Sexta-feira, 19 de Dezembro de 2014

A pirâmide do café de Nicola Lecca

 

 


A pirâmide do café

de   Nicola Lecca

La Piramide del Caffe
Tradutor:     Joana Angélica d’Avila Melo

Páginas:     238
Formato:     16 x 23 cm


UM CONTO DE FADAS MODERNO ONDE AS CRISES NÃO REPRESENTAM UM FIM, MAS UM NOVO COMEÇO



Aos 18 anos, o jovem Imi sai de um orfanato húngaro e realiza seu sonho de morar em Londres, onde logo consegue um emprego numa importante cafeteria. Ele acredita que o local é um universo extraordinário, capaz de lhe oferecer ótimas oportunidades. Além disso, as muitas e minuciosas regras que orientam a vida dentro da Proper Coffee, reunidas no Manual do Café, parecem escritas por mãos iluminadas. Contudo, com o tempo ele perceberá que o mundo não é tão simples assim.

A pirâmide do café, de maneira delicada e emocionante, mostra um jovem ingênuo de cidade pequena que vai entendendo as complicações da vida em uma metrópole. Nicola Lecca desenvolve uma crítica à sociedade e ao mercado de trabalho, onde aquele que pensa diferente e que busca novas soluções é quase sempre alvo de outros funcionários. Uma elegante fábula contemporânea capas de mergulhar nos paradoxos, na solidão e nas hipocrisias da sociedade de consumo.


O AUTOR
·     Seus livros foram publicados em mais de dez países da Europa. O autor estreia no Brasil com A pirâmide do café, eleito um dos dez melhores romances de 2013 pela revista italiana Panorama. O autor recebeu o Prêmio Hemingway de Literatura aos 27 anos. Além disso, entre outros, foi vencedor do prêmio da Sociedade Lucchese de Leitores, do Prix du Premier Roman, do Settembrini, do Joyce Lussu e do Basilicata.


A CRITICA
·     “Nicola Lecca é um jovem escritor de grande talento, que nos encanta pela sabedoria linguística e inteligência narrativa.” – Dacia Maraini


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publicado por o editor às 17:29
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Domingo, 30 de Novembro de 2014

A vida como ela era

 

 

 


A vida como ela era
de  Susan Beth Pfeffer

 

TÍtulo Original:     The life as we knew it
Tradutor:     Ana Resende

Páginas:     378
Formato:     16 x 23 cm

  

O PRIMEIRO LIVRO DA QUE É CONSIDERADA UMA DAS MELHORES SÉRIES DE DISTOPIA



Quando Miranda começa a escrever um diário, sua vida é como a de qualquer adolescente de 16 anos: família, amigos, garotos e escola. Suas principais preocupações são os trabalhos extras que os professores passaram – tudo por causa de um meteoro que está a caminho da Lua. Ela não entende a importância do acontecimento; afinal, os cientistas afirmam que a colisão será pequena.

O que Miranda não sabe é que os cientistas estão muito enganados...

Para surpresa de todos, o impacto da colisão é bem maior do que o esperado, e isso altera de modo catastrófico o clima do planeta. Terremotos assolam os continentes, tsunamis arrasam os litorais e vulcões entram em erupção. Em 24 horas, milhões de pessoas estão mortas e, com a Lua fora de órbita, muitas outras mortes são previstas. Miranda e sua família precisam, então, lutar pela sobrevivência em um mundo devastado, onde até a água se torna artigo de luxo.

Através do diário da adolescente, A vida como ela era nos conduz por uma emocionante história de persistência, ensinando-nos que, mesmo diante de tempos assustadores e imprevisíveis, o recurso mais importante de todos – aquele que jamais deve ser extinto – é a esperança.













Voce deve experimentar também UM classico - "Devastação (ou a volta à Natureza)" um livro do francês René Barjavel. Lançado em 1943 com o título "Ravage". (E.C.)


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publicado por o editor às 14:44
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Sexta-feira, 21 de Novembro de 2014

The Pacific: o inferno a um oceano de distância

 

 




The Pacific: o inferno a um oceano de distânciade Hugh Aldersey-Williams


Tí­tulo Original: The Pacific

Tradutor: Milton Chaves de Almeida



Páginas: 832

Formato: 16 x 23 cm



  
O LIVRO QUE ORIGINOU A MINISSÉRIE DO CANAL HBO PRODUZIDA POR STEVEN SPIELBERG E TOM HANKS

O historiador Hugh Ambrose aprofunda a experiência da minissérie The Pacific por meio de uma poderosa perspectiva histórica e imediatista em primeira pessoa, revelando as odisseias entrelaçadas de um piloto da Marinha e de quatro fuzileiros navais norte-americanos. São relatos dos veteranos, que expressam com detalhes e paixão episódios até então desconhecidos pela maioria das pessoas.

Cobrindo quase quatro anos de combate com um acesso sem precedentes a registros militares, cartas, diários, fotografias e entrevistas, este livro oferece uma perspectiva histórica única da guerra contra o Japão. 



• A obra figurou nas principais listas de mais vendidos, como a do The New York Times e do Publishers Weekly.

• A minissérie The Pacific apresentada pelos produtores executivos Tom Hanks e Steven Spielberg, vencedores do Emmy e do Globo de Ouro com Band of Brothers, também da Bertrand Brasil.

O AUTOR
Hugh Aldersey-Williams estudou Ciências Naturais em Cambridge. É autor de vários livros sobre design, arquitetura e ciências, além de ter sido curador de exposições para o Victoria and Albert Museum.



The Pacific é uma minissérie de dez episódios sobre a Segunda Guerra Mundial, produzida pela HBO, Seven Network Australia e DreamWorks, que estreou nos Estados Unidos em 14 de março de 2010 .

Semelhante à minissérie Band of Brothers, de 2001, que abordava a participação do exército dos Estados Unidos no Teatro de Operações Europeu da Segunda Guerra, a nova série se passa em meio às ações do Corpo de Fuzileiros Navais no Teatro de Operações do Pacífico.

The Pacific tem Bruce McKenna, um dos principais escritores em Band of Brothers, como co-produtor executivo, e Hugh Ambrose, filho do autor de Band of Brothers, Stephen Ambrose, como consultor do projeto.

The Pacific tem produção de Steven Spielberg, Tom Hanks e Gary Goetzman em associação com a HBO Films, Playtone, Dreamworks e Seven Network.

As filmagens da série começaram na Austrália, dia 10 de agosto de 2007, e terminaram no final de maio de 2008.

A trilha sonora foi escrita por Hans Zimmer, Geoff Zanelli e Blake Neely e foi lançado em 9 de março. A série estreou em 14 de março de 2010 na HBO.

The Pacific é baseada principalmente em dois livros de memórias de integrantes da Marinha dos Estados Unidos, With the Old Breed: At Peleliu Okinawa de Eugene Sledge, e Helmet for My Pillow, de Robert Leckie. A série conta as histórias dos dois autores e do marine John Basilone, à medida que a guerra contra o Império do Japão se desenrola. Também é baseada em China Marine, de Sledge, e Red Blood, Black Sand, autobiografia de Chuck Tatum, um fuzileiro que lutou ao lado Basilone em Iwo Jima.

A série mostra conhecidas batalhas envolvendo a 1ª Divisão de Fuzileiros Navais, tais como a Guadalcanal, Cabo Gloucester, Peleliu e a Okinawa, bem como o envolvimento de Basilone na Batalha de Iwo Jima.

Coneça mais sobre THE PACIFIC aqui - http://www.hbo.com/the-pacific#/

e aqui - https://www.facebook.com/thepacific




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A herdeira perdida (Vol. 2 O Mestre das Relíquias)

 

 


A herdeira perdida (Vol. 2 O Mestre das Relíquias)
de Catherine Fisher


Tradutor: Bruna Hartstein



Páginas: 336

Formato: 16 x 23 cm




A CONTINUAÇÃO DO ACLAMADO A CIDADE SOMBRIA



Apesar de Tasceron ter caído e de o Imperador estar morto, há rumores de que a herdeira do trono ainda está viva. Caso isso seja verdade, ela se encontra em grande perigo, especialmente se cair nas mãos dos Vigias. Como legítima descendente dos governantes originais de Anara, ela pode ser a chave para acabar com o reinado de tirania deles. Mas os Vigias não sabem que ela existe... ainda.

Cabe a Galen e Raffi encontrar a herdeira perdida antes que seus inimigos o façam. Para isso, precisam decidir se devem ou não confiar em Carys, a espiã Vigia que os acompanhou na aventura a Tasceron. Será que Carys ajudará o guardião e seu aprendiz, ou será que ela entregará seus segredos aos Vigias?

Considerada uma das melhores escritoras contemporâneas de livros de fantasia pelo jornal The Independent, Catherine Fisher criou uma tensa fábula, em que tecnologia e fé se misturam para a formação de uma poderosa mitologia. A herdeira perdida é uma saga com viradas surpreendentes e criativas, que coloca a autora no rol das grandes de seu gênero. 


A CRITICA

• “A qualidade da escrita de Fisher, associada à popularidade desse gênero distópico, garante um ótimo público para a série.” – School Library Journal

• “As tramas se entrelaçam em um clímax empolgante, fornecendo ao leitor peças de um atraente quebra-cabeça.” – Kirkus Reviews



A AUTORA
CATHERINE FISHER lecionou Redação Criativa e desenterrou cerâmica romana em escavações arqueológicas. Atualmente, passa a maior parte do tempo escrevendo romances e poemas, desenhando, praticando esgrima e caminhando nos bosques do vale Wye. Vive no País de Gales com seus dois gatos, Jessa e Tam Lin.


Conheça também
A cidade sombria
Catherine FisherR$ 45,00
 




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Terça-feira, 11 de Novembro de 2014

o perdão imperdoável de Maria Carpi

 

 


o perdão imperdoável

de    Maria Carpi


Páginas:     144

Formato:     14 x 21 cm


  


UMA VISÃO DELICADA E CORAJOSA SOBRE O PERDÃO

O perdão é, por definição, o processo espiritual de cessar o sentimento de raiva por alguém. Uma remissão de culpa. Em seu novo livro, a poetisa Maria Carpi inverte esta visão, afirmando que esta dor só será minimizada no momento em que cada um aprender a se perdoar.

Por meio de poemas sensíveis, mas ao mesmo tempo, afiados, Maria argumenta que, provavelmente, o perdão é o sentimento mais complexo do ser humano. O perdão imperdoável ilustra os diversos tipos de perdão que cada um enfrentará na vida, desde o nascimento até a morte, propondo uma reflexão a respeito do amor e questionando: estarão as pessoas prontas para amar e serem amadas?


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A Árvore do Halloween de Ray Bradbury

 

 


A Árvore do Halloween
de    Ray Bradbury
Título Original:     The Halloween Tree
Tradutor:     Natalie Gerhardt

Páginas:     160
Formato:     16 x 23 cm


O MESTRE DA FICÇÃO CIENTÍFICA RAY BRADBURY ESCREVENDO PARA JOVENS

Na noite do dia 31 de outubro, em uma pequena cidade dos Estados Unidos, oito garotos vestem suas fantasias e saem às ruas em busca de “Gostosuras ou Travessuras”. Ao perceberem o desaparecimento de um nono integrante, o grupo decide explorar a casa mal-assombrada do outro lado da imensa ravina. Nos fundos da propriedade, eles descobrem uma gigantesca e magnífica árvore, repleta de abóboras de diferentes tons, formas e tamanhos. Em cada uma delas, há um rosto talhado. Eles nem imaginam o que estão prestes a conhecer.

A trama, por meio de metáforas e personagens históricos, dá uma aula a respeito desta data tão comemorada ao redor do planeta. Os jovens, na perseguição pelo amigo desaparecido, viajam pelo tempo, passando pelo Egito Antigo, pela Grécia dos filósofos, e pela Paris medieval, aprendendo as origens do Halloween, bem como o porquê do terror, das mortes e das assombrações associados a ele.




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Segunda-feira, 10 de Novembro de 2014

Mamãe Walsh: Pequeno Dicionário da Família Walsh

 

 

Mamãe Walsh: Pequeno Dicionário da Família Walsh
de   Marian Keyes

 

 

Título Original:     Mammy Walsh s A-Z of the Walsh Family
Tradutor:     Renato Motta

Páginas:     160
Formato:     14 x 21 cm

  
AS FERIAS ESTÃO CHEGANDO E  COM ELAS A "RAINHA DA LITERATURA MULHERZINHA"
 (E.C.)



OS WALSH DE MELANCIA ESTÃO DE VOLTA!

Depois de encantar os leitores com as loucas e divertidas irmãs Walsh (Claire, Margaret, Rachel, Anna e Helen), Marian Keyes nos presenteia com um pequeno dicionário sobre a família irlandesa mais disfuncional – e amada – do mundo.

Pela primeira vez, Mamãe Walsh está com a palavra... E ela tem muito a dizer, principalmente sobre as suas filhas!

De maneira bem-humorada, a matriarca apresenta uma lista de coisas que, de alguma forma, são relevantes para o seu clã: como ela descobriu as tangas, por exemplo. Ou por que em sua casa só existe comida congelada e fast-food. Ou a história sobre aquele bronzeado artificial horroroso que a deixou tão laranja que... Bem, não queremos contar tudo e estragar a diversão!


Em Mamãe Walsh: Pequeno Dicionário da Família Walsh, somos convidados a visitar mais uma vez essas incríveis personagens. São páginas repletas de humor e sagacidade, como somente Marian Keyes é capaz de escrever.


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Ilusões honestas de Nora Roberts

 

 

 

 
 


Ilusões honestas

de   Nora Roberts

 

Título Original:     Honest illusions
Tradutor:     Natalie Gerhardt

Páginas:     490
Formato:     16 x 23 cm

  

SEGREDOS, ILUSÕES E UMA PAIXÃO EXPLOSIVA NESTA IRRESISTÍVEL HISTÓRIA DA AUTORA NÚMERO 1 DO THE NEW YORK TIMES

Max Nouvelle é um renomado ilusionista que encanta o mundo com seus incríveis truques — isso quando não está aproveitando seu talento para roubar joias. E a linda filha Roxy parece ter herdado a aptidão para a mágica... e para o crime.

Luke Callahan fugiu de casa aos 12 anos para escapar dos maus-tratos e foi acolhido pelos Nouvelle, tornando-se praticamente irmão de Roxy.

Criados juntos, os dois percebem, aos poucos, que o sentimento entre eles ultrapassa os limites da fraternidade e se entregam, então, à paixão... Até que Luke desaparece da noite para o dia.

Desiludida pelo abandono e desconhecendo os motivos de seu sumiço, Roxy precisa encontrar forças para seguir em frente. Mas o que acontecerá quando Luke voltar, cinco anos depois, disposto a reconquistar sua amada? Roxy conseguirá perdoá-lo? E, afinal, que mistérios se escondem por trás do desaparecimento de Luke?

Em Ilusões honestas, Nora Roberts nos presenteia mais uma vez com personagens complexos e apaixonantes, criando um cenário repleto de magia, segredos e mistérios.

• O casal Roxy e Luke é considerado por fãs da autora como um dos mais marcantes já criados por ela.



A CRITICA
• Os livros de Nora Roberts já alcançaram a marca recorde de 680 milhões de exemplares vendidos, foram traduzidos para mais de quarenta idiomas e permaneceram, somados, quase mil semanas na lista de mais vendidos do The New York Times – dessas, quase duzentas no primeiro lugar.

• “Uma trama bem-tecida sobre ilusão, corrupção e, claro, romance.” – Booklist


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Terça-feira, 4 de Novembro de 2014

Prisioneiro da sorte de Jeffrey Archer

 

 

 

Prisioneiro da sorte

de  Jeffrey Archer

Título Original:     A prisioner of birth

Tradutor:     Roberto Grey


Páginas:     518

Formato:     16 x 23 cm



UM NOVO THRILLER DO AUTOR QUE VENDEU MAIS DE 250 MILHÕES DE EXEMPLARES NO MUNDO

Quando Danny Cartwright sai para comemorar seu noivado com Beth Wilson e o irmão dela, Bernie, que também é seu melhor amigo, ele não imagina o que está prestes a acontecer. Se tivesse pedido a namorada em casamento um dia antes, ou um dia depois, Danny não teria sido preso e acusado pelo assassinato do próprio cunhado. Mas quem acreditará na sua versão dos acontecimentos quando as testemunhas de acusação são um advogado criminal, um ator famoso, um aristocrata e um empresário bem-sucedido?

Condenado a 22 anos de prisão e mandado para o presídio mais seguro da Inglaterra, ele contará com a ajuda de Beth para iniciar uma busca implacável por justiça, obrigando os quatro inimigos que o condenaram a lutar pela própria sobrevivência.

Engenhoso e repleto de ação, Prisioneiro da sorte é um thriller magnífico cheio de surpresas e com um final surpreendente que abalará até os fãs mais ardorosos do autor.

 A CRITICA

·     “O talento de Jeffrey Archer para elaborar enredos só pode ser descrito como genial.” – Daily Telegraph

·     “Um contador de histórias no mesmo patamar de Alexandre Dumas.” – The Washington Post


O AUTOR
Jeffrey Archer

Escritor e político inglês, Jeffrey Archer nasceu em 1940, em Weston-super-Mare. Frequentou a escola de Wellington, em Somerset, onde os seus feitos atléticos despertaram a atenção dos seus professores, que o conseguiram inscrever na equipa olímpica britânica como corredor de cem metros.
Em 1963 ingressou no Brasenose College  da Universidade de Oxford, de onde recebeu um diploma em Educação Física em 1966. Aí conheceu também Mary Weedon, que se viria a tornar, não só professora catedrática de Química, como sua esposa.
Em 1968 Archer fundou uma empresa de relações públicas, que lhe trouxe uma pequena fortuna. No ano seguinte foi eleito membro do Parlamento pelo Partido Conservador, o que o tornou no mais jovem deputado da história daquela instituição.
Em 1974 foi à falência, depois de ter investido uma soma considerável numa empresa canadiana fraudulenta. Com dívidas monumentais, viu-se forçado a abandonar o Parlamento, alugou um quarto em Oxford e começou a escrever um romance baseado nas suas experiências pessoais.
Assim, dois anos depois publicou Not A Penny More, Not A Penny Less (1976), que se tornou um sucesso de vendas imediato nos Estados Unidos da América, e estabeleceu o seu autor como um romancista promissor.
Ao fim de pouco mais de uma dezena de romances publicados, Jeffrey Archer recuperou a sua fortuna, pelo que decidiu retornar à política. Em 1985 foi nomeado vice-presidente do Partido Conservador pela então primeira-ministra Margaret Thatcher mas, no ano seguinte, a sua imagem pessoal foi abalada por um escândalo sexual, que conseguiu no entanto ultrapassar, processando em tribunal o periódico que o acusara.
Em 1992 foi investido Lorde no âmbito das comemorações do aniversário da Rainha de Inglaterra, passando a ocupar um lugar na Câmara dos Lordes do Parlamento britânico. Não obstante, em 1994 foi de novo o centro de atenções num escândalo que o envolvia nas transacções obscuras de uma cadeia de televisão.
Em 1999 decidiu candidatar-se à presidência da Câmara de Londres mas, depois de ter investido cerca de um milhão de libras dos seus fundos pessoais, foi obrigado a abandonar a corrida, quando se descobriu que havia cometido perjúrio no julgamento de 1986, e expulso do partido.
Foi condenado a uma pena de dois anos de prisão numa cadeia de segurança mínima em Outubro de 2001.
Publicou, entre outras obras, Kane And Abel (1980), The Prodigal Daughter (1982), A Matter Of Honour (1986), Honour Among Thieves (1993) e To Cut A Long Story Short (2000).




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Segunda-feira, 3 de Novembro de 2014

O verão perigoso de Ernest Hemingway

 

 

 

O verão perigoso

de  Ernest Hemingway

Título Original:     The dangerous summer
Tradutor:     Ana Zelma Campos

Páginas:     266
Formato:     16 x 23 cm


UMA IMPRESSIONANTE REALIZAÇÃO LITERÁRIA E UM COMPLEXO AUTORRETRATO DO MESTRE AMERICANO



Em 1959, Ernest Hemingway retornou à Espanha contratado pela revista Life para escrever um artigo curto sobre touradas, e mais uma vez ficou tão absorvido pelo tema que já o havia inspirado, décadas antes, a escrever a obra-prima Morte ao Entardecer, que acabou criando O verão perigoso. Esta obra é a crônica da impactante temporada que se desenvolveu nas arenas espanholas naquele ano, inflamada pela rivalidade quase mítica de dois matadores, Antonio Ordoñez e Luiz Miguel Dominguín – dois cunhados, ambos equiparados em habilidade e carisma. Com uma descrição precisa da “dança da morte”, Hemingway revela as emoções e os pensamentos dos dois maiores matadores da época, tendo como pano de fundo as grandes paisagens da Espanha.



·     Nono livro de Hemingway com novo projeto gráfico lançado pela Bertrand.

·     Os livros do autor totalizam mais de 300 mil exemplares vendidos no Brasil.

·     O autor foi ganhador do prêmio Pulitzer em 1953 e do prêmio Nobel de Literatura em 1954.



 

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