Terça-feira, 29 de Janeiro de 2013

31ª Oficina de Música encerra com show de jazz e pagode do Sardinhas’s Club

 




            Samba, jazz, choro, bossa-nova e funk se misturam na música do Pagode Jazz Sardinha’s Club, a grande atração de encerramento da 31ª Oficina de Música de Curitiba.  O grupo carioca, que reúne nomes consagrados da música instrumental brasileira, fecha a programação de shows e concertos da segunda fase da Oficina nesta terça-feira (29), às 21h, no Teatro Guaíra.


            No show, o Sardinhas’s Club apresenta o repertório do CD “Cidade Mestiça”. Formado em 1997, o grupo mantém sua formação inicial praticamente intocada e segue a proposta de reunir diversos gêneros musicais em arranjos de qualidade. Alguns dos integrantes do grupo participaram da Oficina também como professores. É o caso de Rodrigo Lessa, que deu aulas de bandolim, e Xande Figueiredo e Marcos Esguleba, que ficaram com as turmas de bateria e percussão. A banda é formada também por Roberto Marques (trombone), Bernardo Bosisio (violão e guitarra), Eduardo Neves (saxofone e flauta) e Edson Menezes (baixo).


Com shows realizados no Brasil e no exterior, o Pagode Jazz Sardinha’s Club montou o repertório de “Cidade Mestiça” de forma a exaltar a mestiçagem como valor maior da cultura brasileira. A partir daí, e sempre com muito humor, a individualidade e o valor de cada músico se integram de maneira completa. O disco é dedicado a Paulo Moura e relembra algumas composições do maestro e saxofonista que rompeu os limites da música instrumental e construiu uma ponte entre linguagens que pouco se comunicavam, como choro, o jazz e a bossa-nova.


Muitas das composições são homenagens de autores brasileiros às mulheres: Índia” (J.A.Flores/M.O.Guerreiros) /”Branca” (Zequinha de Abreu/Duque Abramonte); “Morena do Mar” (Dorival Caymmi); “Olha a Pretinha” (Eduardo Neves/Rodrigo Lessa); “Lola Crioula” (Geraldo Babão/Roberto Mendes) e “Criola” (Rodrigo Lessa/Eduardo Neves).


 “À Queima Roupa” (Eduardo Neves/Rodrigo Lessa), “Praia do Pinto” (Eduardo Neves/Rodrigo Lessa/Luis Louchard), “El Suinguer” (Rodrigo Lessa), “Salsixe” (Roberto Marques/Rodrigo Lessa) e “Pedra Verde” (Roberto Marques) formam uma sequência precisa e bem articulada que dá a oportunidade de todos os músicos mostrarem as qualidades que os fazem ser requisitados para tocar com os mais importantes músicos da música popular. “Na Glória” (Ary Santos/Raul de Barros), “Machucando o Jiló (Geraldo Babão) e “Baixo Ventre (Eduardo Neves/Rodrigo Lessa) completam a mistura musical proposta pelo grupo. Os arranjos são assinados por cinco de seus músicos: Rodrigo Lessa, Eduardo Neves, Roberto Marques, Bernardo Bosisio e Marcos Esguleba (que estreia como cantor nas duas faixas assinadas por Geraldo Babão).




Para realizar a Oficina de Música, a Prefeitura e a Fundação Cultural de Curitiba contam com patrocínio do Ministério da Cultura, Petrobras, Sanepar e Copel. Além disso, têm os seguintes apoios: Air France, Centro Cultural Teatro Guaíra, Consulado Geral da República da Polônia em Curitiba, Consulado Geral dos Estados Unidos em São Paulo, Escola de Música e Belas Artes do Paraná, Escritório do Quebec, FAP - Faculdade de Artes do Paraná, Família Farinha, Goethe-Institut Curitiba, ICAC - Instituto Curitiba de Arte e Cultura, Paróquia Senhor Bom Jesus dos Perdões, Pró-Reitoria de Extensão e Cultura da UFPR, Rádio e Televisão Educativa do Paraná E-Paraná, Polloshop, SEEC -Secretaria de Estado da Cultura, SESC da Esquina, SESC Paraná, SESC Paço da Liberdade, UTFPR - Universidade Tecnológica Federal do Paraná. Também contam com o apoio do Projeto Conta Cultura e do Governo do Estado do Paraná.



Serviço:

31ª Oficina de Música Brasileira – 21ª Oficina de MPB

Show de encerramento com Pagode Jazz Sardinha’s Club

Local: Auditório Bento Munhoz da Rocha Netto – Teatro Guaíra (R. Conselheiro Laurindo, s/nº – Centro)

Data e horário: 29 de janeiro de 2013 (terça-feira), às 21h

Ingressos: R$ 30 e R$ 15
publicado por o editor às 13:32
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Segunda-feira, 28 de Janeiro de 2013

Ação integrada garante mais nos eventos carnavalescos

 

          Representantes da Prefeitura, da Polícia Militar e do bloco Garibaldis e Sacis estiveram reunidos nesta quarta-feira (23), na sede da Fundação Cultural de Curitiba, para estabelecer uma ação integrada de todos os envolvidos nos eventos pré-carnavalescos, garantindo assim mais segurança e tranquilidade à população. A festa, que reúne milhares de pessoas no Largo da Ordem, ao som das marchinhas de Carnaval, começou no último domingo (20) e terá mais três edições – duas no centro histórico (dias 27 de janeiro e 3 de fevereiro) e uma no bairro Sítio Cercado (2 de fevereiro). De acordo com o superintendente da Fundação Cultural de Curitiba, Igor Cordeiro, o encontro teve o objetivo de dar o suporte para que os órgãos envolvidos troquem informações e ajustem seus procedimentos. “Os eventos pré-carnavalescos têm crescido ano a ano, ganhando grandes proporções. Sabendo que a população participa e se diverte, é nossa responsabilidade fazer com que essas festividades aconteçam da melhor maneira possível”, disse Igor Cordeiro.   Participaram da reunião, convocada pela Fundação Cultural, agentes da Guarda Municipal, das secretarias municipais do Meio Ambiente, Turismo, Urbanismo e de Trânsito (Setran), e do 22º Batalhão da Polícia Militar, responsável pelo policiamento da área do centro histórico. Também estiveram presentes, além dos coordenadores dos Garibaldis e Sacis, Luiz Nobre e Rogério Guiraud, os coordenadores da caminhada Zombie Walk, Doca Soares e Flávia Nogueira. A Zombie Walk acontece pelo quinto ano consecutivo e da mesma forma vem se tornando uma marca do carnaval curitibano. 


 
publicado por o editor às 14:52
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Cordiolli reafirma intenção de tornar Curitiba centro de música antiga

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O presidente da Fundação Cultural de Curitiba (FCC), Marcos Cordiolli, aproveitou dois encontros ocorridos nesta quinta-feira (24) - o primeiro com o cônsul geral dos EUA em São Paulo, Dennis Hankins, e outro com o cônsul geral do Japão em Curitiba, Yoshio Uchiyama - para reafirmar a intenção em consolidar a capital paranaense como centro de música antiga e também como um pólo exportador cultural.
Os encontros aconteceram nesta quinta-feira (24), quando Hankins e Uchiyama visitaram o prefeito Gustavo Fruet. Eles estiveram acompanhados do cônsul americano de relações institucionais, Ryan M. Reid, do cônsul-geral adjunto Takahiro Iwato, da vice-cônsul japonesa Nana Kawamoto, e do presidente do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc), Sérgio Pires.

Durante a conversa com o cônsul norte-americano, Cordiolli destacou as ações já em andamento da Oficina de Música de Curitiba - evento que está sendo realizado atualmente - e como pretende ampliá-las para a cidade se tornar um centro de música antiga. “Para isso, queremos firmar parcerias com instituições americanas e europeias, com grande tradição na área, para trazer especialistas e orquestras que vão ajudar na formação de músicos em Curitiba”, revelou.
No encontro com o cônsul japonês, o presidente da FCC lembrou das parcerias da instituição com o consulado japonês para o intercâmbio cultural e a futura criação, em Curitiba, de um centro de negócios da área cultural, para levar produtos culturais curitibanos e paranaenses a feiras e festivais nacionais e internacionais. “O fortalecimento da área cultural é uma das prioridades de nossa gestão. Ela também será responsável pela geração de riqueza para a cidade”, confirmou o prefeito Gustavo Fruet.
O presidente do Ippuc, Sérgio Pires falou também sobre a criação do Museu do Urbanismo, para o qual espera contar com parcerias do consulado e de instituições americanas. O museu faz parte das celebrações dos 50 anos do Ippuc e do plano preliminar de urbanismo de Curitiba, que serão lembrados em 2015. “Cultura e planejamento andarão juntos nesta gestão”, ressaltou

 

publicado por o editor às 14:48
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Vespas Mandarinas finalizam seu primeiro álbum

 

A banda paulista Vespas Mandarinas está finalizando o seu primeiro álbum, ainda sem nome. Depois de lançar dois EPs, “Da Doo Ron Ron” e “Sasha Grey”, o novo trabalho dos roqueiros tem produção de Rafael Ramos. As gravações foram divididas entre os estúdios Tambor (Rio) e Costella (São Paulo). Composto por 11 faixas, o disco de Chuck Hipolitho (guitarra e voz), Thadeu Meneghini (guitarra e voz), Flavio Guarnieri (baixo) e André Dea (bateria), será lançado pela Deck ainda no primeiro semestre.

O álbum promete ser uma das boas surpresas de 2013.

 

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publicado por o editor às 14:43
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EXPOSIÇÃO VAZIO

 

EXPOSIÇÃO VAZIO Dia 28 de fevereiro, às 19h30, a Omicron estará de portas abertas apresentando a exposição Vazio, produzida pelos formandos do Curso Anual de Fotografia 2012.
Foto de Tatiane Paula de Matos.

Rua Padre Germano Mayer, 2200 Curitiba (41) 3252-1093 | omicronfotografia.com.br

 

publicado por o editor às 14:27
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Domingo, 27 de Janeiro de 2013

Constituições Nacionais e povos indígenas de Acilda Rita Ramos (org.)

 

Constituições Nacionais e povos indígenas

de Acilda Rita Ramos (org.)


Coleção: Humanitas
2012. 238 p.
Dimensão: 22,30 x 15,50
Peso: 360 gramas




O LIVRO
Nas últimas décadas do século XX, diversos países das Américas promoveram mudanças constitucionais que afetaram a vida e os direitos dos seus povos indígenas. Esta coletânea reúne textos de dez autores que analisam tais mudanças em cinco países da América do Sul. Entre os autores, cinco são pensadores indígenas e cinco são antropólogos e juristas não indígenas, todos profundamente engajados na defesa dos direitos étnicos em seus países. Orelha: A organizadora deste livro é uma eminente antropóloga brasileira que teve a ideia de reunir textos produzidos por antropólogos e indígenas da Argentina, do Chile, do Brasil, da Venezuela e da Colômbia. São textos de reflexão que desnudam a atual situação dos índios e das sociedades nacionais que se ergueram sobre os escombros das sociedades indígenas nesses países. Uma parte da população indígena sobreviveu e tenta se reerguer nessa nova realidade do final do século XX e início do XXI, seja nos centros urbanos, seja nas zonas rurais. O movimento indígena e seus aliados nesses países da América Latina, de certa forma, conseguiram importantes vitórias nas novas Constituições (todas elas produzidas, nos cinco países citados, entre as décadas de 1980 e 1990): admitiu-se o direito à ocupação de um território tradicional, e assim esses países reconheceram-se como multiétnicos e pluriculturais. Contudo, na prática, tais reconhecimentos não passaram, em boa medida, de “letra morta”.


Segundo  Brno Caixeta em sua apresentação da obra - " Na maioria dos países latino-americanos permanece uma ambiguidade fundante na relação do Estado-Nação com os povos indígenas: ao mesmo tempo que a presença deles e de seus direitos é admitida como possibilidade, há todo um esforço para, na melhor das hipóteses, relativizá-los, e na pior, desprezá-los como força política e cultural na constituição das nações. Os ocupantes do poder nesses países são quase unânimes em dizer que os “índios e as terras ocupadas por eles” não podem ser entraves ao “progresso”e ao “desenvolvimento”. Insaciável, a fome por recursos primários sentida pelo capitalismo nacional e internacional avança sobre os territórios indígenas e seus recursos: são cobiçados os minérios, as águas dos rios, as florestas e as terras para o plantio em larga escala de soja e outros grãos. Nesse processo, são criados expedientes jurídicos ou usa-se a violência para desentravar e desobstruir as terras ocupadas pelos indígenas, de modo que um novo e potente modelo de colonialismo interno se vê articulado no mundo globalizado. Sobre as diferenças socioculturais indígenas ergue-se um discurso nacionalista em que o índio só tem lugar se “contribuir”para o bem da nação ou para o sonho da “potência mundial”. Às vezes, como é o caso do Brasil, o discurso oficial diz que o “índio é coisa do passado ou a se tornar do passado”, ou, no caso da Argentina, diz que o país foi tão simplesmente formado por brancos vindos de barco (da Europa). Um discurso nacionalista que cruza fronteiras: de direita ou de esquerda, dos regimes autoritários e ditatoriais ou dos regimes democráticos, ao longo da história, todos esses discursos têm demonstrado um profundo desprezo pelas sociedades indígenas. Os textos aqui reunidos avaliam como os índios tentam recuperar suas terras, seu pensamento próprio, sua forma de organização e, enfim, sua cosmologia."

Vinte anos de Constituição - Marcos Terena - Parte 1 
Parte do Documentário produzido pela TV Senado em comemoração aos 20 anos da Assembléia Nacional Constituinte, no qual o líder indígena Marcos Terena relata sua participação na Assembléia Constituinte e a luta indígena para assegurar seus direitos na Carta Magna.

publicado por o editor às 19:42
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Desejos inacabados Título Original: Unfinished desires de Gail Godwin

 

   

Desejos inacabados

Título Original:     Unfinished desires

de Gail Godwin

Tradutor:     Michel Marques
   
Páginas:     616
Formato:     16 x 23 cm




O LIVRO

A premiada obra de Gail Godwin vive em um constante dilema: muitos críticos afirmam que é alta literatura; já outros, que tem um viés popular. Com Desejos inacabados, ela prova que merece receber as honras por ambas as denominações. Um livro de vanguarda, à frente de seu tempo e completamente avançado.

O romance possui uma estrutura bem-desenvolvida e original, com múltiplas passagens de tempo e perspectivas, e um grande número de personagens. Além disso, é notável a força poética da linguagem, percebida por todo o livro, até atingir um estágio de liberdade e graça.

Outono de 1951. Na escola para moças Mount St. Gabriel’s, localizada nas montanhas da Carolina do Norte, Tildy Stratton, a inesquecível aluna líder de sua turma, faz uma nova amizade: Chloe Starnes, recém-chegada, cuja mãe, pouco antes, teve uma morte misteriosa. A amizade entre as duas preenche uma lacuna na vida de ambas, mas, ao mesmo tempo, desencadeia uma série de eventos que afetarão o rumo de muitas vidas, entre elas a da jovem professora das meninas e a de Suzanne Ravenel, então diretora da instituição. Segredos muito bem-escondidos virão à tona.

Uma história de amizade, lealdade, mentiras que se tornam verdades absolutas e desejos não realizados que passam de geração para geração, captando com maestria o raríssimo momento de redenção em que uma alma se liberta de suas amarras.

No fim, uma mensagem clara da autora: os verdadeiros desejos nunca terminam.

A CRITICA
“Uma grande história, cheia de amor, perda, fidelidade, segredos, rivalidade e fé, com um conjunto de personagens encantador e, mais que tudo, humano. Instigante.” (Boston Globe)

“Godwin é uma autora extraordinária. Sua prosa é elegante, cheia de nuances e sentimentos, com uma ironia fina que perpassa toda a história.” (The New York Times)

“A cada livro, Gail Godwin prova ser uma das escritoras mais inteligentes e talentosas da atualidade.” (Chicago Sun-Times)

A AUTORA
Após a formatura, Gail Godwin trabalhou como repórter do jornal Miami Herald, que inspirou a novela "Rainha do Submundo". Ela viajou para a Europa, trabalhando para o Serviço de Viagens dos EUA na embaixada dos EUA em Londres. Estes anos são documentados no Volume 1 de "The Making of a Writer" (Volume 2 está prevista para publicação neste ano). Em 1967 ela foi aceita no" Workshop program at the University of Iowa. Junto com John Irving e John Casey,  estudou com Kurt Vonnegut. Sua tese de doutorado foi publicada em 1970, como seu primeiro romance," Os perfeccionistas. "Três dos seus romances foram finalistas National Book Award e cinco deles foram New York Times best-sellers. Escreveu também obras musicais . Godwin recebeu uma bolsa da Fundação Guggenheim e dois National Endowment for the Arts grants, um de ficção e outro para escrever um libreto. Seu mais recente livro é "Desejos Inacabados" . Ela vive em Nova York.


CONHEÇA MELHOR A AUTORA


Gail Godwin fala em 2010 no Festival Nacional do Livro







LEIA TAMBÉM
TODAS AS TARDES, AS CINCO
Gail Godwin
R$ 21,00
 

publicado por o editor às 19:41
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O arquivo e o repertório Performance e memória cultural nas Américas de Diana Taylor

 

O arquivo e o repertório

Performance e memória cultural nas Américas

de Diana Taylor


2013. 430 p. 

Dimensão: 22,5 X 15,9
Peso: 640 gramas




Uma reflexão pode ser dolorosa, pode trazer à tona memórias emprestadas, falsos humores. Pode ser catártica em uma dança, trazer de uma narrativa uma saudade inventade. As américas , jovens muito padecem dessas teias que apresentam tempos perdidos, angustias inesplicáveis, e ódios siderados. Diana Taylor desvenda um pouco dessa relação entre a performance e memória cultural. (E.C.)

Ao transitar por diferentes culturas e disciplinas, Diana Taylor apresenta neste livro duplamente premiado (2003, Prêmio de pesquisa em prática teatral e pedagogia; 2004, Prêmio Katherine Singer Kovacs de melhor livro em culturas e literaturas latino-americanas e espanholas) uma instigante reflexão sobre a tessitura da memória cultural nas Américas, por meio das relações da performance com a escrita, a arte, a mídia, a história e a política, evidenciando os rituais e as contradições que marcam esse processo.
 


Espetáculo "Micro-Revolução de Um Ser Gritante". Autoria, direção e atuação de Silvana Abreu. Livremente inspirado em Clarice Lispector. Produzido durante o Projeto Solos do Brasil, com coordenação artística de Denise Stoklos.




 



LANÇAMENTO DA

publicado por o editor às 19:38
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Eu e você Título Original: Io e te de Niccolò Ammaniti Tradutor: Joana Angélica d'Avila Melo


 

 

Eu e você

Título Original: Io e te

de Niccolò Ammaniti


Tradutor: Joana Angélica d'Avila Melo

Páginas: 160
Formato: 14 x 21 cm






O LIVRO



Em Eu e você, o talento de Niccolò Ammaniti para criar personagens fortemente humanos, pelos quais é fácil afeiçoar-se, e sua capacidade de contar histórias comoventes reúnem-se em um relato sobre mentiras tão pueris quanto inescapáveis, promessas nunca cumpridas e tudo aquilo que se quer, mas não se pode ter. Ou ser.

Tímido, anti-social e neurótico, mas também sensível, meticuloso e perspicaz, Lorenzo tem dificuldade de se comunicar com o mundo. Para realizar seu sonho de viver isolado, sem conflitos e sem colegas irritantes, esconde-se no porão de casa durante a semana branca – sete dias de férias que os jovens têm direito na Itália. Assim, cria um mundo particular onde pode ouvir música, assistir a filmes no computador, ler e se sentir à vontade.

Sua semana de sonhos está pronta para começar quando, de repente, chega uma visita inusitada: a rejeitada meia-irmã Olivia.

O autor é conhecido por sua escrita corajosa. Em seu primeiro romance publicado pela Bertrand Brasil, Como Deus manda, expôs o mundo dos excluídos, dos marginalizados e dos brutalizados italianos em uma sociedade consumista. Depois, em A festa do século, o autor apresentou a sociedade da vaidade em que as importantes personalidades vivem. Com apenas uma ressalva: não da maneira que elas esperavam.

O FILME

O filme baseado no livro de Ammaniti foi ovacionado quando apresentado no Festival de Cannes de 2012.







A CRITICA
"Niccolò Ammaniti é um dos escritores mais interessantes da literatura contemporânea italiana." (Veja)

 “A escrita de Ammaniti é incrível. Simples e realista, Eu e você agradará a jovens e adultos.” (GoodReads.com)

“Uma história encantadora sobre o que é ser um jovem de quatorze anos que não consegue se enquadrar.” (Amazon)

“Ammaniti nos leva em uma viagem inesquecível através do medo das responsabilidades que o futuro reserva para os jovens na passagem para a vida adulta.” (The Independent)




publicado por o editor às 19:34
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Divina Dama de Letícia Malard

 

Divina Dama

de Letícia Malard


2013. 213 p.

Dimensão: 20,0 X 14,0
Peso: 260 gramas

Divina Dama é uma favela imaginária, que também pode ser qualquer comunidade real, onde vivem diversas categorias de excluídos da nação brasileira. Este romance nela encenado deleta ironicamente a formatação romanesca tradicional. Estilhaça-se em vários textos curtos, que compõem um hipertexto, cada qual narrado por seus respectivos protagonistas. Os atuantes se unem e se separam em situações emergenciais, num mundo de calamidade pública, cujo signo é a drogalização da sociedade. A narradora edita a história na condição de entrevistadora em off, deixando que todos falem, para depois articular as falas numa nova janela de informações. Por outro lado, e tal como se lê no calidoscópio dos vitrais religiosos que reproduzem lendas canônicas, só resta à narradora a Ilusão, ou seja, eleger alguns personagens para ingressar no mundo da utopia, onde lutam em desespero as pulsões de vida e as de morte.


Conheça um pouco sobre o pensamento da escritora e ensaísta 
Letícia Malard





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publicado por o editor às 15:57
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