jagad-aṇḍa-koṭi-koṭiṣu). Há, portanto, inumeráveis universos com inumeráveis sóis, inumeráveis luas e inumeráveis planetas.

Tudo isso é possibilitado pela refulgência corpórea de Kṛṣṇa, que se chama brahma-jyotir. Os jñānīs, aqueles que estão tentando se aproximar da Verdade Absoluta mediante a especulação mental, por meio do poder de seu cérebro minúsculo, podem no máximo chegar a essebrahma-jyotir. Porém, esse brahma-jyotir é apenas a iluminação do corpo de Kṛṣṇa. A melhor analogia é o brilho solar. O brilho solar está vindo do globo solar. O Sol é localizado, e a refulgência do Sol, o brilho solar, distribui-se por todo o universo. Assim como a Lua reflete o brilho solar, o Sol também reflete o brahma-jyotir. E o brahma-jyotir é a refulgência corpórea de Kṛṣṇa.
Então, a maior arte é compreender Kṛṣṇa. Eis a maior arte. Se realmente queremos ser um artista, devemos tentar entender o maior artista, Kṛṣṇa, ou tentarmos ter Sua companhia íntima. Para esse fim, estabelecemos a Sociedade Internacional para a Consciência de Krishna. Os membros dessa sociedade são treinados para ver em tudo a exibição do senso artístico de Kṛṣṇa. Isto é a consciência de Kṛṣṇa – ver a mão artística de Kṛṣṇa em todo lugar.
No Bhagavad-gītā (10.8), Kṛṣṇa diz, ahaṁ sarvasya prabhavo mattaḥ sarvaṁ pravartate: “O que quer que vejas é uma emanação de Mim. Tudo é criado a partir de Minha energia”. Deve-se compreender o fato de que Kṛṣṇa é a origem de tudo. O senhor Brahmā confirma isso em seu Brahma-saṁhitā (5.1), īśvaraḥ paramaḥ kṛṣṇaḥ: “Kṛṣṇa é o controlador supremo”. Aqui neste mundo material, temos a experiência de muitos controladores. Todos nós somos um controlador. Você é controlador; eu sou controlador. Acima de você, no entanto, há outro controlador, e, acima dele, há outro controlador, e assim por diante. Você pode prosseguir buscando controlador após controlador, e, quando você chegue ao controlador supremo – aquele que não é controlado por ninguém, mas que controla todos os demais – esse é Kṛṣṇa. Esta é a nossa definição de Deus: o controlador supremo.

Hoje em dia, tornou-se algo barato ver muitos “Deuses”. Mas você pode testar alguém para ver se ele é Deus. Se ele é controlado por alguém mais, ele não é Deus. Somente se ele é o controlador supremo você deve aceitá-lo como Deus. Esse é o teste simples de Deus.
Agora, outra qualidade de Deus é que Ele é pleno de prazer, ānandamayo ’bhyāsāt (Vedānta-sūtra 1.1.12). Por natureza, a Suprema Pessoa Absoluta é ānandamaya, “plena de prazer”. Suponha que você é um artista. Você se dedica ao trabalho artístico apenas para obter um pouco de prazer. Por fazer uma pintura, você desfruta de algumrasa, algum doce prazer. De outro modo, por que você trabalharia tão duro? Tem de haver algum prazer em pintar.
Então, Kṛṣṇa é raso vai saḥ, o reservatório de todos os doces prazeres. Ele é sac-cid-ānanda-vigrahaḥ (Bs. 5.1), pleno de eternidade, conhecimento e prazer. (Ānandasignifica “prazer”.) Sua potência de prazer é Śrīmatī Rādhārāṇī. Vocês já viram imagens de Rādhā e Kṛṣṇa. Rādhārāṇī é a manifestação da potência de prazer de Kṛṣṇa. Como já expliquei, Kṛṣṇa tem inumeráveis energias, e uma delas é Sua potência de prazer, Rādhārāṇī.
Então, aqueles que desenvolveram amor por Deus estão desfrutando de prazer transcendental a todo momento por verem a obra de arte de Kṛṣṇa em todo lugar. Essa é a posição de um devoto. Por conseguinte, solicitamos a todos que se tornem devotos, que se tornem conscientes de Kṛṣṇa, a fim de que possam ver a obra de Kṛṣṇa em todo lugar.
Ver Kṛṣṇa em todo lugar não é difícil. Por exemplo, suponha que você esteja com sede e beba água. Quando você bebe, você sente muito prazer. E Kṛṣṇa é o reservatório de todo prazer (raso vai saḥ). Então, o prazer que você sente ao beber água, é Kṛṣṇa. Kṛṣṇa declara isso no Bhagavad-gītā (7.8), raso ’ham apsu kaunteya: “Sou o sabor da água”. Para uma pessoa comum, que não é capaz de apreciar Kṛṣṇa completamente, Kṛṣṇa está dando a instrução de que Ele é o sabor da água que mata sua sede. Se você simplesmente tenta compreender que esse sabor é Kṛṣṇa, ou Deus, você se torna consciente de Deus.

Portanto, não é muito difícil se tornar consciente de Kṛṣṇa. Você precisa simplesmente de um pouco de treinamento. E se você ler o Bhagavad-gītā Como Ele É – compreendendo-o tal como é apresentado pelo próprio Kṛṣṇa, sem qualquer desonestidade ou falsa interpretação –, você se tornará consciente de
Kṛṣṇa. E se você se torna consciente de Kṛṣṇa, sua vida é bem-sucedida. Você retornará para Kṛṣṇa (tyaktvā dehaṁ punar janma naiti mām eti [Bg. 4.9]).
Não há qualquer perda em se tornar consciente de Kṛṣṇa, mas o ganho é muito grande. Por conseguinte, solicitamos a todos vocês que tentem se tornar conscientes de Kṛṣṇa. Leiam o Bhagavad-gītā Como Ele É; vocês encontrarão toda informação que vocês precisam para se tornarem conscientes de Kṛṣṇa. Ou, se você não quiser ler oBhagavad-gītā, por favor, cante Hare Kṛṣṇa, Hare Kṛṣṇa, Kṛṣṇa Kṛṣṇa, Hare Hare/ Hare Rāma, Hare Rāma, Rāma Rāma, Hare Hare. Você se tornará consciente de Kṛṣṇa da mesma maneira.
Fonte das imagens, por ordem de ocorrência: 1.http://www.bcagalleries.com, 2. Arquivo BBT.
Se gostou deste material, também gostará destes: Mehandi, Arte para o Corpo e o EspíritoTatuando o Supremo“Museu de Arte Espiritual” Abre em Florença.

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O Artista Supremo

 

Do Blog Volta ao Supremo. Leia outros artigos emwww.voltaaosupremo.com.
O Artista Supremo
A.C. Bhaktivedanta Swami Prabhupada
Convidado a palestrar em uma galeria de arte em Auckland, Nova Zelândia, Srila Prabhupada convidou seus ouvintes a contemplarem as obras do artista supremo – o Senhor Krishna.
 
 
Damas e cavalheiros, agradeço-lhes imensamente pela sua presença e pela oportunidade dada a nós de falarmos sobre o artista supremo. Os Vedas descrevem o grande artista que é Kṛṣṇa: na tasya kāryaṁ karaṇaṁ ca vidyate na tat samaś cābhyadhikaś ca dṛśyate. Não é possívelencontrar alguém maior do que a Suprema Personalidade de Deus ou igual a Ele, e, embora Ele seja o maior artista, Ele não tem que fazer nada pessoalmente.
Neste mundo, todos nós conhecemos alguém inferior a nós, alguém igual a nós e alguém maior do que nós. Essa é a nossa experiência. Independente de quão grande você acaso seja, você encontrará alguém igual a você e alguém maior do que você. Porém, no tocante à Suprema Personalidade de Deus, grandes sábios concluíram por meio de pesquisa e experimento que ninguém é igual aEle ou maior do que Ele.

Deus é tão grandioso que Ele nada tem a fazer, nenhum dever a cumprir (na tasya kāryaṁ karaṇaṁ ca vidyate). Por quê? Parāsya śaktir vividhaiva śrūyate: (Cc. Madhya13.65, significado) Suas energias são multifárias, e estão operando automaticamente, segundo Seu desejo (svābhāvikī jñāna-bala-kriyā ca). Suponha que você é artista. Para fazer uma pintura de uma bela rosa, você tem que pegar seu pincel, misturar suas cores em uma paleta e ocupar seu cérebro na produção da bela pintura. Contudo, em um jardim, você pode ver não apenas uma rosa, mas muitos milhares de rosas a nascerem. Elas foram “pintadas” muito artisticamente pela natureza.

Porém, devemos ir mais a fundo na questão. O que é a natureza? A natureza é um instrumento de trabalho, e apenas isso – uma energia. Sem alguma energia funcionando, como a flor poderia desabrochar tão belamente a partir do botão? Tem de haver alguma energia em operação, e essa energia é energia de Kṛṣṇa. No entanto, opera tão sutil e velozmente que não podemos compreender como opera.
As energias materiais parecem trabalhar automaticamente, mas, na verdade, há um cérebro por trás delas. Quando você faz uma pintura, todos podem ver que você está trabalhando. Similarmente, a “pintura” da rosa de verdade também é trabalhada por muitas energias. Não pensem que a rosa foi criada automaticamente. Não. Nada é criado automaticamente. A rosa é criada a partir dasenergias do Senhor Supremo, mas essas energias são tão sutis e tão artísticas que uma bela flor pode florescer no transcurso da noite para o dia.




Prabhupada discursando com uma rosa em mãos.
Então, Kṛṣṇa é o maior artista. Atualmente, na era eletrônica, um cientista apenas aperta um botão e sua máquina funciona muito perfeitamente. Ou um piloto de avião simplesmente aperta um botão e uma grande máquina, tal qual uma pequena cidade, voa no céu. Então, se é possível a homens comuns deste mundo operarem de modo tão maravilhoso simplesmente apertando alguns botões, quão maior tem de ser a habilidade de Deus para o mesmo? Quão mais fértil tem de ser o Seu cérebro em comparação com os cérebros dos artistas e cientistas comuns? Simplesmente pelo desejo dEle – “Que aconteça a criação” – tudo é imediatamente manifestado. Kṛṣṇa, portanto, é o maior artista.
Não há limite para a habilidade artística de Kṛṣṇa, porque Kṛṣṇa é a semente de toda criação (bījaṁ māṁ sarva-bhūtānām [Bg. 7.10]). Todos vocês já viram uma figueira-de-bengala. Ela cresce de uma pequena semente. Essa pequena semente tem tanta potência que, se você plantá-la em um local fértil e aguá-la, um dia se tornará uma grande figueira-de-bengala. Agora, quais são as potências, quais são os arranjos artísticos e científicos, dentro dessa pequena semente que permitem que cresça e se torne uma grande figueira-de-bengala? Além disso, na figueira-de-bengala, há muitos milhares de frutas e, dentro de cada fruta, há milhares de sementes, e cada semente contém a potência de outra árvore. Onde está o cientista que pode criar dessa maneira? Onde está o artista dentro deste mundo material que pode criar uma obra de arte tão magnífica quanto uma figueira-de-bengala? Tais perguntas devem ser feitas.

O primeiro aforismo do Vedānta-sūtra é athāto brahma jijñāsā: “Na forma humana de vida, deve-se indagar acerca da Verdade Absoluta”. Então, a pessoa deve estudar cuidadosamente essas questões. Você não pode criar uma máquina que automaticamente cresce e se torna uma grande figueira-de-bengala. Então, você não achaque tem de haver um grande cérebro artístico, um grande cérebro científico, por trás da natureza? Se você simplesmente diz: “A natureza está operando”, isso não é uma explicação suficiente.

O segundo aforismo do Vedānta-sūtra é janmādy asya yataḥ: (SB 1.1.1) “A Verdade Absoluta é Ele a partir de quem tudo é gerado”. Temos que expandir nossa visão, levando-a das coisas pequenas para as grandes. Agora, impressionamo-nos quando vemos um pequeno sputnikvoando no céu. Ele voa em direção à Lua, e todos nós estamos dando créditos aos cientistas, e os cientistas estão desafiando: “O que é Deus? A ciência é tudo”.

Contudo, se você for inteligente, você comparará o sputnika milhões e trilhões de planetas e estrelas. Apenas neste minúsculo planeta Terra, há muitíssimos oceanos, muitíssimas montanhas, muitíssimos arranha-céus. Porém, se você subir alguns milhões de quilômetros, este planeta parecerá um pequeno ponto. Você o verá como nada mais do que um ponto no céu. E há milhões de planetas flutuando no céu, como chumaços de algodão. Então, se damos tanto crédito aos cientistas que inventaram osputnik, quão maior tem que ser o crédito dado a quem inventou este arranjo universal? Isto é consciência de Kṛṣṇa: apreciar o maior artista, o maior cientista.
Podemos apreciar muitíssimos artistas, mas, a menos que apreciemos o artista supremo, Kṛṣṇa, nossa vida é um desperdício. Encontramos essa apreciação na Brahma-saṁhitā, a oração do senhor Brahmā, o criador do universo. Em apreciação a Govinda, Kṛṣṇa, ele canta:

yasya prabhā prabhavato jagad-aṇḍa-koṭi-
koṭiṣv aśeṣa-vasudhādi-vibhūti-bhinnam
tad brahma niṣkalam anantam aśeṣa-bhūtaṁ
govindam ādi-puruṣaṁ tam aham bhajāmi
(Bs. 5.40)
Agora, estamos tentando compreender o sistema planetário através de nosso método científico. Porém, não fomos capazes de concluir o estudo nem mesmo do planeta mais próximo, a Lua, e o que dizer dos milhões e bilhões de outros planetas. No entanto, obtemos este conhecimento a partir da Brahma-saṁhitāyasya prabhā prabhavato jagad-aṇḍa-koṭi-koṭiṣu. Por meio da brilhante refulgência que emana do corpo de Kṛṣṇa, inumeráveis universos são criados. Não somos capazes de estudar nem mesmo um universo, e a Brahma-saṁhitā nos informa que há inumeráveis universos e que, em todo e cada um deles, há inumeráveis planetas (jagad-aṇḍa-koṭi-koṭiṣu). Há, portanto, inumeráveis universos com inumeráveis sóis, inumeráveis luas e inumeráveis planetas.

Tudo isso é possibilitado pela refulgência corpórea de Kṛṣṇa, que se chama brahma-jyotir. Os jñānīs, aqueles que estão tentando se aproximar da Verdade Absoluta mediante a especulação mental, por meio do poder de seu cérebro minúsculo, podem no máximo chegar a essebrahma-jyotir. Porém, esse brahma-jyotir é apenas a iluminação do corpo de Kṛṣṇa. A melhor analogia é o brilho solar. O brilho solar está vindo do globo solar. O Sol é localizado, e a refulgência do Sol, o brilho solar, distribui-se por todo o universo. Assim como a Lua reflete o brilho solar, o Sol também reflete o brahma-jyotir. E o brahma-jyotir é a refulgência corpórea de Kṛṣṇa.
Então, a maior arte é compreender Kṛṣṇa. Eis a maior arte. Se realmente queremos ser um artista, devemos tentar entender o maior artista, Kṛṣṇa, ou tentarmos ter Sua companhia íntima. Para esse fim, estabelecemos a Sociedade Internacional para a Consciência de Krishna. Os membros dessa sociedade são treinados para ver em tudo a exibição do senso artístico de Kṛṣṇa. Isto é a consciência de Kṛṣṇa – ver a mão artística de Kṛṣṇa em todo lugar.
No Bhagavad-gītā (10.8), Kṛṣṇa diz, ahaṁ sarvasya prabhavo mattaḥ sarvaṁ pravartate: “O que quer que vejas é uma emanação de Mim. Tudo é criado a partir de Minha energia”. Deve-se compreender o fato de que Kṛṣṇa é a origem de tudo. O senhor Brahmā confirma isso em seu Brahma-saṁhitā (5.1), īśvaraḥ paramaḥ kṛṣṇaḥ: “Kṛṣṇa é o controlador supremo”. Aqui neste mundo material, temos a experiência de muitos controladores. Todos nós somos um controlador. Você é controlador; eu sou controlador. Acima de você, no entanto, há outro controlador, e, acima dele, há outro controlador, e assim por diante. Você pode prosseguir buscando controlador após controlador, e, quando você chegue ao controlador supremo – aquele que não é controlado por ninguém, mas que controla todos os demais – esse é Kṛṣṇa. Esta é a nossa definição de Deus: o controlador supremo.

Hoje em dia, tornou-se algo barato ver muitos “Deuses”. Mas você pode testar alguém para ver se ele é Deus. Se ele é controlado por alguém mais, ele não é Deus. Somente se ele é o controlador supremo você deve aceitá-lo como Deus. Esse é o teste simples de Deus.
Agora, outra qualidade de Deus é que Ele é pleno de prazer, ānandamayo ’bhyāsāt (Vedānta-sūtra 1.1.12). Por natureza, a Suprema Pessoa Absoluta é ānandamaya, “plena de prazer”. Suponha que você é um artista. Você se dedica ao trabalho artístico apenas para obter um pouco de prazer. Por fazer uma pintura, você desfruta de algumrasa, algum doce prazer. De outro modo, por que você trabalharia tão duro? Tem de haver algum prazer em pintar.
Então, Kṛṣṇa é raso vai saḥ, o reservatório de todos os doces prazeres. Ele é sac-cid-ānanda-vigrahaḥ (Bs. 5.1), pleno de eternidade, conhecimento e prazer. (Ānandasignifica “prazer”.) Sua potência de prazer é Śrīmatī Rādhārāṇī. Vocês já viram imagens de Rādhā e Kṛṣṇa. Rādhārāṇī é a manifestação da potência de prazer de Kṛṣṇa. Como já expliquei, Kṛṣṇa tem inumeráveis energias, e uma delas é Sua potência de prazer, Rādhārāṇī.
Então, aqueles que desenvolveram amor por Deus estão desfrutando de prazer transcendental a todo momento por verem a obra de arte de Kṛṣṇa em todo lugar. Essa é a posição de um devoto. Por conseguinte, solicitamos a todos que se tornem devotos, que se tornem conscientes de Kṛṣṇa, a fim de que possam ver a obra de Kṛṣṇa em todo lugar.
Ver Kṛṣṇa em todo lugar não é difícil. Por exemplo, suponha que você esteja com sede e beba água. Quando você bebe, você sente muito prazer. E Kṛṣṇa é o reservatório de todo prazer (raso vai saḥ). Então, o prazer que você sente ao beber água, é Kṛṣṇa. Kṛṣṇa declara isso no Bhagavad-gītā (7.8), raso ’ham apsu kaunteya: “Sou o sabor da água”. Para uma pessoa comum, que não é capaz de apreciar Kṛṣṇa completamente, Kṛṣṇa está dando a instrução de que Ele é o sabor da água que mata sua sede. Se você simplesmente tenta compreender que esse sabor é Kṛṣṇa, ou Deus, você se torna consciente de Deus.

Portanto, não é muito difícil se tornar consciente de Kṛṣṇa. Você precisa simplesmente de um pouco de treinamento. E se você ler o Bhagavad-gītā Como Ele É – compreendendo-o tal como é apresentado pelo próprio Kṛṣṇa, sem qualquer desonestidade ou falsa interpretação –, você se tornará consciente de
Kṛṣṇa. E se você se torna consciente de Kṛṣṇa, sua vida é bem-sucedida. Você retornará para Kṛṣṇa (tyaktvā dehaṁ punar janma naiti mām eti [Bg. 4.9]).
Não há qualquer perda em se tornar consciente de Kṛṣṇa, mas o ganho é muito grande. Por conseguinte, solicitamos a todos vocês que tentem se tornar conscientes de Kṛṣṇa. Leiam o Bhagavad-gītā Como Ele É; vocês encontrarão toda informação que vocês precisam para se tornarem conscientes de Kṛṣṇa. Ou, se você não quiser ler oBhagavad-gītā, por favor, cante Hare Kṛṣṇa, Hare Kṛṣṇa, Kṛṣṇa Kṛṣṇa, Hare Hare/ Hare Rāma, Hare Rāma, Rāma Rāma, Hare Hare. Você se tornará consciente de Kṛṣṇa da mesma maneira.
Fonte das imagens, por ordem de ocorrência: 1.http://www.bcagalleries.com, 2. Arquivo BBT.
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publicado por o editor às 19:33
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Passo Torto volta a Curitiba para show de lançamento do segundo álbum

 

 

Recém-bicampeões do Prêmio da Música Brasileira, quarteto paulista apresenta "Passo Elétrico"
 
Os músicos e compositores Kiko Dinucci, Marcelo Cabral, Rodrigo Campos e Romulo Fróes, que juntos formam o projeto Passo Torto, vêm a Curitiba para o show de lançamento de seu segundo disco, "Passo Elétrico". A apresentação será no palco do Teatro do Paiol no dia 7 de junho, sábado, às 21h.
 
Aclamados pela crítica, o grupo paulista acaba de faturar pela segunda vez o importante Prêmio da Música Brasileira. Há poucas semanas, levaram a estatueta na categoria Pop/Rock/Reggae/Hip-Hop/Funk. Dois anos antes, ainda com o trabalho anterior, foram eleitos o melhor grupo de MPB na mesma premiação.
 
Se no primeiro álbum, privilegiou-se os instrumentos  acústicos, agora, como o próprio título sugere, o novo disco parte de uma busca por novas sonoridades. A nova formação inclui guitarras, conduzidas por Kiko Dinucci e por Rodrigo Campos, que mantém o cavaquinho, mas dessa vez processado por pedais de efeitos. Pedais também foram incorporados ao baixo acústico de Marcelo Cabral. Novamente, há a ausência de instrumentos de percussão, substituídos pela arquitetura rítmica dos instrumentos de corda.

Outra característica do trabalho do Passo Torto que se manteve e se desenvolveu ainda mais com este novo disco é a construção harmônica, que se dá pelas diferentes vozes melódicas de cada instrumento, produzindo uma teia polifônica que dificulta a identificação dos acordes de cada canção. Essa polifonia, produz uma tensão rítmica que faz com que a canção por muitas vezes flutue, sobre uma pulsação não muito clara, camuflada por distorções, texturas e ruídos, incorporados aos arranjos.

Como no disco anterior, as letras das canções do Passo Torto continuam a flertar com São Paulo e seus personagens, mas com "Passo Elétrico", essa relação se mostra de maneira crítica e inconformada, questionando a transformação desordenada da cidade e seus desdobramentos na vida do cidadão paulistano.
Serviço:
Passo Torto - Show de lançamento do álbum "Passo Elétrico"
7 de junho, sábado, 21h
Teatro do Paiol - Praça Guido Viaro, s/n
R$ 30 e R$ 15 (somente dinheiro)
 
Pontos de venda:
- Bilheteria do Paiol: terça a sexta, das 13h30 às 19h. Sábado e domingo: das 15h até o horário do evento
- Restaurante Mezanino das Artes - Al. Dr. Carlos de Carvalho, 805 - Batel, de segunda à sábado, das 11h30 às 23h
Informações: 3213-1340
 
Produção: Santa! Produção e Fineza Comunicação & Cultura
Apoio: Prefeitura Municipal de Curitiba, Fundação Cultural de Curitiba, Restaurante Mezanino das Artes, Fidel Bar, Adega Boulevard, Blog Tudo o que você (ou)vê.

 

publicado por o editor às 19:13
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