Sexta-feira, 29 de Maio de 2015

Imaginação Emancipatória - Desafios do Século 21

 






Imaginação Emancipatória - Desafios do Século 21

 

Ashis Nandy

 


  
Coleção:
    Humanitas

Ano | Edição:
    2015 | 1ª
Páginas:
    294

Dimensão:
    22,5 x 2,0 x 15,5 cm
Peso:
    545 g


Ashis Nandy, um dos principais intelectuais indianos contemporâneos, psicólogo social, psicanalista, bem como cientista político, que busca desenvolver o que chamou de "tradicionalismo crítico". 

Criado em Calcutá na segunda metade do século XX, ou seja, testemunha desde jovem da trajetória da Índia independente, Nandy se formou e pós-graduou em psicologia, com forte ênfase em psicanálise. Trabalhou clinicamente até optar em definitivo por uma carreira de pesquisador, vinculado ao Centro para o Estudo das Sociedades em Desenvolvimento (CSDS), em Nova Déli. Os temas da criatividade na ciência e na literatura, assim como a articulação entre personalidade e sociedade, foram seus focos iniciais, embora desde sempre trabalhasse com uma "psicologia política" e as questões da sociedade indiana estivessem no centro de suas preocupações, em parte sob a mediação da figura do Mahatma Gandhi (1869-1948), bem como de Rabindranath Tagore (1861-1941), o grande literato e compositor da primeira metade do século XX indiano. Cada vez mais busca um resgate da tradição indiana, a partir do que seriam, sobretudo, suas vertentes populares, indo contra noções de secularismo e desenvolvimento, criticando fortemente o Estado e os intelectuais mais explicitamente modernos. Na verdade, a meu ver um excesso de estridência vem prejudicando a elaboração de suas ideias e mais recentemente há de fato certa perda de substância em suas concepções, não obstante a importância de sua obra de modo geral.

O LIVRO
A obra do indiano Ashis Nandy se singulariza por aportar uma discussão, forjada em outras latitudes, que muito nos interessa como país ainda em busca de um futuro e de um destino. Na periferia do mundo desenvolvido, e desde sempre subordinados aos imperativos da acumulação e do comércio ditados pelo Norte, vivemos a contradição entre a modernidade – econômica, política, jurídica – estatutariamente universal e as demandas de construir um país que se descobre a cada dia mais diverso e desigual, ainda que extremamente incapaz de lidar com essa diversidade e desigualdade.
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Sexta-feira, 21 de Novembro de 2014

Para que filosofia?: um guia de leitura para o ensino médio

 

 

 

Para que filosofia?: um guia de leitura para o ensino médio

de Celso Martins Azar Filho e Luís Antônio Cunha Ribeiro

Edição: 1a


Número de Páginas: 272


Acabamento: brochura 
Medidas: 14x21cm




Este livro reúne extratos de algumas das obras filosóficas mais importantes, em traduções originais cuidadosamente preparadas por profissionais especializados no ensino de filosofia. Cada tradução é acompanhada por comentários que analisam e contextualizam a obra e seu autor, oferecendo um verdadeiro guia de iniciação ao pensamento filosófico ao longo da história. Desse modo, procura ocupar um espaço ainda vago na literatura didática da área, tendo sido especialmente elaborado para atender ao público de jovens estudantes, bem como a todos os neófitos. Aos professores, apresenta um valioso recurso que poderá auxiliá-los em suas práticas pedagógicas.

Para que filosofia? Nesta pergunta reside a própria essência da atividade filosófica, fundamentada no livre exercício da reflexão, e não na exigência de qualquer tipo de prática utilitária. Ao contrário de um “negócio” – aquilo que nega o valor do ócio –, a filosofia não pressupõe uma finalidade imediatista. Ela é a própria prática do pensamento que pode se servir de todos os conhecimentos e se debruçar sobre todos os assuntos, inclusive sobre sua própria condição de existência, fornecendo elementos para uma incessante reinvenção conceitual. Filosofia não é somente amor ao saber, como diz a etimologia da palavra, mas principalmente o cultivo do hábito de questionar, de refletir sobre o mundo e sobre si mesmo: um pensamento sem objetivo pré-definido, sempre pronto a pôr em xeque tudo o que foi estabelecido até então e encontrar novas maneiras de compreender a realidade.

O livro encara de frente esta que é a questão-chave de toda iniciação à filosofia, atualizando-a e contextualizando-a de acordo com os principais pensadores de nossa tradição filosófica. Através de textos curtos, estrategicamente selecionados de cada uma de suas obras seminais, podemos entender a maneira como cada filósofo concebeu a tarefa da filosofia, propondo interpretações que se colocam no lugar de respostas à questão-título, mas também nos colocam diante dos principais problemas do pensamento sobre o ser e o mundo ao longo da história do pensamento ocidental. Seja no campo da física, da metafísica, da ética, da estética, seja no da lógica, ou da política, é a filosofia que se encarrega de analisar as questões fundamentais e é ela que nos ensina a pensar com propriedade e de forma livre de preconceitos.

Conheça um pouco do que pensa  Celso Martins Azar Filho
Professor do Departamento de Filosofia da Universidade Federal Fluminense, Rio de Janeiro analisando Montaigne -
Leia - Método e estilo, subjetividade e conhecimento nos ensaios de Montaigne

A característica mais notável da filosofia renascentista foi também o que tornou sua assimilação pela história da filosofia tão difícil: a interação entre forma e conteúdo, entre ideia e sua expressão. Tal resulta da tentativa de realizar outra inter-relação que lhe é ainda mais essencial: aquela entre teoria e prática, pensamento e ação. Nos Ensaios de Montaigne, o método constitui antes de tudo um estilo de vida: a linguagem é aí o meio pelo qual a implicação entre mundos externos e internos, o eu e a realidade – assim entre intelecto e sensibilidade, arte e natureza, fato e valor, identidade e alteridade etc. – busca tornar-se evidente, permitindo a percepção de seu permanente remodelar recíproco.

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Sexta-feira, 24 de Outubro de 2014

Se só me restasse uma hora de vida

 

 

 

 

Se só me restasse uma hora de vidade Roger Pol-Droit


Título Original: Si je navais plus qu une heure à vivre

Tradutor: Clóvis Marques

E
Páginas: 98

Formato: 16 x 23 cm


     Por certo, nesta derradeira hora eu não estaria postando essa recomendação. Mas nestes dias aziagos, com retrocessos sociais batendo em nossas portas, e nos fazendo pensar com o figado, um pouco muito de filosofia viria a calhar.  Arrisquem! Sempre... (E.C.)


  
UM LIVRO FILOSÓFICO E POÉTICO SOBRE O SENTIDO DA VIDA



Esse pensamento, tão urgente e profundo, surge em algum momentoda vida de cada um de nós e coloca em perspectiva todas as nossas prioridades e problemas. Mas e se essa fosse mais do que uma simples suposição? E se tivéssemos, de fato, apenas mais uma hora? E se você também tivesse apenas um breve momento para fazer um balanço, lembrar-se, encontrar aquilo que mais importa? E se só restasse uma hora para esquecer as ilusões e, finalmente, viver?

Roger-Pol Droit propõe neste livro um exercício radical, decisivo, que vale todas as lições de filosofia e sabedoria. De forma brilhante, oautor nos faz mergulhar em nossa própria consciência, para que, ao fim, possamos descobrir o que é essencial para nós.



·     Mais de 100 mil exemplares vendidos em uma semana, na França.


VISITE http://rpdroit.com/


Roger-Pol Droit - Si je n'avais plus qu'une heure à vivre

 



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Terça-feira, 14 de Janeiro de 2014

Somos destinados à beleza, ao jardim...

 

Somos destinados à beleza, ao jardim...

Prof. Jackislandy Meira de Medeiros Silva

De pronto, ponho-me a escrever. É fascinante o mistério que envolve as coisas. Assim o é com a beleza, pois há muita beleza no mundo. A beleza é fascinante, é divina, é encantadora, mas é preciso ouvir a voz das coisas, admirar-se com a vida, admitir o mistério. Há algo escondido na imensa vastidão da aparência. As pessoas querem ouvir geralmente o que lhes agrada, o que faz bem aos ouvidos, às suas necessidades e o que as colocam novamente na dinâmica da vida. Isso faz sentido porque elas estão tentando alimentar sua subjetividade. Talvez, por isso, as pessoas sejam constantemente mais seduzidas pela beleza do que pela verdade. A beleza está mais ao alcance dos olhos do que a verdade. A beleza parece ser mais acessível, talvez não, mas o que importa é que ela está em algum lugar, em algum estalo da natureza. Ela se esconde e se mostra rasgadamente aos sentidos. Alguém já disse que a beleza é filha do olhar.
(continue lendo em clicando aqui... - http://boletimodiad.blogspot.com.br )

 

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Segunda-feira, 6 de Janeiro de 2014

Do amor: uma filosofia para o século XXI de Luc Ferry

 

 

   

Do amor: uma filosofia para o século XXI

de  Luc Ferry

Título Original:     De l’amour: une philosophie pour le XXIe siècle

Tradutor:     Rejane Janowitzer


Páginas:     252

Formato:     16 x 23 cm



Escrito sob a forma de diálogo filosófico entre Luc Ferry e seu colega Claude Capelier, Do amor - Uma filosofia para o século XXI trata dos fundamentos históricos e éticos da sociedade do Ocidente contemporâneo. São abordados aspectos econômicos, educacionais, culturais, comportamentais, geracionais, entre outros. O título é retomado do escritor Stendhal, mas o amor a que faz referência é o “ágape”, a caridade pelo outro, inclusive pelo inimigo. Ferry associa a isso a atenção que as pessoas dedicam à família, baseada não mais no casamento arranjado, mas no casamento por amor, aos filhos e à sua descendência. O arco e a flecha do deus Eros não visam mais somente ao coração dos amantes, recíprocos ou não, mas também à família, acrescida da humanidade. Ainda de acordo com o autor, deste pensamento provêm a inquietude e o cuidado ecológicos, a caridade humanitária e a diplomacia da paz em uma sociedade bem menos egoísta.  Como em muitos de seus livros anteriores, Luc Ferry escreve de maneira cuidadosa, tentando conduzir até seu mais modesto leitor por uma caminhada voluntária de esclarecimento pedagógico. A riqueza conceitual é indubitável e inúmeras ideias são impactantes, como a sátira do pessimismo, ou "o intolerável, o ponto onde a extrema esquerda, à força de sacralizar o direito à diferença, junta-se à mais detestável extrema direita que recusa toda liberdade". Em Do amor, Luc Ferry fala da ascensão silenciosa do amor como valor central nas sociedades modernas, ascensão que cria um princípio de significado e uma completa redefinição da expressão “levar uma boa vida”.





O  AUTOR
Luc Ferry foi ministro da Educação entre 2002 e 2004, é doutor em filosofia e concursado tanto em filosofia quanto em ciência política. Foi professor universitário e atualmente se dedica a escrever livros, alguns traduzidos no mundo todo. Publicou, pela Difel, A nova ordem ecológica: a árvore, o animal e o homem, Kant: uma leitura das três “Críticas”, O que é uma vida bem-sucedida?, O homem-deus e Diante da crise: materiais para uma política de civilização.




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Terça-feira, 19 de Novembro de 2013

Filosofia Viva - CARTA DE FLORIANÓPOLIS

 

Filosofia Viva

CARTA DE FLORIANÓPOLIS

Documento aprovado ao final
II Congresso Nacional de Educação para o Pensar.


  1. Nós, educadoras e educadores, num total de 756 participantes no II Congresso Nacional de Educação para o Pensar e Educação Sexual, reunidos de 22 a 25 de Julho de 2003, nesta cidade de Florianópolis, Estado de Santa Catarina, Brasil, manifestamos nossos princípios e propósitos, de modo a registrar aqui diretrizes e proposituras que venham fortalecer nossas convicções e revitalizar nossas esperanças e objetivos.

  1. Reafirmamos nossa crença na educação humanista, que considera o homem e sua condição subjetiva e social como o fundamento de toda educação. Afirmamos a educação que prepara para a vida, que vincula a comunhão da cultura e do conhecimento com o compromisso com princípios éticos emancipatórios, com a elevação estética da vida, com a responsabilidade social e a promoção da participação política democrática e libertadora.

  1. Manifestamos nossa escolha por uma educação e escola que procure formar a pessoa humana, em todas as suas potencialidades e identidades, buscando partir da realidade inalienável de cada ser, de modo a integrar todos os educandos nos mais elevados ideais éticos, cívico, culturais  e políticos da humanidade.
  2. Num momento histórico aonde os valores de mercado afirmam-se como unilaterais, onde a corrida para a promoção de uma ciência e tecnologia sem parâmetros éticos...
(continue lendo...)
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Terça-feira, 5 de Novembro de 2013

Filosofia > Fracassou o casamento por amor?

 



   

Fracassou o casamento por amor?

de  Pascal Bruckner

 

Título Original:     Le mariage d’amour a-t-il échoué?
Tradutor:     Jorge Bastos

Gênero:     Filosofia
Páginas:     108
Formato:     14 x 21 cm

    

Pode-se afirmar tão categoricamente que o casamento por interesse não tem futuro? A invenção do casamento por amor deveria ser uma resposta às mazelas do casamento clássico: restabelecer a igualdade entre cônjuges, valorizar o sentimento mais do que a obrigação. Entretanto, há décadas, o número de casamentos vem diminuindo, o de divórcios disparando, o celibato se espalha e os filhos de pais separados se multiplicam. Com base em anos de pesquisa, Fracassou o casamento por amor?, de Pascal Bruckner, faz uma análise filosófica das questões envolvendo o matrimônio por amor.  Um dos pontos defendidos por Bruckner diz que a atual valorização do gozo, do desempenho, dos sentidos e dos sentimentos está, supostamente, em ebulição, revelando-se mais nocivo para a vida a dois do que as alianças de antigamente. Isso se deve ao fato de a razão, hoje, estar em segundo plano. Em Fracassou o casamento por amor?, sente-se, também, vibrar a angústia desse drama atual e banalizado em que se transformou a separação. As práticas matrimoniais contemporâneas, baseadas no amor único, multiplicaram-no de modo exponencial – sem torná-lo menos doloroso. Segundo o autor, a recusa de ser adulto e o medo de ser cruel ao abandonar o outro mantêm as pessoas inertes na vida. Pascal Bruckner faz parte de uma tradição literária, notadamente francesa, ilumina a face sombria do amor. Sem adotar um tom sarcástico, insiste nas ameaças do amor e do capricho nesses tempos de permissividade, e nos limites e na ponderação que cada um deveria impor a si próprio. O resultado, definitivamente, convence.

O AUTOR

Pascal Bruckner nasceu em Paris, em 15 de dezembro de 1948. Passou sua infância e adolescência na Áustria e na Suíça. Após o doutorado em Letras lecionou nas Universidades de San Diego e Nova York. Em 1981 teve seu romance Lua de Fel adaptado para o cinema por Roman Polanski. Escreveu várias obras tendo sido laureado com o Prêmio Renaudot 1997 pelo romance Les Voleurs de Beauté e com o Prêmio Médicis em 1995 pelo romance La Tentation de L´Innocence.


"Nos couples meurent d'héroïsme"







LEIA TAMBÉM

O paradoxo amoroso
Pascal Bruckner
R$ 40,00
 






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Idade Média Tardia História das Ideias Políticas - Vol. III

 


Idade Média Tardia

História das Ideias Políticas - Vol. III

 

de Eric Voegelin

 



Tradução: Mendo Castro Henriques

Edição 01
Formato: 13,5 X 23,3 cm
Nº de Páginas: 336
Acabamento: Brochura

Lançamento: 2012

O estudo da Alta Idade Média realizado por Voegelin é, sem dúvida alguma, uma das preciosidades de seu vasto empreendimento histórico. Quando comparada com a perspectiva organizadora fornecida até mesmo pelos melhores historiadores do século XX, a abordagem de Voegelin se destaca por sua singular retidão teórica. Isso se dá sobretudo porque ela é, de todas, a mais fiel aos materiais históricos. Sua abordagem não insere no mundo medieval interesses extrínsecos ou posteriores. Antes, busca compreender a época tal qual ela era compreendida por aqueles que então viviam. Além disso, Voegelin também é capaz de encontrar os meios mais adequados de explorar a relação entre a Idade Média e o mundo moderno. Isso não significa que as continuidades de uma ordem constitucional e liberal emergente não sejam válidas; seu significado, porém, só pode ser adequadamente identificado se a cotejarmos com uma concepção abrangente da ordem da realidade. Esse reconhecimento é a principal força da análise que Voegelin apresenta neste volume. É ele que lhe permite notar que a fonte da unidade medieval é sobretudo filosófica e que sua desintegração é filosófica também.

O AUTOR
Eric Voegelin (1901-1985)

Foi um dos filósofos mais originais e influentes de nosso tempo. Nascido em Colônia, Alemanha,
estudou na Universidade de Viena, onde começou como professor de ciência política na Faculdade de Direito. Em 1938, ele e sua esposa, fugindo de Hitler, emigraram para os Estados Unidos. Tornaram-se cidadãos americanos em 1944. Voegelin passou a maior parte de sua carreira na Universidade do Estado da Louisiana, na Universidade de Munique, e na Instituição Hoover na Universidade de Stanford. Durante sua vida, publicou muitos livros e mais de cem artigos.

     Site:
www.artsci.lsu.edu/voegelin/





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Terça-feira, 8 de Outubro de 2013

Filósofos da Consciência Polanyi, Lonergan, Voegelin, Ricoeur, Girard, Kierkegaard de Eugene Webb

 

Filósofos da Consciência

 Polanyi, Lonergan, Voegelin, Ricoeur, Girard, Kierkegaard

de  Eugene Webb


Tradução: Hugo Langone

Formato: 13,5 X 23,3 cm
Número de Páginas: 448
Acabamento: Brochura

O LIVRO
Filósofos da Consciência: o leitor pode muito bem questionar o que esse título significa. O que se deve entender, aqui, por “filosofia” e “consciência”? E por que a escolha destas figuras – Polanyi, Lonergan, Voegelin, Ricoeur, Girard e Kierkegaard – como objeto de discussão? Temos aí perguntas sobre as quais poderíamos nos debruçar exaustivamente, e na verdade este livro como um todo será uma tentativa de respondê-las.

As seis figuras aqui discutidas foram selecionadas porque, juntas, suscitam questões incisivas e inter-relacionadas; além disso, as diferenças de perspectiva verificadas entre elas podem ser particularmente úteis no desvelamento de temas cruciais para a exploração do fenômeno da consciência humana. Esses pensadores têm muito em comum para serem colocados em diálogo, mas ao mesmo tempo são suficientemente diferentes para que, nesse contexto de discussão, revelem as aporias que existem ou podem existir nas tradições de pensamento que lhes dão respaldo. Ao fazê-lo, eles indicam onde se encontram os problemas que exigem investigações ulteriores.

Que o estudo desses seis pensadores seja uma porta de entrada para a exploração do problema e do mistério de toda experiência humana.
   
O AUTOR
Eugene Webb é professor de Literatura Comparada e de Inglês na Universidade de Washington. Ele também é autor de A Pomba Escura: O Sagrado e o Profano na Literatura Moderna e Eric Voegelin: Filósofo da História, que  publicados pela Editora É em 2012.




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Domingo, 29 de Setembro de 2013

Olá, Consciência Uma Viagem pela Filosofia de Mendo Henriques e Nazaré Barros

 

Olá, Consciência

Uma Viagem pela Filosofia



de Mendo Henriques e Nazaré Barros

Formato: 16 x 23 cm
Número de Páginas: 416
Acabamento: Brochura

O LIVRO
"Olá, Consciência!" propõe ao leitor uma viagem apaixonante pelo mundo da filosofia e mostra que para essa aventura do conhecimento não é necessário o uso de cinto de segurança ou qualquer outro aparato de proteção, somente a consciência.

Esta obra destina-se a todos que não se conformam com a facilidade do pensamento único ou da resposta pronta e desejam adentrar o mundo da consciência como uma experiência libertadora, a fim de compreender com maior clareza questões que envolvam ciência, política, economia, arte, metafísica, religião.

"Olá, Consciência!" comprova que a filosofia é para todos, basta querer pensar por si mesmo. Certamente, este é só o início de uma viagem rumo à compreensão de grandes e pequenas questões existenciais. Pode parecer uma jornada arriscada e até perturbadora, mas não há como ser diferente. Toda atividade filosófica é assim: levanta dúvidas e incomoda, para, enfim, trazer lucidez.


Olá, Consciência! é um convite a uma viagem apaixonante pelo mundo da filosofia. De leitura viva e acessível, com uma apresentação inovadora que conjuga rigor e linguagem atraente, esta obra de introdução à filosofia distingue-se das demais porque parte das experiências quotidianas para explicar conceitos filosóficos e mostrar como a vida faz mais sentido se for vista à luz da filosofia. Mendo Henriques e Nazaré Barros trazem de novo a filosofia à praça pública — onde ela nasceu — e introduzem os leitores no mundo da consciência como chave de compreensão do que nos rodeia, na ciência e na política, na arte e na religião, na economia e na metafísica, na comunicação e na ética.

Olá, Consciência! destina-se a todos os que não se conformam com a norma instituída, com o politicamente correto, com a superficialidade e o comodismo do pensamento único. Porque a filosofia é de todos os que ousam pensar por si próprios. Um espaço para refletir como quem passeia num jardim, sem pressas nem compromissos. Ou, para os mais apressados, um mapa de metro, em que o leitor pode escolher a linha que quer seguir. Boa viagem!












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