Quinta-feira, 18 de Junho de 2015

Natura apresenta Chico César no show de lançamento do disco “Estado de Poesia”, dia 24 de junho, no Centro Cultural Rio Verde

 

 

Um dos grandes nomes do cancioneiro nacional, Chico César, quebra o silêncio e mostra sua versatilidade em seu novo álbum, “Estado de Poesia” (Urban Jungle/Natura Musical). No próximo dia 24 de junho (quarta), o músico sobe ao palco do Centro Cultural Rio Verde, às 22h, para o show de lançamento do disco em São Paulo, na série Natura Musical.

 “Estado de Poesia” une a riqueza dos ritmos brasileiros à sonoridade universal. Num mesmo registro fonográfico, samba, forró, frevo, toada e reggae se misturam e dão vida ao novo disco de Chico. O CD tem produção do próprio artista, em parceria com Michi Ruzitscha, e produção executiva da Urban Jungle, distribuição pela Pommelo Distribuições e distribuição digital pelo Laboratório Fantasma.

Na apresentação, o público poderá conferir as canções do novo trabalho, como “Da Taça”, disponível para download gratuito no portal “Natura Musical” (www.naturamusical.com.br), e músicas de trabalhos anteriores do paraibano radicado em São Paulo, como “Mama África” e “Pensar em Você”, além de momentos em duo com os músicos convidados, Lívia Mattos e Escurinho.

 

O projeto que inclui gravação do álbum e turnê de lançamento por cinco capitais (João Pessoa, São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre e Salvador) foi contemplado pelo edital nacional do Natura Musical. “O programa foi criado para valorizar a música brasileira em várias vertentes: da preservação do legado à revelação de talentos, mas também para contribuir com a realização e ampliação do acesso a iniciativas especiais de nomes consagrados, aquelas que nossa comissão de especialistas do meio musical considera de fato emblemáticas. A beleza e diversidade do novo álbum de Chico César, que há oito anos não lançava um disco de inéditas, nos diz que estamos cumprindo nossos objetivos”, diz Fernanda Paiva, gerente de apoios e patrocínios da Natura.

 

Serviço:

Natura apresenta Chico César em “Estado de Poesia”

Local - Centro Cultural Rio Verde

Endereço – Rua Belmiro Braga, 119 – Vila Madalena

Data: 24 de junho

Horário: 22h

Valor dos ingressos: R$ 40

Duração do show: 90 min

Capacidade da casa: 400 lugares

Classificação: 18 anos

Compra de ingressos pela internet:  https://www.ingresse.com/chicocesarlancamentodocdestadodepoesia

 

O que é “Estado de Poesia”?

Conheci Chico César numa noite de agosto de 1996 em Natal. Ele ia lá para dar um show e eu para o lançar meu livro sobre Luiz Gonzaga. No restaurante onde fora organizado o encontro, entoamos um duelo – “duelo” não convém, melhor dizer “desafio”, sendo a cena no Nordeste e entre dois nordestinos -  em que cada um clamava a admiração pela obra do outro. Terminado o troca-troca de elogios, jantamos e nos tornamos amigos para sempre.

 

A partir de então e não sei por que, Chico e eu passamos a nos encontrar regularmente de maneira totalmente inesperada, nos lugares mais improváveis… como da vez em que, para um documentário, eu estava filmando o ensaio de uma escola de samba em São Paulo e lá estava o Chico na ala dos bateristas! Mas também havia encontros devidamente programados, nos shows do Chico fosse na França fosse no Brasil… E havia os encontros virtuais, quando me chegavam os novos CDs do Chico, que sempre proporcionavam um grande momento de felicidade: sou fã desse paraibano universal!

 

Ora eis que, de repente, não houve mais encontros – nem acidentais nem previstos nem virtuais: Chico que nunca passava mais de dois – no máximo três - anos sem nos presentear com um disco novo, calou a produção. Não que lhe secara a inspiração. Ele partira para outras: presidência da Funjope e depois secretaria da cultura da Paraíba. Só podia ser bom para a cultura do estado. Mas, para mim, que dieta cruel regada a saudades. Felizmente para matá-las havia seus deliciosos CDs na minha discoteca.

 

Até que chegou aquele convite para escrever um texto sobre o novo disco do Chico. Eu: Oba! Claro que aceito! Mas antes me conte o que você andou fazendo durante seis anos…

 

Chico: Contar para quê, se tudo está dito no disco? Já fala o titulo do disco (e da faixa 3) “Estado de poesia”, por ter sido gerado nesses seis anos que fiquei em meu estado, a Paraíba, como gestor público na área da cultura. Estado de poesia é um estado alterado de dentro para fora, é como vi meu estado de origem e como me vi. O disco tem um lado A, que fala mais das coisas internas, do amor pela moça que veio morar em São Paulo comigo agora, uma paraibana. As musicas têm a ver com isso tudo. “Para viver em estado de poesia / me entranharia nestes sertões de você / para deixar a vida que eu vivia /de cigania antes de te conhecer… E tem um lado B que é um olhar mais social, pra fora, pro mundo. “Negam que aqui tem preto, negão / negam que aqui tem preconceito de cor / negam a negritude e essa negação nega a atitude de um negro amor…”

 

Lado A - lado B ou as duas faces de um Chico César de volta à música, seu mais certo lugar. Tão longo silêncio poderia ter prejudicado o fio da inspiração. No entanto, será o fruto do fogo da paixão? Da experiência na gestão cultural? Da maturidade? Da trégua de seis anos? Sem dúvida tudo junto: a escrita de Chico atinge aqui um grau impressionante de sofisticação, de criatividade, de sensibilidade, de beleza, em suma, de perfeição.

 

E isso, tanto no canto de amor como no grito de protesto. Pois se o amor dá asas ao Chico, sua consciência de cidadão lhe dá garras para denunciar o racismo endêmico no Brasil (Negão),  os limites da liberdade (Miaêro, num ritmo que relembra a morna caboverdeana), a mercantilização da vida (Guru),  o problema da pobreza e da droga (Sumaré, samba à la Adoniran Barbosa),  a dificuldade de ser gay numa sociedade repressiva (Alberto, frevo em homenagem a Santos Dumont) e, única musica a não ser exclusivamente do Chico, Quero viver, parceria póstuma com letrista e poeta tropicalista Torquato Neto, que se suicidou em 1972 deixando paradoxalmente essa ode à vida que Chico musicou e arranjou num estilo bem Jackson do Pandeiro.

 

Samba, forró, frevo, toadas, reggae, morna, a voz cabocla de Chico César se apropria de uma vasta escala das formas rítmicas com maestria e inegável sotaque harmônico nordestino levado por um time maciço de músicos paraibanos da gema: Xisto Medeiros no baixo, Gledson Meira na bateria, Helinho Medeiros no piano. Contrastando esses acentos rurais, as percussões delicadamente urbanas de Simone Sou (salvo em Negão onde entra Felipe Roseno), o acordeon moldavo (isso mesmo!) de Oleg Fateev, a guitarra de Michi Ruzitschka e um punhado de convidados especiais: as vozes de Escurinho em Sumaré, de Seu Pereira em Alberto, de Lazzo Matumbi em Negão, o trombone de Raul de Souza em Miaêro e…

 

Haveria ainda muito que se dizer sobre essa nova produção de uma infinita riqueza. Mas o Chico me disse que eram 50 linhas e acho que já passei… então resumindo, nada se perde, tudo se transforma e Chico transformou o silêncio dos anos de gestor em gênio puro.  Confirmo: sou fã de carteirinha desse paraibano que, não há duvida, está profundamente em estado de poesia!

 

PS.: Última hora: o acréscimo de um bônus ao disco. Reis do agronegócio, parceria do Chico com Carlos Rennó é um protesto indispensável contra a criminalidade agro-industrial. Uma melodia linda e singela, um longo poema descrevendo com palavras simples a gravidade dos fatos, o som sóbrio do violão acústico e o canto despojado sumamente emocionante do Chico, tem algo do Bob Dylan dos anos 60 nesta música que deveria ser ensinada nas escolas.

 

Dominique Dreyfus (jornalista e pesquisadora francesa, autora do livro “Vida do Viajante”, uma biografia de Luiz Gonzaga.

Sobre o programa Natura Musical

O programa patrocina novos talentos, artistas consagrados em momentos emblemáticos da carreira e projetos de preservação de legado e formação musical em todo o Brasil, por meio de diferentes frentes, como os Editais Públicos, que selecionam projetos de diferentes formatos e estágios da produção cultural por meio das Leis Rouanet e do Audiovisual em todo o Brasil, e da Lei do ICMS em São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Bahia e no Pará; por Seleção Direta, que contempla propostas adequadas ao conceito do programa e de grande relevância e inovação, sem a obrigatoriedade das leis de incentivo; e pelos Festivais.

www.naturamusical.com.br

 

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Quarta-feira, 1 de Abril de 2015

Nomade Orquestra faz show na “Maratona Instrumental” dia 07 de abril

 

Apresentação é parte da tour de lançamento do primeiro disco da banda

No próximo dia 07  de abril, às 20h, a Nomade Orquestra participa da “Maratona Instrumental”, projeto idealizado pelo grupo para divulgar a turnê de estreia do seu primeiro CD, o homônimo “Nomade Orquestra”.  O evento conta com quatro shows gratuitos, acompanhados de oficinas ministradas pelos integrantes da Nomade.

 Formada no ABC paulista, em 2012, pode-se dizer que a Nomade Orquestra é um ponto de encontro onde diferentes vertentes e expressões musicais interagem de forma única. O grupo desenvolve um trabalho autoral instrumental vivaz e transita com destreza entre os universos do funk, jazz, dub, rock, afro beat, hip-hop, ethiogrooves e muitos outros sons. Além de se utilizar de um “caldeirão de ritmos”,  incorpora elementos da música eletrônica, assim quebrando as barreiras entre música tradicional e música contemporânea.

Improvisos, colagens sonoras e arranjos aliados a grooves marcantes e profundos aprimoramentos de timbres, o show se complementa com as projeções do artista plástico Danilo Oliveira. Em uma profusão de imagens sonoras, Danillo faz da Nomade Orquestra um rico mosaico audiovisual.

Toda essa peculiaridade da banda, vem do encontro entre Guilherme Nakata (bateria), Ruy Rascassi (baixo), Fabio Prior (percussão), Luiz Eduardo Galvão (guitarra), Marcos Mauricio (teclado), Beto Malfati (sax, flauta e pick ups), Bio Bonato (sax baritono), Marco Stoppa (trompete), André Calixto (sax tenor e flautas), Victor Fão (trombone) e Danilo Oliveira (VJ).

“Samurai”, “Vênus” e “Rádio ABC” são algumas das músicas do repertório.


07/04 – “Maratona Instrumental” com a Nomade Orquestra

Horários – 16h Oficina de Improvisação livre

                20h Show Nomade Orquestra

Ingressos: Grátis

Endereço:

Travessa Sessenta e Cinco, Jardim Guarani, São Paulo - SP, 02851-180
Informações: (11) 2735-4071

Sobre a Nomade Orquestra: http://www.nomadeorquestra.com/

 

 

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Terça-feira, 31 de Março de 2015

CA CAU apresenta show intimista no Sesc Santana dia 11 de abril

 

Cantor toca músicas de sua trajetória e algumas faixas do novo álbum,   “IN VER S.O.S”,  em apresentação gratuita

 

 

Há mais de dez anos o cantor e compositor CA CAU (Cacau Brasil) desenhou a sua trajetória musical nos palcos brasileiros e internacionais. Inspirado pelas experiências ao longo da carreira e pelos novos rumos     de suas canções, o músico montou um show com suas músicas, releituras   de clássicos da música nacional e faixas do seu novo projeto, o CD                   “IN VER S.O.S”.

 

No próximo dia 11 de abril, CA CAU apresenta suas composições no Sesc Santana, às 19h. O espetáculo é um mergulho na poesia, através de melodias    e arranjos urbanos, onde o público se sente parte do espetáculo num diálogo dentro do universo das cordas e das diversas texturas dos violões.

 

Acompanhado de Norberto Vinhas (violão de 12 cordas) e Tittah (violão de aço e slide guitar), CA CAU toca algumas faixas do seu recente trabalho,  “IN VER S.O.S”, e revisita algumas de suas canções mais conhecidas,  como “História Linda” e "Imaginário”. Além de composições próprias, o artista faz uma viagem ao cancioneiro nacional e toca “Baioque” (Chico Buarque), “Como Dois e Dois” (Caetano Veloso) e muitos outros sucessos.

 

E ainda, para celebrar a magia da poesia, o espetáculo conta com a participação especial das atrizes Débora Oliveira e Taís Luna. As atrizes recitam poemas e oferecem, ao público, poesias distribuídas num formato de borboletas, retiradas de um baú.

 

Saiba mais sobre o artista: www.artistacacau.com.br

Cantor, compositor, poeta, artista plástico, em seus trabalhos, CA CAU une a poesia com a música e as artes plásticas.

 

 

Local: SESC Santana

Endereço: Av. Luiz Dumont, 579

Data: 11 de Abril de 2015

Horário: 19h 
ENTRADA GRATUITA

 

 

 

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Quinta-feira, 26 de Fevereiro de 2015

Trupe Chá de Boldo lança “Presente”

 

 

Com quase nove anos de estrada, a banda paulistana Trupe Chá de Boldo lança seu terceiro disco, “Presente”, no início de 2015, dando sequência aos álbuns “Bárbaro” (2010) e “Nave Manha” (2012), e após participar, entre 2013 e 2014, dos discos “Tribunal do Feicebuqui” e “Vira Lata na Via Láctea”, de Tom Zé.

Assim como em “Nave Manha”, a produção do trabalho é assinada por Gustavo Ruiz (produtor e guitarrista de Tulipa Ruiz e outros), com mixagem feita por Victor Rice e masterização de Fernando Sanches (estúdio El Rocha). O disco traz 11 faixas inéditas – entre elas parcerias com Marcelo Segreto, da Filarmônica de Pasárgada, Tatá Aeroplano e Iara Rennó – e uma releitura de “Jovem Tirano Príncipe Besta”, de Negro Léo.

A Trupe segue em sua busca por diferentes sonoridades, sem se fechar em um único gênero musical, e mostrando influências que vão da tropicália ao rock, do carimbó ao eletrônico, da música pop ao afrobeat. O trabalho cuidadoso com as letras e com a poesia também se manifesta no disco, como já era marca dos trabalhos anteriores.

Com 13 integrantes, a maioria perto dos 30 anos, a banda escolheu desta vez não trazer participações especiais para o estúdio, e trabalhar somente com a sua formação instrumental que ganhou entrosamento ao longo dos anos: percussões, guitarras, bateria, baixo, guitarras, sopros, backing vocals e voz. Somam-se à isso algumas pequenas intervenções de efeitos e programações, trabalhadas pela banda em parceria com Gustavo Ruiz e Victor Rice.

Após anos de viagens pelo país e a boa recepção de “Nave Manha” pela crítica e público – com o clipe “Na Garrafa” alcançando o topo das paradas na MTV em 2013 e a faixa sendo incluída na coletânea inglesa “Mais um Discos” –, a Trupe se prepara para disponibilizar o álbum para download gratuito em fevereiro e para realizar os shows de lançamento em março.

"Presente" por Marcus Preto:

Já observei a Trupe Chá de Boldo sob os pontos de vista mais variados. Primeiro, como público: ouvindo a música e assistindo aos shows desde a estreia, com o álbum “Bárbaro” (2010). Depois, como jornalista: entrevistando e escrevendo sobre o lançamento de “Nave Manha” (2012), o segundo. E, por fim, como diretor artístico: coordenando a criação dos trabalhos recentes de Tom Zé, dos quais eles participaram como banda e arranjadores, em 2013 e 2014.

Agora, sob o pretexto de escrever sobre “Presente”, o terceiro álbum da superbanda paulista, tento organizar nesse texto um pouco do que aprendi sobre – e com – esses meninos. E isso me leva imediatamente à primeira entrevista que fiz com Gustavo Galo, um dos vocalistas e principal compositor da Trupe, há três anos.

Galo tinha então 26 e eu perguntei a respeito das relações dele e da banda com as tradições da música de São Paulo, sobretudo com a geração 1980. “O que nos interessa nisso que ficou conhecido como vanguarda paulistana é a independência aliada à invenção”, ele mandou de volta. E disse que começou a compor depois do impacto de ouvir o álbum “Pretobrás” (1998), de Itamar Assumpção, e de ler “La Vie en Close” (1991), do poeta Paulo Leminski.

No ano seguinte, comecinho de 2013, em grande parte movido pela conversa com Galo, fiz outra reportagem que os envolveu – a Trupe e os colegas das bandas O Terno e Filarmônica de Pasárgada. Tratava das mesmas relações da nova geração com os nomes clássicos da música popular brasileira de invenção: Luiz Tatit, Jorge Mautner, Arnaldo Baptista, Walter Franco, Mulheres Negras etc.

Na apuração, mostrei o som da Trupe para Tom Zé. E ele: “Quando ouço esses meninos, percebo que olharam para mim como fonte de material. Posso servir a eles como um abecedário, mas eles formam novas palavras e falam uma língua que eu não conheço. Sinto grande alegria ao ver meu bagaço sendo reaproveitado”.

Por causa dessa reportagem, lembrei justamente deles quando Tom Zé precisou de socorro no episódio da Coca-Cola (se alguém não se lembra, o mestre tropicalista fez a locução de um comercial do refrigerante e foi chamado de “vendido” por haters no Facebook). Fizemos, primeiro, o EP “Tribunal do Feicebuqui”, lançado em 2013. Depois, o álbum “Vira Lata na Via Láctea”, do ano passado.

Conto isso tudo, a parte da história deles que vi e vivi, por crer que ela ajuda a desenhar um pouco do que eles são. Ou, pelo menos, diz um pouco do percurso recente que fizeram até chegar aqui, no “Presente”. Mas, dentro desse pacote de vivências, é fundamental lembrar também que, entre “Nave Manha” e o momento atual, Galo lançou “Asa”, seu primeiro álbum solo. E, talvez também por isso, os campos se abriram para que outros compositores da banda mostrassem seus escritos no disco novo. A vocalista Julia Valiengo trouxe “Cine Espacial” (em parceria com Tatá Aeroplano), o guitarrista Gustavo Cabelo veio com “Lampejo” (com Iara Rennó), o baixista Tomás Bastos fez “Aos meus Amigos”.

Ainda assim, Galo é autor predominante no álbum, assinando oito das 13 faixas – sozinho, com colegas da Trupe ou com gente de fora, inclusive com Marcelo Segreto, da Filarmônica de Pasárgada.

Por um lado, todos esses nomes – Tatá Aeroplano, Iara Rennó, Marcelo Segreto – reiteram a conexão da Trupe com a cidade: São Paulo. E isso fica ainda mais presente na adonirânica “Amores Vão” (Gustavo Galo): “Iracema foi embora/ Inês saiu nunca voltou/ Margarida sumiu do metrô/ Eugênia partiu cidade afora/ Gabriela casou com Moacir/ Malvina abandonou/ Pafúncia paciência deve rir/ Do coração de outro cantor/ Despedidas são da vida/ Vida entre avenidas/ A dor é menor/ Quando termina em samba”.

Por outro lado, não há de ser à toa que “Presente” inicia seus 47 minutos de duração com um tema vindo do Rio de Janeiro, “Jovem Tirano Príncipe Besta”, pequena obra-prima escrita pelo compositor maranhense (radicado no Rio) Negro Leo. Há um recado aí, um sinal de expansão, de rompimento com as fronteiras. E um movimento de aproximação com outros expoentes dessa tal “independência aliada à invenção” que florescem pelo país.

Pra encerrar o assunto, naquela mesma velha entrevista, que já citei acima, Galo dizia também: “É preciso lutar para que surjam ‘ouvidos novos para os anos novos’, como escreveu certa vez o poeta paulistano Augusto de Campos, parafraseando o músico americano John Cage (1912-1992), que sempre desejava: ‘Happy new ears!’.

É isso. Felizes orelhas novas para todos nós.

 

 

POSTADO POR EDUARDO CRUZ ÀS 2/26/2015 10:23:00 AM 0 COMENTÁRIOS

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Terça-feira, 21 de Outubro de 2014

Programação de shows, festas e eventos gratuitos (24 à 30 de outubro)

 

 



Programação Mundo Pensante


(24 à 30 de outubro)

24/10 – Fanta Konatê e a Troupe Djembedon
Filha do mestre percussionista Djembefolá Famoudou Konatê, da Guiné Conakry, Fanta Konatê combina os sons dos tambores das aldeias malinkês com influências ocidentais. A voz, suas danças e o djembé são os três pilares do trabalho da artista.

Acompanhada pela Troupe Djembedon, a cantora e bailarina apresenta, em seu repertório, tanto os tambores e instrumentos ancestrais, quanto a fusão com sopros, cordas, multimídia e projeções de locais e situações africanas.



Serviço:

Dia: 24  de outubro(sexta)

Local: Mundo Pensante

Endereço: Rua 13 de maio, 825 – Bixiga – Bela Vista

Horário de abertura da casa: 22h

Preço:   R$ 20 (na porta)/ R$ 15 ( antecipado - http://www.gorockbee.com/141024mp )

nformações: 11 5082 2657/ http://www.mundopensante.com.br/

Censura: 18 anos

Capacidade: 150 pessoas

Aceita os cartões: AE, D, E, M e V



25/10 – Festa Killing The Dance
O Mundo Pensante recebe mais uma edição da festa Killing The Dance. Em seu quarto ano, o evento é um dos destaques da noite paulistana, seja pela boa música, pela decoração surreal ou pelo público caracterizado.
No comando das pick ups, Lais Pattak e Marceo Elídio recebem Paulo Tessuto aka Carlos Capslock, Millos Kaiser (Selvagem) e João Paes (Lua).


 Serviço:

Dia: 25 de outubro (sábado)

Local: Mundo Pensante

Endereço: Rua 13 de maio, 825 – Bixiga – Bela Vista

Horário: 23h

Preço:   R$ 15 (até 01h)/ R$ 25 (após o horário estabelecido)

Informações: 11 5082 2657/ http://www.mundopensante.com.br/

Censura: 18 anos

Capacidade: 150 pessoas

Aceita os cartões: AE, D, E, M e V



28/10 – “Terça Open House”
Show: Gestos Sonoros
Referência nacional em Soundpainting (língua de sinais criada por Walter Thompson para composição e regência de músicos, atores e bailarinos), o Gestos Sonoros mescla o afrobeat e os ritmos populares brasileiros, em suas apresentações.

Conduzidos por Bruno Buarque, os músicos criam texturas inesperadas e sons dançantes, através dos instrumentos e das possibilidades da linguagem gestual.



Serviço:

Dia: 28 de outubro (terça)

Local: Mundo Pensante

Endereço: Rua 13 de maio, 825 – Bixiga – Bela Vista

Horário: 21h

Preço:   Grátis

Informações: 11 5082 2657/ http://www.mundopensante.com.br/

Censura: 18 anos

Capacidade: 150 pessoas

Aceita os cartões: AE, D, E, M e V



30/10 – Festa Pilantragi
Inspirada na diversidade musical brasileira, a festa Pilantragi reúne os amantes da MPB, do soul e do funk. A cada edição o DJ Rodrigo Bento anima as noites e recebe um convidado.



Serviço:

Dia: 30 de outubro (quinta)

Local: Mundo Pensante

Endereço: Rua 13 de maio, 825 – Bixiga – Bela Vista

Horário: 20h

Preço: R$ 20

Informações: 11 5082 2657/ http://www.mundopensante.com.br/

Censura: 18 anos

Capacidade: 150 pessoas

Aceita os cartões: AE, D, E, M e V

 

 
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Sexta-feira, 3 de Outubro de 2014

Mariana Degani leva o seu novo projeto musical à Funarte dia 05 de outubro

 

Cantora apresenta as canções e projeções de “Furtacor” no “CIRCO PARA TODOS”

 

 

Mulher de muitas faces, a compositora, cantora e artista visual Mariana Degani (vocalista da banda Loungetude46) lança primeiro trabalho solo, o projeto audiovisual “Furtacor”. O show de estreia acontece, dia 05 (domingo), às 17h, no “CIRCO PARA TODOS”.

 

Mariana é uma poeta das artes visuais e da ilustração! Através da arte, ela busca caminhos para criação de suas músicas. Ao lado do parceiro Remi Chatain (músico da Trupe Chá de Boldo, multi instrumentista e produtor) abre seu caderno de criações musicais e o transforma em cena.

 

“Furtacor”é um espetáculo audiovisual, onde o palco se transfigure em janela e paisagens sonoras chegam ao público. Nessa apresentação, a cantora convida o músico Vitor Hugo.


Canto às Vadias: 
https://www.youtube.com/watch?v=Wr4ME7RnIr8

SoundCloud: https://soundcloud.com/marianadegani

Site: www.marianadegani.com

 

 

Mariana Degani é compositora, cantora e artista. Formada em Moda, trabalhou como estilista, figurinista e produtora. Aos 18, descobriu o canto nas rodas de samba e conheceu (o produtor musical e multi instrumentista) Remi Chatain, seu parceiro criativo e de vida. Em 2007, com Verônica Alves (comparsa em invenções, delírios visuais, poéticos, e tantos outros), forma o duo de ilustração "Pupillas". Na mesma época integra como vocalista o grupo Loungetude46, com quem gravou dois discos e fez shows pelo Brasil e na Europa.

 

 

 

 

Serviço

Dia: 05 de outubro

Horário: 17h

Local: FUNARTE

Endereço: Alameda Nothmann, 1058 – Campos Elíseos

Valor do ingresso: R$ 20 / R$ 10 (meia entrada)

Informações:  11 3662 5177

Faixa etária: Livre

 

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BIXIGA 70 TOCA NO SERRALHERIA DIA 09 DE outubro

 

Apresentação faz parte da turnê de patrocínio obtido através da seleção pública do Petrobrás Cultural

 

 

O Serralheria recebe a big band Bixiga 70, no próximo dia11 de setembro, às 23h. O grupo toca, pela primeira vez, a música “Ventania”, uma adaptação do grupo aos sons de alguns pontos do candomblé que evocam a orixá Oyá.

 

Além de “Ventania”, os músicos apresentam as músicas de seu segundo trabalho, lançado em setembro de 2013, incluindo os sucessos “Deixa a Gira Girá” (ponto de candomblé, já adaptado pelo trio baiano Os Tincoãs, em 1973); “Ocupaí”, “5 Esquinas”, “Kriptonita” e “Isa”. Sem título como o primeiro, o disco é totalmente independente e conta novamente com a mixagem do norte-americano Victor Rice. Com produção e arranjos de autoria da banda, o álbum reflete o aprofundamento em suas influências musicais, ao mesmo tempo em que aponta novos caminhos e sonoridade.

 

A banda Bixiga 70 formou-se para explorar o território de fusão da música instrumental africana, latina e brasileira, em composições próprias e versões de artistas brasileiros como Luiz Gonzaga, Pedro Santos e Os Tincoãs. Seu nome está ligado ao endereço do estúdio onde o conjunto nasceu: o número 70 da rua Treze de Maio, no bairro do Bixiga. Considerado por muitos como o berço do samba paulistano, o bairro também hospeda e alimenta a imaginação desses dez músicos que fazem uma leitura cosmopolita da música de países como Gana e Nigéria, dos tambores dos terreiros, da música malinké, da psicodelia, do dub, acompanhada de improviso e dança.

  

Nesse ano, a big band ganhou, na categoria “Revelação”, o 25º Prêmio da Música Brasileira e acaba de retornar da turnê internacional “Ocupaí”.

 

A banda Bixiga 70 é composta pelos músicos: Décio 7 (bateria), Marcelo Dworecki (baixo), Cris Scabello (guitarra), Mauricio Fleury (teclado e guitarra), Rômulo Nardes e Gustávo Cék (percussão), Cuca Ferreira (sax barítono), Daniel Nogueira (sax tenor), Douglas Antunes (trombone) e Daniel Gralha (trompete).

 

Serviços:

 

Data: 09 de outubro

Local: Serralheria 

Horário: 23h

Rua Guaicurus, 857

Ingressos: R$20,00 (antecipado - http://www.gorockbee.com/serralheria / http://escapeserralheria.org)

R$25,00 (no local)

 

 

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Sexta-feira, 19 de Setembro de 2014

Depois de rodar o Brasil, Ira! volta a São Paulo para única apresentação no Audio dia 27 de setembro

 

 



São Paulo, setembro de 2014 - A volta do Ira! não para de ser comemorada. Shows lotados, novas músicas no repertório, planos para o futuro e a felicidade de seus integrantes por estarem tocando juntos.
Depois de muitos shows pelo Brasil eles voltam a São Paulo dia 27 de setembro no Audio SP. A banda vai tocar clássicos absolutos como “Flores em Você”, “Dias de Luta”, “Núcleo Base”, “Tolices”, “Envelheço na Cidade”, “Quero Sempre Mais”, “Tarde Vazia” e “Girassol”.
O Ira! é Nasi (voz) Edgard Scandurra (guitarra), Daniel Rocha (baixo), Evaristo Pádua (bateria) e Johnny Boy (teclados).
Nessa noite também se apresenta as bandas Nem Liminha Ouviu e Vespas Mandarinas. Vespas Mandarinas lançou recentemente o álbum “Animal Nacional” (Deck) e vai tocar sucessos como “Cobra de Vidro”, “Santa Sampa” e “Não Sei o que Fazer Comigo”.
Serviço Show Ira!
Data: 27 de setembro de 2014, sábado
Local: Áudio Club
Endereço: Av. Francisco Matarazzo, 694 – Barra Funda, São Paulo
Abertura da casa: 22h
Classificação etária: 18 anos
Acesso para deficientes
Ingresso Pista: R$ 100,00 (inteira) e R$ 50 (meia- entrada)
Bilheteria: Av. Francisco Matarazzo, 694 – Barra Funda, São Paulo, de segunda a sábado, das 11h às 19h (sem taxa de serviço).
CENTRAL TICKET 360
Por telefone: (11) 2027-0777
Pela Internet: www.ticket360.com.br
Formas de pagamento: Visa, Mastercard, Diners e American Express
Telefone: (11) 3862-8279
Capacidade: 3000
- Meia-entrada: obrigatória a apresentação do documento previsto em lei que comprove a condição de beneficiário: no ato da compra e entrada do evento (para compras na bilheteria oficial e pontos de venda físicos) / na entrada do evento (para compras via internet ou telefone).

 

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Segunda-feira, 15 de Setembro de 2014

Bonsucesso Samba Clube lança novo disco no Sesc Pompeia

 

 

Bonsucesso Samba Clube lança novo disco no Sesc Pompeia dia 20 de setembro
Sex. 16:49

Grupo apresenta novo trabalho, “Coração da Boca Sai”, no dia 20 de setembro
A música pernambucana plantou raízes em São Paulo. E é possível sentir esse sucesso de diversas maneiras, inclusive ouvindo a música contemporânea, na qual sempre encontramos parcerias entre artistas de Pernambuco e dos mais diversos locais do país. Representante da nova cena do Recife, a Bonsucesso Samba Clube lança o álbum “Coração da Boca Sai”, no próximo dia 20às 21h30, na Choperia do Sesc Pompeia.
Após um longo hiato fonográfico, é em “Coração da Boca Sai”, que a Bonsucesso se reinventa, com uma sonoridade que passa pela utilização de guitarras, teclados, sintetizadores, percussão e bateria. O resultado é uma surpreendente e inovadora incursão em território que lhe é familiar: a diversidade dos sons em um trabalho coeso.
Com produção de Yuri Queiroga, o trabalho conta com participação de convidados da cena musical, como Lenine, Devotos, Maestro Spok, Nilsinho Amarante, Enock Chagas, Fábio Trummer, Erasto Vasconcelos, Gabi Barreto, Ylana Jr. Areia, Thiago Hoover, Luciano Queiroga, DJ Renato da Mata, João Carlos Vasconcello, Nena Queiroga, Mônica Feijó, Jr. Black e Fabrício Belo, além de ter a assinatura de Buguinha Dub, na mixagem e masterização.
Além das faixas inéditas do terceiro CD, o show terá algumas músicas de autoria do grupo registradas em discos anteriores. No palco Rogerman (voz), Rapha Groove (baixo), Vitor Magali (guitarra), Sânzyo Dub (bateria), Gustavo Fonseca (teclados) e Leonardo Oroska (percussão) mostram que os sons pernambucanos estão em permanente ebulição.
SERVIÇO
Sesc Pompeia apresenta Bonsucesso Samba Clube, na Choperia
Dia 20 de setembro de 2014, sábado, às 21h30.
Ingressos: R$ 6,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado no Sesc e dependentes), R$ 15,00 (usuário inscrito no Sesc e dependentes, +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino) e R$ 30,00 (inteira).
Venda online a partir de 9 de setembro, terça-feira, às 17h30.
Venda presencial nas unidades do Sesc SP a partir de 10 de setembro, quarta-feira, 17h30.
Classificação indicativa: Não recomendado para menores de 18 anos.
SESC Pompeia – Rua Clélia, 93.
Telefone para informações: (11) 3871-7700.
Não temos estacionamento. Para informações sobre outras programações acesse o portal www.sescsp.org.br/pompeia

 

publicado por o editor às 02:43
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Rock alternativo: Buenos Muchachos (Uruguai) e Los Porongas tocam no Sesc Pompeia dia 19

 

 

Dois nomes do rock alternativo se reúnem em  show inédito dia 19 de setembro
Duas bandas conhecidas por representarem a cena do rock alternativo em seus países, Los Porongas (Acre, Brasil) e Buenos Muchachos (Montevidéu, Uruguai) sobem ao palco do Sesc Pompeia, na Choperia, sexta, dia 19 de setembro. O encontro é uma dobradinha inédita, diga-se de passagem, e ambos trabalhos encontram-se em novos momentos que prometem agradáveis surpresas para o público.
A Buenos Muchachos se formou nos anos 90, em Montevidéu, no Uruguai e tornou- se uma das bandas mais atuantes na cena roqueira independente do país, junto com os grupos La hermana menor, Chicos eléctricos e The supersónicos. Com seis discos lançados, a banda formada por Maurício Figueredo (baixo), Gustavo Antunã (guitarra), José Nozar (bateria), Pedro Dalton (voz), Marcelo Fernández (guitarra) Pancho Coelho (guitarra) e Nacho Gutiérrez (teclados), executa um repertório baseado  no seu último disco, “Se pule la colmena” (2011).
Montando suas engrenagens e focando na cena independente do rock nacional, a banda acriana Los Porongas iniciou sua trajetória em 2003, mostrando ao país que a Amazônia é pop, sim! Há sete anos radicada em São Paulo, de onde parte rotineiramente para shows em todo país, os Porongas lançaram dois álbuns, “Los Porongas” (2007) e “O Segundo Depois do Silêncio” ( 2011), e atualmente estão em estúdio gravando novo trabalho. No palco, Diogo Soares ( voz), Carlos Gadelha (guitarra), Márcio Magrão (baixo) e  Jorge Anzol (bateria) apresentam músicas de seus CDs anteriores e, pela primeira vez, uma canção do novo álbum, a ser lançado em breve.  Nesse show, os músicos recebem o tecladista João Leão, ex-integrante do grupo, como convidado.
SERVIÇO
Sesc Pompeia apresenta Los Porongas e Buenos Muchachos, na Choperia
Dia 19 de setembro de 2014, sexta-feira, às 21h30.
Ingressos: R$ 6,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado no Sesc e dependentes), R$ 15,00 (usuário inscrito no Sesc e dependentes, +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino) e R$ 30,00 (inteira).
Venda online a partir de 9 de setembro, terça-feira, às 17h30.
Venda presencial nas unidades do Sesc SP a partir de 10 de setembro, quarta-feira, 17h30.
Classificação indicativa: Não recomendado para menores de 18 anos.
SESC Pompeia – Rua Clélia, 93.
Telefone para informações: (11) 3871-7700.
Não temos estacionamento. Para informações sobre outras programações acesse o portal www.sescsp.org.br/pompeia

 

publicado por o editor às 02:39
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