Terça-feira, 29 de Julho de 2014

escrita virtual na adolescência

 

Nadia e Alencar, segue divulgação
Obra aborda a escrita dos adolescentes no universo virtual

“Os blogs ocuparam o lugar do diário íntimo”, afirma a pesquisadora Nádia Laguárdia de Lima no livro A escrita virtual na adolescência: uma leitura psicanalítica. A obra será lançada no próximo sábado, dia 2 de agosto, pela Editora UFMG na Livraria Quixote, em Belo Horizonte.
Professora do Programa de Pós-Graduação em Psicologia da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da UFMG, Nádia Laguárdia demonstra o alcance do diário íntimo e consequentemente da escrita como recurso simbólico para abordagens de várias questões próprias da puberdade.
Lançamento:




 
A escrita virtual na adolescência: uma leitura psicanalítica
Autora: Nádia Laguárdia de Lima
02 de agosto de 2014
Sábado | Das 11 às 14 horas
Quixote Livraria & Café
Rua Fernandes Tourinho, 274 – Savassi | BH –MG
Informações: 31-3277-3077
publicado por o editor às 19:10
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Segunda-feira, 9 de Junho de 2014

Tango A música de uma cidade de Mauro Mendes Braga

 

 

 
 

TangoA música de uma cidadede Mauro Mendes Braga

Coleção: Humanitas
2014. 500p. 
Dimensão: 22,5 x 15,5
Peso:730 gramas
Este livro traz uma visão panorâmica do nascimento e desenvolvimento do tango e de sua íntima relação com a cidade de Buenos Aires. Apresentam-se as diferentes etapas de evolução do tango, bem como breves histórias de seus personagens e canções mais destacados. O texto, direcionado ao público brasileiro, aborda também o impacto que o tango teve no Brasil e sugere temas e gravações para uma pequena discoteca do gênero.

 Música triste de uma cidade

OBRA DE MAURO BRAGA CONTA A HISTÓRIA DO TANGO, MOSTRANDO COMO O GÊNERO ESTÁ IDENTIFICADO COM BUENOS AIRES

POR ITAMAR RIGUEIRA JR.


 O bandoneon, instrumento de origem alemã e sacra, chegou à Argentina no quarto final do século 19 e foi incorporado ao tango por volta de 1910. Incapaz de acompanhar o ritmo vivaz dos primórdios da música portenha – quando lembrava o choro brasileiro –, o bandoneon associou-se à nostalgia dos imigrantes italianos, dotando o tango de sua alma melancólica. Essa e outras histórias encontram-se no livro Tango – a música de uma cidade, que a Editora UFMG lançou na semana passada em Belo Horizonte.
Fruto de trabalho – movido por paixão que vem da infância – do professor Mauro Braga, aposentado do Departamento de Química da UFMG, o livro conta a história do tango desde o início do século 20 até por volta dos anos 1970. O autor dedica boa parte do texto a mostrar por que o ritmo é considerado essencialmente portenho, nascido nos conventillos (espécie de cortiços) de Buenos Aires e marcado por um idioma próprio, o lunfardo, resultado da mescla de culturas que caracterizou a capital argentina no começo do século 20.
O livro aborda a origem negra do tango, relacionada ao grande contingente de negros que habitou Buenos Aires e Montevidéu por mais de 200 anos. Candombe e milonga, ritmos negros, foram se transformando e incorporando contribuições de italianos e criollos. A alma melancólica do gênero se consolida com o aparecimento do tango-canção, em 1917, ou seja, as canções que contavam uma história triste.
Mi noche triste, de Samuel Castriota e Pascual Contursi, – cuja letra foi escrita por Contursi sem o conhecimento do autor da música – é unanimemente considerada a primeira dessas canções e foi também o primeiro tango gravado por Carlos Gardel. O tango foi se tornando uma música triste, fortemente ancorada na vida da cidade. Muitos anos depois, o músico Osvaldo Pugliese chegou a defini-lo como “o livro de queixas do arrabal portenho”. 

SUCESSO EM PARIS

A pesquisa que construiu Tango – a música de uma cidade incluiu várias incursões a Buenos Aires – uma das temporadas durou três meses – e a leitura de mais de cem obras. O livro mostra ainda que o tango, originalmente música de prostíbulos e dos conventillos, foi levado por jovens de classe alta para os bordéis de luxo da cidade e, logo em seguida, para Paris.
“O sucesso do tango em Paris alimentou a absorção do gênero pelas classes abastadas, desejosas da sofisticação que o gosto francês conferia”, diz Mauro Braga, que descreve em seu livro as etapas, com duração de aproximadamente duas décadas, em que se divide parte da história do tango, desde 1880: as Guardias Primitiva, Vieja, Nueva e del 40.
O texto segue até o reinado de Astor ­Piazzolla, figura “exótica e enigmática”, que chegou a imaginar que preferia o jazz e o piano à combinação do tango com o bandoneon. Após uma temporada de estudos em Paris, entretanto, concluiu que sua vida estava no tango e no bandoneon. Como disseram dois de seus biógrafos, “Piazzolla percebeu que a sombra que queria deixar para trás era a sua”.
O livro aborda apenas superficialmente o desenvolvimento do tango após 1980, mas Mauro Braga garante que o estilo tem presença muito forte ainda hoje em Buenos Aires. “Mantém-se como aspecto importante a releitura de temas antigos, o que foi acentuado pelo aparecimento de notáveis cantoras, nos anos de transição do século 20 para o 21. Mas novos valores estão aportando ao gênero contribuições que o enriquecem”, afirma Mauro Braga, que produz e apresenta o programa Compasso Latino, na Rádio UFMG Educativa.

Na parte final da obra, há um capítulo dedicado aos poetas do tango – entre os quais se destacam Catullo Castillo, Enrique Cadícamo, Enrique Discépolo, Alfredo Le Pera, Homero Manzi, Homero Exposito, Eladia Blazquez e Horacio Ferer – e outro que relaciona cem tangos considerados pelo autor essenciais a uma discoteca. Devoto também do bolero e da música cubana, que ouvia junto com a música portenha nas eletrolas da família, Mauro diz que escolheu o ritmo para começar porque sente falta de obras sobre o tema em português e porque lhe pareceu mais viável a pesquisa. E, embora inicie sua obra ressaltando a “ousadia” da empreitada – “não sou historiador, nunca estudei literatura e nem sei distinguir uma nota musical de outra” –, admite que poderá se “aventurar” outras vezes a escrever sobre sua paixão pela música latina. 

 
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Quarta-feira, 18 de Setembro de 2013

Latina essentĭa Preparação ao latim de Antônio Martinez de Rezende

 

Latina essentĭa

Preparação ao latim

de Antônio Martinez de Rezende

Coleção: Aprender
2013. 5ª edição revista.187 


 Dimensão: 23,5 X 18,5 X 1,1
Peso: 400 gramas





Os romanos diziam que os deuses favorecem aos que ousam. Este livro, em sua 5ª edição revista e aumentada, continua sendo uma proposta de ajuda aos que pretendem a ousada aventura de iniciar-se no latim.

Latina essentĭa- Preparação ao latim -Este livro é o início de um projeto de passagem para aqueles que pretendem caminhar ao universo da língua latina. Procurando ficar longe dos terríveis preconceitos, das enfadonhas exceções e da desnecessária “gramatiquice”, apresentam-se de forma gradativa e simplificada a teoria gramatical, os exercícios e o vocabulário. No entanto, não é uma obra do tipo “aprenda sozinho”. O professor, a sala de aula, enfim, o ambiente da escola é absolutamente imprescindível. O estudo da língua latina, além de ampliar as possibilidades de interlocução com uma cultura antiga, é, sobretudo, exercício de criatividade que se atualiza na descoberta da reinvenção, pois nos é permitido reinventar o passado, tal como reinventamos o presente. Uma obra, um texto em latim é sempre um convite, há dois mil anos, ou mais, permanentemente novo; um convite à sensibilidade, ao diálogo, ao reencontro dos homens no mundo em dimensão transtemporal.

O LIVRO
Enquanto a criatividade humana privilegiar a inteligência das línguas, haverá espaço para o latim. O estudo da língua latina, além de ampliar as possibilidades de interlocução com uma cultura antiga, é, sobretudo, exercício de criatividade que se atualiza na descoberta da reinvenção, pois nos é permitido reinventar o passado, tal como reinventamos o presente. Uma obra, um texto em latim é sempre um convite, há dois mil anos, ou mais, permanentemente novo; um convite à sensibilidade, ao diálogo, ao reencontro dos homens no mundo em dimensão transtemporal. Este livro é o início de um projeto de passagem para aqueles que pretendem caminhar ao universo da língua latina. Procurando ficar longe dos terríveis preconceitos, das enfadonhas exceções e da desnecessária “gramatiquice”, apresentam-se de forma gradativa e simplificada a teoria gramatical, os exercícios e o vocabulário. No entanto, não é uma obra do tipo “aprenda sozinho”. O professor, a sala de aula, enfim, o ambiente da escola é absolutamente imprescindível. 




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Quarta-feira, 11 de Setembro de 2013

Estradas da Vida Estradas da Vida Terra e trabalho nas fronteiras agrícolas do Jequitinhonha e Mucuri, Minas Gerais de Eduardo Magalhães Ribeiro

 

 

Estradas da Vida Estradas da Vida

Terra e trabalho nas fronteiras agrícolas do Jequitinhonha e Mucuri, Minas Gerais

de Eduardo Magalhães Ribeiro


Coleção: Humanitas
2013. 348 p.
Dimensão: 22,5 X 15,5 X 1,9


Este livro analisa a história do trabalho e da terra nos vales dos rios Jequitinhonha e Mucuri, nordeste de Minas Gerais, entre os começos do século XIX e meados do XX. Nesse período, os recursos da Mata Atlântica nortearam a trajetória de índios, aventureiros, camponeses, deserdados, agregados e fazendeiros, que deixaram para trás terras perdidas ou esgotadas e seguiram a estrada da fronteira agrícola em busca de abundância, riqueza e liberdade.Os deslocamentos de lavradores para abrir matas, a guerra aos índios e as relações entre fazendeiros e agregados fizeram parte dessa aventura, que permaneceu viva nas lembranças do aldeamento, da posse e da fazenda. A Editora UFMG acaba de lançar o livro Estradas da vida - terra e trabalho nas fronteiras agrícolas do Jequitinhonha e Mucuri, Minas Gerais, de autoria do professor da UFMG Eduardo Magalhães Ribeiro.
O livro analisa a história do trabalho e da terra nos vales dos rios Jequitinhonha e Mucuri, Nordeste de Minas Gerais, entre o começo do século XIX e meados do século XX. Nesse período, os recursos da Mata Atlântica atraíram índios, aventureiros, camponeses, deserdados, agregados e fazendeiros. Essas pessoas deixavam para trás terras perdidas ou esgotadas e seguiam a estrada da fronteira agrícola em busca de abundância, riqueza e liberdade.
Os deslocamentos de lavradores para abrir matas, a guerra aos índios e as relações entre fazendeiros e agregados fizeram parte dessa aventura, que permaneceu viva nas lembranças do aldeamento, da posse e da fazenda.
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O AUTOR
Eduardo Magalhães Ribeiro, mineiro de Teófilo Otoni, é economista pela UFMG, mestre e doutor pela Unicamp. Atualmente, é professor do Instituto de Ciências Agrárias da UFMG, pesquisador da Fapemig e do CNPq.


Foz dos rios Jequitinhonha - Doce - São Francisco 

 

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Domingo, 28 de Julho de 2013

Intermidialidade e Estudos Interartes Desafios da arte contemporânea Thais Flores Nogueira Diniz (Org.)

 

Intermidialidade e Estudos Interartes

Desafios da arte contemporânea

Thais Flores Nogueira Diniz (Org.)



Coleção: Humanitas
2013. 152 p.
Dimensão: 22,3 X 15,5 X 0,9
Peso: 240 gramas

São raras no Brasil publicações envolvendo questões teóricas, essenciais ao embasamento dos estudos interartes, e, mais ainda, textos voltados para os estudos de intermidialidade que, sem descartar análises de obras canônicas, contemplam produções contemporâneas, de caráter estético às vezes questionado. Este livro visa preencher essa lacuna, oferecendo uma seleção de textos de difícil acesso, traduzidos por integrantes do grupo de pesquisa Intermídia: Estudos sobre a Intermidialidade, que abordam, além do próprio conceito de intermidialidade e sua relação com os estudos literários, outras noções cruciais, tais como: remediação, picturalidade, transescritura e relações músico-literárias. Escreve Solange Ribeiro de Oliveira.


Colocando um pouco mais de lenhas na fogueira e ressaltando a importância do lançamento deste livro pela UFMG, transcrevemos aqui um trecho do texto de Claus Clüver da Indiana University - (...)
O adjetivo intermedial ainda soa estranho em inglês e se associa ao termo intermedia, utilizado em círculos especializados com significado bem específico. Até o presente momento, encontrei o termo inglês intermediality quase que exclusivamente em trabalhos de autoresque são originários lingüística e cientificamente de países de língua alemã; uma exceção é o holandês Eric Vos (...). Em artigo na mesma coletânea, Jürgen E. Müller resume as principais teses de seu livro Intermedialität: Formen moderner kultureller Kommunikation [Intermidialidade: formas de comunicação cultural moderna] e estabelece uma distinção clara entre os adjetivos intermedia e intermedial ,em língua inglesa.
Assim como Müller, Werner Wolf, em The Musicalization of Fiction: AStudy in the Theory and History of Intermediality [1999; A Musicalização da narrativaliterária: um estudo sobre a teoria e a história da intermidialidade], parece contar coma possibilidade dessa formação lexical. Já Peter Wagner, organizador de Icons – Texts – Iconotexts: Essays on Ekphrasis and Intermediality
[1996; Ícones – textos – iconotextos:ensaios sobre écfrase e intermidialidade], e, como Wolf, professor de Literatura Inglesa,expressa sua preferência por the study of intermediality
(estudo da intermidialidade) ao invés da expressão interarts studies (estudos interartes), empregada por outros estudiosos do assunto.Pode-se perguntar, entretanto, se existe uma correspondência entre o que se entende na Alemanha por pesquisa sobre a intermidialidade e o campo de pesquisa que, nos EUA e em outros países, por enquanto ainda leva o rótulo de Estudos Interartes. Digo “por enquanto” porque tal rótulo, (...) torna se cada vez mais equivocado e questionável. Frente a isso talvez fosse melhor seguir os exemplos mencionados e introduzir uma designação derivada do termo usado em alemão. Entretanto, isto seria aconselhável apenas caso se considerasse os termos “Estudo da Intermidialidade” e “Estudos Interartes” como plenamente equivalentes, como pressupõem Wolf e Wagner; ou se, após uma discussão mais aprofundada dos dois conceitos e de seus campos correspondentes, fosse possível aproximá-los tanto na formulação de tarefas quanto no método e, sobretudo, na escolha dos objetos de pesquisa. Além disso, é necessário não só esclarecer o modo como o conceito de “intermidialidade”deve ser entendido, mas também discutir se ele não é mais problemático do que suautilização atual deixa transparecer.



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Sexta-feira, 26 de Julho de 2013

Aqui América Latina Uma Especulação de Josefina Ludmer Tradução: Rômulo Monte Alto

 

Aqui América Latina Uma Especulação

de Josefina Ludmer

Tradução: Rômulo Monte Alto

Coleção: Humanitas
2013. 183 p. Dimensão: 22,3 X 15,5 X 1,0
Peso: 290 gramas

Este livro apresenta reflexões instigantes sobre o universo “real virtual” a que a autora chama de imaginação pública ou fábrica de realidade. Sua lógica é a da conexão e superposição de todo o visto e o ouvido; seu fio condutor, a produção literária contemporânea na América latina. 


Fernando Vallejo, Horacio Castellanos Moya, Martín Kohan, Perla Suez e Diamela Eltit definem uma forma específica de “realidadeficção”, que transita por novos territórios e temporalidades. Ao delinear com argúcia e sensibilidade crítica sua especulação, Josefina Ludmer nos oferece uma obra decisiva para se pensar a configuração cultural e política da atualidade.


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Segunda-feira, 22 de Julho de 2013

Coleção: Saberes Plurais - UFMG

 


Eis aqui uma série para comprar , guardar, ver e rever os DVDs . Um museu digital resgatando a cultura popular em suas formas mais puras. 

 

Mestre Antônio

Minas Novas – Minas Gerais

Área: Cultura popular | Música

2013. 53p. Dimensão: 13 x 14 cm
Peso:0,07 gramas
Contém DVD

“O som dos tambores conversa com Deus. O som dos tambores conversa com o anjo da guarda. O som dos tambores bate forte no coração do ser humano. Os tambores são fonte de vida, de tudo”. Mestre Antônio Bastião fabrica tambores, ofício que aprendeu com seus antepassados e continua dando seguimento, como ele mesmo diz. Nesse ofício, espalha lições de fé, de respeito à natureza, ao ser humano e ao divino. O compromisso com os ancestrais em preservar e repassar a tradição de fala dos tambores.


Mestra Lira

Araçuaí – Minas Gerais

Área: Cultura popular | Ceramista

2013. 41p. Dimensão: 13 x 14 cm
Peso:0,07 gramas
Contém DVD

Lira Marques nasceu em Araçuaí, Vale do Jequitinhonha. Tem na família antepassados brancos, negro e índios e aprendeu a extrair figuras do barro ainda menina. Possui grande influência na região. É educadora e líder comprometida com a política social. Sonha com a redistribuição de terras e comove-se com os menores sofredores de rua. Suas fortes emoções estão à vista em suas obras de barro ou pintadas (desde 1980) com as cores da terra do Vale. As figuras que produz retratam uma realidade nua e crua, misturando alegria e sofrimento; flores, bichos e pobreza, a revolta do fraco e a poesia.



Mestra Izabel Mestra Izabel

Santana do Araçuaí – Minas Gerais

Área: Cultura popular | Ceramista

2013.40p. Dimensão: 13 x 14 cm
Peso:0,07 gramas
Contém DVD

Mestra Dona Izabel começou a brincar com o barro muito cedo ao lado de sua mãe e de sua avó, que fazia vasilhas. A falta de brinquedos e, principalmente, de bonecas, que eram seu sonho de menina, foi grande motivadora para que ela começasse sua vida de artesã e artista do barro. Aos 12 anos, já fazia os jarros com bacias, galos e personagens para os presépios. Depois começou a fazer bonecas e, com uma delas, em 2004, ganhou o prêmio UNESCO de Artesanato para América Latina. Atualmente, aos 88 anos, ainda vive em Santana do Araçuaí, Vale do Jequitinhonha, onde ensina sua arte.


Mestra Zefa

Araçuaí – Minas Gerais

Área: Cultura popular | Escultores

2013. 39p.
Dimensão: 13 x 14 cm
Peso:0,07 gramas
Contém DVD

Natural de Poço Verde, pequeno comércio de Sergipe, Joseja Alves dos Reis é uma notória nortista, nascida em 1925. Aportou em Minas Gerais pelos descaminhos da Seca, passando por Teófilo Otoni e chegando em Araçuaí, em 1962. Exímia contadora de histórias, Zefa hipnotiza os ouvintes com sua técnica apurada de arte dramática. Conheceu o Lampião, considera Antônio Conselheiro um santo, assim como Padre Cícero e o Doutor Guerra, médico que depois de morto auxilia mulheres no parto. Reconhecida benzedeira, atende aos lhe batem à porta, confiante nas rezas trazidas do norte. Mestra Zefa é umas das mais importantes artesãs do Vale do Jequitinhonha e suas peças de madeiras, especialmente os tamboretes, são muito famosos e procurados. Completando 87 anos em 2012, a artesã deixou de esculpir em decorrência da fragilidade de sua saúde.






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publicado por o editor às 23:31
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Angel Rama - um Transculturador do Futuro

 

Angel Rama - um Transculturador do Futuro


Número de Páginas: 164
Edição: 1 ª
Ano de Publicação: 2013



Considerado um dos intelectuais mais representativos da América Hispânica, Ángel Rama (Montevidéu 1926 – Madrid 1983) teve uma atuação multifacetada no cenário cultural latino-americano. Circulando entre o mundo acadêmico de universidades das Américas Latina e Central, dos EUA e da Europa como docente, ensaísta e jornalista, atuou como colaborador nas páginas de vários periódicos latino-americanos, em particular como crítico literário no semanário uruguaio Marcha – publicação voltada à literatura, de fundamental importância para a produção cultural de língua espanhola, que circulou de 1939 a 1974, em Montevidéu e Buenos Aires, e que contou em sua equipe de colaboradores com escritores como Juan Carlos Onetti, Mario Benedetti, Eduardo Galeano, Jorge Rufinelli, Carlos Maggi, Emir Rodriguez Monegal, entre outros intelectuais.

        E foi justamente como crítico literário que Rama teve um papel de importância ímpar para a literatura brasileira. Ele foi um dos pioneiros que, ao conhecê-la, tratou de divulgá-la e analisá-la dentro de uma visão latino-americana. Isso ocorreu com maior intensidade a partir do seu encontro com o professor Antonio Candido, nos idos de 1960, quando Candido levou à Universidad de La República um curso de verão focado em alguns autores brasileiros.

      Autor de uma obra fundamental para a compreensão da América Latina, como um espaço de produção cultural com suas marcas próprias e transculturadas, Rama deixou sobretudo um legado que teve na literatura seu foco principal. Pois entendeu que a literatura é um conjunto de processos ligados a aspectos sociais, políticos, ideológicos e estéticos. Dono de uma visão crítica, o uruguaio foi o idealizador da coleção Biblioteca Ayacucho. Entre seus livros destacam-se: Rubén Darío e o modernismo (1970), Las máscaras democráticas del modernismo (1973), Transculturación narrativa en América Latina (1982), La generación crítica (1972) e A Cidade Letrada (1984).


Em novembro de 2009, o Memorial da América Latina abrigou concorrida homenagem ao ensaísta, professor e escritor uruguaio Ángel Rama. O título e mote inspirador desse evento – “Ángel Rama, um transculturador do futuro” – partiu de uma livre leitura de um dos conceitos e temas básicos da obra desse importante pensador latino-americano. Ao debruçar-se sobre as literaturas e as culturas do nosso continente, Ángel Rama deu asas inusitadas a um conceito elaborado pelo ensaísta cubano Fernando Ortiz, o de transculturação. Para Ortiz, o processo fundamental de formação da cultura de seu país seria o de um processo dialético entre os procedimentos de significação trazidos pelos europeus em seus diferentes níveis e nas novas realidades encontradas e semeadas nas terras conquistadas. A cultura cubana seria resultante de uma síntese que, sem elidir as desigualdades históricas, formaria uma nova realidade cultural, antes inexistente, no solo da ilha e, por extensão, latino- -americano. Rama ampliou de modo vertiginoso o conceito de Ortiz, estendendo-o para toda a América Latina, vendo nele um traço constante da formação e da atuação consciente e consistente dos intelectuais, artistas, escritores, ensaístas deste continente. Indo adiante, foi um dos intelectuais que decididamente atravessaram (como Antonio Candido, entre outros) a herança da linha demarcatória de Tordesilhas, abrangendo o Brasil em sua formulação original do conceito de “América Latina”. Num passo igualmente ousado, formulou seu conceito de América Latina como um projeto a construir, libertário, voltado para o futuro. Os textos e os depoimentos que fazem parte deste livro foram, de modo consistente e livre, inspirados nesse abraço histórico do grande pensador, abrangendo todo o continente e resgatando o passado em direção a um futuro de liberdade e criação.






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Quinta-feira, 4 de Julho de 2013

Territórios da universidade Permanências e transformações Carlos Alberto Maciel; Maria Lúcia Malard (organizadores)

 

Territórios da universidade

Permanências e transformações

de Carlos Alberto Maciel; Maria Lúcia Malard (organizadores)



Peso: 1.345 gramas
Formato: 21 x 28 cm
2013. 316p.



Esta publicação tem um duplo sentido: o de consolidar um registro histórico do planejamento físico da UFMG desde a sua fundação, destacando algumas experiências reconhecidas nacionalmente, e o de apresentar visões críticas e prospectivas que orientem ações futuras de planejamento, incluindo questões contemporâneas de sustentabilidade, desempenho energético das edificações, industrialização da construção e integração da Universidade com a cidade. A diversidade de tempos e de propostas se concretiza no espaço físico como colagens de malhas, grids, pavilhões e pátios que se sobrepõem e terminam por formar uma unidade. Esse princípio, que orienta o próprio desenho gráfico do livro, se revela também na alternância entre textos históricos e artigos especialmente elaborados para esta obra, desvelando a variedade de territórios, tempos e culturas que constituem a Universidade.



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Sexta-feira, 21 de Junho de 2013

Dicionário do dialeto rural no Vale do Jequitinhonha Minas Carolina Antunes

 

Dicionário do dialeto rural no Vale do Jequitinhonha Minas

Carolina Antunes


2013. 271 p.Peso: 1.035 gramas

Este livro apresenta resultados de uma pesquisa instigante, desenvolvida a partir de informações linguísticas, históricas, sociais e, principalmente, de um profundo conhecimento do Vale do Jequitinhonha. Por reunir o linguístico e o extralinguístico, atitudes pragmáticas, contextos e exempli¬ficações, revela caminhos que conduzem professores, estudantes, pro¬fissionais diversos e o cidadão comum à variante rural, à Língua Portuguesa e à cultura de Minas Gerais e do Brasil. Assim sendo, o Dicionário do dialeto rural no Vale do Jequitinhonha – Minas Gerais se con¬figura como uma amostragem intensa e exuberante da região, o que indica o traço mais marcante de sua composição: dar existência escritural à fala.


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