Terça-feira, 23 de Outubro de 2012

UM ENCONTRO ENTRE O JAZZ E OS RITMOS REGIONAIS

 

 

Baixista piauiense, Júlio Medeiros faz show instrumental em São Paulo

            A turnê SOM D’Arquitetura do músico Júlio Medeiros chega a São Paulo.  A primeira apresentação acontece no dia 11 de novembro no Museu da Casa Brasileira, a partir das 10 horas da manhã, com entrada gratuita.
            O show é uma mistura de jazz com ritmos regionais e conta com composições próprias do músico e de outros artistas consagrados, como Luiz Gonzaga. O som reúne um processo de criação que envolve arquitetura e música. “É um conjunto de viagens de imagens e sons”, afirma o músico e arquiteto Júlio Medeiros.
A turnê é composta pelos músicos: Julio Medeiros (baixo), Flaubert Viana ( Sax), Bruno Moreno (bateria) e Ferdinand Melo ( teclados). Já passou pelas cidades de Teresina, Pedro II, Parnaíba (PI), Natal (RN), Fortaleza (CE), Recife(PE), Brasilia (DF) e São Luís(MA).
O músico também se apresentará no bar de jazz, Madeleine, na Vila Madalena, no dia 14 de novembro. O show tem o aval do Ministério da Cultura, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura, e o patrocínio da Construtora Sucesso.

Serviço
Museu da Casa Brasileira
Data: 11 de novembro
Horário: 10 horas
Show gratuito
Endereço:
Museu da Casa Brasileira
Organização Social de Cultura
Av. Faria Lima, 2705 | São Paulo |  11 3032 3727
site www.mcb.org.br

Madeleine
Data: 14 de novembro
Horário: 21h30
Endereço: Rua Aspicuelta, 201, Vila Madalena, São Paulo
Reservas: 2936 0616
Site: www.madeleine.com.br


MAIS INFORMAÇÕES:
SOBRE O SOM D’ARQUITETURA

            Em dezembro de 2010  o arquiteto e músico teresinense, Júlio Medeiros lançou o seu quarto cd SOM D’ARQUITETURA   e este ano estará lançando o DVD homônimo, produtos que acompanham a turnê do artista pelo país.
            De acordo com Júlio, a idéia do CD foi traduzir através de composições já consagradas e outras inéditas, o som que lhe é transmitido no processo de criação tanto arquitetônico como musical, em suas palavras,  “ o cd é um conjunto de viagens de imagens e sons”.
            O disco possui doze faixas e começa com Teresina de Aurélio Melo e José Rodrigues só que apresentada em versão instrumental e com arranjo do próprio Júlio Medeiros, a seguir Sambaião que curiosamente aparece duas vezes neste cd. Na primeira a versão original e instrumental de Júlio e Zé Piau ganhou novo arranjo, na segunda, Glauco Luz colocou letra e Carol Costa emprestou sua linda voz.  A seguir Baião do mestre Luiz Gonzaga teve o reforço do maravilhoso Adelson Viana. Daí por diante seguem composições de Júlio já lançadas em outros discos e que agora surgem com novos arranjos e, portanto, com um novo olhar, como Para mim que foi composta originalmente por Júlio, Boy, Bebeto e André Luiz e que, posteriormente, Glauco Luz colocou letra e Miriam Eduardo gravou em 1999 e que agora recebe a voz da cantora alemã Andrea Canta. Um grande destaque no cd é a faixa Continua  de Roraima e Fábio Nóbrega que na voz de Andrea Canta  e na língua inglesa dão ao pop um tom de jazz. Dentre as inéditas,  Solar da Serra e Choro de Clara, ambas do próprio baixista,  se destacam.


TRAJETÓRIA

            Júlio Medeiros começou a carreira como músico ainda adolescente na década de setenta ao lado de Naeno, Zé Piau, Chagas e outros músicos que compunham oGrupo Varanda em Teresina. Na década de 1980 ganhou alguns festivais regionais,  o que o levou a ter boa visibilidade no cenário artístico piauiense. Posteriormente, ingressou na música instrumental criando ao lado de Boy, André Luis e Bebeto oGrupo Haja Sax . No começo dos anos 90 criou Essa Banda com Reginaldo Carvalho, Durvalino Couto, Edgar Lippo e outros. Em 1999 criou o Club do Jazzcom Bebeto Paz e Raimundo Mendes. De lá para cá vem criando e participando de Grupos como  Chorando Baixinho e Banda Improviso, procurando integrar o trabalho de arquiteto ao de músico.
            Por outro lado, tem se dedicado a incentivar e promover a cultura piauiense. Criou vários eventos nas cidades de Água Branca, Teresina, Pedro II, Oeiras e Barra Grande. Em Teresina, em 1997 participou da criação do Teresina Jazz que originou oArtes de Março;   em 2004 criou o Festival de Jazz de Pedro II junto com Eduardo Pereira. Ainda naquele ano participou junto com Fred Maia da criação do Festival de Oeiras. Em 2006 realizou o Festival de Choro em Teresina e, em 2009, o Festival de Jazz de Barra Grande.
            Também incentivou, promoveu, participou e gravou discos de grandes artistas piauienses ao lado de José Dantas, como o grupo Bandolins de Oeiras, Maria da Inglaterra e Naeno.
            Júlio Medeiros já participou de shows e gravações com grandes músicos cearenses  como Adelson Viana, Cristiano Pinho, Kátia Freitas e Luizinho Duarte, além de Márcio Rezende, saxofonista carioca radicado em Fortaleza.  No contexto nacional vale destacar os trabalhos realizados ao lado de Toninho Horta e  Artur Maia.

DISCOGRAFIA
1995- CD FÁBULA DE UM ARQUITETO
1999- NOTAS & CROQUIS
2003- PRO SEU DOMINGOS ( Em homenagem a Dominguinhos)
2010- SOM D’ARQUITETURA

PARA MAIS INFORMAÇÕES E PARA OUVIR ALGUMAS MÚSICAS acessea página no Myspace: http://www.myspace.com/juliomedeirosoficial   ou facebook: Julio Medeiros

 

publicado por o editor às 22:43
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Quinta-feira, 17 de Maio de 2012

Concurso do cartaz para o 26° Prêmio Design MCB

 

Concurso do Cartaz para o 26° Prêmio Design Museu da Casa Brasileira.


Site para inscrições www.mcb.org.br/pd
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Sexta-feira, 21 de Janeiro de 2011

Patrimônio da metrópole paulistana



Para comemorar o aniversário de São Paulo, na próxima terça-feira, 25 de janeiro, relançaremos o livro e a exposição Patrimônio da metrópole paulistana no Museu da Casa Brasileira, com a apresentação de cantos gregorianos pelos monges do Mosteiro de São Bento.

O livro registra os bens tombados pelo Condephaat na capital e região metropolitana de São Paulo, com textos da cientista social Margarida Cintra Gordinho e fotografias feitas especialmente para a edição por equipe coordenada por Iatã Cannabrava. O projeto foi desenvolvido em parceria com o Museu da Casa Brasileira e contou com apoio da Secretaria de Estado da Cultura, por meio do Condephaat.

 

publicado por o editor às 11:56
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Quarta-feira, 14 de Julho de 2010

“A arquitetura de Lelé: fábrica e invenção”



Mostra no Museu da Casa Brasileira (MCB) revela o arquiteto chefe de obra e suas técnicas inovadoras para a industrialização da arquitetura brasileira

 

Abertura: 20 de julho, às 19h30

Visitação: 21 de julho a 19 de setembro

O Museu da Casa Brasileira (MCB), instituição vinculada à Secretaria de Estado da Cultura, abre no dia 20 de julho a mostra “A arquitetura de Lelé: fábrica e invenção”. Maquetes, fotografias, desenhos, filmes e animações em vídeo revelam a obra deste arquiteto comprometido com uma visão integral da arquitetura, diretamente ligada ao canteiro de obras e resultante da atuação interdisciplinar entre as equipes técnicas envolvidas nas etapas de construção.

 

Em mais de 50 anos de carreira, iniciada ao lado de Oscar Niemeyer e Darcy Ribeiro nos canteiros de obras de Brasília, João Filgueiras Lima, conhecido como Lelé*, foi um dos que mais longe levou as propostas do Movimento Moderno. Ele promoveu a melhoria das condições de vida em nossas cidades através de uma arquitetura produzida em série e eticamente comprometida com a construção de uma espacialidade adequada ao homem e ao ambiente em que está inserida.

 

A curadoria é de Max Risselada, arquiteto e professor da Faculdade de Arquitetura da Universidade de Tecnologia de Delft, da Holanda, que dá apoio à mostra. Curador de exposições em que se destacam grandes painéis cronológicos comparativos (historic wall), foi responsável pelas premiadas mostras da representação holandesa na 4° Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo, em 2000 - “Além do Modernismo, três momentos da arquitetura holandesa do pós-guerra (1945-1999)” e “Adolf Loos e Le Corbusier: Raumplan versun Plan Libre”. A co-curadoria é de Giancarlo Latorraca, diretor Técnico do MCB e organizador do livro “João Filgueiras Lima – Lelé”, publicado em Lisboa (Editorial Blau/Instituto Lina Bo e P. M. Bardi, 2000).

 

“Apresentar a obra de Lelé é fundamental para o Museu da Casa Brasileira como instituição que se dedica às questões da arquitetura e do design, inerentes à construção do nosso habitat”, afirma Giancarlo Latorraca. “Seu apuro técnico e grande inventividade, ao propor soluções que evidenciam a possibilidade de melhoria da qualidade de vida através da arquitetura produzida em larga escala, pode atender às demandas de construção de infraestrutura coletiva nas dimensões do nosso país.”

 

A exposição inicia com um painel cronológico de suas centenas de obras, elucidando o processo de racionalização do canteiro presente na trajetória do arquiteto, em sua serie de fábricas implantadas ao logo dos anos. Em destaque na mostra os sistemas e tecnologias desenvolvidos para a construção de passarelas que marcam a paisagem da cidade de Salvador; hospitais e centros de reabilitação do aparelho locomotor; e a sede em vários cidades do Tribunal de Contas da União, construídas entre 1992 e 2009, na penúltima fábrica do arquiteto, a do Centro de Tecnologia da Rede Sarah (CTRS) – o nome Sarah é uma homenagem à esposa do presidente Juscelino Kubitschek.

 

Idealizada e criada inicialmente pelas conversas entre Lelé e o médico ortopedista Aloysio Campos da Paz, com a colaboração efetiva do economista Eduardo Kertész e do antropólogo Roberto Pinho, as unidades da Rede Sarah representam uma experiência pioneira em busca de um modelo hospitalar de atendimento público exemplar para tratamento do aparelho locomotor. Trata-se de uma solução de excelência, que atendeu inicialmente a região de Brasília e, depois, outras cidades do país.

 

No modelo inicial experimentado com muito sucesso em Brasília, em 1981, Lelé propôs enfermarias coletivas, maior mobilidade dos pacientes e solários para banhos de sol, como auxílio no tratamento. Para isso, foi criada uma cama-maca móvel, desenvolvida por um centro de design de mobiliário e produção de equipamentos hospitalares integrados à arquitetura proposta, o EquipHos.

 

A continuidade desta experiência se deu com a criação do CTRS em Salvador para a construção de outros hospitais, iniciando com a unidade local. Através de pesquisas para o uso de argamassa armada, metalurgia, marcenaria com aglomerados e compensados, e injeção de plástico, houve consequente refinamento tecnológico. Foram evoluindo os sistemas de ventilação e iluminação natural com os diferentes sheds desenvolvidos para as coberturas, dutos de captação de ar com refrigeração através de pulverização de água, e estabelecimento de sistemas mistos de ventilação adaptados aos locais de implantação das unidades.

 

O resultado é uma notável melhoria de qualidade no tratamento e cura dos pacientes, com significativa redução dos índices de contaminação hospitalar. Foram eliminados os sistemas fechados de ventilação através de condicionamento de ar tradicional, sem trocas diretas com o ambiente externo. O conforto ambiental proposto por Lelé, além dos jardins integrados, inclui intervenções de painéis, também produzidos em série, do artista Athos Bulcão, colaborador do arquiteto ao longo de sua carreira. Lelé une, como poucos, a tecnologia e o aspecto sensorial contribuindo para a humanização dos ambientes.

 

“O CTRS foi a experiência mais longa de um processo de fabricação unindo projeto e produção desenvolvido por Lelé. O centro esteve ativo de 1992 a 2009 e contou com a base dos conhecimentos tecnológicos adquiridos nas décadas anteriores”, constata o curador Max Risselada. “O arquiteto havia feito experiências anteriores com fábricas, embora por períodos mais curtos, nas quais depurou seu domínio sobre a argamassa armada”.

 

Serão apresentados hospitais, centros de reabilitação e postos de atendimento avançados construídos em Salvador, Fortaleza, Rio de Janeiro, Brasília, Macapá e Belém. Uma animação em vídeo mostra o projeto e a construção do hospital do Rio de Janeiro, inaugurado em maio de 2009, décima e última unidade da Rede Sarah. Trata-se de um complexo de 52.000 m² dedicado à reabilitação, para adultos e crianças com paralisia cerebral, e patologias ligadas à medicina do aparelho locomotor.

 

Também estão em exibição as sedes em Salvador, Aracajú, Cuiabá, Teresina, Vitória e Belo Horizonte do Tribunal de Contas da União e a do Tribunal Regional Eleitoral, da Bahia, projetos resultantes da tecnologia e dos sistemas desenvolvidos, entre 1992 e 2009, no CTRS.

 

As passarelas, construídas no período de funcionamento da Fábrica de Equipamentos Comunitários (FAEC, 1985-1989), em Salvador, foram aprimoradas tecnicamente já na fábrica do CTRS. São equipamentos de infraestrutura urbana fundamentais para a cidade, estabelecendo a conexão entre as encostas por sobre as tradicionais avenidas de fundo de vale, muitas vezes conectadas a paradas e terminais de ônibus ou também junto ao acesso de edifícios de intenso uso público. A flexibilidade do sistema projetado, com utilização de cobertura e elementos de argamassa armada associados a uma treliça metálica, são hoje marca registrada da cidade de Salvador.

 

Atualmente, Lelé preside o recém-lançado Instituto Brasileiro de Tecnologia do Habitat (IBTH), com sede em Salvador, uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público. O primeiro projeto já está na prancheta: o Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região da Bahia. São 100 mil m2 de construção. A ideia é criar um centro de pesquisas como o CTRS para fazer pesquisas, principalmente com pré-fabricados de argamassa armada.

 

João da Gama Filgueiras Lima, Lelé, nasceu em 10 de janeiro de 1932, no Rio de Janeiro. Formou-se em 1955 pela Escola de Belas Artes (RJ).

 

*Apelido adotado na juventude por jogar futebol na posição de meia direita, a mesma posição de Lelé, então um conhecido jogador do Vasco da Gama.

 

Patrocínio: Usiminas

 

Serviço

Exposição: “A arquitetura de Lelé: fábrica e invenção”

Abertura: 20 de julho, às 19h30

Visitação: 21 de julho a 19 de setembro, de terça a domingo, das 10h às 18h

Local: Museu da Casa Brasileira

Endereço: Av. Faria Lima, 2705 - Jardim Paulistano Tel. 3032-3727

Ingresso: R$ 4,00 - Estudantes: R$ 2,00 – Gratuito domingos e feriados

Acesso a portadores de deficiência física.

Visitas orientadas: 3032-2564 agendamento@mcb.org.br

Site: www.mcb.org.br

twitter.com/mcb_org

Estacionamento: de terça a sábado até 30 min. grátis, até 2 horas R$ 8,00, demais horas R$ 2,00. Domingo: preço único de R$ 12,00.

 

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Quarta-feira, 23 de Junho de 2010

“Pulseira Ver a Árvore”


Museu da Casa Brasileira recebe em seu jardim

o experimento ambiental “Pulseira Ver a Árvore”



Abertura: 26 de junho, das 14h30 às 17h, ação do Serviço Educativo do MCB

Visitação: 26 de junho a 29 de agosto



O experimento ambiental “Pulseira Ver a Árvore”, criação de Renata Mellão, será instalado em uma das árvores do Museu da Casa Brasileira (MCB), instituição vinculada à Secretaria de Estado da Cultura. A árvore escolhida receberá duas pulseiras, uma para adultos e outra para crianças, executadas em látex com relevo inspirado no barroco. Cada uma tem quatro lentes de aumento em cristal para que o público observe o microcosmo que a superfície da árvore oferece. “Quando fazia fotos de uma árvore bem de perto, fiquei admirada ao ver o microcosmo que ali acontece”, conta Renata Mellão. “Ao olhar pela lente a pessoa se surpreende. Em vez de um foco, encontra uma paisagem”.



O Serviço Educativo do MCB fará no dia 26/6, das 14h30 às 17h, uma atividade especialmente criada para o experimento “Pulseira ver a árvore”, relacionando os ecossistemas naturais e o urbano. Voltada para adultos e crianças levará os visitantes a observar as árvores de maneira diferente e a pensar duas vezes antes de rabiscarem ou depredarem uma espécie. Esta ação enriquece ainda mais a visita a esse verdadeiro oásis que é o jardim do MCB, com seus 6.600 m2 e suas mais de 500 árvores em meio à densa urbanização da região da avenida Faria Lima. As oficinas são gratuitas e recomendadas para pais e filhos. Idade mínima 7 anos. Inscrições pelo tel. 3032-2499.



As pulseiras foram desenvolvidas de modo a serem fixadas com muito cuidado. Seus terminais de borracha agem sob pressão, poupando a árvore de qualquer possibilidade de dano. São grandes anéis coloridos. Através da superfície de aumento, o público acompanha de perto a atividade dos microorganismos nas árvores.



O experimento “Pulseira Ver a Árvore”, que já esteve no Parque do Ibirapuera, com o apoio da Secretaria do Verde e Meio Ambiente, é uma intervenção interativa e uma experiência ecológica inigualável.



Ao participar do experimento ambiental de Renata Mellão, o público pode aproveitar para usufruir do jardim do MCB. Este acervo vivo compõe a exposição de longa duração “Jardim do Solar” com exemplares representando quatro grupos principais – espécies nativas, estrangeiras, frutíferas e palmeiras – que permitem resgatar algumas preferências e curiosidades do início do século 20. Há espécies de Mata Atlântica, como o tapiá e o araribá, até árvores estrangeiras, como o ligustro, originário do Japão, e a aglaia, comum na China e no Vietnã.



Renata Mellão fundou em 1997 A CASA Museu de Artes e Artefatos Brasileiros, da qual é presidente. Com mestrado em semiótica, começou suas experiências artísticas em 1983 com o projeto "Tulipas I”, plantação de flores de plástico na marginal do rio Pinheiros; e, “Tulipas II”, colocação de flores de plástico em dunas de Fortaleza por ocasião da 1ª mostra de Esculturas Efêmeras. Em 1985 com “Teias Coloridas”, fios de plástico montados entre ferragens de demolição, e “Cruzamentos”, cinco planos sucessivos em fios de plástico tencionados obliquamente, montados em pátio externo. No ano seguinte, criou o “Corredor Arco-Íris”, duas instalações cromáticas em muros formadores de corredor público; “ Em 1987 fez a experiência “Portão Constelação”, chapa de ferro com perfurações de diâmetros variados e iluminação seqüencial embutida. A seguir, “Instalação Vagalume”, revestimento com estilhaços de vidro de automóvel em talude sob viaduto.



Na década de 1990, Renata Mellão criou “Calçamento Brigadeiro”, piso composto por pequenas esferas enroladas à mão e justapostas, utilizando argamassa pigmentada em cinco cores; “Instalação Entretempo”, com seis varas de pesca que se movimentam como ponteiros de metrônomo, acionadas por motores de pára-brisa para a 2ª mostra de Esculturas Efêmeras em Fortaleza. Em 2003, a artista criou a escultura “Eólice”, composta por uma sequência de lâminas verticais de comprimento a decidir. Estas podem ser naturais como o bambu ou industrializadas como o acrílico ou outro material. Contendo dois eixos - sendo um no centro e outro deslocado do centro -, são estruturadas por um cabo de aço, estando portanto no ponto de equilíbrio. Elas interagem com a força eólica, se movimentando continuamente e percorrendo a distância desejada.



Serviço

Exposição: “Pulseira ver a Árvore”

Abertura: 26 de junho, ação do Serviço Educativo das 14h30 às 17h

Visitação: 26 de junho a 29 de agosto, de terça a domingo, das 10h às 18h

Inscrições para ação do Serviço Educativo: 3032-2499

Local: Museu da Casa Brasileira

Endereço: Av. Faria Lima, 2705 - Jardim Paulistano Tel. 3032-3727

Ingresso: R$ 4,00 - Estudantes: R$ 2,00 – Gratuito domingos e feriados

Acesso a portadores de deficiência física.

Visitas orientadas: 3032-2564 agendamento@mcb.org.br

 

publicado por o editor às 07:45
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Sexta-feira, 28 de Maio de 2010

“Móveis de madeira reutilizada”


“Móveis de madeira reutilizada”, com peças do designer Carlos Motta, em cartaz no Museu da Casa Brasileira



Abertura: 8 de junho, às 19h30, com lançamento do livro “Carlos Motta e a Vida”

Visitação: 9 de junho a 4 de julho



Com o uso de madeira de demolição, o designer Carlos Motta fez as 25 peças da mostra “Móveis de madeira reutilizada”, a ser aberta no dia 8 de junho no Museu da Casa Brasileira, instituição vinculada à Secretaria de Estado da Cultura. “São peças independentes, desenhadas sem pressão da grande correnteza”, diz o designer, que na ocasião lança o livro “Carlos Motta e a Vida”, pela Editora Bei. Depois, a mostra vai para Nova York em setembro e, para Los Angeles, em março de 2011.



“Grande parte do que venho desenhando é para ser produzido com essa madeira de redescobrimento, rediscovered wood. É assim que é conhecida por aí no mundão. Reaproveitar, fazer novo uso do material”, explica Carlos Motta. “Na mostra, fica clara a responsabilidade ambiental e social, como pré-requisito de primeira grandeza para a realização do bom design. Sabemos quanto está desgastada a palavra sustentabilidade, porém é o que buscamos, esta é a meta da humanidade”.



Esse conjunto de peças feitas sem pré-requisitos de um cliente revela a simplicidade construtiva e o respeito à madeira recolhida em demolições e a ser reaproveitada. Algumas são peças únicas, outras podem ser repetidas em pequenas quantidades. Suas cadeiras, poltronas, mesas e bancos de produção inteiramente artesanal, de seu próprio ateliê, são um depoimento vivo do talento da marcenaria de Carlos Motta. Uma delas, a Poltrona Radar, criada em 2008 e construída em peroba rosa de redescobrimento, com lustração especial, é giratória, com estrutura em ferro oxidado. Foi especialmente desenvolvida para as exposições no MCB e nos Estados Unidos.



“Para o MCB, apresentar a obra recente do designer Carlos Motta, mais que certificar sua consequente trajetória, nos remete à segunda edição do Premio Design MCB em 1987, quando as cadeiras Estrela e São Paulo receberam o primeiro lugar na categoria de móveis. A premiação sinalizava seu trabalho dentro da melhor tradição da marcenaria brasileira”, diz Giancarlo Latorraca. “A delicadeza de reelaboração dos materiais (madeiras e aço) anteriormente ligados à escala de estruturas arquitetônicas ressurge em objetos convidativos, amigáveis e suaves, muitas vezes sem perder a solidez visual”.



Há uma exceção no conjunto de peças apresentadas por Carlos Motta. As Cadeiras Havaianas foram criadas em madeira certificada e, assim como as sandálias, são apresentadas em várias cores: amarelo, prateado, azul, dourado, cinza chumbo e vermelho. “Foi um prazer e um orgulho muito grande para mim quando vi a exposição Ícones do Design, que aconteceu no Museu da Casa Brasileira em 2009”, conta o designer. “Pude ver a Cadeira São Paulo lado a lado com as Sandálias Havaianas”. Ele fala de seu desafio para criar as peças: “Tinha que fazer a cadeira mais cadeira que conseguisse, sabendo que as Sandálias Havaianas são as sandálias mais sandálias que conheço. A cadeira é para ser durável, longeva, utilitária e amada”.



A madeira

“Limpa-se a viga. Retira-se tudo o que é metal, na maioria são pregos e parafusos”, ensina Carlos Motta. “Mesmo estando limpa, a entrada desta madeira dentro da oficina de marcenaria representa uma carga horária maior para ser preparada, para ser maquinada, ou lixada, pois são madeiras muito rústicas”.



Segundo ele, o mercado de madeira de demolição mudou muito nos últimos anos. Atualmente até comercializa a matéria-prima no mercado internacional. Era um material pouco procurado, e muito barato alguns anos atrás. Hoje, considerado sofisticado, correto, amigo, vale muito.



“A madeira de demolição já cumpriu importantes funções: ofereceu qualidade física, mecânica, técnica, e estética em construções, engenharia, arquitetura. Longeva, essa provável viga de madeira ainda é bela e cheia de saúde”, acrescenta Carlos Motta. “Com este nobre material fizemos uma série de móveis, cujo objetivo é ficar evidenciado através da estética, da técnica construtiva e da ergonomia, a possibilidade de se realizar peças de qualidade, reutilizando-se material, no caso madeira e ferro”.



O livro

O livro “Carlos Motta e a Vida” tem concepção e projeto editorial de Paulo Lima, e concepção e projeto gráfico de Rafic Farah, pela Bei Editora. Como diz o próprio título, a abrangência vai além do design de móveis e da arquitetura, passando pela família, pelos amigos, pelo surf e por tudo aquilo que junto ao trabalho formam uma unidade, que é a vida de Carlos Motta.



O designer

Formado em arquitetura, com seis meses de curso na faculdade de direito, hippie e surfista, Carlos Motta intitula-se um apaixonado pelo cheiro e pela forma da madeira. “Desde criança, tudo na madeira me interessava. O cheiro, as cores, a forma, o corte da ferramenta. Tudo era prazeroso”, explica. Da paixão infantil começaram a surgir os primeiros objetos: estilingue com forquilha de jaboticabeira, carrinho de rolimã e casa de cachorro. Não demorou muito para surgir a primeira peça, uma espreguiçadeira bonita e bem estruturada, confeccionada a partir de cabos de enxada feitos de guatambu, uma madeira roliça, clara e forte, garimpada em uma loja de ferragens. Com aquilo, mais parafusos e um pedaço de lona, fez sua primeira cadeira.



Serviço

Exposição: “Móveis de madeira reutilizada”, de Carlos Motta

Abertura: 8 de junho, às 19h30, com lançamento do livro “Carlos Motta e a Vida”

Visitação: 9 de junho a 4 de julho, de terça a domingo, das 10h às 18h

Local: Museu da Casa Brasileira

Endereço: Av. Faria Lima, 2705 - Jardim Paulistano Tel. 3032-3727

Ingresso: R$ 4,00 - Estudantes: R$ 2,00 – Gratuito domingos e feriados

Acesso a portadores de deficiência física.

Visitas orientadas: 3032-2564 agendamento@mcb.org.br

Site: www.mcb.org.br

twitter.com/mcb_org

Estacionamento: de terça a sábado até 30 min. grátis, até 2 horas R$ 8,00, demais horas R$ 2,00. Domingo: preço único de R$ 12,00.

 

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Segunda-feira, 17 de Maio de 2010

Museu da Casa Brasileira, lança livro com tratados de Andrea Palladio


Museu da Casa Brasileira, instituição vinculada à Secretaria de Estado da Cultura, lança livro com
tratados de Andrea Palladio e, outro, sobre Arquitetura e Educação com palestras

Data: 18 de maio, às 19h30, entrada franca
Palestras: José Joubert Lancha autor da introdução ao livro de Palladio;
Gelson de Almeida Pinto, um dos autores de Arquitetura e Educaçao


“Os Quatro Livros da Arquitetura” traz os tratados de Andrea Palladio

Publicado em Veneza no ano de 1570, o tratado de arquitetura de Andrea Palladio (1508-1580) será lançado em sua primeira tradução para o português com o título “Os Quatro Livros da Arquitetura”. Editado pela Hucitec e com lançamento no Museu da Casa Brasileira, instituição vinculada à Secretaria de Estado da Cultura, no dia 18 de maio, às 19h30, o livro tem coordenação e introdução do arquiteto e professor da USP José Joubert Lancha. O tratado recebe edição em que a distribuição de texto e desenhos por página é fiel à original.


Livro "Arquitetura e Educação - Câmpus Universitários Brasileiros”

O livro "Arquitetura e Educação - Câmpus Universitários Brasileiros”, de Gelson de Almeida Pinto e Ester Buffa, será lançado no Museu da Casa Brasileira, instituição vinculada à Secretaria de Estado da Cultura, no dia 18 de maio, às 19h30, em parceria com a Editora da Universidade Federal de São Carlos (EduFSCar). Escrito por um arquiteto e uma historiadora da educação, propõe-se a explicitar as relações entre política educacional para o ensino superior, modelos de ensino superior e diretrizes arquitetônico-urbanistas de alguns câmpus universitários brasileiros.

 

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Sexta-feira, 12 de Março de 2010

Inscrições para o Concurso do Cartaz do 24º Prêmio Design MCB



Inscrições para o Concurso do Cartaz do 24º Prêmio Design MCB estarão abertas a partir de 23 de março

Trabalhos devem ser entregues até 3 de maio no Museu da Casa Brasileira

Estão abertas, de 23 de março a 18 de abril, as inscrições para o Concurso do Cartaz do 24º Prêmio Design Museu da Casa Brasileira (MCB). Os trabalhos concorrentes devem estar no MCB (av. Faria Lima, 2705 Cep 01451-000 São Paulo) até o dia 3 de maio. As inscrições para o concurso que agita a área de design gráfico devem ser feitas no site www.mcb.org.br, onde está disponível o regulamento. O valor para a inscrição de cada trabalho é de R$ 35,00.

A seleção do cartaz será feita por uma comissão julgadora independente, formada por renomados acadêmicos e profissionais do design gráfico. A peça escolhida irá inspirar toda a identidade visual do 24º Prêmio Design MCB, em criações como convite impresso, camisetas, anúncios publicitários, flyers, folder, banners, certificados e site, algumas delas feitas pelo vencedor do concurso. É a possibilidade da consagração de profissionais atuantes no mercado e da revelação de novos talentos.

O principal objetivo do cartaz, que percorrerá todo o país, é divulgar a atual edição do Prêmio Design MCB, realização da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, que revela o melhor do design de produto nacional em uma exposição anual, resultado do mais tradicional e renomado concurso da área no país.

O autor do cartaz vencedor em 1º lugar receberá um prêmio no valor de R$3.000,00,
a ser pago na divulgação do resultado no dia 18 de maio. Depois, a título de prestação de serviço pelo desenvolvimento de outras peças gráficas, como algumas citadas anteriormente, receberá mais R$ 5.000,00. Todos os cartazes inscritos concorrem também a serem exibidos na exposição 24º Prêmio Design MCB, como 1º lugar ou selecionados para a mostra.

Calendário do Concurso do Cartaz Inscrições e boletos: de 23 de março a 18 de abril Pagamento boletos: até 19 de abril Finalizar inscrição: até 22 de abril Entrega dos cartazes no MCB: até 3 de maio Divulgação do resultado: 18 de maio



A importância do Concurso do Cartaz do Prêmio Design MCB cresce a cada ano. Em 2009, foram inscritos 722 trabalhos de todo o país, e também da Espanha e da Argentina.

Museu da Casa Brasileira www.mcb.org.br twitter.com/mcbpremiodesign 24premiodesign@mcb.org.br Tel. 11 3032-3727 Av. Faria Lima, 2705 – Jardim Paulistano 01451-000 São Paulo


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Sexta-feira, 5 de Março de 2010

MCB e Editora Blücher lançam livro


MCB e Editora Blücher lançam o livro

“10 cases do design brasileiro – Vol 2”, de Auresnede Pires Stephan, e mais nove obras sobre design

Data: 10 de março de 2010, às 19h
 

O Museu da Casa Brasileira, instituição vinculada à Secretaria de Estado da Cultura, e a Editora Blücher lançam no dia 10 de março o livro “10 cases do design brasileiro – os bastidores do processo de criação Vol 2”, coordenado pelo professor Auresnede Pires Stephan, uma coleção que registra as experiências e ações de designers, seus esforços e a memória do projeto no campo do design. A coleção, cujo

primeiro volume também foi lançado no MCB, é o testemunho do que é “fazer design” no nosso país, um desafio que necessita da compreensão e colaboração de empresários, fornecedores e consumidores. No mesmo dia, serão lançados outros nove livros sobre o mesmo tema – design.



“Tornam-se cada vez mais evidentes a pujança e o grande número de profissionais e empresas que se dedicam à criação dos mais variados segmentos do design”, diz na abertura do livro Auresnede Pires Stephan, o professor Eddy. “Gostaria que os leitores observassem que nossos convidados são profissionais reconhecidos nacional e internacionalmente, alguns como personalidades no contexto do design; outros, por vários motivos, são conhecidos pelos seus produtos”.



Listamos a seguir os 10 cases selecionados para o segundo volume da coleção e os designers que os criaram:



1 – Um design de frascos de vidro para perfumes, que traduz e ao mesmo tempo consolida o conceito do produto. Antonio Eduardo Pinatti conta sua trajetória acadêmica e profissional e como é o trabalho de assessoria e desenvolvimento na área de design de perfumaria e cosmética de uma das maiores empresas brasileiras do setor.

2 – Estojo flip box, destinado ao público infantil, foi um desafio para as equipes de design e engenheiros envolvidos nesse projeto. Christian Julius Folz e Marcos Roisman descrevem e comentam as etapas de amadurecimento do projeto que resultou em um produto bastante inovador e que veio suprir algumas carências apresentadas pelas embalagens tradicionais de lápis de cor.

3 – Origin – Muito além do briefing, que prevê a tendência de consumo sustentável e propõe a revisão do conceito de utilidades domésticas fabricadas em madeira. No case Origin, exemplo de ousadia e sinergia entre designer e cliente, Gértri Bodini relata desde a primeira reunião do projeto, passando por pesquisa, concepção da marca, embalagem, ponto de venda, até a aprovação do produto pelo cliente e depois pelos consumidores.

4 – Mobiliário de pista Ipiranga - Como equilibrar ordem e entropia, funcionalidade e vendas, identidade e cultura, por meio do design. Com a evolução do mercado, os postos de gasolina deixaram de ser apenas um local para abastecer carros e passaram a atender necessidades de consumo variadas, tornando-se verdadeiros pontos de encontro. Joaquim Redig expõe a evolução do design no setor de postos de gasolina, os conceitos envolvidos na elaboração de mobiliários desse ramo e seus processos de desenvolvimento.

5 – Soluções para o uso racional da água - Na década de 1990, a Docol começou a elaborar e desenvolver metais sanitários para o uso racional de água, gerando um novo segmento de mercado. Levi Garcia conta como a gestão estratégica, gestão de P&D e gestão do conhecimento organizacional aliadas à inovação, fizeram desse projeto um caso de sucesso.

6 – Stark 4WD Diesel - O desenvolvimento de um veículo em que o design foi muito além da forma. Levi Girardi conta como o design foi fundamental para o sucesso de um novo carro desenvolvido pelo Projeto Automotivo Catarinense.

7 – Chuveiros ThermoSystem - Economizar energia elétrica em um mundo que se pretende ambientalmente sustentável foi uma das motivações para o desenvolvimento deste case. Questões econômicas, políticas e financeiras podem interferir de modo crucial no desenvolvimento de um projeto. Marcelo de Resende narra como ele e sua equipe venceram as adversidades e desenvolveram a ducha com controle eletrônico.

8 – O Supertermo 5 - Do escritório Projeto de Produtos Bornancini, Petzold & Muller, Nelson Ivan Petzold conta como desenvolveu, junto com José Bornancini, o design de um recipiente isotérmico para a empresa Termolar. Foram vendidos cerca de 45 milhões desses recipientes e o que fora projetado pensando em esportistas acabou sendo adotado por inúmeros trabalhadores brasileiros.

9 – Master System Super Compact - Quando a um desenvolvimento de design é permitida total liberdade, e este se desenrola com amplo entrosamento entre diversos setores da indústria, o resultado é um produto de sucesso. Roberto Brazil narra como foi desenvolvido o design do Master System Super Compact, da Tectoy, eleito, apenas quatro meses após seu lançamento, um dos campeões de vendas pela revista Exame em 1993.

10 – Garrafas térmicas Calliente - Uma parceria entre universidade e empresa, a história de sucesso do trabalho conjunto da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), da Companhia Industrial de Vidros (CIV) e da Alpha Plast. Uma experiência de disseminação da cultura do design em empresas.



Título: “10 cases do design brasileiro – os bastidores do processo de criação Vol. 2”

Org. Auresnede Pires Stephan

Páginas: 216

Formato: 20,5 x 25,5 cm

Preço de capa: R$ 78,50

Venda no site www.blucher.com.br, livrarias Cultura, Saraiva, Siciliano e Curitiba, e mais 38 distribuidores.



A seguir, outros nove livros que a Editora Blucher lança no mesmo dia:

“Desenho para Designers”, de Alan Pipes

“Como se faz - 82 Técnicas de fabricação para design de produtos”, de Chris Lefteri

“Criar Grids”, de Beth Tondreau

“Design - Uma introdução - O design no contexto social, cultural e econômico”, de Beat Schneider

“Estratégias de Design para Embalagens”, de Bill Stewart

“Embalagens Flexíveis”, de Nnamdi Anyadike

“Nanotecnologia em Embalagem”, de Graham Moore

“Materiais para Embalagem”, de Diana Twede/Ron Goddard

“Estudos de embalagens para o varejo”, de Robert E. Coles

Serviço

Lançamento livro “10 cases do design brasileiro – Vol II” e outras nove obras sobre design: 10 de março, às 19h

Entrada: gratuita Site: www.mcb.org.br

Local: Museu da Casa Brasileira – Av. Faria Lima, 2705 – Tel. 11 3032-3727 – Jardim Paulistano São Paulo

Estacionamento: R$ 12,00

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Terça-feira, 2 de Março de 2010

Curso “Um desenho para ler Palladio” no Museu da Casa Brasileira



Joubert Lancha, professor e pesquisador em Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (USP), fará um curso sobre o arquiteto italiano Andrea Palladio (1508-1580), como parte das atividades da exposição Forma e composição nas Vilas de Andrea Palladio”, que acontece no Museu da Casa Brasileira (MCB), instituição vinculada à Secretaria de Estado da Cultura, de 9 a 28 de março. Dirigido a estudantes de arquitetura e design, o curso trata das duas grandes escrituras intelectuais da arquitetura, abordando o desenho e o texto de Andrea Palladio. Serão três aulas (18 e 19 de março, das 19h30 às 21h30, e 20 de março, das 10h às 12h). A inscrição custa R$ 50,00 e pode ser feita a partir de 9 de março pelo telefone (11) 3032-2499.

 

Uma primeira parte teórica vai apresentar a figura da arquitetura e o tratado de Andrea Palladio, assim como os vários estudos que sobre ele foram realizados. Depois, será desenvolvida, junto com os alunos, a análise de alguns desenhos e modelos de edifício tridimensionais.

Formado em 1985, Joubert Lancha é doutor em Arquitetura e Urbanismo pela USP onde trabalha como docente e pesquisador desde 1989. Em 2008 em obteve o título de livre docente pela USP apresentando seus trabalhos de pesquisa sobre a arquitetura de Andrea Palladio. Participou da VII Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo como curador da sala especial sobre Andrea Palladio. Em 2009 publica a tradução do tratado: "I Quattro Libri dell'Architettura" e, a convite do Instituto Italiano di Cultura, faz a curadoria da mostra sobre as vilas de Palladio no MCB.


Serviço

Curso: “Um desenho para ler Palladio”

Datas: 18 e 19 de março, das 19h30 às 21h30, e 20 de março, das 10h às 12h

Inscrições: a partir de 9 de março pelo tel 3032-2499

Valor: R$50

Número de vagas: 20

Classificação indicativa: estudantes de arquitetura e design

Local: Museu da Casa Brasileira – Av. Brig. Faria Lima, 2705 Tel. 3032-3727 Jardim Paulistano Site: www.mcb.org.br

Estacionamento: de terça a sábado até 30 min. grátis, até 2 horas R$ 8,00, demais horas R$ 2,00.

Visitação: de terça a domingo, das 10h às 18h

Ingresso: R$ 4,00 Estudantes R$ 2,00 Domingos e feriados sempre gratuito

Acesso a portadores de deficiência física.

Visitas educativas: 3032-2564

 
 

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