Sexta-feira, 29 de Maio de 2015

Imaginação Emancipatória - Desafios do Século 21

 






Imaginação Emancipatória - Desafios do Século 21

 

Ashis Nandy

 


  
Coleção:
    Humanitas

Ano | Edição:
    2015 | 1ª
Páginas:
    294

Dimensão:
    22,5 x 2,0 x 15,5 cm
Peso:
    545 g


Ashis Nandy, um dos principais intelectuais indianos contemporâneos, psicólogo social, psicanalista, bem como cientista político, que busca desenvolver o que chamou de "tradicionalismo crítico". 

Criado em Calcutá na segunda metade do século XX, ou seja, testemunha desde jovem da trajetória da Índia independente, Nandy se formou e pós-graduou em psicologia, com forte ênfase em psicanálise. Trabalhou clinicamente até optar em definitivo por uma carreira de pesquisador, vinculado ao Centro para o Estudo das Sociedades em Desenvolvimento (CSDS), em Nova Déli. Os temas da criatividade na ciência e na literatura, assim como a articulação entre personalidade e sociedade, foram seus focos iniciais, embora desde sempre trabalhasse com uma "psicologia política" e as questões da sociedade indiana estivessem no centro de suas preocupações, em parte sob a mediação da figura do Mahatma Gandhi (1869-1948), bem como de Rabindranath Tagore (1861-1941), o grande literato e compositor da primeira metade do século XX indiano. Cada vez mais busca um resgate da tradição indiana, a partir do que seriam, sobretudo, suas vertentes populares, indo contra noções de secularismo e desenvolvimento, criticando fortemente o Estado e os intelectuais mais explicitamente modernos. Na verdade, a meu ver um excesso de estridência vem prejudicando a elaboração de suas ideias e mais recentemente há de fato certa perda de substância em suas concepções, não obstante a importância de sua obra de modo geral.

O LIVRO
A obra do indiano Ashis Nandy se singulariza por aportar uma discussão, forjada em outras latitudes, que muito nos interessa como país ainda em busca de um futuro e de um destino. Na periferia do mundo desenvolvido, e desde sempre subordinados aos imperativos da acumulação e do comércio ditados pelo Norte, vivemos a contradição entre a modernidade – econômica, política, jurídica – estatutariamente universal e as demandas de construir um país que se descobre a cada dia mais diverso e desigual, ainda que extremamente incapaz de lidar com essa diversidade e desigualdade.
publicado por o editor às 23:34
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Ditaduras Militares - Brasil, Argentina, Chile e Uruguai

 

 



Ditaduras Militares - Brasil, Argentina, Chile e Uruguai


Rodrigo Patto Sá Motta (org.)



   
Coleção:
    Humanitas

Ano | Edição:
    2015 | 1ª
Páginas:
    338

Dimensão:
    22,5 x 15,5 x 2,0 cm
Peso:
    495 g


Tortura, repressão política, desaparecimentos e resistência armada são questões que logo vêm à tona quando o tema é ditadura militar. Tradicionalmente, têm sido esses os principais aspectos investigados por pesquisadores da área.
O Livro é fruto do seminário Ditaduras militares em enfoque comparado: Brasil, Argentina, Chile e Uruguai que se propos inovar a abordagem, reunindo estudiosos para discutir outros temas relevantes para pensar os regimes autoritários do Cone Sul, como as políticas aplicadas pelas ditaduras que ajudam a compreender o apoio social recebido por esses regimes.
Promovido pelo grupo de pesquisa História Política – Culturas Políticas na História, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o evento  incluiu mesas-redondas sobre políticas educacionais, sociais e culturais, novos olhares sobre a repressão e resgate da memória do período. Foram reunidos alguns dos principais historiadores das ditaduras do continente, como os brasileiros Marcos Napolitano e Daniel Aarão Reis, a argentina Ludmila Catela e a francesa Maud Chirio, autora do livro A política nos quartéis, em que descreve as divisões internas do exército brasileiro durante o regime militar.
 
“O Estado que temos hoje é, em grande medida, consequência das políticas implementadas na época, o que faz da ditadura um tema atual”, salienta o professor de História da UFMG Rodrigo Patto Sá Motta, presidente da comissão organizadora do evento.

Coordenador do grupo Culturas Políticas na História, Motta lembrou que, embora o tema da ditadura esteja em voga na mídia, a maior parte da população ainda revela pouco interesse no debate. A apatia popular, por sua vez, prejudica o pleno exercício da cidadania, que passa pelo exame desse capítulo turbulento da história do país. “Para que tenhamos uma democracia consolidada, é importante que as pessoas se apropriem do passado recente, discutindo e se posicionando em relação aos fatos”, salientou.
 
Apoio oscilante
O apoio popular ao regime instaurado pelos militares no Brasil sofreu oscilações ao longo do tempo. O momento da deflagração do golpe, em 1964, seguido pelo governo do general Castello Branco, é considerado a fase de maior aceitação. “Nessa época, a grande imprensa desempenhou papel de destaque por difundir uma imagem positiva do novo regime, veiculando a ideia de que o governo do então presidente João Goulart era perigoso e precisava cair”, aponta Rodrigo Sá Motta.
 
Naquela conjuntura, a ascensão dos militares foi defendida como uma alternativa mais viável para o Brasil, principalmente entre as elites. Outra fase de grande adesão foi a do “milagre econômico”, no início dos anos 1970, já no governo Médici, quando o crescimento do emprego e da renda provocou grande euforia na população. A propaganda do governo, que se notabilizou por slogans como “Brasil: ame-o ou deixe-o”, também colaborou para o clima de otimismo, explorando a ideia de que o país caminhava rumo ao desenvolvimento.
 
Em contrapartida, houve momentos de impopularidade, como no governo Costa e Silva, no final dos anos 60, marcado por protestos de rua. “Embora o regime também tivesse apoiadores, naquele período foi a oposição que mais se destacou”, observa o historiador. Outra fase de reprovação popular foi a distensão política pós-75. De acordo com Motta, a insatisfação se expressou por meio do retorno das greves e do crescimento da votação dada à oposição reunida em torno do Movimento Democrático Brasileiro (MDB).
 
Semelhanças e diferenças
Em todos os regimes militares estabelecidos na segunda metade do século 20 em países do Cone Sul, o discurso político era basicamente o mesmo: defender a ordem social, a tradição, a família e a pátria; e combater o comunismo, a subversão e a esquerda revolucionária. As ditaduras também se assemelhavam em relação ao emprego da violência e de métodos autoritários. “Embora a quantidade de mortos e desaparecidos varie de forma significativa, a disposição de reprimir opositores com violência e os métodos de tortura utilizados eram parecidos”, avalia o professor.
Já as políticas econômicas diferiam de país para país. No Brasil, estabeleceu-se uma política desenvolvimentista, confirmando a tradição que vinha desde a era Vargas de controle do Estado sobre setores como transportes, energia e indústria de bens de capital, para fomentar o investimento em áreas-chave de infraestrutura. “Por aqui, os militares mantiveram o modelo econômico anterior”, ressaltou o pesquisador.
 
O Chile e a Argentina seguiram caminhos diferentes. Na década de 1970, sob o governo do general Augusto Pinochet, o Chile se tornou o primeiro país neoliberal do mundo, diminuindo a presença do Estado na economia e recebendo grande fluxo de capital externo. Áreas como educação superior e previdência social foram privatizadas. “A ditadura militar alterou a estrutura econômica daquele país, transformando-o no que ele é hoje: um exportador de produtos alimentícios, com forte inserção no mercado internacional e diminuição de taxas alfandegárias”, analisa o historiador.
 
Já o modelo argentino, segundo ele, foi uma forma intermediária entre liberalismo e desenvolvimentismo. “Houve reformas liberais e maior entrada de produtos estrangeiros, mas, ao mesmo tempo, áreas estratégicas da economia foram mantidas sob controle estatal”, conclui Motta.
 
 
O LIVRO

Os autores desta coletânea são pesquisadores brasileiros, argentinos, chilenos e uruguaios, especialistas na história das ditaduras recentes. Os textos contemplam temas consolidados na pesquisa acadêmica e, também, novas linhas de investigação, em combinação muito fértil. O leitor encontrará nestas páginas estudos sobre aspectos essenciais do tema: as disputas no campo da memória, as políticas sociais, culturais e educacionais das ditaduras, os embates no campo artístico-cultural e o funcionamento dos aparatos repressivos.
 
 LANÇAMENTO DA
 

 

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Zeca Baleiro canta Zé Ramalho no Teatro Guaíra no dia 21 de junho

 

 

 

 
 
Ingressos para show de lançamento do disco e DVD "Chão de Giz" estão à venda
 
O músico maranhense Zeca Baleiro se apresenta em Curitiba no dia 21 de junho, domingo. No palco do Guairão, ele fará o show de lançamento do álbum e DVD "Chão de Giz - Zeca Baleiro Canta Zé Ramalho", prestando uma homenagem a um de seus grandes ídolos. Os ingressos estão à venda na bilheteria do teatro e pelo Disk Ingressos no telefone (41) 3315-0808 e no sitewww.diskingressos.com.br.
 
"É muito bom ter a chance de dedicar um show inteiro à obra de um ídolo como o Zé", comenta Baleiro. "É um trabalho instigante e prazeroso. Certos pontos de contato foram se revelando aos poucos, durante os ensaios e as apresentações. E isso é bonito de ver", completa.
 
O público curitibano terá a oportunidade de ouvir grandes sucessos, como “Chão de Giz”, “Vila do Sossego”, “Taxi boy”, “A Terceira Lâmina”, “Eternas Ondas” e “Avohai” na voz e no estilo de Zeca, além de “Rei do Rock”, criada em parceria com o próprio Zé Ramalho. Algumas surpresas também farão parte do repertório.
 
Serviço:
Show: Chão de Giz - Zeca Baleiro canta Zé Ramalho
Dia 21 de junho, domingo, às 21h
Local: Teatro Guaíra - R. XV de Novembro, 971, Centro
Ingressos: Plateia R$ 180 (R$ 90 meia), 1o. balcão R$ 140 (R$ 70 meia), 2o. balcão R$ 120 (R$ 60 meia)
Bilheteria do Teatro Guaíra: de segunda a domingo, das 10h às 22h
Disk Ingressos: www.diskingressos.com.br / (41) 3315-0808

 

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CENA HQ APRESENTA LEITURA DE QUADRINHO DE SUSPENSE NA CAIXA CULTURAL CURITIBA

 

 

 

 

Em cartaz no dia 3 de junho, Dora conta a história de uma mãe à procura de sua filha “estranha”

 

A CAIXA Cultural Curitiba apresenta, no dia 3 de junho (quarta-feira), a leitura cênica do quadrinho Dora, da carioca radicada em Curitiba Bianca Pinheiro. Depois da apresentação, que faz parte do projeto Cena HQ, o público poderá participar de um bate-papo com a autora, o elenco de atores e o diretor Paulo Biscaia.

 

Dora é um suspense em preto e branco lançado em 2014, que narra a história de uma mãe e sua uma filha “estranha”. A garota, que desde o nascimento nunca chorou ou falou, vê tragédias acontecerem à sua volta. A um detetive de polícia que investiga a morte de 15 pessoas, a mãe conta como foi o relacionamento com a pré-adolescente.

 

Funcionando como uma história dentro de uma outra história, a narrativa segue os fatos pelo ponto de vista da mãe. Ela, que entende como se comunicar com Dora, não consegue compreender por que as pessoas têm medo e se afastam da filha. Essa é a primeira HQ independente de Bianca Pinheiro. Considerada um dos grandes expoentes da geração atual de quadrinhistas, ela se valeu do financiamento coletivo para publicar Dora. Antes disso, Bianca já havia se destacado com a série Bear, uma webcomic infanto-juvenil.

 

A leitura conta com a direção de Paulo Biscaia, que reuniu um elenco com Michelle Rodrigues e Isadora Terra e Ed Canedo para dar voz aos personagens do livro.

 

Cena HQ

Pelo quarto ano seguido na CAIXA Cultural Curitiba, o projeto Cena HQ segue a proposta de ler em cena obras publicadas originalmente em quadrinhos. O evento é uma parceria entre a Cia Vigor Mortis e a Quadrinhofilia, com curadoria dos autores feita pelo quadrinhista José Aguiar e escolha dos encenadores pelo diretor Paulo Biscaia Filho. Cada leitura é seguida por um debate entre público, autores, diretor e atores. No ano passado, a iniciativa foi premiada com o Troféu HQ Mix na categoria produção para outras linguagens.

 

 

Serviço:

Leitura: Cena HQ – Dora, de Bianca Pinheiro

Local: CAIXA Cultural Curitiba, Rua Conselheiro Laurindo, 280

Data: 3 de junho de 2015 (quarta-feira)

Horário: 20h

Ingressos: entrada franca. Retirada de ingressos a partir das 19h do dia da apresentação.

Bilheteria: (41) 2118-5111 (de terça a sábado, das 12h às 20h, e domingo, das 16h às 19h)

Classificação etária: não recomendado para menores de 14 anos

Lotação máxima: 125 lugares (dois para cadeirantes) 

 

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PROJETO SAMBA DE BAMBA TRAZ PERNAMBUCANA KARYNNA SPINELLI À CAIXA CULTURAL CURITIBA

 

 

Cantora e compositora apresenta trabalho autoral e releituras no dia 2 de junho

 

A CAIXA Cultural Curitiba apresenta, como atração do projeto Samba de Bamba, a cantora e compositora pernambucana Karynna Spinelli. A artista, que se apresenta pela primeira vez na cidade, sobe ao palco no dia 2 de junho, terça-feira, às 20h.

 

Fundadora e presidente do Clube do Samba de Recife, Karynna Spinelli traz a Curitiba um repertório que reúne canções dos seus dois álbuns lançados, Morro de Samba (2010) e Negona(2014). Ela também apresentará toadas de terreiro, gafieira, músicas de seu estado – coco e ijexá –, bem como faixas de compositores do samba brasileiro que estão ligados às linhas musicas da artista, como Zeca Pagodinho, Jorge Aragão, Martinho da Vila, entre outros.

 

No palco, Karynna será acompanhada por cinco músicos de Pernambuco. Sua banda conta com Rubem França no violão de 8 cordas, Fernando Moura  no cavaquinho, Ricardo Sarmento no pandeiro e voz, Rafael Almeida tocando surdo e repique, e Nêgo Henrique, nos ilus e congas. A formação dá às 22 canções do programa uma sonoridade extremamente percussiva e visceral.

 

Karynna começou sua carreira em 2004, após contato com a música de terreiro e de rodas no Morro da Conceição, com o Grupo Afro Raízes de Quilombo. Dedicando-se ao samba de raiz e aos ritmos que flertam com o estilo, integrou o grupo Na Calçada cantando, compondo e tocando percussão, além de fazer parte do conjunto Sambadelas, formado por mulheres. Em abril, seu disco Negona foi eleito, pelo público e crítica, o melhor álbum de samba no Prêmio da Música Pernambucana. O Clube do Samba de Recife, projeto que criou com mais três amigos em 2009, reúne mensalmente sambistas e artistas da cidade para shows.

 

Samba de Bamba

Em sua terceira temporada, o projeto Samba de Bamba tem a proposta de mostrar ao público que o ritmo brasileiro transcendeu as fronteiras de rodas de samba do Rio de Janeiro. “Se por um lado, o recorte temporal se dá a partir das novas vozes reveladas na revitalização musical da Lapa carioca, por outro é importante observar que seus representantes estão espalhados por todo o país”, explica o coordenador e curador Rodrigo Browne.

 

O formato é semelhante ao programa de mesmo nome, que Browne realiza há 19 anos na rádio E-Paraná FM. Durante a transmissão, os convidados comentam a escolha de seus sambas prediletos. No palco, cada artista faz o mesmo, contando o porquê de suas escolhas, bem como suas influências.

 

Serviço:

Música: Samba de Bamba apresenta Karynna Spinelli

Local:CAIXA Cultural Curitiba (Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Curitiba)

Data: 02 de junho de 2015

Horário: terça-feira, às 20h

Ingressos: vendas a partir de 30 de maio (sábado). R$ 10 e R$ 5 (meia – conforme legislação e correntistas que pagarem com cartão de débito CAIXA. A compra pode ser feita com o cartão vale-cultura)

Bilheteria: (41) 2118-5111 (de terça a sábado, das 12h às 20h, e domingo, das 16h às 19h)

Classificação etária: Livre para todos os públicos

Lotação máxima: 125 lugares (2 para cadeirantes)

 

publicado por o editor às 23:31
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Figueroas lança clipe de “Fofinha”

 

 

 

Primeiro álbum do projeto será distribuído digitalmente pela Deck

 

Há pouco tempo, o projeto Figueroas ganhou a internet com vídeos que se tornaram hits instantâneos. Trazendo uma lambada modernizada, o tecladista Dinho Zampier e o extravagante vocalista Givly Simons lançaram recentemente seu primeiro álbum, “Lambada Quente”. Em junho, esse disco sai em formato digital pela Deck. Hoje, eles disponibilizam no YouTube mais um de seus vídeos alternativos, da música “Fofinha”: https://www.youtube.com/watch?v=ewKqcDEtun8&feature=youtu.be.

 

O vídeo foi dirigido e, em sua maior parte, filmado pelo cantor do projeto. As gravações foram feitas no Rio de Janeiro, em diferentes pontos da cidade, como o Morro do Vidigal, a Feira de São Cristóvão e o bairro do Flamengo. Enquanto canta, Givly passa por esses pontos mostrando a região e, até mesmo, encontra os cantores de brega Edson Wânder, seu primo, e Luano do Recife. A música é uma das fortes representantes do som do Figueroas e tem participação especial de Cris Braun, vocalista da banda de rock da década de 90, Sex Beatles.

 

Mais informações: www.deckdisc.com.br

 

publicado por o editor às 23:30
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Casa de Rui Barbosa | Agenda 01-15.06 2015

 

         



VI Simpósio Internacional de História do Brasil
         

08 a 11.06,
segunda a quarta
        

O objetivo do evento é mostrar aos pesquisadores nacionais os estudos e as abordagens historiográficas mais recentes sobre o Brasil no século XX elaborados no exterior. O encontro procura estimular o diálogo entre historiadores e pesquisadores nacionais, franceses e norte-americanos. De 8 a 10 de junho, no auditório da Casa Rui Barbosa. Dia 11, no Instituto de Filosofia e Ciências Sociais/ IFCS (Largo de São Francisco, 1, RJ). Entrada franca.
         
         

EXPOSIÇÃO

até 09.07
        

Exposição “A Abolição e seus registros na vida privada II”

Desde 2011 o Serviço de Arquivo Histórico e Institucional realiza exposições ligadas à temática da escravidão negra e sua abolição no Brasil. Em 2014 foi realizada a primeira edição da mostra “A Abolição e seus registros na vida privada”, com documentos que retratavam a perspectiva abolicionista. Uma vez que o material não se esgotou e a recepção do público foi boa, a exposição volta com sua segunda edição em 2015. Foram selecionados alguns arquivos do período de 1871 a 1896 que mostram os desdobramentos da lei de 13 de maio; documentos de Rui Barbosa e da Família Barbosa de Oliveira que registram os movimentos pelo fim da escravidão e seu impacto na sociedade brasileira depois de maio de 1888. Museu.

         

IDEIAS

02 e 03.06
terça e quarta,
10h
        

Seminário Rio 450: A Igreja na Cidade

O evento integra as comemorações dos 450 anos da cidade reunindo pesquisas sobre a história da Igreja em sua relação com a sociedade carioca. É uma iniciativa conjunta da Pesquisa em História da FCRB e dos Departamentos de História e de Teologia da PUC-Rio. Observação: A abertura, no dia 2 de junho, será no auditório do RDC, na PUC-Rio. Dia 3 de junho, será no auditório da Casa de Rui Barbosa. Entrada franca.


03.06
quarta, 14h30
        

Memória & Informação

Palestra “As cartas de Luiz Camillo a Mário”, ministrada pela filósofa e doutora em literatura brasileira, Maria Luiza Penna. Sala de cursos. Entrada franca.


10.06
quarta, 17h
        

Estudos de Direito e Política

Palestra “Mobilizações difusas e cultura cívica no Brasil contemporâneo”, ministrada pelo pesquisador da FCRB, Júlio Aurélio (Direito/FCRB). Na ocasião será reinaugurada a exposição “Cidadãos de junho”, que apresenta imagens das manifestações sociais de 2013, cedidas por fotógrafos e fotojornalistas. Sala de cursos. Entrada franca.

         

INCRIÇÕES ABERTAS

15 a 19.06
segunda a sexta,
18h às 21h
        

Curso "Artes Decorativas no Patrimônio Arquitetônico e os ambientes decorativos civis em Portugal e no Brasil (séculos XVIII a XX)"

Aulas ministradas pelo professor doutor Gonçalo de Vasconcelos e Sousa, da Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa (UCP). Haverá certificado de participação para os inscritos com frequência de 75% de presença. Auditório. Entrada franca.

 

publicado por o editor às 23:29
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BICICLETADA CULTURAL DO MIA CARA CURITIBA SERÁ NO DOMINGO

 

 

 
 
O Mia Cara Curitiba, evento anual que celebra a cultura italiana na cidade, realiza um passeio ciclístico no próximo domingo, às 10h, na Ciclofaixa da Avenida Cândido de Abreu. A concentração e premiação será realizada na Praça do PaláCio Iguaçu, próximo ao mural do artista Rogério Dias.
 
Neste ano, em sua segunda edição, o evento faz um convite para que os ciclistas enfeitem sua bikes com motivos italianos, para um passeio pela região. As bicicletas decoradas de forma mais criativa vão ganhar prêmios como um jantar para casal na Pizzaria Gepetto, kits e vinhos da vinícola Família Fardo.
 
O passeio terá duração na medida para comportar tanto crianças como adultos. O que vale mais é a criatividade e a diversão.
 
O evento faz parte do Mia Cara Curitiba, evento que celebra a cultura italiana na capital paranaense. De 23 a 31 de maio, uma extensa programação traz para a cidade  passeios de trem e bicicleta, exposições, shows e exibição de filmes relacionados à Itália. O Mia Cara Curitiba é realizado pela Embaixada da Itália no Brasil, Consulado da Itáilia em Curitiba e Instituto Cultural Italiano de São Paulo. Tem produção do Solar do Rosário Arte e Cultura, e é viabilizado via Lei Federal de Incentivo à Cultura, do Ministério da Cultura, com patrocínio das empresas Blount, CNH/New Holland, Peróxidos, Incepa, Propex, Igarashi e GME.
 
 
BICICLETADA CULTURAL
 
Data: 31 de maio, Domingo
Horário: 10 horas
Local: Ciclofaixa da Avenida Cândido de Abreu - Centro Cívico
Ingresso: Gratuito
 
A programação completa pode ser conferida no www.miacaracuritiba.com.br
 
Siga o Mia Cara Curitiba 2015 nas redes sociais:
facebook.com/miacaracuritibaoficial
instagram.com/miacaracuritibaoficial

 

 
publicado por o editor às 23:28
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Museu da Fotografia recebe exposição e lançamento de livro sobre festa de San Lázaro, em Cuba

 

 

 



O fotojornalista paranaense Leandro Taques lança no próximo dia 2 de junho, a partir das 19 horas no Museu da Fotografia Cidade de Curitiba, no Solar do Barão, o livro San Lazaro – Babalú Ayê, que retrata a fé e dor de milhares de pessoas que participam, em Cuba, de três dias de festa e peregrinação pelo santo. Junto com o lançamento, o espaço também recebe uma exposição com fotos sobre o tema, que ficará em cartaz até o dia 12 de junho. A publicação foi viabilizada por meio de crowdfunding (financiamento coletivo), que ultrapassou os cerca de R$ 30 mil necessários para a publicação da obra.

Com 90 fotos, extraídas de mais de 4 mil imagens feitas durante as festas de San Lázaro em 2012 e em 2014, a publicação retrata pagadores de promessa e devotos do santo. São mulheres, crianças, homens, peregrinos de todas as classes e regiões que formam um só corpo a caminho do Santuário Nacional, em Rincon, pequeno vilarejo perto da capital Havana. O ápice da festa acontece em 17 de dezembro, em que se comemora o Dia de San Lázaro.

Muitos realizam a peregrinação mesmo doentes, de joelhos ou até rastejando, os pés descalços, as mãos calejadas. Alguns puxam pedras amarradas aos pés. Outros arrastam correntes por dias ou até semanas. “São imagens fortes, de entrega e devoção dos peregrinos. É emocionante e ao mesmo tempo chocante ver aquele misto de satisfação e dor nas pessoas”, conta Leandro.

A explicação para tanta devoção está na história de San Lázaro, um dos santos mais venerados em Cuba. É ele quem protege aqueles que mais necessitam, não importa a gravidade do problema ou da doença. É o protetor dos enfermos, é a personificação dos pobres e excluídos da sociedade. Para os católicos, San Lazaro. Na Santeria, é conhecido como Babalú Ayê, também chamado de “el viejo” ou “el milagroso”. Independente da religião, a fé de seus seguidores é a mesma.
Financiamento coletivo - O primeiro contato de Leandro Taques com a festa de San Lázaro se deu em 2012, quando foi fotografar o evento inspirado no trabalho do fotógrafo cubano Raul Canibaño, que, junto com outros fotógrafos, havia publicado um livro sobre San Lázaro. Leandro conheceu Raul em 2011 e decidiu que em 2012 estaria novamente em Cuba para registrar a romaria.

Nesta época, o fotojornalista já havia despertado o interesse pelo crowdfunding e viu na romaria cubana a possibilidade de fazer o seu primeiro projeto pelo financiamento coletivo. “Estudei bastante o sistema e me deixei levar pelo desafio de produzir um material fotograficamente rico em imagens e viabilizá-lo em forma de livro com a ajuda das pessoas”.

Pelo financiamento coletivo, as pessoas contribuíram com o projeto San Lazaro – Babalú Ayê com valores entre R$ 25 a R$ 2 mil, investidos em diferentes recompensas.  

O crowdfunding surgiu nos Estados Unidos, em 2009, e usualmente tem o objetivo de arrecadar dinheiro para artistas, pequenos negócios e lançamentos de campanhas de variados gêneros e ações de filantropia, bem como ajudar regiões atingidas por desastres, por exemplo. Geralmente é estipulada uma meta de arrecadação que deve ser atingida para viabilização do projeto. Caso os recursos arrecadados fiquem abaixo da meta, a proposta não é financiada e o montante arrecadado retorna aos doadores. No caso do projeto San Lazaro-Babalú Ayê, eram necessários R$ 29.750,00 e a arrecadação ultrapassou os R$ 37 mil.
Sobre o autor - Professor do Centro Europeu, em Curitiba, Leandro Taques é formado em Jornalismo pela Universidade Tuiuti do Paraná, com pós-graduação em Fotografia pelas Faculdades Curitiba e em Fotografia enquanto Instrumento de Pesquisa nas Ciências Sociais pela Faculdade Cândido Mendes, no Rio de Janeiro. Em 2006, uma viagem para Angola, na África, resultou no projeto O Retrato da Paz, com livro homônimo e uma exposição que rodou o Brasil. Esse trabalho rendeu menção especial no Prêmio Jornalístico Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos, além de imagens selecionadas para o acervo permanente da Maison Europeenne de la Photographie, em Paris, França.

Serviço
Lançamento do Livro e Exposição San Lázaro-Babalú Ayé – Leandro Taques
Data: 02/06/2015 – terça-feira
Horário: 19h
Local: Museu da Fotografia Cidade de Curitiba
Endereço: Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 533
 

 

publicado por o editor às 23:27
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Mecenato recebeu 880 inscrições de projetos culturais

 

 

 

 
O Mecenato Subsidiado 2015, modalidade da Lei Municipal de Incentivo à Cultura, teve 880 projetos culturais inscritos. Desse total, 749 são projetos da categoria de não iniciantes, e os outros 131 da categoria de iniciantes. A área que recebeu maior número de projetos foi a de artes cênicas (268), seguida de música (212) e audiovisual (162). A Fundação Cultural de Curitiba publicou no site a relação dos inscritos com o valor solicitado por cada proponente.
O presidente da FCC, Marcos Cordiolli, lembra que o Mecenato é um mecanismo fundamental para o fomento à cultura em Curitiba e que por isso está sendo aprimorado. "O grande número de inscritos mostra a importância do dispositivo para a produção artística cultural e as mudanças que promovemos, como as consultas públicas, a possibilidade de complemento com outras fontes de financiamento e a forma que a seleção se dará, visam fortalecer ainda mais o dispositivo", afirma.
O cadastramento dos projetos inscritos é o procedimento inicial de todo o processo do Mecenato. Os projetos ainda vão passar por uma etapa de validação e somente após validados é que seguirão para as fases de avaliação de mérito e de análise documental, nas quais poderão ser classificados ou não. Esse processo cabe à Comissão do Mecenato Subsidiado, que irá estabelecer limites quantitativos por área de enquadramento, dentre o total de projetos habilitados ao final da fase de “validação de inscrições”, considerando os valores previstos na LDO e LOA para renúncia fiscal do ano de 2016. O processo deve ser encerrado até dezembro deste ano.
 
Além da relação das inscrições, a Fundação Cultural publicou um resumo quantitativo dos projetos inscritos, de acordo com a área artística e a categoria. O quadro também apresenta os dados da área de artes cênicas com suas subdivisões em teatro, dança, ópera e circo.
Na categoria dos não iniciantes foram 244 projetos de artes cênicas, 63 de artes visuais, 127 de audiovisual, 21 de folclore, artesanato, cultural popular e demais manifestações culturais tradicionais, 54 de literatura, 189 de música e 51 de patrimônio histórico, artístico e cultural. Na categoria dos iniciantes, foram 24 projetos de artes cênicas, 23 de artes visuais, 35 de audiovisual, 2 de folclore, artesanato, cultural popular e demais manifestações culturais tradicionais, 15 de literatura, 23 de música e 9 de patrimônio histórico, artístico e cultural.
As inscrições encerraram no último dia 18 de maio. O Mecenato Subsidiado é o mecanismo previsto na Lei Municipal de Incentivo à Cultura, que possibilita a realização de projetos culturais e artísticos através de renúncia fiscal por parte de empresas interessadas em financiar as ações. Neste modelo, o proponente é responsável pela captação dos recursos junto às empresas interessadas em fazer este apoio. A previsão é de que os projetos selecionados receberão suas cartas de anuência para captação até dezembro deste ano.
Diferenciais Foram feitas diversas mudanças nos editais após as consultas públicas. “Uma delas é que a partir de agora o orçamento do projeto poderá ser complementado com recursos originários de outras instituições públicas ou privadas, bem como de particulares, como forma de apoio, como a Lei Rouanet”, exemplifica a diretora de Incentivo à Cultura da FCC, Maria Angélica Carvalho.
Ela destaca outras mudanças importantes: os projetos aprovados poderão efetuar remanejamento orçamentário, até um limite de 10% (dez por cento) do valor total do projeto, sem necessidade de solicitação à Comissão; possibilidade de apresentação de projetos para games na linguagem de artes visuais, enquadrado como arte digital; abertura para projetos de festivais nas áreas de música, artes cênicas e audiovisual; e abertura para projetos de difusão e circulação de longa metragem.
A relação dos inscritos e o quadro comparativo de acordo com as áreas artísticas estão disponíveis no site www.fundacaoculturaldecuritiba.com.br, no link “Lei de Incentivo”, no menu “Mecenato”.

 

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