
Faz duas semanas que meu amor
E outros contos para mulheres
de Ana Paula El-Jaick
90 páginas

Espetáculo no Teatro Paiol, às 21h desta terça-feira (30), conta com a participação de Sebastião Tapajós, no lançamento do CD “Bruxaria”.
boemia, algumas inclusive já contadas nesse Suplemento.Uma história que se reveste do manto da especulação, maledicência ou até faz jus à mítica dos poetas românticos, é que Castro Alves em sua incursão pelo Braz, onde em um salto sobre uma vala desequilibra-se e dá um tiro no pé é incorreta e foi criada pelos amigos, para amainar um possível escândalo. Diz-se que, desgostoso com as relações com Eugênia Câmara, redirige suas energias para uma paulista de família burguesa. A mulher, por armadilha do destino, é casada com um comerciante português dono de uma chácara extensa que beirava até a famosa chácara do Tatuapé.O dito português flagra Castro Alves em sua propriedade. O poeta foge, mas, à beira de um riacho, acaba por levar um tirombaço no pé.O ferimento infecciona, pois a região possuía muitas charnecas pelas quais Alves precisa arrastar-se em busca de socorro. A tal chácara da Bresser existiu, assim como o riacho que desde o início do século está canalizado.A charneca está sobre metros de aterro, asfalto e concreto. Até os trilhos do Metrô correm sobre ela...
de Azevedo foi outro que deixou sua marca nas arcadas. Poeta, contista e ensaísta, nasceu em São Paulo a 12 de setembro de 1831, e faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 25 de abril de 1852. Em 1848 matriculou-se na Faculdade de Direito de São Paulo, onde foi estudante aplicado e de cuja intensa vida literária participou ativamente, tendo fundado a Revista Mensal da Sociedade Ensaio Filosófico Paulistano. Entre seus contemporâneos, encontravam-se José Bonifácio (o Moço), Aureliano Lessa e Bernardo Guimarães estes dois últimos suas maiores amizades em São Paulo, com os quais constituiu uma república de estudantes na Chácara dos Ingleses, era ali que nasceria grande parte de sua obra poética. O meio literário estava encharcado de byronianismo, e teria fornecido a Álvares de Azevedo componentes de melancolia, sobretudo a previsão da morte, que parece tê-lo acompanhado a vida toda.

"'fumante ou
não-fumante?', o funcionário
perguntou.
'bebedor', eu
respondi."

Nesta terça-feira (30), a Cinemateca da Curitiba estará recebendo as inscrições dos interessados em participar do curso Leituras de Alfred Hitchcock, que acontece nos dias 8 e 9 de outubro, sob a orientação de Paulo Biscaia Filho. Serão ofertadas 30 vagas, com inscrições gratuitas que devem ser efetuadas das 9h às 12h e das 14h às 18h30. Informações pelo telefone (41) 3321-3252.
Durante o curso serão analisadas algumas das principais obras de Alfred Hitchcock (1899 – 1980), cultuado cineasta inglês que é considerado o “mestre do suspense”, com quase 70 filmes produzidos. A filmografia de Hitchcock serviu de inspiração para importantes cineastas, entre eles Francis Ford Coppola, Mel Brooks, Brian De Palma e Quentin Tarantino.
Em seis tópicos divididos entre 8 e 9 de outubro, no período das 18h30 às 22h30, Paulo Biscaia Filho abordará o planejamento estrutural do filme como metáfora e linguagem. No primeiro dia estarão em pauta os temas “E Hitchcock recriou a mulher” (com o filme Um corpo que cai), “O espetáculo das fraquezas humanas” (com o filme Janela indiscreta) e “Manipulação de tempo e espaço” (com o filme Intriga Internacional). No último dia, os temas “Autorização ao Voyeurismo” (com o filme Psicose), “Olhando de dentro da gaiola” (com o filme Os Pássaros) e “Batatas no fundo do saco” (com o filme Frenesi).
O professor – Paulo Biscaia Filho é mestre em Artes pela Royal Holloway University of London (Inglaterra) e professor na Faculdade de Artes do Paraná, nos cursos de Artes Cênicas e Cinema e Vídeo, além de atuar como diretor de teatro e de audiovisual para a companhia Vigor Mortis. Seus trabalhos incluem Morgue Story, Graphi” e Hitchcock Blonde.
A Editora UFMG e a Faculdade de Letras realizam no próximo dia 29 de setembro,segunda-feira, lançamento de três obras que tratam de Machado de Assis e Guimarães Rosa.
A poética migrante de Guimarães Rosa e Crônicas da antiga corte - Literatura e memória em Machado de Assis, ambos organizado por Marli Fantini, e Ser-tão natureza - a natureza em Guimarães Rosa, de Mônica Meyer, são os títulos que serão lançados nesta data, no saguão da Reitoria (Av. Antônio Carlos, 6.627 – Campus Pampulha), das 20 às 22 horas. Os lançamentos acontecem dentro da programação do Congresso Internacional “Centenário de Dois Imortais: Machado de Assis e Guimarães Rosa” , de 29 de setembro a 2 de outubro de 2008, na UFMG. Abaixo, breve resumo sobre as obras e imagens das capas.
O objetivo do Congresso é comemorar o centenário de falecimento de Machado de Assis e o de nascimento de Guimarães Rosa. Ambos pertenceram à Academia Brasileira de Letras, tendo Machado de Assis sido um de seus fundadores e presidente vitalício. O evento visa não apenas identificar o compromisso dos dois homenageados com sua própria produção literária, intelectual e crítica, mas também reconhecer e difundir a importância que tiveram suas produções na atualização lingüística, estética e política do circuito literário e crítico ibero-afro-americano.
Mais informações sobre o evento podem ser obtidas pelo telefone 3409-5131, com a professora Marli Fantini.
Histórias de amor são contadas em três filmes curtas-metragens
do diretor carioca Alexandre Damiano Junior.
O amor com seus caminhos e descaminhos é o tema central de três filmes rodados no formato de curta-metragem, que serão exibidos nesta terça-feira (30), às 19h30, na Cinemateca de Curitiba, com entrada franca. A trilogia é do cineasta carioca Alexandre Damiano Junior, que estará presente à sessão. Nessa noite, antes do apagar das luzes, Damiano Junior autografará seu livro Pororoca – Artes Visuais e Textos, no qual registra sua trajetória artística por meio de textos, fotos e desenhos.
A somatória dos três curtas resulta em cerca de uma hora. Nesse período tem-se a narrativa do dia-a-dia de um casal de namorados, seus encontros e desencontros. Os filmes foram rodados nos anos de 2006, 2007 e 2008, respectivamente, e cada qual mostra uma fase dessa história de amor.
Em O Técnico da TV (2006), um jovem casal decide voltar a se relacionar devido a um perigo iminente. Depois de algum tempo juntos, a relação começa a se desgastar e a solução para o mal-estar está na busca por novas possibilidades. Esse é o tema de Feliz Aniversário (2007). O terceiro filme, Três Reais (2008), encerra a trilogia com praticidade filosófica e matemática quando conclui que, no amor, um mais um é igual a três.
O cineasta – Alexandre Damiano Junior, além de cineasta e fotógrafo, é artista plástico e escritor. Estudou cinema no New York University (EUA), fez pós-graduação em Artes Visuais pela School of Visual Arts de Nova York (EUA) e em Fotografia pela Faculdade Cidade do Rio de Janeiro. Como diretor, respondeu por vários curtas e médias-metragens.
Serviço:
Exibição da trilogia do diretor Alexandre Damiano Junior: O Técnico da TV, Feliz Aniversário e Três Reais. Antes da sessão haverá lançamento do livro Pororoca – Artes Visuais e Textos, de sua autoria.
Data e horário: 30 de setembro de 2008 (terça-feira), às 19h30
Local: Cinemateca de Curitiba (Rua Carlos Cavalcanti, 1.174)
Entrada franca
De 1º a 5 de outubro de 2008
Realização


