Segunda-feira, 6 de Janeiro de 2014

Grandes Lançamentos da É !

Grandes Lançamentos da É !


Biblioteca Textos Fundamentais

Começamos bem o ano com cinco livros imperdíveis -

A Biblioteca Textos Fundamentais pretende publicar livros introdutórios dedicados ao estudo de uma única obra. Os livros serão especialmente escritos por consagrados especialistas brasileiros e estrangeiros.

As seguintes áreas serão abordadas:

  1. textos literários adotados nos programas de acesso às universidades;
  2. textos de valor intrínseco para uma formação humanista, incluídos os clássicos do teatro universal;
  3. textos-chave da história da filosofia e das ciências humanas;
  4. filmes e óperas, ampliando assim o próprio conceito de “texto”.

Casa-Grande & Senzala
O Livro Que Dá Razão ao Brasil Mestiço e Pleno de Contradições

 

de Mario Helio

Formato: 11,7 X 21 cm

Número de Páginas: 200

Acabamento: Brochura 

 

Casa-Grande & Senzala, o Livro Que Dá Razão ao Brasil Mestiço e Pleno de Contradições, do reconhecido antropólogo e crítico cultural Mario Helio, apresenta uma das mais originais abordagens da obra clássica de Gilberto Freyre.
Aliás, originalidade que começa pelo longo subtítulo, que não deixa de evocar o artifício dos romances do século XVIII, derramando-se como a “prosa gorda” do autor de Nordeste, na caracterização exata, embora um tanto ambígua, de João Cabral de Melo Neto.
Assim, o autor deste livro realizou uma autêntica façanha intelectual, encontrando ângulos inéditos para iluminar uma das obras mais bem estudadas da cultura brasileira.
O leitor encontrará aqui um novo Gilberto Freyre, surgindo através da força de sua obra-prima, relida numa ótica surpreendente.
A sutileza da análise de Mario Helio é anunciada desde o parágrafo de abertura deste livro: “Gilberto de Mello Freyre nasceu no Recife, Pernambuco, no dia 15 de março de 1900.
Talvez seja menos pueril do que parece atribuir um tanto de importância biográfica e psicológica aos termos grifados: sobrenomes, lugar e ano de nascimento do autor de Casa-Grande & Senzala.”
De fato, com rara sutileza, o autor demonstrou a centralidade dessas circunstâncias e desses detalhes na obra de Freyre, pois o gosto pelo arcaico, enraizado no amor pela cidade do Recife, dialoga, ainda que pelo avesso, com o espírito finissecular, geralmente definido pela adesão à urgência do aqui e agora.
Moderno, mas nunca modernista; universal, porém sem o desejo provinciano de ser cosmopolita, Freyre tornou verdadeira experiência existencial o conceito-chave de seu entendimento da forma de convívio tipicamente brasileira. Desse modo, em sua escrita e em sua vida, Freyre também soube encontrar o equilíbrio de antagonismos. A importância de sua obra depende dessa habilidade.
Mario Helio ofereceu ainda uma seleção de passagens incontornáveis de Casa-Grande & Senzala, permitindo ao leitor uma visão panorâmica dos pressupostos e da riqueza da linguagem de Gilberto Freyre.
Por fim, o autor selecionou, com critério e oportunidade, os principais títulos para o estudo da obra-prima de Freyre. Este livro, portanto, nasce como uma referência indispensável ao conhecimento pleno de Casa-Grande & Senzala.

 

Esaú e Jacó Olhares sobre a leitura

 

de Henriqueta Do Coutto Prado Valladares

Formato: 11,7 X 21 cm

Número de Páginas: 200

Acabamento: Brochura

 

Esaú e Jacó, Olhares sobre a Leitura, da destacada professora de teoria da literatura Henriqueta Do Coutto Prado Valladares, apresenta uma introdução tão detalhada quanto ampla de um dos títulos mais importantes da literatura brasileira, constituindo um guia ideal ao pleno entendimento do penúltimo romance de Machado de Assis. Detalhada, de fato, é a interpretação de Prado Valladares dedicada à caracterização dos recursos estilísticos que estruturam o romance. Ampla, porém, é a perspectiva que informa a leitura do desenvolvimento da trama dos dois gêmeos e, sobretudo, rivais irreconciliáveis.
Vejamos.
De um lado, após explorar de modo inovador as relações entre a vida e a obra do Bruxo do Cosme Velho, a autora ofereceu um panorama completo das mais importantes interpretações do romance. Afinal, "um livro clássico suscita uma verdadeira avalanche de textos críticos e que não cessa de sensibilizar leitores ao longo de diversos tempos".
E, por isso mesmo, trata-se de um clássico! Assim, o leitor pode conhecer as múltiplas facetas do romance através das análises desenvolvidas por sucessivas gerações de exegetas; gerações fascinadas com a presença de eventos decisivos da história brasileira na narrativa machadiana: a crise da Monarquia; a abolição da escravatura; a Proclamação da República.
De outro lado, Prado Valladares compreendeu Esaú e Jacó a partir de um olhar que singulariza sua escrita. Ora, o texto de Machado de Assis coloca em cena um inesperado cruzamento de teorias sobre a leitura, assim como propõe leituras céticas e desestabilizadoras de teorias hegemônicas.
Assinale-se, aqui, a sutil análise que a autora forneceu da célebre passagem do romance: "o leitor atento, verdadeiramente ruminante, tem quatro estômagos no cérebro, e por eles faz passar e repassar os atos e os fatos, até que deduz a verdade, que estava ou parecia estar escondida".
Prado Valladares ensinou a decifrar passagens similares com uma saudável desconfiança, pois, na letra do texto machadiano, a ideia de "verdade" é sempre colocada sob suspeição.
O que não se deve duvidar, contudo, é da importância deste livro para um exame inovador de Esaú e Jacó.

 

 

Grande Sertão: Veredas Travessias

 

Autor: Eduardo de Faria Coutinho

Formato: 11,7 X 21 cm

Número de Páginas: 136

Acabamento: Brochura

 

Grande Sertão: Veredas, Travessias, do renomado crítico e teórico Eduardo F. Coutinho, oferece um completo e complexo panorama da vida e da obra de Guimarães Rosa. O destaque é naturalmente concedido à obra-prima do autor, mas, ao mesmo tempo, o crítico esmiuçou o conjunto da produção rosiana, traçando suas origens e seus diálogos com distintas tradições literárias.
Entre tantos diálogos possíveis, dada a vastidão dos interesses culturais e dos conhecimentos linguísticos de Rosa, este livro resgata um percurso fundamental, geralmente negligenciado. Trata-se da inserção rosiana na literatura latino-americana como um todo – e esse é um dos aspectos mais relevantes da bela interpretação aqui desenvolvida.
Na aguda percepção de Coutinho, o autor de Sagarana inventou uma forma própria; forma capaz de tornar produtiva a oscilação constitutiva das culturas latino-americanas. De fato, Rosa demonstrou a vitalidade da "presença de uma tensão entre tendências opostas que se expressavam através de pares antinômicos do tipo: regionalismo x universalismo, objetivismo x subjetivismo, consciência estética x engajamento social".
A riqueza da linguagem rosiana tanto resultou dessa tensão quanto ajudou a superá-la, através da invenção de um universo ficcional único.
Desse modo, Grande Sertão: Veredas é um livro que abriu novos caminhos, enraizando-se num espaço e tempo determinado, e, por isso mesmo, alcançando uma universalidade poucas vezes atingida por uma obra literária – independentemente de latitudes ou idiomas.
O relevante e detalhado estudo analítico do romance é enriquecido pela análise inspirada de uma passagem-chave, precisamente o momento em que, próximo ao final da narrativa, Riobaldo
descobre o segredo que poderia ter transformado sua história; porém, como costuma acontecer, o mistério se esclarece tarde demais. A análise dessa passagem ajuda a caracterizar o estilo de todo o texto.
Por fim, Eduardo F. Coutinho concluiu seu estudo com sugestões de leitura para quem deseje aprofundar o conhecimento de Grande Sertão: Veredas, tornando este livro um título indispensável para a compreensão da grandeza de Guimarães Rosa.

 

 

Iracema
Contemporâneo da Posteridade?

 

Autor: Ivo Barbieri

Formato: 11,7 X 21 cm

Número de Páginas: 136

Acabamento: Brochura 

 

Iracema, Contemporâneo da Posteridade? apresenta um estudo indispensável para o entendimento inovador da obra de José de Alencar; estudo assinado por um dos mais finos e agudos críticos literários brasileiros: Ivo Barbieri.
Aliás, o subtítulo deste livro dá bem a medida da inteligência do crítico.
Em resenha publicada no calor da hora, em janeiro de 1866, Machado de Assis entusiasmou-se com a tradução da sensibilidade indígena propiciada pelo romance alencariano. Nas páginas de Iracema, "tudo ali nos parece primitivo"; por isso, o resultado do esforço não poderia ter sido mais bem-sucedido: "o futuro chamar-lhe-á obra-prima". O cuidadoso leitor ofereceu um apanhado do enredo: "A fundação do Ceará, os amores de Iracema e Martim, o ódio de duas nações adversárias, eis o assunto do livro".
Ivo Barbieri, de igual modo, um dos nossos mais respeitados machadianos, desenvolveu e aprofundou a intuição do mestre, propondo uma hipótese fascinante.
Nas suas palavras: "A tupinização da língua portuguesa atestada pela incidência no texto de inúmeros vocábulos de origem indígena é sinal que indicia o processo geral de miscigenação. Esse, o grande tema que atravessa praticamente todos os planos da obra: argumento histórico, fábula, projeções míticas, implicações ideológicas, discurso e narrativa. De fato, o encontro e cruzamento de duas culturas é o eixo que tudo articula e o centro de gravitação para o qual convergem componentes e procedimentos ficcionais".
Na interpretação aqui proposta, Alencar tornou Iracema autêntico ensaio ficcional, isto é, a trama esboça uma teoria geral da miscigenação, vista como traço próprio da cultura brasileira.
Além disso, o autor produziu uma notável síntese biográfica do escritor de O Guarani, iluminando sua obra – aqui, examinada em seu conjunto. Há mais: Barbieri enfatizou tanto "a contribuição antecipadora de José de Alencar relativamente ao debate da questão ecológica" quanto sua capacidade de "criar uma linguagem inaugural e descortinar novos horizontes para a cultura brasileira".
Este notável livro, portanto, desenha uma nova interpretação da obra de José de Alencar, oferecendo uma análise inspirada, e desde já incontornável, de sua obra-prima, Iracema.

 

 

O Filho Eterno
O Duplo do Pai: O Filho e a Ficção de Cristovão Tezza

 

de Victoria Saramago

Formato: 11,7 X 21 cm

Número de Páginas: 160

Acabamento: Brochura 

 

O Filho Eterno, O Duplo do Pai: O Filho e a Ficção de Cristovão Tezza é um notável estudo de Victoria Saramago, uma das vozes mais promissoras da crítica e da literatura atuais. A jovem autora apresentou um estudo completo do conjunto da obra de um dos nomes definitivos da literatura brasileira contemporânea, cuja consagração crescente representa o justo reconhecimento de uma literatura que se distingue pela força da linguagem e pela originalidade da visão de mundo de seu autor.
De fato, Cristovão Tezza escreveu o romance mais premiado dos últimos anos, O Filho Eterno. Nele, o autor enfrentou um delicado tema autobiográfico: o nascimento de um filho portador da síndrome de Down. Trata-se da história de Felipe, o próprio filho de Tezza. Contudo, o autor desenvolveu uma elaborada estrutura textual que permitiu criar alguma distância entre vida e obra, circunstância existencial e exercício literário, isto é, invenção propriamente linguística. No caso, o inegável impulso autobiográfico foi matizado por um agudo traço estilístico: o texto é dominado por um narrador em terceira pessoa, embora às vezes apareça, aqui e ali, uma "constrangida" voz que evoca um narrador em primeira pessoa. Porém, o predomínio quase absoluto do ponto de vista externo metamorfoseou experiência individual em obra de arte.
Na inspirada análise da autora, se o livro possui elos com a tradição clássica do romance de formação, isto é, do Bildungsroman, ao mesmo tempo, o texto de Tezza engendra uma diferença decisiva:
"É quando o pai se desliga dos clichês relacionados a Bildung e à juventude na modernidade, é quando abre mão do modelo clássico da formação do artista, é quando enfim se reconhece sem o comando da encenação que fora sua existência até o momento, é aí que a verdadeira Bildung pode afinal ter lugar."
Registre-se a ousadia do gesto: Victoria Saramago analisou com rara argúcia a obra de um clássico contemporâneo, fornecendo um modelo indispensável não só para o entendimento pleno de O Filho Eterno, mas para uma abordagem inovadora da própria literatura brasileira contemporânea.

 

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Quinta-feira, 15 de Novembro de 2012

BRASIL PORTUGAL AGORA - Leya apresenta "novíssimos" autores portugueses parte 2

 

 

 A propósito do Ano de Portugal no Brasil, a LeYa Brasil acaba de publicar os primeiros cinco títulos da coleção “Novíssimos”, que reúne algumas das vozes mais emblemáticas da nova literatura portuguesa. Neste contexto, já estão disponíveis nas livrarias brasileiras as obras No Meu Peito não Cabem Pássaros, de Nuno Camarneiro, Para Cima e Não Para Norte, de Patrícia Portela, Por Este Mundo Acima, de Patrícia Reis, Um Piano Para Cavalos Altos, de Sandro William Junqueira e O Teu Rosto será o Último, romance de João Ricardo Pedro que venceu a ultima edição do Prémio LeYa. Para Maria João Costa, Editora Executiva da LeYa Brasil, «o Ano de Portugal no Brasil é um ótimo pretexto para dar a conhecer o que de melhor se faz hoje na literatura contemporânea portuguesa.»

A coleção “Novíssimos” será reforçada, em 2013, com livros de outros cinco jovens autores portugueses que, juntamente com os que agora foram publicados, apresentarão aos leitores brasileiros o trabalho de uma nova geração. «Serão dez escritores no total, cada um dos quais com uma identidade literária muito própria e inconfundível. Registros frescos e originais que nos lembram que a língua nada tem de estática e que a sua utilização não tem limites e nos continua a surpreender», afirma Maria João Costa, que foi responsável por esta colecção que tem contado, também, com o apoio da Embaixada de Portugal em Brasília e do Instituto Camões.

Os cinco autores dos livros agora lançados visitaram o Brasil no sentido de se darem a conhecer aos leitores brasileiros.

Coleção: Novíssimos

Título: O Teu Rosto Será o Último

Autor: João Ricardo Pedro

Edição: 1

Ano: 2012

Especificações: Brochura | 192 páginas


 Tudo começa com um homem saindo de casa, armado, numa madrugada fria. Mas do que o move só saberemos quase no fim, por uma carta escrita de outro continente. Ou talvez nem aí. Parece, afinal, mais importante a história do doutor Augusto Mendes, o médico que o tratou quarenta anos antes, quando lho levaram ao consultório muito ferido. Ou do seu filho António, que fez duas comissões em África e conheceu a madrinha de guerra numa livraria. Ou mesmo do neto, Duarte, que um dia andou de bicicleta todo nu.
Através de episódios aparentemente autónomos - e tendo como ponto de partida a Revolução de 1974 -, este romance constrói a história de uma família marcada pelos longos anos de ditadura, pela repressão política, pela guerra colonial.
Duarte, cuja infância se desenrola já sob os auspícios de Abril, cresce envolto nessas memórias alheias - muitas vezes traumáticas, muitas vezes obscuras - que formam uma espécie de trama onde um qualquer segredo se esconde. Dotado de enorme talento, pianista precoce e prodigioso, afigura-se como o elemento capaz de suscitar todas as esperanças. Mas terá a sua arte essa capacidade redentora, ou revelar-se-á, ela própria, lugar propício a novos e inesperados conflitos?


O AUTOR
João Ricardo Pedro
nasceu em 1973, na Reboleira, Amadora. Curioso acerca da força de Lorentz, licenciou-se em Engenharia Eletrotécnica pelo Instituto Superior Técnico. Durante mais de uma década, trabalhou em telecomunicações sem, no entanto, alguma vez ter aplicado as admiráveis equações de Maxwell. Na primavera de 2009, em consequência do carácter caprichoso dos mercados, achou-se com mais tempo do que aquele de que necessitava para cumprir as obrigações do quotidiano. Num acesso de pragmatismo, começou a escrever. O Teu Rosto Será o Último é o seu romance de estreia.





Coleção: Novíssimos

Título: Por Este Mundo Acima

Autor: Patrícia Reis

Editora: Leya


Especificações: Brochura | 176 páginas




Um cenário de terrível desastre assola Lisboa. Poderia ser em qualquer outro lugar do mundo. Os escombros passam a ser paisagem, a cidade e as relações humanas transformam-se vertiginosamente. Entre os sobreviventes há um homem, um velho editor. Procurando amigos e amores desaparecidos encontra um manuscrito e um rapaz e, neles, a porta para uma outra dimensão da vida.
Por Este Mundo Acima é uma peregrinação futurista e um relato de memória. Consagração dessa melhor forma de amor a que chamamos amizade, é também uma história sobre a importância redentora dos livros.



A AUTORA
Patrícia Reis
nasceu em 1970, começou a sua carreira jornalística em 1988 no semanário O Independente, passou pela revista Sábado e realizou um estágio na revista norte-americana Time, em Nova Iorque. De volta a Portugal, é convidada para o semanário Expresso, fez a produção do programa de televisão Sexualidades , trabalhou na revista Marie Claire, na Elle e nos projectos especiais do diário Público. Editora da revista Egoísta, é sócia do atelier de design e texto 004, participando em projectos de natureza muito variada. Escreveu a curta biografia de Vasco Santana e o romance fotográfico Beija-me (2006), em co-autoria com João Vilhena, a novela Cruz das Almas (2004) e os romances Amor em Segunda Mão (2006), Morder-te o Coração (2007), que integrou a lista de 50 livros finalistas do Prémio Portugal Telecom de Literatura, No Silêncio de Deus (2008) e Antes de Ser Feliz (2009).

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Domingo, 21 de Outubro de 2012

“VIDA E PENSAMENTO DE UM CAMINHANTE” EDIÇÕES SESC SP lançam coletânea de diários do pensador francês Edgar Morin

 


No próximo dia 30 de outubro (terça-feira), 20h, o filósofo francês Edgar Morin lançará no Sesc Pompéia seu recente livro. 
Coleção Diários... é uma reflexão de suas experiências e visão de mundo nos anos 90 e início dos anos 00. 
O evento é gratuito, aberto ao público e contará com a presença do autor.


 Diário da Califórnia

Tradutora: Carmem Cacciacarro

 


Número de Páginas: 256
Tamanho: 16x23 cm

Título da obra: Concetto spaziale, (1961), di Lucio Fontana

Um ano sísifo

Tradutores: Edgard de Assis Carvalho, Mariza Perassi Bosco


 
Número de Páginas: 560
Tamanho: 16x23 cm

Título da obra: Concetto spaziale, di Lucio Fontana



Chorar, amar, rir, compreender

Tradutora: Nurimar Falci


 

Número de Páginas: 404
Tamanho: 16x23 cm

Título da obra: Concetto spaziale, di Lucio Fontana




Posso afirmar, entretanto, que é nos meus diários que dou o melhor de mim mesmo: são observações, reflexões, julgamentos nos quais me encanto ou me revolto, nos quais minhas qualidades literárias se expressam e desabrocham. (...) Ainda que eu seja percebido de maneira restrita como sociólogo e, por vezes, de maneira mais aberta, mas ainda classificadora e limitada, como “sociólogo filósofo”, sou antes de mais nada um ser humano que ama o que existe de maravilhoso na vida e tem horror ao que ela tem de cruel, um ser humano bastante comum enraizado nos séculos XX e XXI, que neles viveu e sofreu todos os grandes e pequenos problemas.
Edgar Morin, Diários, prefácio à edição brasileira. Paris, Fevereiro de 2012.


Teórico da complexidade, Edgar Morin pode ser considerado um dos principais nomes do pensamento ocidental que reúne em sua trajetória de vida um denso trabalho sistemático de pesquisa, de interpretação, criatividade e de experiências vividas que marcaram o século XX e XXI.
 A coleção Diários de Edgar Morin, composta pelos títulos Diário da Califórnia, Um ano sísifo e Chorar, amar, rir, compreender, será lançada em São Paulo, no dia 30 de outubro (terça-feira), 20h, no Sesc Pompeia (Teatro). O evento gratuito e aberto ao público, contará com a presença do autor. 
Aos 91 anos de idade, o intelectual evoca pelas palavras e pela livre linguagem de diários as suas reflexões, memórias e experiências. Como aponta o Diretor Regional do Sesc São Paulo, Danilo Santos de Miranda, na apresentação de Chorar, amar, rir, compreender: “(...) em seus diários, (há) uma relação estreita e simples com o complexo, com a tessitura intrincada das relações humanas, discorrendo livremente sobre os dias e suas idiossincrasias, suas percepções sobre fatos políticos e econômicos no planeta juntamente com o corriqueiro viver.”.


Na tênue espessura que não separa a vida da obra, mas a intensifica, encontra-se a figura do humanista Edgar Morin. “Meus diários não tem nada a ver com um diário literário, não visa minha “estatuificação” em poses nobres, mas minha “desestatuificação”, mostrando-me como uma pessoa comum que não esconde nenhuma de suas faltas e de seus erros.”, declara o pensador no prefácio brasileiro dos Diários.

Diário da Califórnia
Escrito no período em que Morin residiu na Califórnia, em 1969, a convite do Salk Institut (centro de pesquisas biológicas presidido por Jonas Salk, Prêmio Nobel de Biologia) onde conviveu com Jacques Monod - bioquímico e biólogo - e John Hunt - biólogo - dentre outros cientistas e pesquisadores que tinham como ponto comum desenvolver suas pesquisas e estudos com uma preocupação humanitária com o individuo e a sociedade.
Em Diário da Califórnia, segundo Adauto Novaes, que assina a orelha da obra “(...) o que observamos neste livro é uma sutil influência do espírito sobre si mesmo, da própria obra teórica e científica de Morin e sobre a vida do autor. (...) Seguindo a tradição de Rousseau, Morin propõe uma nova descoberta da subjetividade como fonte infinita da afetividade”.
Numa narrativa que mistura o rigor da teoria com divertidos acontecimentos, o autor foi buscar na Califórnia dos anos 1960/1970 elementos para dar corpo a suas ideias, desafiando com seu Diário os cânones estéticos e ideológicos que procuravam limitar a arte apenas à ficção.
Um ano sísifo
Com subtítulo Diário sobre o fim do século (1994), Um ano sísifo faz uma analogia com o mito de Sísifo, condenado pelos deuses a levar de volta, continuamente, uma grande pedra ao topo da montanha, depois de ter ela rolado pela enésima vez em direção ao vale. O pensador viu-se, nas palavras de apresentação do filósofo italiano Mauro Maldonato, que fez o texto de orelha desse Diário em “uma punição tremenda: recomeçar tudo, a cada vez, desde o começo. E de novo ainda. Até o infinito”. 
Um ano sísifo na história de um planeta cujas esperanças caíram e onde tudo parece ter que começar do zero. Um ano sísifo na vida de um homem (o autor) onde todas as resoluções para reformar sua vida afundam e que deve partir do ponto zero.
Esse diário caleidoscópico é ao mesmo tempo um espelho dos acontecimentos do mundo e o espelho daquele que os anota. Como o ponto singular de um holograma que traz em si o todo do qual ele faz parte, Edgar Morin viveu o ano sísifo de 1994.
Compõem ainda Um ano sísifo, fatos marcantes e transformadores na história, narrativas sobre a sua vida cotidiana e de eventos públicos, momentos de ternura e melancolia profundos, impressões e perguntas sobre nosso tempo e o contínuo embate entre o “presente da hesitação e uma possibilidade de um futuro”. A resistência que consiste na recusa da automatização dos dias e da vida ecoa no grito de alerta de que não é necessário render-se ao mundo assim, tal como ele parece.


Chorar, amar, rir, compreender

Em Chorar, amar, rir, compreender, o filósofo espanhol Emilio Roger Ciurana, que escreveu o texto de orelha, enfatiza que o autor olha o mundo, olha a vida e a vive. Trata-se de um olhar e um viver que são reflexos de sua enorme complexidade, universalidade e da concretude da condição humana. Mas não se trata de um simples anotar num diário os eventos que ocorrem no mundo e de acontecimentos na vida cotidiana. Morin vai além de Spinoza, que frente aos acontecimentos do mundo dizia não ter sentido alegrar-se, nem chorar, nem odiar, trata-se de compreender. Morin afirma-se na vida e afirma a vida: “(...) frente aos acontecimentos do mundo faz sentido chorar, amar, rir, compreender".
Trata-se, no cotidiano, de resistir á barbárie humana de uma época bárbara, cruel, devido à incapacidade generalizada de ver a vida e o mundo além da linearidade, da previsibilidade e fragmentação.
A guerra dos Balcãs é um dos principais panos de fundo que ocupam muitas reflexões do texto, além da guerra étnica e o massacre em Ruanda, assuntos de saúde de sua mulher Edwiges com implicações do comportamento dos profissionais da medicina, da traição do amigo, fato que abalou profundamente o autor, viagens, conferencias, debates dentre outros.


O PERSONAGEM


Edgar Morin, pseudônimo de Edgar Nahoum, nasceu em Paris, em 8 de julho de 1921.
Fez seus estudos universitários em História, Sociologia, Economia, Filosofia. Licenciou-se em História, Geografia e Direito. Durante a Segunda Guerra participou ativamente da Resistência Francesa. Diretor de Pesquisa Emérito do CNRS (Centre National de la Recherche Scientifique). Em 1991 tornou-se codiretor do Centro de Estudos Transdisciplinares de Sociologia, Antropologia, História (CETSAH) tutelado pela EHESS (École des Hautes Études em Sciences Sociales) e pelo CNRS e que em 2008 passa a se chamar Centre Edgar Morin em sua homenagem. Doutor Honoris Causa por mais de 30 universidades e premiado internacionalmente. Autor de mais de uma centena de livros traduzidos em 27 línguas em 42 países. Durante vinte anos consagrou-se à pesquisa de um método apto a encarar o desafio da complexidade que se impõe na contemporaneidade não apenas ao conhecimento científico mas também aos nossos problemas humanos, sociais e políticos. Esta pesquisa culmina com a proposta de uma reforma do pensamento apresentada por meio de seus livros divididos em macrotemas. Dos livros publicados, destacamos  “O Método” (composto por seis volumes), Ciência com consciência, Sociologia, Introdução ao pensamento complexo, O homem e a morte, O paradigma perdido e a natureza humana, Para sair do Século XX, Pensar a Europa, Terra Pátria, O mundo moderno e a questão judaica, Política de civilização, Cultura e barbárie europeia, o X da questão,  A religação dos saberes, Os sete saberes para uma educação do futuro, Minha esquerda, Meu caminho dentre outros, O ano zero da Alemanha (seu primeiro trabalho), O caminho da esperança (escrito com Stéphane Hessel).

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Domingo, 16 de Setembro de 2012

OS LIVROS de Louise L. Hay

 

Ame seu Corpo - 

 

Um Guia de Afirmações Positivas para Amar


de Louise L. Hay

Páginas: 120

Neste livro, a autora de best-sellers Louise Hay mostra como AMAR O SEU CORPO! Ela oferece 54 tratamentos de afirmação pensados para ajudá-lo a criar um corpo belo, saudável e feliz. Caso você esteja sendo desafiado por alguma parte em especial do seu corpo, sofra alguma rejeição ou não esteja feliz com o corpo que tem, utilize as afirmações correspondentes diariamente, até conseguir resultados positivos. Utilizando esta ferramenta, você poderá desde aprender a amar o seu corpo como ele é ou até mesmo proporcionar mudanças físicas nele, com a força interna do seu próprio ser e do amor por si mesmo.

Mulheres Poderosas - 

Um Guia de uma Vida de Sucesso para Todas as Mulheres



de Louise L. Hay

Páginas: 160

Muitas pessoas estão falando sobre todas as mudanças que ocor¬rerão na Terra. No entanto, neste livro inspirador, a autora de best-sellers Louise L. Hay revela que as primeiras mudanças que veremos são as interiores. Ela aponta que quando nós, como mu¬lheres, estivermos dispostas a modificar a nossa base interior, o nosso mundo, iremos operar em um nível muito mais expandido na vida. O objetivo da autora é mostrar que todas as mulheres podem sen¬tir amor-próprio, autovalorização, autoestima e ter uma posição poderosa na sociedade. Com sua maneira inimitavelmente amo¬rosa e franca, ela oferece percepções profundas sobre como as mulheres de todas as idades e de todas as procedências podem alcançar esse objetivo e fazer dos próximos anos os mais produti¬vos, realizadores e poderosos que já existiram! Descubra o seu poder pessoal, viva bem e seja feliz!



O PODER ESTÁ EM VOCÊ

de LOUISE L. HAY

     Formato:
    16 x 23
    Páginas:
    176

“Há bastante informação neste livro, mas não se sinta obrigado a absorver tudo de uma vez. Certas ideias se destacarão, então trabalhe primeiro com es¬ses conceitos. Se você tirar apenas uma boa lição destas páginas e usá-la para melhorar a qualidade de sua vida, então fez progresso. Sinto que uma coisa importante para entender, enquanto lê este texto, é que o poder que você busca ‘lá fora’ também está em você e já disponível para usar de formas positivas. Espero que esta obra lhe revele como você pode ser poderoso.” (Louise L. Hay) Com essa convicção, a autora aborda temas como estes: O poder interior; Seguir a voz interior; O poder de sua palavra proferida; Compreender os blo¬queios que o detêm; Libere seus sentimentos; Superar a dor; Como se amar; Amar a criança interior; Receber a prosperidade; Expressar a criatividade; A soma das possibilidades, entre outros.

"Vida - Reflexões sobre sua Jornada"

de Louise L. Hay

Em "Vida - Reflexões sobre sua Jornada", Louise L. Hay traz até você um texto verdadeiramente comovente e inspirador que o ajudará a identificar e curar uma quantidade de questões urgentes que você encontra em seu caminho. Entre outro assuntos, ela trata de crescimento pessoal, relacionamentos, trabalho, saúde, espiritualidade, envelhecimento, morte e muitos dos problemas, temores e desafios que essas passagens causam.
Assim como os diversos estágios pelos quais passamos progressivamente pela vida, a autora estruturou este livro em ordem cronológica livre, que reflete algumas das fases de nossa jornada, ou seja, começa com algumas das questões que enfrentamos quando somos jovens (como problemas da infância, relacionamento e trabalho) e conduz o leitor às preocupações que temos em nossa velhice, mostrando maneiras de se lidar bem com cada uma delas.
Não importa quais obstáculos estejam à sua frente, Louise o lembra continuamente que o fenômeno grandioso, assustador, encantador, absurdo e espantoso que você vivencia entre o nascimento e a morte é do que se trata a VIDA!

Histórias de Vida


de Louise L. Hay



Número de Paginas : 267



As histórias verídicas relatadas neste livro, selecionadas por Louise L. Hay, foram extraídas de livros escritos pelos mais renomados autores e professores que atuam nos campos da autoajuda, da transformação pessoal, da consciência espiritual e da espiritualidade. São pessoas que vieram de diversos caminhos e passaram por diferentes experiências que evocarão respeito, encantamento, espanto e outras emoções. Essas histórias narram milagres metafísicos, momentos marcantes, lembranças divertidas, apaixonadas, e relatos pessoais comoventes. Muitas delas o levarão a respirar fundo e exclamar: “Nossa!”. Ao ler esta fascinante e singular antologia, você irá rir, chorar, suspirar... mas, acima de tudo, chegará à conclusão de que a realidade não é apenas mais surpreendente do que a ficção, mas, também, infinitamente mais interessante!

 

A AUTORA

Louise L. Hay é conhecida como uma das fundadoras do conceito de “auto-ajuda”. Seu primeiro livro, “Cure seu corpo ”, foi publicado em 1976, bem antes da discussão sobre a conexão entre o corpo e a mente ter se tornado moda. Revisto e expandido em 1988, este best-seller introduziu o conceito de Louise para pessoas de 33 diferentes países e está sendo traduzido para outros 25 idiomas mundo afora.

Através das técnicas de cura e da filosofia positiva de Louise, milhões têm aprendido sobre como criar mais do que eles querem para suas vidas, incluindo bem estar para seu corpo, mente e espírito. Sua filosofia pessoal formou -se desde sua complicada educação. Sua infância foi pobre e instável e sua juventude foi marcada por abusos. Louise saiu de casa e foi parar em Nova York, onde se tornou modelo e casou -se com um próspero homem de negócios. Apesar de parecer que ela deu a volta por cima, somente 14 anos depois com o fim de seu casamento que a sua cura realmente começou.

Louise iniciou o que viria a ser o trabalho da sua vida em Nova York em 1970. Ela acompanhava encontros na Igreja da Ciência Religiosa e iniciou um treinamento no programa de ministérios. Ela tornou -se uma popular oradora da igreja e logo fundou ela mesma um conselho de clientes. Este trabalho rapidamente floresceu como uma carreira de tempo integral. Após vários anos, Louise compilou um guia de referência detalhando as causas mentais das doenças físicas. E desenvolveu padrões positivos de pensamentos para reverter o avanço da doença. Esta compilação foi a base para “Cure seu corpo ”, também conhecido carinhosamente como “O livrinho azul ”. Ela começou a viajar pelos Estados Unidos ministrando workshops sobre como amar nós mesmos e curar nossas vidas.

Louise estava apta a por sua filosofia em prática quando ela foi diagnosticada com câncer. Ela considerou as alternativas de cirurgia e drogas e ao invés, desenvolveu um intensivo programa de afirmações, visualizações, reequilíbrio nutricional e psicoterapia. Dentro de seis meses, ela estava completamente curada do câncer.

Em 1980, Louise retornou a sua terra natal, o sul da Califórnia e foi ali que ela começou a pôr seus métodos no papel. Em 1984, seu novo livro, Você pode curar sua vida, foi publicado. Nele, Louise explica como nossas crenças e idéias sobre nós mesmos são quase sempre a causa dos nossos problemas emocionais e físicos, e como, usando certos métodos, podemos transformar nossos pensamentos e nossas vidas para melhor.

Você pode curar sua vida emplacou no topo da lista dos mais vendidos do New York Times e permaneceu assim por 13 semanas consecutivas. Mais de 35 milhões de cópias do livro foi vendida até então mundo afora.

Em 1985 Louise iniciou seu famoso grupo de apoio, “The Hayride”, com seis homens diagnosticados com AIDS. Por 1988, o grupo se ampliou semanalmente reunindo 800 pessoas e se mudou para um auditório em West Hollywood. Mais uma vez, Louise iniciou um movimento de amor e apoio muito antes das pessoas vestirem faixas vermelhas em suas lapelas. Foi durante esse período que ela escreveu o livro “Aids: Criando uma Aproximação Positiva”, baseada em suas experiências com este poderoso grupo.

Louise agora lidera a “Hay House”, uma editora de sucesso. O que iniciou como um pequeno empreendimento na sala de sua casa tem se tornado uma próspera corporação que tem vendido mais de 10 milhões de livros e áudios desde seu início. Hay House se constitui de notáveis autores do movimento de auto -ajuda, incluindo Wayne Dyer, Joan Borysenko e Doreen Virtue entre outros. Ainda, A “The Hay House Foundation” e a “Louise L. Hay Charitable Fund” são duas organizações sem fins lucrativos estabelecidas por Louise que apoiam diversas organizações sobre Aids, mulheres e outras.

A mensagem de cura de Louise tem sido o assunto de muitos artigos em jornais e revistas. Ela tem aparecido na televisão por todo o mundo e sua coluna mensal “Dear Louise” é exibida em mais de 50 publicações nos EUA, Canadá, Austrália, Espanha e Argentina. Aos 81 anos, Louise se orgulha de lançar o primeiro filme de sua vida e está trabalhando no “Você pode curar sua vida - O filme”.



Quando ela não está viajando, Louise adora pintar, jardinar e dançar em sua casa em San Diego, Califórnia. 



Quando ela não está viajando, Louise adora pintar, jardinar e dançar em sua casa em San Diego, Califórnia. 

 

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Terça-feira, 10 de Julho de 2012

Coleção O Pequeno Príncipe

 


A editora LeYa traz para o Brasil a coleção “O Pequeno Príncipe”, uma série de livros inspirados nos episódios da animação que é sucesso de audiência, pelo Canal Discovery Kids – exibida toda sexta às 20h. Formada por mais de 20 obras – entre livros com CD, edições pop-up e livros ilustrados e de contos para dormir – a coleção traz de volta para o imaginário infantil o personagem clássico de Saint-Exupéry em aventuras interplanetárias a bordo de seu avião e na companhia da amiga Raposa.

Mais de 130 milhões de exemplares vendidos em todo o mundo, traduzido para cerca de 250 idiomas e dialetos, o personagem do francês Antoine Saint-Exupéry conquistou gerações ao longo de quase 70 anos falando sobre valores como responsabilidade, solidariedade, respeito, amor, amizade, proteção ao meio ambiente e a difícil arte de enxergar através das aparências.

Nesta nova aventura, inspirada nos 52 episódios da adaptação do clássico para a televisão feita por Mathieu Delaporte, Alexandre dela Patellièree Bertrand Gatignol – e exibida na França, Itália, Alemanha, Portugal, Espanha, Bélgina e no Brasil desde novembro de 2011 -, o Pequeno Príncipe deixa o Asteróide B-612 e sai em busca da Serpente, que está aterrorizando e apagando planetas e estrelas, junto com seu exército de idéias negras. Acompanhando de sua fiel amiga Raposa, e deixando para trás sua saudosa Rosa, ele viaja a bordo de seu avião descobrindo planetas inusitados onde o tempo parou ou a euforia se apagou.

Amigo das plantas e dos animais, O Pequeno Príncipe sabe “ver com o coração”, para além das aparências. Sonhador, ele tem o poder de dar vida a criaturas surpreendentes soprando seu caderno de rascunhos, e com sua espada mágica espalha o amor e a solidariedade pela galáxia.

Os primeiros volumes da coleção chegaram às livrarias em junho e julho e novos volumes serão lançados a cada dois meses. Os primeiros títulos serão o “O Pequeno Príncipe – Planeta do Tempo” e o “O Pequeno Príncipe – Pássaro de fogo”, em formato de livro de contos, e uma outra edição de o “O Pequeno Príncipe – Pássaro de fogo”, com formato 14 x 14 cm, para ler na cama.


 OS CRIADORES DA ANIMAÇÃO

 





O Pequeno Príncipe e o Pássaro de Fogo
Katherine Quenot
Páginas: 32
Era uma vez um planeta queimado por um terrível Pássaro de Fogo... Para punir o rei Huang por ter roubado a coroa e prisionado sua irmã Feng, ele queima tudo o que vê pela frente! Conseguirão o Pequeno Príncipe e a Raposa convencer os dois irmãos gêmeos a deixar o pássaro designar quem será o herdeiro do trono antes que seu pla-neta seja reduzido a cinzas?



O Pequeno Príncipe: O Pássaro de Fogo
Katherine Quenot
Páginas: 24

O Pássaro de Fogo está furioso desde que o príncipe Huang roubou a coroa e aprisionou sua irmã. Se o Pequeno Príncipe e a Raposa não levarem a coroa de volta para ele, ele queimará todo o planeta!



O Pequeno Príncipe: O Planeta do Tempo
Fabrice Colin
Páginas: 96

Quando o Pequeno Príncipe e a Raposa desembarcaram no planeta do Tempo, algo ali não estava correndo bem... Num vilarejo, tudo parou; num outro, tudo se ace-lera. Com a ajuda de seu novo amigo Caracatus, eles decidem partir em busca do Grande Relojoeiro. Será que ele, que conhece tão bem o tempo, detém a chave do enigma?


LANÇAMENTO DA



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Quarta-feira, 20 de Junho de 2012

Novas Edições Dos Livros da BBT Já Disponíveis

 

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Quinta-feira, 1 de Março de 2012

Os Livros Cotovia anuncia as novidades

 

Os Livros Cotovia têm o prazer de anunciar as novidades que o mês de Fevereiro 2012 trouxe à editora.


Publicámos, em colaboração com os Artistas Unidos, um livrinho de teatro:




Na nossa livraria online, durante todo o mês de Fevereiro, os Livros Cotovia fazem homenagem ao recentemente falecido Antoni Tàpies, autor de A prática da Arte, com a oferta de um desconto de 30%  na compra de cada um dos livros da Colecção Arte.



Aproveitamos para lembrar que os portes de envio para compras efectuadas através da nossa livraria online continuam a ser gratuitos para as entregas em Portugal.

No Blog da Cotovia publicámos, durante o mês passado, os textos seguintes:

Versos
de Miquel Barceló escritos em homenagem a Antoni Tàpies (para continuar a ler clique aqui)

Uma leitura de Songlines de Bruce Chatwin por Luís Quintais, escrita em memória de Ruy Duarte de Carvalho que um dia quis viajar pela Austrália
(para continuar a ler clique aqui)

Versos que lembram (6) – Walt Whitman, escrito por A.M.Pires Cabral
Ainda antes de ler Walt Whitman, tinha lido a conhecida saudação ao poeta, de Álvaro de Campos. Retive desse poema algumas imagens estrondosas: a da ‘concubina fogosa do universo disperso’, por exemplo. (para continuar a ler clique aqui)


Prado do repouso escrito por Bénédicte Houart
Ainda gosto do que vejo medita dona esmeraldina à janela do rés-do-chão da rua da torrinha, regando as sardinheiras com vagar e cumprimentando em silêncio a vizinhança. Embora o meu marido me tenha morrido há cinco anos, não, seis, não posso dizer que seja infeliz. Fui feliz com ele, continuo feliz sem ele. (p ara continuar a ler clique aqui)

As folhas caídas de Daniel Jonas
Nada de muito diferente de há quarenta mil anos.
Estes alunos são ainda homens das cavernas. (para continuar a ler clique aqui)

 

 

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Quinta-feira, 3 de Novembro de 2011

Lançamento - Novidades e blog em Outubro - Cotovia

 

Os Livros Cotovia têm o prazer de anunciar as novidades que o mês de Outubro trouxe à editora.

Os Artistas Unidos estrearam a peça “Não se brinca com o Amor” no novo espaço Teatro da Politécnica, e a Cotovia publicou o texto da peça.


No Blog da Cotovia foram publicados, durante o mês passado, os textos seguintes:

“Praça da Figueira” de Bénédicte Houart
A sua pombinha era eu. Chamava-me, vem cá menina, e a voz antecipando-se amolecida, ou então agarrava-me quando passava por ele pelas esquinas da casa, puxava-me contra si, encostava-se todo, crescia, eu atirava a cabeça para trás a barriga para a frente, crescia com ele, e gostava. A sua pomba gostava. (para continuar a ler clique aqui)

Poema intitulado “Crítica à Europa” de Abel Neves
Não tinhas nada que ser amada por Zeus Europa
Agora é o que se vê Ele foi deitar-se na praia feito touro
Os cornos fingindo luas e tu toca de lhe acariciar o pêlo
E ele vai contigo mar adentro é o que diz o relatório da cultura
(pra continuar a ler clique aqui)

A carta em forma de poema da Laura Elber para o editor da Cotovia, chamada “Murimuri, os paceiros longínquos”
penso nas grandes feiras de potlatch e nos pequenos / mercados dos pequenos editores de poesia da ilha de Woodllark / e na dádiva de não ter que decidir / penso no infinito comércio intertribal de elogios e nos pescadores / de pérolas antes da chegada dos homens de bigode.
(para continuar a ler clique aqui)

Episódio “O fotógrafo” do Diários de Berlin escrito por Bernardo Carvalho
Há cerca de dois meses, me ligou um sujeito querendo me fotografar. Queria saber quando podíamos marcar uma sessão na minha casa. Eu não sabia quem ele era, muito menos como tinha conseguido meu telefone, embora não seja difícil. Não sou um homem dado a formalidades, mas fiquei constrangido – e um pouco irritado – com a sem-cerimônia do fotógrafo.
(para continuar a ler clique aqui)

“Intercidades nº 830, carruagem 23, classe turística” é o título do texto da autoria de Bénédicte Houart
Se lhe contasse a minha vida, dirigiu-se ele para mim, quase sussurrando, embora olhando-me sem rodeios. Se lhe contasse a minha vida, repetiu, e humedeceu os lábios, passou os dedos pelo cabelo ralo, pestanejou. A voz chata, neutra, sem inflexões, as palavras redondas, as sílabas bem destacadas, apesar do sussurro. A sua vida não me interessava nada, sabe, nada, nem a dos outros, sabem, nada, de resto, mesmo a minha, com franqueza, só me interessava porque não lhe podia fugir, não porque fosse minha, quero dizer, não porque a sentisse minha
(para continuar a ler clique aqui)

“Post scriptum” de Luís Quintais inicia com estas palavras:
Leitor, / Eclipsam-se / teus difusos pensamentos, / eclipsam-se / as palmeiras, / os retratos, / os ternos animais, / as casas, as mãos.
(para continuar a ler clique aqui)

A edição de Outubro de “Versos que lembram” de A.M. Pires Cabral é dedicada a José Duro
José Duro, de quem hoje ninguém fala nem sequer recorda o nome, não foi um poeta consensual. Alguns riram-se mesmo dos seus poemas. É o ónus, talvez, de ser demasiado ingénuo e autêntic o, ao mesmo tempo que artificial e empolado
(para continuar a ler clique aqui)

Publicámos o trecho do preparado livro de poesia de Bénédicte Houart, “Vida: Variações II.”


O mês de Novembro dedicamos na Cotovia à literatura brasileira - na nossa livraria online encontrará todos os títulos da Colecção Sabiá e Curso breve de literatura brasileira com um desconto de 20%!
Aproveitamos para lembrar que os portes de envio em compras através da nossa livraria online continuam a ser oferta da editora (para as entregas em Portugal) e que os livros estão a ser expedidos em menos de 24 horas.

da







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evento - MEGALANÇAMENTO DIA 03/11 - LIVRARIA DA VILA HIGIENÓPOLIS

 


HOJE !

A Estação das Letras e Cores Editora convida para noite de lançamentos, que ocorreránesta quinta-feira, a partir das 18h30, na Livraria da Vila (Higienópolis).

O evento promoverá bate-papo e sessão de autógrafos, reunindo autores de quatro novos

títulos editados pela Estação: Consumo: práticas e narrativas (organizado por Kathia Castilho

e Sylvia Demetresco); Bauhaus e a institucionalização do design: reflexões e contribuições

(organizado por José Carlos Plácido da Silva e Luis Carlos Paschoarelli); História e cultura de

moda (organizado por Maria Claudia Bonadio e Maria de Fátima Mattos) e Corpo, moda e ética:

pistas para uma reflexão de valores (organizado por Cristiane Mesquita e Kathia Castilho).



Consumo: práticas e narrativas Organizadoras: Kathia Castilho e Sylvia Demetresco




Bauhaus e a institucionalização do design: reflexões e contribuições Organizadores: José Carlos Plácido da Silva Carlos Paschoarelli

História e cultura de moda Organizadoras: Maria Claudia Bonadio e Maria de Mattos

moda e ética: para uma reflexão de valores Organizadoras: Cristiane Mesquita Castilho


Dia 3 de novembro (quinta-feira)
A partir das 18h30
Livraria da Vila – Shopping Higienópolis
Av. Higienópolis, 618 - Piso Pacaembu
São Paulo - SP
Tel:             (11) 3062-1063      

publicado por o editor às 15:34
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Evento - FEIRA DO LIVRO 2011 CONVITE LANÇAMENTOS

 


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publicado por o editor às 15:25
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