Quarta-feira, 30 de Janeiro de 2013

Longe da teoria, novas possibilidades musicais

 



A ordem era extrair dos instrumentos sons incomuns, subverter seus usos, sendo que cada aluno deveria apresentar ideias em seu próprio instrumento. Dispostos a aceitar os desafios propostos pelos professores, transformaram violões e guitarras em instrumentos de percussão, violoncelos em máquinas de ruídos, flautas em instrumentos de canto, e vozes em sons sem distinção. E durante 15 minutos tocaram daquela maneira, deixando fluir a criatividade. Era mais um exercício de improvisação coletiva do curso de Soundpainting da 31ª Oficina de Música de Curitiba.
O ítalo-suíço-brasileiro Michelangelo Pagnano, a francesa Fanny Menegoz, o suíço Didier Métrailler, e o alemão Karsten Hochapfel, foram os condutores dos cinco encontros do curso. O primeiro é um autodidata da música popular, e os outros três, músicos de formação erudita. Juntos, são conhecidos por Michelangelo 4tet, grupo que combina música brasileira e africana com jazz e música erudita. E esse grande caldeirão sonoro e étnico, eles trouxeram também para as aulas da Oficina.
Na descrição das aulas, os estudantes encontravam, entre outras propostas, a de que ali vivenciariam “um atelier para se libertar tocando o que se sente, o que se é”. Além do Soundpainting, linguagem de sinais criada pelo compositor norte-americano Walter Thompson para músicos, atores e bailarinos, aprenderiam o mais importante para o desenvolvimento de uma abordagem musical intuitiva: a desaprender.
“Como temos formações variadas, cada um de nós trouxe uma técnica de improvisação diferente para o curso”, explicou Pagnano. O objetivo, disse, era de que os alunos descobrissem em si mesmos as músicas que ecoam em seus mundos imaginários. “É a busca por uma identidade musical própria. Esquecer a formação musical tradicional para encontrar uma linguagem pessoal. Ou seja, tocar o que se é de verdade, transformar experiências em músicas originais e únicas”.
O último encontro do curso de Soundpainting foi realizado na sexta-feira (25). Depois de descobrirem e exercitarem novas abordagens para seus potenciais criativos, os aprendizes se despediram uma, duas, três vezes de seus professores. Ninguém queria o fim daquela experiência tão intimista.
Para o estudante de música da Escola de Belas Artes do Paraná, Marc Olaf Thiessen (22), o aprendizado obtido no curso de Soundpainting se deu em diversas áreas. Apesar das barreiras idiomáticas, conta, o grupo desenvolveu uma linguagem própria, baseada em sinais. “Não havia tanta comunicação verbal, mas comunicamos muito uns aos outros por meio de gestos”. Em sua opinião, essa comunhão só foi possível graças à metodologia adotada no curso. “Como trabalhávamos sempre em grupo, todos se sentiam muito parte do estava sendo feito. Esse misto de atenção e participação exigidas criou uma intimidade entre nós. Acabamos aprendendo muito e nos tornamos bons amigos”.
Para realizar a Oficina de Música, a Prefeitura e a Fundação Cultural de Curitiba contam com patrocínio do Ministério da Cultura, Petrobras, Sanepar e Copel. Além disso, têm os seguintes apoios: Air France, Centro Cultural Teatro Guaíra, Consulado Geral da República da Polônia em Curitiba, Consulado Geral dos Estados Unidos em São Paulo, Escola de Música e Belas Artes do Paraná, Escritório do Quebec, FAP – Faculdade de Artes do Paraná, Família Farinha, Goethe-Institut Curitiba, ICAC – Instituto Curitiba de Arte e Cultura, Paróquia Senhor Bom Jesus dos Perdões, Pró-Reitoria de Extensão e Cultura da UFPR, Rádio e Televisão Educativa do Paraná E-Paraná, Polloshop, SEEC -Secretaria de Estado da Cultura, SESC da Esquina, SESC Paraná, SESC Paço da Liberdade, UTFPR – Universidade Tecnológica Federal do Paraná. Também contam com o apoio do Projeto Conta Cultura e do Governo do Estado do Paraná.
publicado por o editor às 21:24
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Terça-feira, 29 de Janeiro de 2013

Palestra aborda histórico das ações municipais de incentivo à música erudita e popular

 


            A 31ª Oficina de Música de Curitiba tem como uma de suas últimas atrações a palestra “Curitiba & Música, nos Acordes da FCC”, que será proferida pelas historiadoras Aparecida Vaz da Silva Bahls e Lilia Maria da Silva, nesta terça-feira (29), às 14h30, no Sesc Paço da Liberdade. 
As historiadoras apresentam informações de uma pesquisa que estão realizando sobre o meio musical curitibano, antes e após a criação da Fundação Cultural de Curitiba, em 1973. A pesquisa destaca as ações da instituição em torno do incentivo e da criação de grupos de música erudita e popular brasileira. Nesse processo, se sobressaem os espaços da instituição dedicados à música. O trabalho, que está em fase de finalização, também faz referência à Oficina de Música, ponto de convergência dessa veia artística que, em 2013, chegou à sua 31a edição.
Aparecida Bahls e Lilia Maria da Silva são pesquisadoras da Diretoria de Patrimônio Cultural da Fundação Cultural de Curitiba. Aparecida Bahls é mestre e doutora em História pela Universidade Federal do Paraná. Lilia Maria é graduada em História pela Universidade Tuiuti do Paraná.
31ª Oficina de Música de Curitiba é uma realização do Instituto Curitiba de Arte e Cultura, Fundação Cultural e Prefeitura de Curitiba, Governo do Estado do Paraná, Ministério da Cultura e Governo Federal, com o patrocínio da Petrobras e da Sanepar, por meio da Lei de Incentivo à Cultura. A 31ª edição conta ainda com o apoio cultural das seguintes instituições: Ano Brasil Portugal, Casa da Música de Portugal, Centro Cultural Teatro Guaíra, Conservatório de Lyon, Consulado Geral da República da Polônia em Curitiba, Escola de Música e Belas Artes do Paraná, Faculdade de Artes do Paraná, Família Farinha, Goethe-Institut Curitiba, Jasmine Alimentos, Musicamera Produções, Orquestra Filarmônica de São Petesburgo, Pró-Reitoria de Extensão e Cultura da Universidade Federal do Paraná, Rádio e Televisão Educativa do Paraná – E-Paraná, Sistema Fecomércio Sesc Senac Paraná e Universidade Tecnológica Federal do Paraná.
Serviço:
31ª Oficina de Música de Curitiba
Palestra “Curitiba & Música, nos Acordes da FCC”
Local: Sesc Paço da Liberdade – Praça Generoso Marques, 180 – Centro
Data: 29 de janeiro de 2013 (terça-feira), às 14h30
Ingresso: gratuito
publicado por o editor às 23:48
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Ritmos populares e um cortejo à alegria fazem o Baile da Oficina

 



Apesar do palco montado com instrumentos, fitas e luzes em tons de azul e rosa, à espera de uma tal Balada do Tambor começar, o salão estava vazio. Às 23h, eram poucos os circulavam pela Sociedade 13 de Maio. Quem aparecia, ia ao encontro do DJ Wellighton Marcio para dar uma olhadinha em sua bela coleção de vinis que, até então, fazia o som da festa. Clara Nunes, Bezerra da Silva, Jair Rodrigues e sambas partido alto esquentavam o clima. À meia-noite, porém, os quatro subiram ao palco e, como em um passe de mágica, o salão foi tomado por um público animado. Começava, assim, o Baile da Oficina de Música com o grupo Mundaréu.
Do palco, Itaercio Rocha, Thayana Barbosa, Roseane Santos e Carlos Ferraz tocavam cocos, maracatus, congadas e cirandas que fizeram todo mundo dançar. Até mesmo os alunos estrangeiros da Oficina, que nunca haviam experimentado aquelas sonoridades, não resistiam às batidas do tambor e, depois de arriscar uns passos aqui e ali, já tinham até coreografia ensaiada. O baile estava feito.
Além de celebrar os quase 20 dias de Oficina em grande estilo, o Mundaréu também comemorava naquela noite 15 anos de história. Com cantorias, bonecos, bordados, batucadas e baladas, o grupo trouxe para Curitiba, suas ruas e teatros, o melhor das festas populares brasileiras. E, abrindo espaço para essas manifestações tão importantes à cultura nacional, convidam também a todos a cortejar o espírito destas, que é de pura alegria. A fase popular da Oficina não poderia ficar sem essa participação.
Nessa terça-feira (29), mais uma festa oficial da Oficina de Música ocorre na Sociedade 13 de Maio. As bandas Homem Canibal, Trio Quintina e Regra 4 serão a responsáveis pelo encerramento do evento. A apresentação está marcada para as 23h, sendo que a bilheteria passa a funcionar uma hora antes. Ingressos a R$10 e alunos da Oficina com crachá e documento de identificação não pagam entrada.
A 31ª Oficina de Música de Curitiba é uma realização do Instituto Curitiba de Arte e Cultura, Fundação Cultural e Prefeitura de Curitiba, Governo do Estado do Paraná, Ministério da Cultura e Governo Federal, com o patrocínio da Petrobras e da Sanepar, por meio da Lei de Incentivo à Cultura. A 31ª edição conta ainda com o apoio cultural das seguintes instituições: Ano Brasil Portugal, Casa da Música de Portugal, Centro Cultural Teatro Guaíra, Conservatório de Lyon, Consulado Geral da República da Polônia em Curitiba, Escola de Música e Belas Artes do Paraná, Faculdade de Artes do Paraná, Família Farinha, Goethe-Institut Curitiba, Jasmine Alimentos, Musicamera Produções, Orquestra Filarmônica de São Petesburgo, Pró-Reitoria de Extensão e Cultura da Universidade Federal do Paraná, Rádio e Televisão Educativa do Paraná – É-Paraná, Sistema Fecomércio Sesc Senac Paraná e Universidade Tecnológica Federal do Paraná.

Serviço
31ª Oficina de Música de Curitiba
Festa de Encerramento da 31ª Oficina de Música
Local: Sociedade 13 de Maio – Rua Desembargador Clotário Portugal, 274 – São Francisco
Data e horário: 29 de janeiro de 2013 (terça-feira), às 23h
Ingressos: R$10
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31ª Oficina de Música encerra com show de jazz e pagode do Sardinhas’s Club

 




            Samba, jazz, choro, bossa-nova e funk se misturam na música do Pagode Jazz Sardinha’s Club, a grande atração de encerramento da 31ª Oficina de Música de Curitiba.  O grupo carioca, que reúne nomes consagrados da música instrumental brasileira, fecha a programação de shows e concertos da segunda fase da Oficina nesta terça-feira (29), às 21h, no Teatro Guaíra.


            No show, o Sardinhas’s Club apresenta o repertório do CD “Cidade Mestiça”. Formado em 1997, o grupo mantém sua formação inicial praticamente intocada e segue a proposta de reunir diversos gêneros musicais em arranjos de qualidade. Alguns dos integrantes do grupo participaram da Oficina também como professores. É o caso de Rodrigo Lessa, que deu aulas de bandolim, e Xande Figueiredo e Marcos Esguleba, que ficaram com as turmas de bateria e percussão. A banda é formada também por Roberto Marques (trombone), Bernardo Bosisio (violão e guitarra), Eduardo Neves (saxofone e flauta) e Edson Menezes (baixo).


Com shows realizados no Brasil e no exterior, o Pagode Jazz Sardinha’s Club montou o repertório de “Cidade Mestiça” de forma a exaltar a mestiçagem como valor maior da cultura brasileira. A partir daí, e sempre com muito humor, a individualidade e o valor de cada músico se integram de maneira completa. O disco é dedicado a Paulo Moura e relembra algumas composições do maestro e saxofonista que rompeu os limites da música instrumental e construiu uma ponte entre linguagens que pouco se comunicavam, como choro, o jazz e a bossa-nova.


Muitas das composições são homenagens de autores brasileiros às mulheres: Índia” (J.A.Flores/M.O.Guerreiros) /”Branca” (Zequinha de Abreu/Duque Abramonte); “Morena do Mar” (Dorival Caymmi); “Olha a Pretinha” (Eduardo Neves/Rodrigo Lessa); “Lola Crioula” (Geraldo Babão/Roberto Mendes) e “Criola” (Rodrigo Lessa/Eduardo Neves).


 “À Queima Roupa” (Eduardo Neves/Rodrigo Lessa), “Praia do Pinto” (Eduardo Neves/Rodrigo Lessa/Luis Louchard), “El Suinguer” (Rodrigo Lessa), “Salsixe” (Roberto Marques/Rodrigo Lessa) e “Pedra Verde” (Roberto Marques) formam uma sequência precisa e bem articulada que dá a oportunidade de todos os músicos mostrarem as qualidades que os fazem ser requisitados para tocar com os mais importantes músicos da música popular. “Na Glória” (Ary Santos/Raul de Barros), “Machucando o Jiló (Geraldo Babão) e “Baixo Ventre (Eduardo Neves/Rodrigo Lessa) completam a mistura musical proposta pelo grupo. Os arranjos são assinados por cinco de seus músicos: Rodrigo Lessa, Eduardo Neves, Roberto Marques, Bernardo Bosisio e Marcos Esguleba (que estreia como cantor nas duas faixas assinadas por Geraldo Babão).




Para realizar a Oficina de Música, a Prefeitura e a Fundação Cultural de Curitiba contam com patrocínio do Ministério da Cultura, Petrobras, Sanepar e Copel. Além disso, têm os seguintes apoios: Air France, Centro Cultural Teatro Guaíra, Consulado Geral da República da Polônia em Curitiba, Consulado Geral dos Estados Unidos em São Paulo, Escola de Música e Belas Artes do Paraná, Escritório do Quebec, FAP - Faculdade de Artes do Paraná, Família Farinha, Goethe-Institut Curitiba, ICAC - Instituto Curitiba de Arte e Cultura, Paróquia Senhor Bom Jesus dos Perdões, Pró-Reitoria de Extensão e Cultura da UFPR, Rádio e Televisão Educativa do Paraná E-Paraná, Polloshop, SEEC -Secretaria de Estado da Cultura, SESC da Esquina, SESC Paraná, SESC Paço da Liberdade, UTFPR - Universidade Tecnológica Federal do Paraná. Também contam com o apoio do Projeto Conta Cultura e do Governo do Estado do Paraná.



Serviço:

31ª Oficina de Música Brasileira – 21ª Oficina de MPB

Show de encerramento com Pagode Jazz Sardinha’s Club

Local: Auditório Bento Munhoz da Rocha Netto – Teatro Guaíra (R. Conselheiro Laurindo, s/nº – Centro)

Data e horário: 29 de janeiro de 2013 (terça-feira), às 21h

Ingressos: R$ 30 e R$ 15
publicado por o editor às 13:32
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Segunda-feira, 28 de Janeiro de 2013

Cordiolli reafirma intenção de tornar Curitiba centro de música antiga

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O presidente da Fundação Cultural de Curitiba (FCC), Marcos Cordiolli, aproveitou dois encontros ocorridos nesta quinta-feira (24) - o primeiro com o cônsul geral dos EUA em São Paulo, Dennis Hankins, e outro com o cônsul geral do Japão em Curitiba, Yoshio Uchiyama - para reafirmar a intenção em consolidar a capital paranaense como centro de música antiga e também como um pólo exportador cultural.
Os encontros aconteceram nesta quinta-feira (24), quando Hankins e Uchiyama visitaram o prefeito Gustavo Fruet. Eles estiveram acompanhados do cônsul americano de relações institucionais, Ryan M. Reid, do cônsul-geral adjunto Takahiro Iwato, da vice-cônsul japonesa Nana Kawamoto, e do presidente do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc), Sérgio Pires.

Durante a conversa com o cônsul norte-americano, Cordiolli destacou as ações já em andamento da Oficina de Música de Curitiba - evento que está sendo realizado atualmente - e como pretende ampliá-las para a cidade se tornar um centro de música antiga. “Para isso, queremos firmar parcerias com instituições americanas e europeias, com grande tradição na área, para trazer especialistas e orquestras que vão ajudar na formação de músicos em Curitiba”, revelou.
No encontro com o cônsul japonês, o presidente da FCC lembrou das parcerias da instituição com o consulado japonês para o intercâmbio cultural e a futura criação, em Curitiba, de um centro de negócios da área cultural, para levar produtos culturais curitibanos e paranaenses a feiras e festivais nacionais e internacionais. “O fortalecimento da área cultural é uma das prioridades de nossa gestão. Ela também será responsável pela geração de riqueza para a cidade”, confirmou o prefeito Gustavo Fruet.
O presidente do Ippuc, Sérgio Pires falou também sobre a criação do Museu do Urbanismo, para o qual espera contar com parcerias do consulado e de instituições americanas. O museu faz parte das celebrações dos 50 anos do Ippuc e do plano preliminar de urbanismo de Curitiba, que serão lembrados em 2015. “Cultura e planejamento andarão juntos nesta gestão”, ressaltou

 

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Quarta-feira, 23 de Janeiro de 2013

Toninho Ferragutti e Marco Pereira juntos na Oficina de Música

 




A curadoria da 31ª Oficina de Música de Curitiba une dois grandes nomes da MPB num show que promete ser memorável. O violonista Marco Pereira e o acordeonista Toninho Ferragutti ocupam o palco do Teatro da Reitoria da UFPR nesta quinta (24), às 21 horas. No show, os dois tocam composições próprias e também de Hermeto Paschoal, Luperce Miranda e Zé do Norte.

Não foram poucos os músicos que se dedicaram ao acordeom. Muitos deles tornaram-se virtuoses no instrumento, além de criar um repertório fundamental que enriqueceu a MPB. Toninho Ferragutti é um destes exemplos. Desde cedo escolheu o instrumento como ferramenta de inspiração e construção de uma bem sucedida carreira. Seus primeiros acordes nasceram em Socorro, no interior do Estado de São Paulo, sua cidade natal. Toninho Ferragutti, músico, compositor e arranjador, possui uma extensa participação em shows e em CDs de artistas importantes no Brasil e no exterior. Seu CD Sanfonemas foi indicado ao Grammy Latino no ano 2000 como melhor CD de música regional. O seu mais recente CD solo, Nem Sol nem Lua, esteve, na opinião de diversos críticos, entre os 10 melhores CDs de música instrumental do ano de 2006. Além dos shows com trabalho autoral, vem atuando em shows da Orquestra de Maria Schneider (USA), de Celine Rudolf (Alemanha), Maria Bethânia, Mônica Salmaso, Gilberto Gil, Zizi Possi,Trio 202 , Edu Ribeiro, Jovino Santos Neto entre outros.

  Marco Pereira é natural de São Paulo e viveu na França por cinco anos, onde recebeu forte influência jazzística e também de música latino-americana, o que caracteriza, especialmente, o seu trabalho de composição. Apresentou-se com grande sucesso no Festival de Jazz de Paris de 1989, o que lhe possibilitou fazer apresentações na Alemanha, França, Suiça, Dinamarca, Canadá e Estados Unidos. A partir de 1990, já morando no Rio de Janeiro, participou, em quatro oportunidades diferentes, do Free Jazz Festival: numa memorável apresentação do Trio D'Alma, em 1989; com seu trabalho solo, em 1991; ao lado de Wagner Tiso, em 1992 e ao lado de Edu Lobo, em 1996. Gravou com importantes artistas do cenário musical brasileiro, tais como: Zélia Duncan, Edu Lobo, Cássia Eller, Gilberto Gil, Gal Costa, Wagner Tiso, Daniela Mercury, Zizi Possi, Rildo Hora, Paulinho da Viola, Tom Jobim, Milton Nascimento, Leila Pinheiro, Fátima Guedes, Nelson Gonçalves e Roberto  Carlos, entre outros. Recebeu o prêmio Sharp em dois anos consecutivos: em 1993, o de Melhor Arranjador de MPB pelo disco Gal, da cantora Gal Costa e em 1994, na categoria instrumental, o prêmio de Melhor Solista e Melhor Disco Instrumental, pelo trabalho Bons Encontros.



A 31ª Oficina de Música de Curitiba é uma realização do Instituto Curitiba de Arte e Cultura, Fundação Cultural e Prefeitura de Curitiba, Governo do Estado do Paraná, Ministério da Cultura e Governo Federal, com o patrocínio da Petrobras e da Sanepar, por meio da Lei de Incentivo à Cultura. A 31ª edição conta ainda com o apoio cultural das seguintes instituições: Ano Brasil Portugal, Casa da Música de Portugal, Centro Cultural Teatro Guaíra, Conservatório de Lyon, Consulado Geral da República da Polônia em Curitiba, Escola de Música e Belas Artes do Paraná, Faculdade de Artes do Paraná, Família Farinha, Goethe-Institut Curitiba, Jasmine Alimentos, Musicamera Produções, Orquestra Filarmônica de São Petesburgo, Pró-Reitoria de Extensão e Cultura da Universidade Federal do Paraná, Rádio e Televisão Educativa do Paraná – É-Paraná, Sistema Fecomércio Sesc Senac Paraná e Universidade Tecnológica Federal do Paraná.


publicado por o editor às 19:26
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Terça-feira, 22 de Janeiro de 2013

Janaína Fellini lança CD na Oficina de Música

 




A cantora Janaína Fellini apresenta nesta quarta-feira (23), às 19h, no Teatro do Paiol, o show “Ouro Sobre Azul”. O show integra a programação da fase de música popular brasileira da 31ª Oficina de Música de Curitiba. Influenciada pela estética sonora da worldmusic, do afrobeat e do dub, a cantora apresenta seu disco de estreia. O álbum homônimo traz composições de Felixbravo, Estrela Leminski e Kiko Dinucci, ao lado de nomes como Itamar Assumpção, Junio Barreto e Carlinhos Brown, além das composições de Du Gomide, principal parceiro da cantora e produtor musical do trabalho.

Lançado pela Musicoteca (www.amusicoteca.com.br), elogiado pela crítica local e nacional, o álbum integra a lista dos melhores do ano do prêmio Defenestrando. A jovem é apontada como uma das promessas da nova geração da MPB por sites e blogs no Brasil e na Itália, e as faixas “Oyá” e “Deserto de Algodão” estão no playlist das rádios internacionais da Califórnia (Estados Unidos). 

Gravado no estúdio Gramofone Musical, o disco é uma produção independente, que envolveu 72 pessoas entre músicos, compositores e colaboradores. O álbum tem 12 faixas e arranjos assinados pelos músicos e companheiros de palco Du Gomide (produção musical e guitarra), Glauco Sölter (contrabaixo), Alonso Figueroa (teclados e programação), Sérgio Freire (sax alto e tenor) e Denis Mariano (bateria). Conta também com as participações de Seu Zeba, Gabriel Alterio, Sérgio Coelho, Fernando Lobo, Fred Teixeira e Bernardo Bravo.



A 31ª Oficina de Música de Curitiba é uma realização do Instituto Curitiba de Arte e Cultura, Fundação Cultural e Prefeitura de Curitiba, Governo do Estado do Paraná, Ministério da Cultura e Governo Federal, com o patrocínio da Petrobras e da Sanepar, por meio da Lei de Incentivo à Cultura. A 31ª edição conta ainda com o apoio cultural das seguintes instituições: Ano Brasil Portugal, Casa da Música de Portugal, Centro Cultural Teatro Guaíra, Conservatório de Lyon, Consulado Geral da República da Polônia em Curitiba, Escola de Música e Belas Artes do Paraná, Faculdade de Artes do Paraná, Família Farinha, Goethe-Institut Curitiba, Jasmine Alimentos, Musicamera Produções, Orquestra Filarmônica de São Petesburgo, Pró-Reitoria de Extensão e Cultura da Universidade Federal do Paraná, Rádio e Televisão Educativa do Paraná – É-Paraná, Sistema Fecomércio Sesc Senac Paraná e Universidade Tecnológica Federal do Paraná.



            Serviço:

            31ª Oficina de Música de Curitiba – 21ª Oficina de MPB

            Show e lançamento do CD “Ouro sobre Azul”, de Janaína Fellini

            Local: Teatro do Paiol – Praça Guido Viaro, s/n – Prado Velho

            Data: 23 de janeiro de 2013 (quarta-feira), às 19h

            Ingressos: R$ 20 e R$ 10
publicado por o editor às 22:30
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Show da Oficina de MPB apresenta composições populares de Villa-Lobos

 


            O show de apresentação do CD “Villa-Lobos Popular”, dos músicos Amilton Godoy (piano) e Gabriel Grossi (harmônica), é uma das atrações da programação artística da Oficina de Música Popular Brasileira. A dupla, que se apresenta nesta quarta-feira (23), às 21h, no Teatro da Reitoria, mostra uma vertente da obra de Villa-Lobos, baseada em elementos genuinamente brasileiros, utilizados em canções folclóricas, populares e indígenas. O CD é resultado de uma releitura de peças do compositor, enriquecidas com arranjos que evidenciam os elementos da cultura nacional.

            Amilton Godoy, integrante do importante grupo Zimbo Trio e considerado ainda hoje como um dos maiores pianista do mundo, é professor de piano nesta segunda fase da 31ª Oficina de Música. Como professor sempre estudou e foi altamente influenciado pelo universo de Villa-Lobos. Assim como o maestro, ele também, ao se preocupar com a educação musical das crianças e com a conservação e sobrevivência da identidade musical, abriu na década de 1970, o CLAM (Centro Livre de Aprendizagem Musical), uma das mais importantes escolas de música do país.

Dentro dessa sua trajetória, Amilton sempre teve a oportunidade de fazer parte da formação de instrumentistas que hoje são referências nacionais e internacionais e também de acompanhar o panorama geral do cenário musical brasileiro durante os últimos 50 anos. Junto ao Zimbo Trio, teve sempre a iniciativa de dar espaço a novos talentos e assim levá-los ao conhecimento do grande público. E assim aconteceu também com Gabriel Grossi.

Gabriel, que hoje já tem sua carreira estabelecida dentro e fora do país, com quatro discos lançados e integrante do Hamilton de Holanda Quinteto, teve a oportunidade de, em 2008, ser um dos convidados de uma série de shows do Zimbo. Durante estas apresentações nasceu a parceria com Amilton Godoy e, juntos, descobriram um grande ponto de intersecção: a paixão pela obra de Heitor Villa-Lobos.

No repertório do show, a dupla apresenta Festa no Sertão – Ciclo Brasileiro, A Maré Encheu - Guia Prático 1° Volume, Bachianas Brasileiras n° 4 – Prelúdio, O Polichinelo, Bachianas Brasileiras n°5 – Ária (Cantilena), Bachianas Brasileiras n°5 – Dança (Martelo), A Estrela é Lua Nova – Canções Típicas Brasileiras, Bachianas Brasileiras n°4 – Ária n° 3 (Cantiga), O Trenzinho  Caipira, e Pout- Pourri Folclore: A Mão Direita, Constança, Havia um Pastorzinho, Cai Cai Balão, O Cravo, Nesta Rua, Eu sou Pobre, Fui no Tororó, Capelinha de Melão, Mucama Bonita, Sapo Cururu, Na Bahia tem, Samba Lelê, Escravos de Jó e Há Três Noites. Todas as composições são de Heitor Villa-Lobos. O pout-pourri folclórico foi um resgate que ele fez durante suas pesquisas e é de domínio público.


A 31ª Oficina de Música de Curitiba é uma realização do Instituto Curitiba de Arte e Cultura, Fundação Cultural e Prefeitura de Curitiba, Governo do Estado do Paraná, Ministério da Cultura e Governo Federal, com o patrocínio da Petrobras e da Sanepar, por meio da Lei de Incentivo à Cultura. A 31ª edição conta ainda com o apoio cultural das seguintes instituições: Ano Brasil Portugal, Casa da Música de Portugal, Centro Cultural Teatro Guaíra, Conservatório de Lyon, Consulado Geral da República da Polônia em Curitiba, Escola de Música e Belas Artes do Paraná, Faculdade de Artes do Paraná, Família Farinha, Goethe-Institut Curitiba, Jasmine Alimentos, Musicamera Produções, Orquestra Filarmônica de São Petesburgo, Pró-Reitoria de Extensão e Cultura da Universidade Federal do Paraná, Rádio e Televisão Educativa do Paraná – É-Paraná, Sistema Fecomércio Sesc Senac Paraná e Universidade Tecnológica Federal do Paraná.

Serviço:
31ª Oficina de Música de Curitiba – 21ª Oficina de MPB
Show do CD “Villa-Lobos Popular”, com Amilton Godoy (piano) e Gabriel Grossi (harmônica de boca)
Local: Teatro da Reitoria da Universidade Federal do Paraná – R. XV de Novembro, 1299
Data e horário: 23 de janeiro de 2013 (quarta-feira), às 21h
Ingressos: R$ 20 e R$ 10

publicado por o editor às 22:28
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Show de Lançamento do Vinil de Marcelo Jeneci

 


O compositor e multiinstrumentista, Marcelo Jeneci apresenta nos dias 22 e 23 de Janeiro, no Sesc Paço da Liberdade, ás 21h, o show de lançamento da versão em vinil do disco ‘’Feito pra acabar’’, dentro da programação da 31ª Oficina de Música de Curitiba. Com um romantismo apurado e canções emotivas, o paulistano é um dos grandes representantes da nova geração da MPB e já se apresentou no Rock in Rio.
No repertório do disco com produção de Kassin e arranjos da orquestra de Arthur Verocai, Marcelo apresenta treze faixas autorais com participações de Arnaldo Antunes e Chico César. Ao lado da voz de Laura Lacieri, que o acompanha em todas as músicas do álbum, Jeneci mostra influências que vão de Roberto Carlos ao Tropicalismo. O cantor também aproxima a cultura popular de seu público e atrai pela sua linguagem singela e ao mesmo tempo urbana.

A 31ª Oficina de Música de Curitiba é uma realização do Instituto Curitiba de Arte e Cultura, Fundação Cultural e Prefeitura de Curitiba, Governo do Estado do Paraná, Ministério da Cultura e Governo Federal, com o patrocínio da Petrobras e da Sanepar, por meio da Lei de Incentivo à Cultura. A 31ª edição conta ainda com o apoio cultural das seguintes instituições: Ano Brasil Portugal, Casa da Música de Portugal, Centro Cultural Teatro Guaíra, Conservatório de Lyon, Consulado Geral da República da Polônia em Curitiba, Escola de Música e Belas Artes do Paraná, Faculdade de Artes do Paraná, Família Farinha, Goethe-Institut Curitiba, Jasmine Alimentos, Musicamera Produções, Orquestra Filarmônica de São Petesburgo, Pró-Reitoria de Extensão e Cultura da Universidade Federal do Paraná, Rádio e Televisão Educativa do Paraná – E-Paraná, Sistema Fecomércio Sesc Senac Paraná e Universidade Tecnológica Federal do Paraná.

publicado por o editor às 22:25
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Sábado, 19 de Janeiro de 2013

Para refletir sobre a música

Já do meio para o final da maratona de cursos e concertos, e depois de “muito ouvir e fazer música”, os participantes e o público da 31ª Oficina de Música de Curitiba podem se envolver com o universo sonoro de uma forma diferente. A programação do evento inicia, hoje, um ciclo de palestras produzido pelo Sesc Paço da Liberdade, com entrada gratuita.
O primeiro encontro começa, logo mais, às 17h30, com o professor da Universidade Federal do Paraná, Guilherme Rommanelli sobre “Luthieria, Rabeca e Folclore”. A ideia é explorar as relações dos processos de construção do instrumento com o folclore brasileiro, principalmente do litoral paranaense. “A proposta do Sesc foi trazer uma reflexão teórica sobre a arte da música, com a apresentação de trabalhos acadêmicos, pesquisas, projetos de inclusão social e debates. A programação de palestras surgiu para somar conhecimentos dentro da Oficina”, explicou o técnico de atividades musicais do Sesc Paço da Liberdade.
Amanhã (19), haverá uma palestra-aula, com cerca de três horas de duração, com o tema “Música para Sociabilização”. O pianista e professor Ricardo Castro vai apresentar os resultados alcançados com o projeto social Neojibá (Núcleos Estaduais de Orquestra Juvenis e Infantis da Bahia) que levou educação musical erudita de qualidade para jovens de Salvador, na Bahia. O Neojibá já realizou, inclusive, uma turnê na Europa com os participantes do projeto.
“Notas Históricas e Músicas no Choro” é a palestra musical que será ministrada pela pesquisadora Ana Paula Peters, na próxima segunda-feira (21). O diferencial deste encontro é que a história do desenvolvimento do Choro no Brasil, desde seu surgimento até os dias de hoje, será ilustrada pela palestrante – que também é flautista – com exemplos musicais que ela mesma tocará na flauta transversal.
Debate – O músico e compositor Marcelo Jeneci é um dos participantes do debate sobre “A Volta do Vinil X Novas Mídias”, no dia 22, que vai expor e questionar o disco de vinil em oposição à novos formatos e tecnologias. Ainda participam da palestra-debate Rafael Ramos (Polysom) e Marco Antônio Cunha (Vinil Club).
Já no dia 24, Gabriel Schwartz aborda o processo de composição da trilha da peça teatral Oxigênio, as possibilidades e problemas composicionais do processo durante a palestra “Processo Composicional da Trilha da Peça Oxigênio”.
Por fim, encerra o ciclo de palestras no Sesc Paço da Liberdade o encontro ministrado pelo músico, pesquisador e produtor cultural Betão Aguiar para apresentar a pesquisa realizada nas regiões do vale do Paraíba (São Paulo) e Cariri (Ceará), para mapear as manifestações culturais de música e dança com foco na função social do mestre popular.
O Sesc Paço da Liberdade vai disponibilizar 60 ingressos para cada palestra, que podem ser adquiridos no SAC da instituição, duas horas antes do início de cada evento. É necessário apresentar o Cartão do Cliente Sesc Paraná ou crachá da 31.ª Oficina de Música de Curitiba para participar.
A 31ª Oficina de Música de Curitiba é uma realização do Instituto Curitiba de Arte e Cultura, Fundação Cultural e Prefeitura de Curitiba, Governo do Estado do Paraná, Ministério da Cultura e Governo Federal, com o patrocínio da Petrobras e da Sanepar, por meio da Lei de Incentivo à Cultura. A 31ª edição conta ainda com o apoio cultural das seguintes instituições: Ano Brasil Portugal, Casa da Música de Portugal, Centro Cultural Teatro Guaíra, Conservatório de Lyon, Consulado Geral da República da Polônia em Curitiba, Escola de Música e Belas Artes do Paraná, Faculdade de Artes do Paraná, Família Farinha, Goethe-Institut Curitiba, Jasmine Alimentos, Musicamera Produções, Orquestra Filarmônica de São Petesburgo, Pró-Reitoria de Extensão e Cultura da Universidade Federal do Paraná, Rádio e Televisão Educativa do Paraná – É-Paraná, Sistema Fecomércio Sesc Senac Paraná e Universidade Tecnológica Federal do Paraná.
Serviço:
Local: Sesc Paço Liberdade (Praça Generoso Marques, 180, Centro)
PALESTRA “NOTAS HISTÓRICAS E MÚSICAS NO CHORO”, com Ana Paula Peters – dia 21/01 às 18h30
PALESTRA “A VOLTA DO VINIL X NOVAS MÍDIAS”, com Marcelo Jeneci, Rafael ramos (Polysom) e Marco Antônio Cunha (Vinil Club) – dia 22/01, às 18h
PALESTRA “PROCESSO COMPOSICIONAL DA TRILHA DA PEÇA OXIGÊNIO”, com Gabriel Schwartz – dia 24/01, às 14h
PALESTRA “OS MESTRES NAVEGANTES”, com Betão Aguiar – dia 26/01, às 10h


 
publicado por o editor às 21:14
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