Terça-feira, 4 de Agosto de 2009

Fenaj diz que ABJ deve escolher Gilmar Mendes como patrono


 

O presidente da Federação Nacional de Jornalistas (Fenaj), Sérgio Murillo de Andrade, afirmou que a Associação Brasileira dos Jornalistas (ABJ), que reúne jornalistas com ou sem diploma, deve escolher o ministro Gilmar Mendes, relator do processo que determinou o fim da exigência de curso superior para o exercício do jornalismo, como patrono da entidade.

Além da sugestão, Andrade rebateu a acusação da ABJ de que a Fenaj discriminaria jornalistas sem diploma na área. “A Fenaj não discrimina. Nós apenas cumprimos rigorosamente a lei de associar apenas jornalistas diplomados. Agora esperamos uma decisão do Ministério do Trabalho, porque essa lei foi violentada pelo ministro Gilmar Mendes”.

O presidente da Fenaj afirmou que existe liberdade para a criação de associações, mas que apenas duas entidades representam a categoria no País. “Todos têm legitimidade para abrirem associações, mas apenas a Fenaj, com mais de 40 mil associados e a ABI, com mais de 100 mil, representam a classe de jornalistas no Brasil”, declarou.


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Sábado, 1 de Agosto de 2009

Em primeira pessoa

 

Em primeira pessoa: abordagens de uma teoria da autobiografia
Helmut Galle, Ana Cecília Olmos (orgs.)


372 páginas

 

Nas últimas décadas, a escritura autobiográfica proliferou numa multiplicidade de formas que não se adequam tão facilmente aos padrões de gênero que a tradição estabeleceu a partir dos textos clássicos de Sto. Agostinho, Rousseau ou Goethe, inclusive, muitas dessas formas visam subvertê-los. Devido a isso e a fatores específicos da reflexão teórica atual acerca da literatura, o sujeito e a representação, o debate sobre as formas da escritura autobiográfica ganhou uma significativa relevância em diversos campos disciplinares. Este livro oferece uma seleção de textos relacionados à história e à teoria das escrituras de si, assim como leituras críticas de casos específicos provindos de diferentes literaturas. Esse conjunto de artigos traça um percurso que, sem apelar ao rigor da cronologia histórica ou à formulação de princípios teóricos concludentes, ilumina momentos, autores, obras e perspectivas críticas decisivas para a configuração do gênero autobiográfico nos dias de hoje.

Conteúdo 1. A escritura autobiográfica entre literatura e realidade Ruth Klüger Verdade, mentira e ficção em autobiografias e romances autobiográficos Tununa Mercado Testemunho. Verdade e literatura Sylvia Molloy Direito de propriedade. Cenas da escritura autobiográfica Michaela Holdenried Defragmentação e recomposição. Sobre a problemática da identidade judaico-alemã na literatura autobiográfica e sobreviventes. O caso Goldschmidt 2. Aspectos cognitivos e psicológicos da memória autobiográfica Hans J. Markowitsch Pré-requisitos emocionais e cognitivos da memória autobiográfica Jürgen Straub Memória autobiográfica e identidade pessoal. Considerações histórico-culturais, comparativas e sistemáticas sob a ótica da psicologia narrativa Christine Delory-Momberger Filiações e rupturas do modelo autobiográfico na pós-modernidade 3. Configurações modernas e pós-modernas da subjetividade Leonor Arfuch O espaço biográfico na (re)configuração da subjetividade contemporânea Jaime Ginzburg Impacto da violência e constituição do sujeito: um problema da teoria da autobiografia Jeanne-Marie Gagnebin “Entre moi et moi-même” (“Entre eu e eu-mesmo”) (Paul Ricoeur) 4. Testemunho e memória da violência estatal Raúl Antelo Agamben e o testemunho centrífugo: ato sem essência, potência sem ação Márcio Seligmann-Silva O testemunho para além do falocentrismo: pensando um outro paradigma Berta Waldman Sobre gatos e ratos, autobiografia e biografia Diamela Eltit A memória tela Werner Mackenbach O testemunho na América Central: entre memória, história e ficção. Avatares epistemológicos e históricos 5. Escritura autobiográfica brasileira e hispano-americana Ligia Fonseca Ferreira A voz negra na ‘autobiografia’: o caso de Luiz Gama Horst Nitschack A escrita autobiográfica de Graciliano Ramos: buscando o espaço da subjetividade Kathya Araujo Individualismo e heteronomia. Configurações de sujeito e laço social no texto autobiográfico Lorena Amaro Borges: seguimento de uma herança 6. Relações entre a memória autobiográfica e a constituição da obra literária Heloisa Costa Milton Romance picaresco e artifício autobiográfico: o caso Lazarrillo de Tormes Claudia Amigo Pino Notas sobre a consquista espacial (e uma breve busca do quarto perdido em Vie d’Henry Brulard, de Stendhal) Marcos Piason Natali José Maria Arguedas e o aquém da literatura Adriana Kanzepolsky O fundo da língua Eurídice Figueiredo Como fazer a autobiografia de um negro... e inovar Elizabeth Muylaert Duque Estrada O homem do subsolo: uma protodesconstrução da autobiografia Daniel Samoilovich Poesia e memória

UM LANÇAMENTO


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A Santa Aliança


A Santa Aliança
cinco séculos de espionagem no Vaticano
de Eric Frattini


Título Original: La Santa Alianza

Tradutor(a): Ricardo Liberal
Páginas: 448
 

Lançado em mais de dez países, com ampla repercussão na imprensa internacional, A Santa Aliança: cinco séculos de espionagem do Vaticano, de Eric Frattini, repassa as atividades clandestinas do poderoso serviço de espionagem do Vaticano que esteve, e ainda está, intrinsecamente conectado à atuação política da Igreja católica e, consequentemente, do papado – a mais antiga organização do planeta.

Em A Santa Aliança, Frattini aborda temas espinhosos, mostrando que os papas, além de exercerem grande influência no Renascimento, protagonizaram passagens definidoras da história humana nos últimos séculos, como a Reforma e a Contra-Reforma, a Revolução Francesa e a era industrial, além da ascensão e queda do comunismo. Revela ainda episódios de espionagem, conspiração e até roubos e assassinatos cometidos, por ordens do pontífice, em nome da fé católica.

Por meio de um amplo trabalho investigativo, o autor retoma fatos e personagens reais que perpassaram a atuação dos quarenta papas que estiveram à frente do Vaticano entre 1566 e 2005, revistando assim a atuação do serviço secreto da Santa Aliança nos bastidores da história, em cinco séculos. Revela, em epílogo, as decisões e acontecimentos ligados à morte de João Paulo II e à escolha de Bento XVI para sua sucessão, período que segue aberto e cuja perspectiva é de “grande atividade nos serviços de inteligência do Vaticano”, segundo o autor, inclusive na América Latina, ante a multiplicação de igrejas evangélicas na região.

Mostra também algumas atividades escusas do Banco do Vaticano – outro braço omitido pelo pontifício –, como o seu envolvimento em falências bancárias, financiamento de golpes de Estado e venda de armas a nações em conflitos. Com a edição brasileira, a Boitempo traz para o País uma obra que já figurou na lista das dez mais vendidas na Itália, Portugal, entre outros.

Trecho da obra
De Pio V a João Paulo II, os quarenta papas que governaram, ou melhor, “reinaram” desde a criação da Santa Aliança foram obrigados a lidar com descristianizações e cismas, revoluções e ditaduras, colonizações e expulsões, perseguições e atentados, guerras civis e guerras mundiais, assassinatos e sequestros. A política dos papas era um objetivo, e a Santa Aliança, apenas uma poderosa ferramenta para concretizá-la.

Do século XVI ao XVIII, os inimigos que o papado e a Santa Aliança realmente precisaram enfrentar foram o liberalismo, o constitucionalismo, a democracia, o republicanismo e o socialismo. Nos séculos XIX e XX, esses oponentes se converteram em darwinismo, imperialismo americano, modernismo, racismo, fascismo, comunismo, totalitarismo e revolução sexual. Agora, no século XXI, serão a intromissão dos cientistas nas questões religiosas, a globalização política, a superpopulação, o feminismo e o agnosticismo.

O autor
Peruano nascido em Lima, em 1963, Eric Frattini é escritor e jornalista. É membro da Associação de imprensa de Madri, da Associação de Correspondentes Estrangeiros de Israel, da Associação de Jornalistas Palestinos nos Territórios Ocupados e da Associação de Jornalistas da Liga Árabe como membro de honra. Viveu em Beirute (Líbano), Nicósia (Chipre) e Jerusalém (Israel). Já publicou dezenas de livros em vários países, como Cuestiones para la paz, entre la sombra de Alá y la estrella de David (1992), Tiburones de la comunicación, grandes líderes de los grupos multimedia (1996), The Guide to the International Organizations (1998), Mafia, S. A. (2002) e Secretos vaticanos (2004).

Um lançamento da


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Manifestos do surrealismo


Manifestos do surrealismo
De André Breton


Número de Páginas: 396
 

Manifestos do surrealismo constitui a primeira edição completa, no Brasil, dos trabalhos conceituais de André Breton, além dos textos em prosa surrealista Peixe solúvel e Carta às videntes. Um marco na literatura e nas artes em geral do século XX, o movimento surrealista tem em Breton um de seus porta-vozes mais vibrantes e um líder incontestável. A tradução de Sergio Pachá é um marco pela qualidade e as notas são altamente esclarecedoras pelo trabalho de pesquisa filológico e histórico levado a cabo. Recebeu o Prêmio Paulo Rónai de melhor tradução de 2001 pela Biblioteca Nacional.

O AUTOR

André Breton (Tinchebray (Orne), 19 de fevereiro de 1896 - Paris, 28 de setembro de 1966) foi um escritor francês, poeta e teórico do surrealismo.

De origem modesta, iniciou, sem entusiasmo, estudos em Medicina sob pressão da família. Mobilizado para o exército, na qualidade de enfermeiro, para Nantes em 1916, ali trava conhecimento com Jacques Vaché, filho espiritual de Alfred Jarry, um jovem sarcástico e niilista que viveu a vida como se de uma obra de arte se tratasse e que morreu aos 24 anos em circunstâncias bastante suspeitas (a tese do suicídio é controversa). Jacques Vaché, que não mais deixou do que cartas de guerra, teve uma enorme influência no espírito criativo de Breton: enfraquecendo a influência de Paul Valéry e, deste modo, determinando tanto a sua concepção de "Poète" (Le Pohète segundo Vaché), como a de humor e de arte.

Em 1919, Breton funda com Louis Aragon e Philippe Soupault a revista Littérature e entra, também, em contato com Tristan Tzara (fundador do Dadaismo). Em Les Champs magnétiques (escrito em colaboração com Soupault), coloca em prática o princípio da escrita automática. Breton publica o Primeiro Manifesto Surrealista, em 1924.

Um grupo se constitui em torno de Breton: Philippe Soupault, Louis Aragon, Paul Éluard, René Crevel, Michel Leiris, Robert Desnos, Benjamin Péret. No afã de juntar a idéia de « Mudar a vida » de Rimbaud e a de « Transformar o mundo » de Marx, Breton adere ao Partido Comunista em 1927, do qual será excluido em 1933. Ele vive sobretudo da venda de quadros em sua galeria de arte. Sob seu impulso, o surrealismo torna-se um movimento europeu que abrange todos os domínios da arte e coloca profundamente em questão o entendimento humano e o olhar dirigido às coisas ou acontecimentos. Inquieto por causa do governo de Vichy, Breton se refugia em 1941 nos Estados Unidos da América e retorna a Paris em 1946, onde continurá até sua morte a animar um segundo grupo surrealista, sob a forma de exposições ou de revistas (La Brèche, 1961-1965).
Bibliografia

Ensaios

* Manifesto do surrealismo (1924)
* O surrealismo e a pintura (1928-1965)
* Segundo manifesto (1929)
* Antologia de l'humour noir (1940)
* Prolegómenos a um terceiro manifesto ou não (1942)
* Flagrante delito (1949) (Breton denuncia como falso um suposto manuscrito de Rimbaud)
* Do surrealismo em suas obras vivas (1953)

Poesia e textos poéticos

* Mont de piété (1919)
* Clair de terre (1923)
* Nadja (1928-1963)
* Os vasos comunicantes (1932)
* Point du jour (1934)
* O amor louco (1937)
* Martinica, Encantadora de Serpentes (1941-1943)
* Arcano 17 (1944)
* A chave dos campos (1953)


UM LANÇAMENTO

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EVENTOS




publicado por o editor às 16:13
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ATENÇÃO - atenção-atenção


Fundação Cultural altera

algumas programações

As medidas foram tomadas seguindo as recomendações do Ministério da Saúde, a fim de evitar a propagação do vírus H1N1.

Seguindo as recomendações do Ministério da Saúde, a fim de evitar a propagação do vírus H1N1, a Fundação Cultural de Curitiba resolveu alterar a agenda de programação de alguns espaços, neste final de semana (31 a 03.08):

1) Cinemas

· Foi adiado o lançamento do filme “Outros Olhos”, que seria lançado nesta sexta-feira (31), às 20h, na Cinemateca, resultado do trabalho desenvolvido por alunos de cinema digital, que participaram da oitava edição do curso promovido pela Fundação Cultural de Curitiba em parceria com a Rede Olhar, do Ministério da Cultura.

· Foram canceladas todas as sessões programadas para a Cinemateca e Cine Luz até segunda-feira (03).

2) Teatro do Piá

· Em virtude das características do espaço e do espetáculo, teatro de sombras, a peça Compadre rico e compadre pobre, programada para o domingo (02), às 11h, foi cancelada.

3) Cursos

· Os cursos que acontecem nos Núcleos Regionais da Fundação Cultural e os do Conservatório de MPB foram adiados para o dia 10 de agosto.

Com relação aos demais eventos programados, promovidos em parceria com produtores locais, e que acontecem em espaços da Fundação Cultural, a FCC informa que foi sugerido aos responsáveis pelas referidas programações que seguissem as orientações dos órgãos de saúde. Contudo, para os eventos que serão realizados, a FCC também já intensificou as medidas de segurança sugeridas, como manter os espaços bem ventilados, placas informativas, alcool gel entre outras.

Ao longo da próxima semana serão enviadas novas informações quanto a agenda programada para 03 a 09 de agosto.

publicado por o editor às 00:27
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