Quinta-feira, 28 de Janeiro de 2010

PROGRAMAÇÃO CINEMA CURITIBA


De 29 de janeiro a 4 de fevereiro de 2010

CINEMATECA - Sala Groff - Rua Carlos Cavalcanti nº 1174 fone 41 3321-3252 (diariamente das 09h às 12h e das 13h30 às 22h30 – sábados e domingos das 14h30 às 22h30) www.fccdigital.com.br

OFICINA DE MÚSICA DE CURITIBA 2010

De 29 a 31 (programação final) – entrada franca

Dia 29 – às 16h30 - sexta-feira:

- Reprise do Programa 7

PROGRAMA 7:

TÔNICA DOMINANTE (BR, 2000 – 80’). Direção de Lina Chamie.

Três dias na vida de um clarinetista (Fernando Alves Pinto). No primeiro dia, ele passa por uma situação de solidão e fragilidade. No segundo, o que era para ser algo agradável acaba se tornando um enorme pesadelo. Já no terceiro ele finalmente encontra a plenitude através da música e consegue ajudar uma pianista (Vera Holtz) que se prepara para um concerto. Classificação 12 anos


Às 19h:

PROGRAMA 8:

Total do programa 61’ – classificação 12 anos para todos os filmes

GUILHERME DE BRITO (BR, 2008 – 20’). Direção de André Sampaio.

Documentário musical: passeio cinematográfico nas memórias e no universo de Guilherme de Brito: poeta, compositor, cantor e artista plástico, um dos maiores nomes da nossa música popular, autor de clássicos como “A Flor e o Espinho”, “Quando Eu me Chamar Saudade” dentre tantos outros.

POLÊMICA (BR,1999 – 21’). Direção de André Sampaio. Com Aber Jr., Paulo Felipe, José Marinho, Rose Abdala, Sérgio boi. Participações Especiais: Benigno de Oxóssi, Emmanoel Cavalcanti, e Zezé Mota. Narração: Guilherme Tristão.

Filme musical, chanchada mediúnica e documentário. Dupla de vagabundos recebe os santos Noel Rosa e Wilson Batista. Incorporados, e à solta no carnaval carioca, revivem a famosa e polêmica rivalidade dos anos 30, que inspirou sambas antológicos como “Palpite Infeliz”, “Rapaz Folgado” e “Feitiço da Vila”.

TIRA OS ÓCULOS E RECOLHE O HOMEM (BR, 2008 – 20’). Direção de André Sampaio. Com Jards Macalé, Godô Quincas, Tadeu de São Pedro, Xico Chaves, Jarbas Lopes, Rose Abdallah, Otonile Serra, Patrícia Costa.

Em 1977, os cantores e compositores Moreira da Silva e Jards Macalé, realizaram shows em várias cidades do país, a convite do Projeto Pixinguinha. Em uma delas, o delegado da Polícia Federal decide prender Macalé, por ter considerado pornográfica uma canção, cujo refrão era "Pode!" Moreira da Silva acompanhou o amigo à delegacia, mas não o livrou da prisão.

Dia 30 - às 16h30 – sábado:

- Reprise do Programa 8

Às 19h:

- Reprise do Programa 2

PROGRAMA 2:

Total do Programa 90’ – Classificação livre para todos os filmes

VIVA VOLTA (BR/PR, 2005 – 15’). Direção de Heloisa Passos.

Documentário sobre o trombonista brasileiro Raul de Souza que, desde 1971, vive em Paris e sofre com a falta de reconhecimento em seu País de origem. Com o som do seu trombone ao fundo, o filme leva o personagem de volta a Bangu, na cidade do Rio de Janeiro, e reconstrói sua trajetória. Revisita Saravah (filme de 1969) e, em 2005, promove o reencontro dele com Maria Bethânia. Juntos, celebram a devoção à música.

BOOKER PITTMAN (BR/PR, 2008 – 15’). Direção de Rodrigo Grota.

Documentário de ficção sobre a vida e a carreira de Booker Pittman, que por muito tempo morou em Londrina, no Brasil. A Música dá ritmo à montagem, aumentando um clima expressionista, e com atmosferas de silêncio em alternância com imagens da natureza.

SAMBA DE QUADRA (BR/2008 – 17’). Direção de Gustavo Gomes de Mello e Luiz Fernando Ferraz.

O documentário registra as memórias dos antigos sambadores de Quadra, cidade de 3 mil habitantes, localizada a 150 km da Capital São Paulo. Estas memórias, registradas em reencontros de sambadores com seus antigos companheiros, constroem um panorama da rica diversidade cultural que a região abrigava. Não é, contudo, uma cultura que apenas vive no passado. Ela é renovada todos os finais de semana na casa de João do Ditão. Ele é o líder do último grupo de Samba Caipira da região e um dos únicos do Estado. Em um encontro casual para o preparo da tradicional galinha caipira, o grupo relembra causos antigos e presenteia o espectador com lindos versos, mostrando uma cultura caipira vigorosa, criativa e atual.

DIVINO – folia, festa, tradição e fé no litoral do Paraná (BR/PR, 2008 – 28’). Direção de Lia Marchi e Mauricio Osaki.

Documentário que retrata as romarias em honra do Espírito Santo no litoral do Paraná.

DESCOBRINDO WALTEL (BR/PR, 2005 – 15’). Direção de Alessandro Gamo.

Documentário sobre a incrível e desconhecida trajetória do maestro, compositor e instrumentista Waltel Branco.


Dia 31 – às 16h30 - domingo :

- Reprise do Programa 3

PROGRAMA 3:

MÚSICA SUBTERRÂNEA (BR/PR, 2009 – 120’). Direção de Luciano Coelho.

Documentário sobre o jazz em Curitiba. Nas décadas de 1950 e 1960, Curitiba possuía uma cena musical de jazz efervescente, refletindo um dos momentos áureos da economia local e suas grandes safras de café, o chamado “ouro verde”. O movimento atraia músicos de vários lugares do país e teve palco principalmente nas boates da cidade, onde o repertório habitual começou a ser progressivamente substituído pelo estilo musical norte-americano. Uma cena que tem se mantido graças à formação de novas gerações de músicos. Classificação livre

Às 19h:

- Reprise do Programa 1

PROGRAMA 1:

CANTORAS DO RÁDIO (BR/PR, 2009 – 85’). Direção de Gil Baroni, Marcos Avellar.

Abril de 2005. Carmélia Alves, Carminha Mascarenhas, Ellen de Lima e Violeta Cavalcante sobem ao palco do Teatro Rival, no Rio de Janeiro, para homenagear dez grandes divas da era do rádio: Carmen Miranda, Aurora Miranda, Aracy de Almeida, Dalva de Oliveira, Dolores Duran, Elizeth Cardoso, Linda Batista, Dircinha Batista, Isaura Garcia e Nora Ney.

Classificação livre

2º FESTIVAL DO JÚRI POPULAR

De 1º a 7 de fevereiro – entrada franca

Dia 01, 16h

competitiva 04, 92’

Classificação 14 anos

Áurea, de Zeca Ferreira, 16’, RJ, fic/doc

Curta sobre a cantora Áurea Martins. A festa acaba, músicos a pé.

Número 27, de Marcelo Lordello, 19’, PE, fic

O pesadelo de um escolar com dor de barriga.

O rim de Napoleão, de Fernando Coimbra, 5’, SP, fic

Um incidente transforma a vida dos amigos Napoleão e Pepe.

Pastoreio, de Alexandre R. Garcia, 17’, PR, doc/exp

A rotina de trabalho de Laudelino, pastor de ovelhas no Parque Barigui em Curitiba.

A ilha, de Alê Camargo, 10’, DF, Anim

O filme aborda de forma bem humorada, as dificuldades de se viver numa cidade grande.

Bomba!, de Lara Lima, Marcelo Lima e Renato Coelho, 5’, SP, exp

Uma refiguração dos eventos de maio de 1968.

Olhos de ressaca, de Petra Costa, 20’, RJ, doc/exp

Casal de idosos divaga sobre sua história.

Dia 01, 20h

Hors-Concours, 84’

Classificação 12 anos

Palace II, de Fernando Meirelles e Kátia Lund, 21’, SP/RJ, fic

A história de dois garotos, Laranjinha e Acerola, que moram em "Cidade de Deus" - uma das mais violentas favelas do Rio de Janeiro.

Calango Lengo, morte e vida sem ver água, de Fernando Miller, 10’, SP, anim.

Calango Lengo nordestino tem que cumprir o seu destino sem ter o que por no prato.

Mauro Shampoo, jogador, cabeleireiro e homem, de Leonardo Cunha Lima e Paulo Henrique Fontenelle, 20’, RJ/PE, doc

Historietas assombradas (para crianças mal criadas), de Victor-Hugo Borges, 15’, SP, anim.

Três histórias que sua avó não contou.

Narciso Rap, de Jeferson De, 18’, SP. Fic

Garoto de periferia ganha uma lâmpada mágica e pede ao gênio para ser visto branco pelos brancos e negro pelos negros.

Dia 02, 16h

Competitiva 05, 93’

Classificação 12 anos

A arquitetura do corpo, de Marcos Pimentel, 21’, MG, doc

Os bailarinos e suas formas, suas dores, seus sonhos.

Encontro em Marte, direção coletiva, 2’ ES, anim

Um garotinho que constrói um foguete e vai a Marte.

Holanda, de Álvaro Furloni e Lígia Diego, 12’, RJ, fic

Os sonhos de seu Jorge com a Holanda.

Menino Aranha, de Mariana Lacerda, 13’, SP, doc

A história de uma lenda urbana real que aconteceu em Recife, Pernambuco, no final da década de 90.

O Muro, de Diego Florentino, 5’, PR, fic/exp

Um garoto duela com o desconhecido ao tentar resgatar a bola que caiu no quintal do vizinho.

O Presidente, de Luiza Favale, 13’, SP. Fic

Victor tem olhos sadios e sonha ser presidente dos Estados Unidos.

O Plano do cachorro, de Arthur Lins e Ely Marques, 10’, PB, fic

Cachorros vagam solitários esperando a morte chegar.

Canosaone, de Fellipe Gamarano Barbosa, 17’, RJ, doc

Fabiano Canosa, curador de cinema.

Dia 02, 20h

Competitiva 01, 95’

Classificação 12 anos

O teu sorriso, de Pedro Freire, 19’, RJ, fic

Rodrigo e Suzana estão namorando há poucas semanas. Ele tem 72 anos, ela tem 60, e estão completamente apaixonados. Juntos, passam os dias grudados, na cama, namorando, batendo papo, comendo e rindo.

O Divino, de repente, de Fabio Yamaji, 7’, SP, anim/doc

Ubiraci Crispim de Freitas, personagem real conhecido por Divino, canta repentes e conta sua vida neste documentário animado com ficção experimental. Além do live-action, várias técnicas artesanais de animação sem uso de computador, compõem o filme: flipbook, desenho animado, rotoscopia, pixilation e stop motion.

De volta ao quarto 666, de Gustavo Spollidoro, 15’, RS, doc

Qual o futuro do cinema? Em 1982, em Cannes, Wim Wenders convidou diversos cineastas a responderem esta pergunta. 26 anos depois, a pergunta continua a mesma, mas Wenders está do outro lado da câmera.

Os Inocentes, de Davi Kolb, 7’, RJ, fic/exp

O mar tem jogado na praia pingüim, tartaruga gigante, cação, cachalote. Hoje: tem mulher nua.

Bibica, de Bernardo Belisário, 15 MG, fic/exp

Bibica (Evelyn Pereira), uma gangster de dez anos de idade, vive no perigoso mundo do tráfico de bonecas. Juntamente com sua gangue, aventura-se em um eletrizante jogo de violência, funk e bananas. Em meio a essa sangrenta guerra, Bibica encontra-se presa num sutil problema.

A montanha mágica, de Petrus Cariry, 13’, CE, doc/exp

De tanto se divertir lá em cima, ele caiu, quinze metros, faltou ar! Quais são os limites entre a realidade e ficção?Eu gostaria de lembrar um pouco mais. Um filme sobre uma memória da infância.

A guerra de Arturo, de Júlio Talbkin e Pedro Arantes, 19’, SP, fic

Arturo é um reles funcionário da redação de um grande jornal. Seu trabalho não tem emoção nem aventura: ele apenas digita mecanicamente as notícias do dia-a-dia. No entanto ele terá sua rotina quebrada quando, por um erro de digitação, deflagra acidentalmente uma guerra entre Brasil e Argentina. Agora só resta a Arturo consertar seu erro, salvar o mundo e ficar com a garota.




Dia 03, 16h

Competitiva 06, 96’

Classificação 14 anos

A distração de Ivan, de Caví Borges e Gustavo Melo, 15’, RJ, Fic

Ivan é um menino de 11 anos. Ele vive com a avó no subúrbio do Rio de Janeiro. Em meio ao seu cotidiano de brincadeiras e brigas com os amigos, ele irá amadurecer.

Prîara Jõ, depois do ovo, a guerra, de Komoi Panará, 15’, PE, doc

As crianças Panará apresentam seu universo em dia de brincadeiras na aldeia. O tempo da guerra acabou mas ainda continua vivo no imaginário das crianças.

Depois de tudo, de Rafael Saar, 12’, RJ, fic

Depois da despedida, a espera. Depois da espera, a volta. Depois de tudo, o que mais querem é estar juntos e um dia basta para esperarem pelo próximo.

Sweet Karolynne, de Ana Bárbara Ramos, 15’, PB, doc

Nem Elvis, nem Jarbas morreram. É tudo uma grande invenção.

Timing, de Amir Admoni, 8’, SP, fic/anim

Uma metáfora da inexorável passagem do tempo.

Nego fugido, Cláudio Marques e Marília Hughes, 16’, BA, fic

Brinquedo de nego forro fugido é abrir roda para mostrar que tudo é caça e caçador.

O menino que plantava invernos, de Victor Hugo Borges, 15, SP, anim

Antes de nascer, um menino tem seus pais mortos. Ele acredita que a tragédia foi causada por um maléfico dragão. Para se vingar, pensa em aniquilar o dragão trazendo à terra o pior frio já imaginado para congelar o monstro.

Dia 03, 20h

Competitiva 02, 96’

Classificação 12 anos

Teresa, de Renata Terra e Paula Szutan, 15’, SP, fic

Teresa vem a São Paulo para realizar o sonho do casamento. Mas ela é obrigada a mudar seus planosquando se vê diante de uma realidade bem menos romântica do que havia idealizado.

O anão que virou gigante, de Marão, 10, RJ, anim

A improvável – todavia autêntica – história do anão que virou gigante.

Oscar 07/02, de João Krefer, 9’, PR, exp/doc

Documentário experimental sobre uma obra contemporânea de arquitetura (o Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba). Adaptando preceitos de Niemeyer, o filme explora o potencial estético da construção, ao invés de oferecer um mero registro funcional e "realista".

Chapa, de Thiago Ricarte, 15’, SP, fic

Antônio, um trabalhador informal de beira de estrada, quebra a rotina de serviço para esperar a visita da filha.

O controle dos zumbis, de Gabriel Marzinotto, 11’, SP, fic

A família de Pedro não poderia imaginar que existia um zumbi aprisionado no porão da casa que eles acabaram de comprar. E o que deveria ser um novo lar vira uma disputa com mortos-vivos, entre rituais de purificação e humanos em fúria. Agora o dono da casa será aquele que tiver o controle nas mãos.

Dois mundos, de Thereza Jessouroun, 15’, RJ, doc

Para os surdos, existem dois mundos: o mundo do silêncio e o mundo sonoro. Este filme é sobre a experiência com o mundo sonoro dos surdos que transitam entre os dois mundos .

A invasão do Alegrete, de Diego Muller, 21’, RS, fic

Brasil, Rio Grande do Sul. Duas cidades vizinhas: Alegrete e Uruguaiana. Uma rivalidade histórica. Após a instalação do primeiro telefone público em Alegrete, dois uruguaianenses resolvem passar um trote em Doutor Sérgio, único possuidor de telefone da cidade rival: Uruguaiana prepara A Invasão do Alegrete. Famoso em dar notícias ruins vindas de longe, Doutor Sérgio parte, junto com seu fiel escudeiro Paulinho, numa jornada repleta de surpresas em busca de ajuda para defender a cidade.

Dia 04, 16h

Hors-Concours, 84’

Classificação 12 anos

Palace II, de Fernando Meirelles e Kátia Lund, 21’, SP/RJ, fic

A história de dois garotos, Laranjinha e Acerola, que moram em "Cidade de Deus" - uma das mais violentas favelas do Rio de Janeiro.

Calango Lengo, morte e vida sem ver água, de Fernando Miller, 10’, SP, anim.

Calango Lengo nordestino tem que cumprir o seu destino sem ter o que por no prato.

Mauro Shampoo, jogador, cabeleireiro e homem, de Leonardo Cunha Lima e Paulo Henrique Fontenelle, 20’, RJ/PE, doc

Mauro Shampoo, cabelereiro e ex-jogador de futebol, ficou famoso por jogar no Ibis Sport Club conhecido como o Pior Time de Futebol do Mundo.

Historietas assombradas (para crianças mal criadas), de Victor-Hugo Borges, 15’, SP, anim.

Três histórias que sua avó não contou, senão você ia fazer xixi na cama.

Narciso Rap, de Jerfeson De, 18’, SP. Fic

Narciso, um garoto negro de periferia, ganha uma lâmpada mágica e pede ao gênio para ser visto branco pelos brancos e negro pelos negros...

Dia 04, 20h

Competitiva 03, 96’

Classificação 10 anos

Sobre, Sofia, de André Mielnik, 16’, RJ, fic

A vida que a gente leva, e a vida que a gente se deixa levar.

Silêncio e Sombras, de Murilo Hauser, 9’, PR, anim

Quem cavalga tão tarde pela noite e pelo vento?

98001075056, de Felipe Barros, 3’, SP, exp

Guardados nos corpos dos nossos velhos...

Zigurate, de Carlos Eduardo Nogueira, 20’, SP, anim/exp

Acima das nuvens, próximo dos céus, longe da terra. Uma alegoria cínica da sociedade de castas e da incomunicabilidade.

Restos de Antônio, de Mariska Michalick, 13’, RJ, fic

Creusa recebe a ligação de uma patroa que pede o favor de atender um amigo que precisa de uma faxineira para substituir sua diarista doente. Para Creuza era mais um abençoado dia de trabalho, para Paulo, um inconveniente e mau humorado dia de faxina. Creuza encontra tudo sujo e bagunçado, sem se dar conta, acaba por faxinar a casa e também a vida de Paulo.

O filme mais violento do mundo, de Gilberto Scarpa, 17’, MG, fic

Um produtor de cinema de origem humilde pede ajuda a um amigo produtor bem sucedido, que o convence a fazer um filme cheio de sangue e violência.

Muro, de Tião, 18’, PE, exp/fic

Alma no vácuo, deserto em expansão.

Dia 05, 16h

Competitiva 02, 96’

Classificação 12 anos

Teresa, de Renata Terra e Paula Szutan, 15’, SP, fic

Teresa vem a São Paulo para realizar o sonho do casamento. Mas ela é obrigada a mudar seus planosquando se vê diante de uma realidade bem menos romântica do que havia idealizado.

O anão que virou gigante, de Marão, 10, RJ, anim

A improvável – todavia autêntica – história do anão que virou gigante.

Oscar 07/02, de João Krefer, 9’, PR, exp/doc

Documentário experimental sobre uma obra contemporânea de arquitetura (o Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba). Adaptando preceitos de Niemeyer, o filme explora o potencial estético da construção, ao invés de oferecer um mero registro funcional e "realista".

Chapa, de Thiago Ricarte, 15’, SP, fic

Antônio, um trabalhador informal de beira de estrada, quebra a rotina de serviço para esperar a visita da filha.

O controle dos zumbis, de Gabriel Marzinotto, 11’, SP, fic

A família de Pedro não poderia imaginar que existia um zumbi aprisionado no porão da casa que eles acabaram de comprar. E o que deveria ser um novo lar vira uma disputa com mortos-vivos, entre rituais de purificação e humanos em fúria. Agora o dono da casa será aquele que tiver o controle nas mãos.

Dois mundos, de Thereza Jessouroun, 15’, RJ, doc

Para os surdos, existem dois mundos: o mundo do silêncio e o mundo sonoro. Este filme é sobre a experiência com o mundo sonoro dos surdos que transitam entre os dois mundos .

A invasão do Alegrete, de Diego Muller, 21’, RS, fic

Brasil, Rio Grande do Sul. Duas cidades vizinhas: Alegrete e Uruguaiana. Uma rivalidade histórica. Após a instalação do primeiro telefone público em Alegrete, dois uruguaianenses resolvem passar um trote em Doutor Sérgio, único possuidor de telefone da cidade rival: Uruguaiana prepara A Invasão do Alegrete. Famoso em dar notícias ruins vindas de longe, Doutor Sérgio parte, junto com seu fiel escudeiro Paulinho, numa jornada repleta de surpresas em busca de ajuda para defender a cidade.


Dia 05, 20h

Competitiva 04, 92’

Classificação 14 anos

Áurea, de Zeca Ferreira, 16’, RJ, fic/doc

Curta sobre a cantora Áurea Martins. A festa acaba, músicos a pé.

Número 27, de Marcelo Lordello, 19’, PE, fic

O pesadelo de um escolar com dor de barriga.

O rim de Napoleão, de Fernando Coimbra, 5’, SP, fic

Napoleão e Pepe sempre foram adversários. Mas um incidente vai transformar ou não, essa velha relação.

Pastoreio, de Alexandre R. Garcia, 17’, PR, doc/exp

A rotina do trabalho de Laudelino, pastor de ovelhas no Parque Barigüi em Curitiba há quase 20 anos, em meio à região urbana e inúmeras pessoas que praticam esportes ou passam suas horas de lazer

A ilha, de Alê Camargo, 10’, DF, Anim

O filme aborda de forma bem humorada, as dificuldades de se viver numa cidade grande.

Bomba!, de Lara Lima, Marcelo Lima e Renato Coelho, 5’, SP, exp

Uma refiguração dos eventos de maio de 1968.

Olhos de ressaca, de Petra Costa, 20’, RJ, doc/exp

Em Olhos de Ressaca, Vera e Gabriel, um casal de idosos, divagam sobre sua própria história. Neste re-memorar, imagens de arquivo familiar se confundem com imagens do presente, sugerindo um diário pessoal e onírico acerca do amor e da morte.


Dia 06, 16h

Competitiva 03, 96’

Classificação 10 anos

Sobre, Sofia, de André Mielnik, 16’, RJ, fic

A vida que a gente leva, e a vida que a gente se deixa levar.

Silêncio e Sombras, de Murilo Hauser, 9’, PR, anim

Quem cavalga tão tarde pela noite e pelo vento?

98001075056, de Felipe Barros, 3’, SP, exp

Guardados nos corpos dos nossos velhos...

Zigurate, de Carlos Eduardo Nogueira, 20’, SP, anim/exp

Acima das nuvens, próximo dos céus, longe da terra. Uma alegoria cínica da sociedade de castas e da incomunicabilidade.

Restos de Antônio, de Mariska Michalick, 13’, RJ, fic

Creusa recebe a ligação de uma patroa que pede o favor de atender um amigo que precisa de uma faxineira para substituir sua diarista doente. Para Creuza era mais um abençoado dia de trabalho, para Paulo, um inconveniente e mau humorado dia de faxina. Creuza encontra tudo sujo e bagunçado, sem se dar conta, acaba por faxinar a casa e também a vida de Paulo.

O filme mais violento do mundo, de Gilberto Scarpa, 17’, MG, fic

Um produtor de cinema de origem humilde pede ajuda a um amigo produtor bem sucedido, que o convence a fazer um filme cheio de sangue e violência.

Muro, de Tião, 18’, PE, exp/fic

Alma no vácuo, deserto em expansão.

Dia 06, 20h

Competitiva 05, 93’

Classificação 12 anos

A arquitetura do corpo, de Marcos Pimentel, 21’, MG, doc

Os bailarinos e suas formas, suas dores, seus sonhos.

Encontro em Marte, direção coletiva, 2’ ES, anim

Um garotinho que constrói um foguete e vai a Marte.

Holanda, de Álvaro Furloni e Lígia Diego, 12’, RJ, fic

Os sonhos de seu Jorge com a Holanda.

Menino Aranha, de Mariana Lacerda, 13’, SP, doc

A história de uma lenda urbana real que aconteceu em Recife, Pernambuco, no final da década de 90.

O Muro, de Diego Florentino, 5’, PR, fic/exp

Um garoto duela com o desconhecido ao tentar resgatar a bola que caiu no quintal do vizinho.

O Presidente, de Luiza Favale, 13’, SP. Fic

Victor tem olhos sadios e sonha ser presidente dos Estados Unidos.

O Plano do cachorro, de Arthur Lins e Ely Marques, 10’, PB, fic

Cachorros vagam solitários esperando a morte chegar.

Canosaone, de Fellipe Gamarano Barbosa, 17’, RJ, doc

Fabiano Canosa, curador de cinema.

Dia 07, 16h

Competitiva 01, 95’

Classificação 12 anos

O teu sorriso, de Pedro Freire, 19’, RJ, fic

Rodrigo e Suzana estão namorando há poucas semanas. Ele tem 72 anos, ela tem 60, e estão completamente apaixonados. Juntos, passam os dias grudados, na cama, namorando, batendo papo, comendo e rindo.

O Divino, de repente, de Fabio Yamaji, 7’, SP, anim/doc

Ubiraci Crispim de Freitas, personagem real conhecido por Divino, canta repentes e conta sua vida neste documentário animado com ficção experimental. Além do live-action, várias técnicas artesanais de animação sem uso de computador, compõem o filme: flipbook, desenho animado, rotoscopia, pixilation e stop motion.

De volta ao quarto 666, de Gustavo Spollidoro, 15’, RS, doc

Qual o futuro do cinema? Em 1982, em Cannes, Wim Wenders convidou diversos cineastas a responderem esta pergunta. 26 anos depois, a pergunta continua a mesma, mas Wenders está do outro lado da câmera.

Os Inocentes, de Davi Kolb, 7’, RJ, fic/exp

O mar tem jogado na praia pingüim, tartaruga gigante, cação, cachalote. Hoje: tem mulher nua.

Bibica, de Bernardo Belisário, 15 MG, fic/exp

Bibica (Evelyn Pereira), uma gangster de dez anos de idade, vive no perigoso mundo do tráfico de bonecas. Juntamente com sua gangue, aventura-se em um eletrizante jogo de violência, funk e bananas. Em meio a essa sangrenta guerra, Bibica encontra-se presa num sutil problema.

A montanha mágica, de Petrus Cariry, 13’, CE, doc/exp

De tanto se divertir lá em cima, ele caiu, quinze metros, faltou ar! Quais são os limites entre a realidade e ficção?Eu gostaria de lembrar um pouco mais. Um filme sobre uma memória da infância.

A guerra de Arturo, de Júlio Talbkin e Pedro Arantes, 19’, SP, fic

Arturo é um reles funcionário da redação de um grande jornal. Seu trabalho não tem emoção nem aventura: ele apenas digita mecanicamente as notícias do dia-a-dia. No entanto ele terá sua rotina quebrada quando, por um erro de digitação, deflagra acidentalmente uma guerra entre Brasil e Argentina. Agora só resta a Arturo consertar seu erro, salvar o mundo e ficar com a garota.

Dia 07, 20h

Competitiva 06, 96’

Classificação 14 anos

A distração de Ivan, de Caví Borges e Gustavo Melo, 15’, RJ, Fic

Ivan é um menino de 11 anos. Ele vive com a avó no subúrbio do Rio de Janeiro. Em meio ao seu cotidiano de brincadeiras e brigas com os amigos, ele irá amadurecer.

Prîara Jõ, depois do ovo, a guerra, de Komoi Panará, 15’, PE, doc

As crianças Panará apresentam seu universo em dia de brincadeiras na aldeia. O tempo da guerra acabou mas ainda continua vivo no imaginário das crianças.

Depois de tudo, de Rafael Saar, 12’, RJ, fic

Depois da despedida, a espera. Depois da espera, a volta. Depois de tudo, o que mais querem é estar juntos e um dia basta para esperarem pelo próximo.

Sweet Karolynne, de Ana Bárbara Ramos, 15’, PB, doc

Nem Elvis, nem Jarbas morreram. É tudo uma grande invenção.

Timing, de Amir Admoni, 8’, SP, fic/anim

Uma metáfora da inexorável passagem do tempo.

Nego fugido, Cláudio Marques e Marília Hughes, 16’, BA, fic

Brinquedo de nego forro fugido é abrir roda para mostrar que tudo é caça e caçador.

O menino que plantava invernos, de Victor Hugo Borges, 15, SP, anim

Antes de nascer, um menino tem seus pais mortos. Ele acredita que a tragédia foi causada por um maléfico dragão. Para se vingar, pensa em aniquilar o dragão trazendo à terra o pior frio já imaginado para congelar o monstro.


publicado por o editor às 13:49
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Inspirado em Hermeto Pascoal, Cumieira apresenta-se na Oficina de Música de Curitiba


Alunos da Unicamp formam o grupo Cumieira, que tem Hermeto Pascoal como fonte de inspiração. O grupo apresenta-se nesta quinta-feira, às 19h, no Sesc da Esquina.

 

Nesta quinta (28), às 19h, no Sesc da Esquina, o grupo Cumieira apresenta um espetáculo que une performance bem-humorada e música de alto nível. Formado por clarinete, voz, saxofone, piano, guitarra, baixo e bateria, Cumieira apresenta composições próprias inspiradas na linguagem criativa de Hermeto Pascoal.

O Cumieira surgiu em 2008, com a reunião de sete estudantes do curso de Música Popular da Unicamp, que tinham como objetivo pesquisar a linguagem de Hermeto Pascoal. Com orientação do professor Mario Campos, o grupo transformou a vivência com a obra de Hermeto e Itiberê Zwarg em releituras e composições próprias.

O grupo destaca-se no meio universitário e já se apresentou em vários eventos da Unicamp, como a Parada Cultural 2008, o Unicamp de Portas Abertas (onde compareceram mais de 3 mil jovens), a recepção ao antropólogo americano Anthony Seeger, o Encontro Brasil-Japão, entre outros. Também participou do Feia (Festival do Instituto de Artes - edições de 2008 e 2009).

Este ano, o grupo foi contemplado pelo edital FICC (Fundo de Investimentos Culturais de Campinas - SP), e está em fase final de gravação de seu primeiro disco, intitulado "Festa da Cumieira". O disco, que tem previsão de lançamento para janeiro de 2010, conta com direção artística de Mário Campos e participação especial de Tom Zé.

Na 28ª Oficina de Música, o Cumieira apresenta um show de música instrumental peculiar. Brincando com a mistura de erudição musical e performance carismática, os músicos envolvem o público e torna-o parte integrante do show.

 

Serviço:

28ª Oficina de Música de Curitiba - 18ª Oficina de MPB

Grupo Cumieira

Data e horário: dia 28 de janeiro de 2010 (quinta-feira), às 19h

Local: Teatro do Sesc da Esquina (Rua Visconde do Rio Branco, 969)

Ingressos: R$ 10 ou R$ 5 (mais um quilo de alimento não perecível)

Venda de ingressos diretamente na bilheteria do teatro, uma hora antes do espetáculo.

 

Programa:

1. Poré Poré (Hermeto Pascoal)

2. Quando Todos Se Encontram (Fernando Sagawa)

3. Outra Coisa (Mario Campos)

4. Nada É O Que Parece Ser (Gustavo Santos)

5. O Abandono (Maria Beraldo Bastos)

6. Um Chorinho Em Gothan City (Henrique Ensenmann)

7. Montreux (Hermeto Pascoal)

8. Celso (Hermeto Pascoal)

9. Influenza (Gustavo Santos)

10. Caubói (Henrique Eisenmann)

11. Um Olhar a Cada Dia

12. Aguas de Março (Tom Jobim)

13. Morro do Pântano do Sul (Gustavo Santos)

 

Ficha Técnica:

Voz - Lívia Nestrovski

Clarinete - Maria Beraldo Bastos

Saxofone - Fernando Seiji Sagawa

Guitarra - Gustavo de Medeiros

Piano - Henrique Eisenmann

Baixo - Júlio Melo

Bateria - Dhieego Andrade

 


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ALTERAÇÃO DE FILME NA PROGRAMAÇÃO DA OFICINA DE MUSICA - CINEMATECA


Dia 28 - às 19 horas - quinta-feira
 

ÓPERA DO MALANDRO (BR, 1986 – 100’). Direção de Ruy Guerra e participação de Chico Buarque.

Nos anos 40, malandro elegante e popular figura do boêmio bairro carioca da Lapa, explora cantora de cabaré e vive de pequenos trambiques. Até que surge Ludmila, a filha do dono do cabaré, que pretende tirar proveito da guerra fazendo contrabando.


Dia 29 - às 16:30 horas - sexta-feira

CORAÇÕES A MIL (BR, 1981- 99). Direção de Jom Tob Azulay. Com Joel Barcellos, Regina Casé, Suzana de Moraes, Gilberto Gil, Nara Gil, Flora Giordano, Paulo César Peréio, Caetano Veloso.

Corações a Mil explora o comportamento da tietagem entre os fãs da música pop. É uma história da música pop, misturando música, cinema, teatro, vida, cotidiano brasileiro, paisagem, culturas, gente jovem, o fenômeno da massificação. Tudo isso é o mais importante do filme, porque não se trata apenas de um musical do Gil para o cinema.


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Autor de Best Seller debate sobre o Capitalismo no XXIII Fórum da Liberdade


O evento ocorrerá nos dias 12 e 13 de abril no Centro de Eventos da PUCRS, em Porto Alegre,

O Instituto de Estudos Empresariais (IEE) confirma a presença do historiador americano e autor do best seller New York Times Thomas Wood, no XXIII Fórum da Liberdade, que acontecerá nos dias 12 e 13 de abril, onde debaterá sobre o tema Capitalismo.

Thomas Wood é autor de A Igreja e o Mercado: Uma Defesa católica da economia livre. Seu livro de 2005, Built Western Civilization, rendeu um episódio para série de televisão, que examina a influência da Igreja sobre a lei, a moral, a ciência e a erudição.

Ao longo das 22 edições já realizadas, o Fórum da Liberdade reuniu 50 mil participantes, com 227 conferencistas, 6 chefes de Estado, 4 ganhadores do Prêmio Nobel de Economia, 99 acadêmicos e intelectuais, 21 ministros de Estado e 24 lideranças empresariais.

Através dos grandes conferencistas que reúne em Porto Alegre, e da seriedade e dedicação colocada em cada atividade, o Fórum alcançou reconhecimento e credibilidade nacional e internacional.

Entres os grandes nomes presentes no histórico do Fórum da Liberdade, já estiveram em Porto Alegre lideranças como: Almir Pazzianotto, Armando de La Torre, Armínio Fraga, César Maia, Ciro Gomes, Deepak Kumar Lal, Domingo Cavallo, Donald Stewart Jr, Douglass North, Felipe Larraín, Fernando Collor de Mello, Fernando Henrique Cardoso, Gary Becker, Geraldo Alckmin, Henrique Meirelles, Henry Maksoud, Hernan Büchi, Hernando de Soto, James Buchanan, James Heckman, John Danilovich,
Jorge Batle, Jorge Gerdau Johannpeter, José Maria Aznar, José Serra, Luiz Inácio Lula da Silva, Marco Maciel, Mário Vargas Llosa, Nelson Jobim, Paulo Renato Souza, Pedro Malan, Pedro Parente, Ricardo Murphy, Roberto Campos, Ruth Richardson, Vicente Fox, Walter Willians.


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Sons da América Latina em show no Teatro da Reitoria


A Oficina de MPB promove uma Noite Latino-Americana com apresentação de professores, às 21h desta quinta-feira (28). O brasileiro Benjamin Taubkin, os argentinos Mariana Baraj e Willy Gonzalez, mais o uruguaio Hugo Fattoruso tomam conta do palco para mostrar a diversidade de linguagens musicais.

 

 

A Noite Latino-Americana que a Oficina de MPB promove nesta quinta-feira (28) leva ao Teatro da Reitoria, às 21h, o brasileiro Benjamin Taubkin, os argentinos Mariana Baraj e Willy Gonzalez, mais o uruguaio Hugo Fattoruso e seu grupo Rey Tambor, para um espetáculo de ritmos variados. Nas salas de aula, os músicos revelaram aos alunos a diversidade de linguagens musicais que agora apresentam no palco. A união dessas facetas sonoras resultou num panorama do que é produzido na América Latina.

 

O brasileiro Benjamin Taubkin surpreende pela multiplicidade de atuações. Pianista, compositor, arranjador e produtor musical, é um dos nomes mais requisitados para a curadoria de festivais de música e seleção de concursos – como Prêmio Visa Instrumental, Prêmio Sérgio Mota e Mercado Cultural da Bahia –, além de comandar a gravadora Núcleo Contemporâneo, que tem um catálogo com mais de 30 CDs lançados.

 

Folclore argentino As melodias e os ritmos da Argentina encontram analogia com repertórios folclóricos de diferentes lugares do mundo, a partir do trabalho desenvolvido pela cantora e percussionista Mariana Baraj. A artista apresenta um repertório de clássicos populares latino-americanos, ao lado de novos timbres e texturas que surgem a partir de uma fusão de estilos. A pesquisa de Mariana Baraj levou a uma inovadora visão do folclore tradicional, gerando novos significados para os sons.

 

Acompanhar o desenvolvimento da música popular, ao mesmo tempo em que resgata toda a riqueza da música latino-americana, é a proposta de Willy Gonzalez. O compositor e baixista argentino, que teve seu disco mais recente vencedor dos prêmios Gardel à Música 2008 – como melhor álbum de folclore e melhor álbum novo artista de folclore –, foi declarado pela imprensa de seu país como uma das “contribuições mais originais do folclore local, nos últimos dez ou vinte anos”.

 

Ritmo uruguaioNo show desta quinta-feira (28), Fattoruso e o grupo Rey Tambor dividem com o público a cadência e versatilidade do candombe. Com uma vitoriosa carreira solo, Fattoruso também compartilhou palcos e gravações com músicos conhecidos, entre eles os brasileiros Chico Buarque de Holanda, Milton Nascimento, Djavan, Fafá de Belém, Miucha, Maria Bethânia e muitos outros.

 

A paixão de Hugo pelo candombe o levou a formar, em 2001, o grupo Rey Tambor, junto com os percussionistas Diego Paredes (tambor piano), Fernando Núñez (tambor chico) e Noé Núñez (tambor repique). Os três percussionistas não são apenas descendentes de africanos, mas também filhos de construtores de tambores, tocadores, cantores e compositores do gênero. O repertório do grupo é composto por clássicos do candombe de vários autores uruguaios, alguns transmitidos de geração em geração e que nunca haviam sido registrados em disco.

 

Serviço:

28ª Oficina de Música de Curitiba – 18ª Oficina de MPB

Noite Latino-Americana

Data e horário: dia 28 de janeiro de 2010 (quinta-feira), às 21h

Local: Teatro da Reitoria (Rua XV de Novembro, 1.299)

Ingressos: R$ 10 ou R$ 5 (mais um quilo de alimento não perecível)


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MICO


Jornal cobra por conteúdo online e consegue apenas 35 assinantes em três meses


O jornal americano Newsday decidiu, em outubro do ano passado, cobrar pelo acesso ao seu conteúdo na internet. Agora, três meses depois, o resultado da ação: apenas 35 pessoas fizeram a assinatura. O site cobra US$ 5 pelo acesso por uma semana ou US$ 260 por um ano.

O número foi divulgado informalmente, pelo diretor de redação, Terry Jimenez, durante uma reunião. Apesar de não confirmar oficialmente, a empresa não contesta nem apresenta outros valores.

O Newsday investiu cerca de US$ 4 milhões na reformulação do seu site na internet. Com as 35 assinaturas, arrecadou aproximadamente US$ 9 mil.

A empresa rebate as críticas afirmando que não tinha intenção de gerar receita com assinaturas, já que o acesso ao site é permitido aos assinantes da versão impressa ou do serviço de TV paga Cablevision Optimum Online.

“Dado o número de residências no nosso mercado que possui acesso ao site do Newsday como resultado de outras assinaturas, não é surpresa que um número relativamente modesto tenha optado por pagar”, afirmou uma porta-voz da companhia.


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Quarta-feira, 27 de Janeiro de 2010

Festas nas quadras paulistanas


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LANÇAMENTO DA ZIT



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EDITORA ESCALA APRESENTA PROJETO


DE BRANDING QUE MARCA SUA NOVA FASE

Visando preparar-se para o futuro com estratégias de negócios que promovam ações de aplicação imediata, a Editora Escala acaba de concluir um trabalho de consultoria de branding assinada pela LG Help, de Luis Grottera.

O trabalho que durou 12 meses e já começou a ser implementado, recomendou, por exemplo, a criação de um departamento de publicidade que centralizará todo processo de comercialização junto às agências e anunciantes e um departamento de comunicação que dará novo ritmo ao crescimento mantido pela Editora no mercado.

Para Hercílio de Lourenzi, presidente do Grupo Escala, a primeira meta da empresa já foi alcançada: "A Escala é uma das maiores editoras brasileiras em número de vendas de exemplares e possui mais de 100 títulos em seu repertório de publicações. Agora, chegou o momento de priorizarmos o mercado publicitário. A idéia da consultoria de branding é justamente ampliar nosso espectro de ação, sem perder a identidade que fez nosso sucesso até hoje".

Para Luis Grottera, fazer um projeto de branding do tamanho e da profundidade que foi feito na ESCALA é fascinante. “Você precisa captar o DNA da empresa e tornar isso um elemento diferencial, fazer com que toda a organização se reconheça no seu verdadeiro potencial, difundir isso para todos seus colaboradores e só então sair à conquista do seu mercado potencial."

Luis Grottera, que opera com uma estrutura exclusiva de abordagem e geração de resultados chamada Blue Trip, acredita que "a ESCALA é uma empresa impressionante. Criou seu próprio modelo de negócio, diferente do adotado pela líder do segmento. Diferente! Nem melhor, nem pior. A idéia é mostrar que o mercado publicitário acabou de ganhar um novo player, que já nasce maduro, com 30 títulos de grande destaque e potencial publicitário e com um enorme tesão de editar, produzir e imprimir revistas no Brasil".

Uma campanha publicitária também está prevista para apresentar ao mercado o posicionamento e as estratégias da Escala para competir no seu setor de atuação.

Sobre a Editora Escala

A Editora Escala foi fundada em 1992 pelo empresário Hercílio de Lourenzi e hoje constitui o Grupo Escala de Publicações - um conglomerado de cinco empresas (Editora Escala, Escala Empresa de Comunicação, Escala Empresa de Comunicação Integrada, Oceano Indústria Gráfica e Escala Educacional). Atua nas áreas de edição, impressão, logística e distribuição de livros didáticos, paradidáticos e de revistas, e emprega diretamente 1.176 funcionários.


Tem como missão divulgar a informação e o conhecimento com responsabilidade social e ambiental. Sua visão é a de um país onde todas as pessoas tenham acesso à leitura e à informação e assim possam construir uma vida melhor.

A Editora Escala conta com títulos já consagrados no mercado nacional, entre eles - 7 Dias com Você, Atrevida, Atrevidinha, Bella Noiva, Car and Driver Brasil, Carreira & Negócios, Casa & Construção, Conta Mais, Corpo a Corpo, DCasa, Decora Baby, Decorando Casamentos, Dieta Já!, Festaviva, Filosofia, GEO, Leituras da História, Maxim, Molde & Cia, Psique, Raça Brasil; Sociologia;TV Brasil; TV Novelas; Vida Natural; Visão Jurídica; Viva Saúde. Além das revistas, conta com livros licenciados de diversos segmentos e coleções literárias dos grandes pensadores do Brasil e da humanidade, como Nietzsche, Machado de Assis, Marx, Voltaire e Kant.

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publicado por o editor às 11:44
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NO PRELO


Chão de terra, de Rosiska
Darcy de Oliveira


De A a X,
de John Berger


Rosebud,
de Pierre Assouline


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