Segunda-feira, 2 de Fevereiro de 2009

Aparecimento do Avatara Sri Adwaita Acharya

SAIBA MAIS EM

 




publicado por o editor às 10:48
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Mi Xing


Mi Xing
de Henrique Szklo


Páginas: 192

Respostas muito mal-educadas para todas as perguntas que você fizer sobre sua miserável vida!


(Doutor Carneiro) Este espírito de porco Já morreu faz um tempão. Hoje ele escreve muitos livros Cheios de insulto e palavrão. É um tremendo salafrário, Dalai lama ao contrário, Mestre da autodestruição.

UM LANÇAMENTO
Opera Bufa e








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COLEÇÃO O QUE É? O QUE É?




Chega ao Brasil a obra do premiado escritor e ilustrador Guido Van Genechten. Na verdade são livros-dobradura que instigam a criança a imaginar qual o animal que está desenhado. O pedaço que aparece na página nem sempre é o que parece e a cada "desdobra" uma surpresa. Um livro onde o lúdico segue a estrutura de "o que é?". Traços simpáticos em livros cartonados e plastificados que garantem o manuseio pelas crianças. Saem quatro livrinhos diferentes nesta primeira edição da Gaudi -

É um ratinho?
É um gato?
É uma rã?
É um caracol?

todos com um animal de 70 centímetros ao final da brincadeira/leitura.(E.C.)


O AUTOR

Guido van Genechten - Popular com crianças, na sua terra natal a Bélgica, autor e ilustrador envolve os pequenos leitores com os seus livros em série. Nos seus livros, os animais muitas vezes tomam o lugar dos humanos com bem-humorados resultados, as crianças se transformam por exemplo,em uma jovem e esguia girafa, um gorducho urso polar, e um jovem rapaz pode ser uma excêntrica cadeira vermelho brilhante. Em suas páginas as crianças descobrem que os animais e seres humanos também são muito diferentes, e que os animais expressam sentimento de várias maneiras. Os suínos podem esfregar narizes para demonstrar afeto, tartarugas e macacos podem se abraçar suavemente.

Nasceu em 1957, de Mol, Bélgica. Cursou a Academia de Artes Gráficas (Mol, Bélgica).

bibliografia

Kom maar binnen, Clavis (Hasselt, Belgium), 1999.

Mijn papa, Clavis (Hasselt, Belgium), 1999.

Het grote billen-boek, Clavis (Hasselt, Belgium), 2000.

Blackie, Clavis (Hasselt, Belgium), 2001.

Het grote slap-boek, Clavis (Hasselt, Belgium), 2001.

Ono eet, Clavis (Hasselt, Belgium), 2001.

Ono kleedt zich aan, Clavis (Hasselt, Belgium), 2001.

Ono speelt, Clavis (Hasselt, Belgium), 2001.

Rikki, Clavis (Hasselt, Belgium), 2001.

Rikki durft, Clavis (Hasselt, Belgium), 2001.

Flop-Ear, Barron's Educational Series (Hauppauge, NY), 2001.

Potty Time, Simon & Schuster (New York, NY), 2001.

Bij opa en oma, Clavis (Hasselt, Belgium), 2002.

Hoe Tito zinj neus kwijtspeeide, Clavis (Hasselt, Belgium), 2002.

Piep, zei Bruno, Clavis (Hasselt, Belgium), 2002.

Rikki en Anni, Clavis (Hasselt, Belgium), 2002.

Rikki: knuffel en mini-boekje, Clavis (Hasselt, Belgium), 2002.

Het grote knuffel-boek, Clavis (Hasselt, Belgium), 2003, translated as The Cuddle Book, HarperCollins (New York, NY), 2005.

Omdat ik zoveel van je hou, Clavis (Hasselt, Belgium), 2003, translated as Because I Love You So Much, Tiger Tales (Wilton, CT), 2004.

Rikki durft, Clavis (Hasselt, Belgium), 2003.

Rikki en zijn vriendjes, Clavis (Hasselt, Belgium), 2003.

Het geheim van IJsje, Clavis (Hasselt, Belgium), 2004, translated as Snowy's Special Secret, Tiger Tales (Wilton, CT), 2005.

Het grote billen-boek, Clavis (Hasselt, Belgium), 2004.

Jonnie, Clavis (Hasselt, Belgium), 2004.

Klein wit visje, Clavis (Hasselt, Belgium), 2004.

Klein wit visje is zo blij, Clavis (Hasselt, Belgium), 2004.

Klein wit visje telt tot elf, Clavis (Hasselt, Belgium), 2004.

Nieuwe laarzen, Clavis (Hasselt, Belgium), 2004.

Rikki wile en kerstboom, Clavis (Hasselt, Belgium), 2004.

Familie Vanderknor, Clavis (Hasselt, Belgium), 2004, translated as The Von Hamm Family: Alex and the Tart, Tiger Tales (Wilton, CT), 2005.

Klein wit visje wordt groot, Clavis (Hasselt, Belgium), 2005.

Kleine Kangoeroe, Clavis (Hasselt, Belgium), 2005, translated as Kangaroo Christine, Tiger Tales (Wilton, CT), 2006.

Lieve mama, Clavis (Hasselt, Belgium), 2005.

Tito tovenaar, Clavis (Hasselt, Belgium), 2005.

Um lançamento



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Domingo, 1 de Fevereiro de 2009

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BIO/BIBLIOGRAFIAS

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música: Biografia, hotsite
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"Cantagonias" da Cantora Maysa



 



A Mais Triste Voz da Boêmia MPB

Para Everi Carrara

Ela cantava como quem punha tudo em pratos limpos, isto é, ela mesma no contrapeso da balança existencial. Maysa cantava suas dolentes sombras e escuridões, entre pausas e semifusas, pondo a sua insana dor de cotovê-lo pra fora do ser angustiado que era. Maysa cantava com sua voz diferenciada, sua alma triste, a mais triste voz da MPB boêmia por atacado. Maysa era a voz-lamento, numa espécie de banzo-tropical-latino contra muros e cincerros, ela mesma, alma em arrebentação íntima. Mulher bonita, livre, independente, tinha opiniões saradas, remando contra as marés bravas de uma carioca e burguesa sociedade hipócrita, assim, destilou veneno, sangrou-se, lavando a alma, dos porões do inconsciente trazendo revoltas, iras, mais a suprema determinação de ser sempre ela mesma, apesar de tudo que se lhe vinha ou entornava o caldo. Existindo arrastava suas correntes? E cantava como se escorrendo as lágrimas-letrais em música, harmonia e ritmo. Nunca houve nenhuma outra sequer parecida com ela. Maysa era seu próprio repertório datado. Já pensou que dilema? Nos bastidores, na solidão do camarim, um copo de uísque na mão, ninguém sabe a dor de quem se coloca pra fora naquilo que faz, por isso mesmo arrebentava como cantora, artista, mãe, mulher, humagente, e ainda um mundo caído no sensível coração arrebentado.

Num país sem memória para com seus ídolos portentosos, em que a absurda máquina televisiva arrebenta as poucas memórias artístico-culturais ou cria infames núcleos estrambólicos de "nadas e ninguéns" (e algumas oxige-Nadas) batizados com a fama sazonal em vernizes fúteis e luzes falsas, finalmente a Rede Globo vai trazer um levante de sua vida-livro, certamente que um novelo envelopado pra consumo, porque Maysa não era pop, muito menos favorita, talvez até fosse uma louca desvairada que colocava os pingos nos dáblios, se reportando como sobrevivente social nas canções em que extravasava o espírito com tantas inquietações. Cantar era seu remanso.

Porque quando Maysa cantava, todas as rotações transcendentais da vida paravam para ouvi-la. Porque ela punha o exato tom certo, a perfeita respiração certa, o silêncio encorpado, o timbre que rebrilhava na interpretação de humanismo-dor, de ternura-dor, de romantismo-dor. E o ser humano é construído e refeito na dor. Maysa sabia sobreviver cantando. Pedir socorro cantando. Tinha uma tragédia ao veicular a composição com sua personificação lítero-musical-existencial. A ostra não canta a dor em som, mas em estética pérola. Maysa perolizava a música com sua dor quando soava. Porque Maysa cantando se livrava dos fantasmas.

Quem mal a amou, armando-a? Foi isso? Maysa tinha sim, uma cantoria cheia de lágrimas. Era da natureza dela ser a coxia no palco de si. Se fosse escritora, seria Clarice Lispector. Tinha sua cantação lispectoriana. Clarice com sua ficção-angústia, Maysa sua interpretação-angústia como marca, estilo todo próprio de ser e de se defender. E assim compunha a música-composição como se destilasse o labirinto-absinto de suas cantagonias. O que Lupiscínio etilicamente fazia com suas brilhantes composições marcantes, mas cantando, soando, era uma moça, manteiga derretida, voz fina, Maysa cantando era a ferro e fogo e paixão, não impostando a voz-veludo, mas dando a tristice certa no caldo da própria exposição cênica-sonora.

Aqui e ali, na casa de um amigo de grosso quilate, está o long-play da Maysa, a fita-cassete, valendo ouro, como um som-documento de uma voz que se calou a partir de uma tragédia. Uma ponte enorme, ligando continente ao mar, a tirou de nós, como uma metáfora de travessia, desembarque, ilha. Sim, ela bebia, fumava, brigava, amava, odiava, existia, tentando achar seu fio terra, decompor-se muito além das arrebentações da pilha cósmica do universo. Cantar era como se clamasse no deserto. Sua vida-documento testemunha fermentos e purgações de uma mulher fora de seu tempo, moderna e além de tudo ferida para ser livre, incomodar, despertar consciências.

Maysa foi única e foi tantas, múltiplas. Meio Elis, Meio Celly Campello, meio Aracy de Almeida, meio Dolores Duran, meio Nana Caymi, meio Clementina de Jesus, inteiramente personagem de si mesma, alma aberta. Mas seu mundo caiu. E quando mais fina a flor, mais depressa é recolhida. As flores mais bonitas são colhidas primeiro. Você, de alguma maneira, literalmente VIA a agonia naquilo que Maysa cantava, destilando seu vinho-verso-verbo. Há mitos, lendas, verdades, mentiras, invencionices. Mas para saber exatamente quem foi (quem é) Maysa, à beira mar, um chopinho e um luar, arrue uma vitrola de garagem, com aquela bolachão como se tivesse riscado - a agulha do tempo? - e deixe rodar o disco de Maysa. Ouvir Maysa é credenciá-la com testemunho de um tempo e as amarguras femininas desse tempo. Ouça, sinta, capte, depois, diga lá coração, diga pra mim, se a flor-fêmea Maysa não foi muito mais do que as memórias lhe dão crédito? Maysa cantava, como quem cortava os pulsos. Intrépida, louca varrida, poeta, sensível, feminina e romântica, livre com sua solidão-albatroz, num mar de sargaços.

..................................................................

O ultimo a chorar, por favor, por favor

Apague a luz do abajur cor de carne

Enquanto Maysa canta toda a inesgotável dor

De não amar. E de não viver em paz.

-0-

Silas Correa Leite - Poeta, Compositor, Boêmio, Inventariante de Cenários

Santa Itararé das Letras-SP


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Ensaio GUERRA III

O QUE UMA GUERRA TEM DE GRANDE? Pois bem , número de vítimas, número de países envolvidos no conflito, montante do prejuízo. Ou seriam os avanços tecnológicos, as mudanças geopolíticas, o butim. Na guerra, por mais grandioso que seja o número, o valor exponencial do desumano deve falar mais alto. A segunda guerra mundial infelizmente não deixou lição nenhuma e sim décadas de um mundo dividido entre teorias econômicas. E o povo? A este coube e cabe contar e enterrar seus mortos.

 

 

 

Entre os anos de 1939 e 1945, o mundo viveu o maior e mais sangrento confronto da história da humanidade - a Segunda Guerra Mundial (1939–1945) que opôs os Aliados às Potências do Eixo, tendo sido o conflito que causou mais vítimas em toda a história da Humanidade. As principais potências aliadas eram a China, a França, a Grã-Bretanha, a União Soviética e os Estados Unidos. SAIBA MAIS



Os Livros recomendados da





 
publicado por o editor às 14:52
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