Quinta-feira, 3 de Novembro de 2011

Evento - FEIRA DO LIVRO 2011 CONVITE LANÇAMENTOS

 


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publicado por o editor às 15:25
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Segunda-feira, 30 de Maio de 2011

Lançamento- infanto juvenil - Romeu e Julieta da Terra dos Gnomos

 

Cinderela da Terra dos Gnomos



A Bela Adormecida da Terra dos Gnomos










Romeu e Julieta da Terra dos Gnomos


de Ângela Puccinelli e Paulo Roberto Ferrari


cada volume com
Encadernaçao: Brochura
Número de Páginas: 16 páginas
Peso: 82 gramas

OS LIVROS

Altamente recomendável !
Texto divertido e sem dramas, livremente baseado na obra do Clássico de Willian Shakespeare e dos irmãos Grimm. Livro infantil ricamente ilustrado, com personagens especialmente criados.


OS AUTORES

Ângela Puccinelli é administradora de empresas, pós-graduada em administração, marketing, recursos humanos e mercado editorial. Tem 39 anos de experiências nestas áreas. Ex-professora de administração e marketing em faculdades do RS, também trabalhou com crianças e adolescentes em diversos cursos da Júnior Achivement.

Paulo Roberto Ferrari é publicitário e designer infantil há mais de 20 anos. É editor do Jornaleko - Jornal da TERRA DOS GNOMOS E DUENDES -, primeiro jornal infantil independente do Brasil.
Profissional premiado em salões de propaganda e de artes-gráficas, seu interesse pelo mundo infantil fez com que se especializasse em projetos culturais e de lazer para crianças , inclusive com cursos no Disney Institute em Orlando,Florida,EUA.














UM LANÇAMENTO




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Domingo, 8 de Novembro de 2009

Fazenda do Tchezito



Fazenda do Tchezito
de Paulo Roberto Ferrari
e Wilson Tubino


34 páginas

Ando um pouco com má vontade com os livros infanto-juvenís, mas quando algo de qualidade nos chega às mãos, é um verdadeito alumbramento. Talvez embalado pelo som de Borghetinho, as rimas dos irmãos Ramil e sem esquecer o Elwanguer, mal pude acreditar que uma boa idéia foi realizada com tanto esmero. Texto enxuto e claro e traços elegantes de Tubino e Paulo Roberto . Muito do que os CTG tentam preservar está alí. Se cada região do Brasil tivesse uma dupla dessa qualidade, com certeza a cultural popular e regional estaria melhor preservada. O livro é uma jóia rara recomendada para gauchos e não gauchos. O conhecimento combate o preconceito! (E.C.)

UM LANÇAMENTO


publicado por o editor às 11:27
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Quinta-feira, 15 de Outubro de 2009

Ecológico e bem divertido : Gnomos, fadas e crianças na missão de salvar o planeta

Ecológico e bem divertido : Gnomos, fadas e crianças na missão de salvar o planeta


Ecopoesia dos Gnomos...
e outros seres elementais
de Paulo Ferrari



Nº de páginas: 32
 

A ecologia não é egoísta: é a solução coletiva para os problemas do mundo contemporâneo. E é bom começar cedo a preocupar-se com ações ecológicas simples e capazes de garantir um futuro para a humanidade. O livro Ecopoesias dos Gnomos... e outros seres elementais, da editora Fábrica de Leitura, traz uma proposta para pensar e partir para a ação, despertando em cada criança a consciência de sua responsabilidade para preservação do ambiente em que vive. Escrito em versos, pelo publicitário Paulo Ferrari, Ecopoesias reúne texto e atividades para serem apreciados em família ou na escola, de forma leve e divertida, sem abrir mão da responsabilidade com a natureza.

Gnomos, duendes, sereias, salamandras, elfos e fadas são agrupados de acordo com suas características elementais e apresentados ao pequeno leitor como integrantes da natureza e do nosso dia a dia. Terra, ar, água e fogo figuram tanto nos poemas quanto nas atividades distribuídas por todo o livro, impresso em papel reciclado. Pensar a sustentabilidade do planeta Terra é ter consciência de que o mundo todo está no mesmo barco, e se não remarmos para o mesmo lado, ele afunda.

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Terça-feira, 4 de Agosto de 2009

A FILA ANDA


A fila anda, mas não empurra que é pior
uma abordagem de marketing sobre relacionamentos amorosos
de André Maciel

192 páginas


Depois de você ler “A fila anda, mas não empurra que é pior” suas discussões sobre DR (discutir a relação) nunca mais serão as mesmas. Aliás, André Figueiredo Maciel é irreverente já na primeira conversa com o leitor, quando o adverte que o livro não é uma obra séria “o que não significa que eu não diga a verdade”.



A gestão do afeto

Livro de estréia de autor gaúcho analisa as relações amorosas
sob os princípios do marketing
A Fila Anda, Mas não Empurra que é Pior - Uma Abordagem de Marketing sobre Relacionamentos Amorosos, de André Figueiredo Maciel. Suas sessões de DR (discutir a relação) nunca mais serão as mesmas.

Resultado de alguns anos de estudo e de prática, muitos 'foras' e algumas 'dentro', este livro foi escrito na esperança de ajudar a entender alguns dos mecanismos que conduzem as pessoas no decorrer do processo de decisão sobre relacionamentos. O livro traz como ingredientes exemplos reais (aproveite para rir deles antes que aconteçam com você), um pouco de filosofia e um grande desejo de que você tenha "relações de consumo" mais proveitosas e saiba como melhor conduzir a gestão do seu afeto.


Fidelidade, satisfação, conquista, preço e qualidade. Escolha de mercado, avaliação de atributos e compra por impulso. Ir ao shopping, pesquisar, tocar, cheirar, provar e decidir por produtos que nem sempre são satisfatórios.

Estaríamos falando de marketing ou de relacionamentos amorosos? Quais seriam as semelhanças entre estes processos e a escolha que homens e mulheres fazem pelo sexo oposto?

É neste contexto incerto e envolvente de necessidades, desejos, expectativas, decepções e estratégias de conquista em que se inscreve "A Fila anda, mas não empurra que é pior: uma abordagem de marketing para relacionamentos amorosos". Resultado de alguns anos de estudo e de prática, muitos 'foras' e algumas 'dentro', este livro foi escrito na esperança de ajudá-lo a entender alguns dos mecanismos que conduzem as pessoas no decorrer do processo de decisão sobre relacionamentos.

Tendo como ingredientes exemplos reais (aproveite para rir deles antes que aconteçam com você), um pouco de filosofia e um grande desejo de que você tenha relações de consumo (as duas) mais proveitosas, você verá que, quando o ser humano é o elemento central, talvez os princípios do marketing e das relações não mudem tanto assim.

Mas, atenção! Não espere encontrar ao longo dos próximos 18 capítulos conselhos melosos e compadecidos mostrando em 10 etapas como obter sucesso com rapazes, moças, clientes e assemelhados. Espere, entretanto, encontrar subsídios para desenvolver um grande senso crítico sobre o tema, além de entender, por exemplo, por que você atrai sempre o mesmo tipo, por que ainda cabe aos homens a iniciativa da conquista, a importância dos amigos na formação da opinião e por que você realmente não pode 'dar mole' durante o processo de conquista, caso queira aumentar o valor do seu produto. Este é o cenário no qual a gente aprende a não se levar tão á sério.


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Sexta-feira, 24 de Julho de 2009

NENHUM PÁSSARO NO CÉU


NENHUM PÁSSARO NO CÉU

de LUÍZ HORÁCIO


Páginas: 224
 

Nenhum Pássaro no Céu resgata a conexão do gaúcho com suas raízes latinas, proeza rara em nossa literatura.

Trata-se de um romance regional que, como toda a grande obra, consegue partir do ambiente restrito para alcançar reflexões universais. Ao abordar frustrações, temores e sentimentos do homem da fronteira, o autor constrói um painel híbrido como o dialeto da região em que nasceu e se criou. Se Camilo ultrapassa os limites do tempo e da morte e alça vôo num céu só seu, Luíz Horácio busca na literatura o redesenho da nossa condição humana. Nenhum Pássaro no Céu é seu próprio vôo transcendental.

"Nenhum pássaro no céu vem em boa hora: enfim, um livro para lembrar o nosso poder de vôo. "Raízes e asas. Mas que as asas enraízem e as raízes voem", escreveu uma vez um poeta nascido no sul da Andaluzia, Juan Ramón Jimenez. E é no sul rio-grandense que a imaginação agora se enraíza para ganhar o céu dos pampas. Neste segundo romance de Luíz Horácio novamente se nos descortinam as terras em que aprendemos a ler a nossa história. Mas, desta vez, dentro do silêncio imenso que abriga a sesta na estância dos Sosa, um outro silêncio se alastra, ameaçando a vida no campo: o vazio de um esquecimento, a falta de um amor, um piano trancado. Contra esse silêncio, a natureza dá a ouvir sua voz - bichos, árvores e nuvens falam, conspiram, mandam recados. Contra o vazio, duas solidões se encontram. Abre-se o piano e a música enche a noite do pampa, os amigos conversam entre dois copos de canha, homens e mulheres se reúnem em igual número na roda de chimarrão. No galpão da estância há um presente guardado para Camilo Sosa: uma caixa. Nela está contido um segredo que todo leitor deste livro deve guardar para si, também como um regalo. Um regalo que devolve ao nosso tempo a palavra do poeta contra a morte do mito e da memória. Asas e raízes. O que não cabe no olhar. O impossível que nos entrelaça. Enquanto estivermos neste horizonte largo, à hora em que cantam os primeiros pássaros, nesta casa branca com janelas verde-escuras, verde de musgo úmido, enquanto a imaginação, no seu silêncio, for mais valente do que o silêncio de morte, "um de nós ainda há de voar". Mariana Ianelli"

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Quinta-feira, 16 de Julho de 2009

Depois de sábado à noite



Na literatura, o tema é recorrente, mas são poucos os personagens homossexuais protagonistas de um romance. Em seu livro de estréia, Depois de sábado à noite, o autor Kiko Riaze expõe a cena gay carioca, que poderia ser a cena em qualquer grande centro urbano. Como no início do filme Milk, o dia a dia de um gay solteiro aparece sem metáforas. Pegações, beijos, amassos e transas são mostrados com naturalidade - e alguma crueza. Homofóbicos podem sentir desconforto, mas estarão diante de um aprendizado.

Em suas narrativas, tanto Milk quanto Depois de sábado à noite mostram que literatura gay ou cinema gay não são necessariamente sinônimo de arte erótica ou pornográfica. Seus personagens são desenvolvidos de forma consistente, sem caricatura ou estereótipo.A questão homossexual é abordada com frequência no cinema e na literatura. O mais recente e contundente exemplo nas telas está em cartaz: Milk, a voz da igualdade, que rendeu o Oscar de melhor ator a Sean
Penn e o de melhor roteiro original. Em tom de documentário, o diretor Gus Van Sant expõe a vida e o legado de Harvey Milk, o primeiro gay eleito para um cargo público nos Estados Unidos.


"A escassez de obras literárias para o público gay foi o que me levou a escrever o romance. Observei que os títulos existentes tinham como foco os conflitos da fase em que as pessoas se descobriam homossexuais. Eu escrevi um romance em que os personagens são gays assumidos e vivem nesta condição. Existe um universo gay além da fase da descoberta, com cultura, hábitos e pensamentos que muitos desconhecem ou ignoram", relata Riaze. A trajetória de Milk nos anos 70 foi apenas o início de uma longa luta não apenas pelos direitos dos homossexuais, mas pelos direitos humanos de igualdade em geral. Passados 30 anos de sua morte, ainda há muito para conquistar, muito com o que se indignar. O filme chega em momento oportuno nos Estados Unidos: Milk foi lançado pouco depois que os gays da Califórnia perderam o direito de se casar, em um referendo. Sean Penn não perdeu a deixa: "Acho que é hora de vocês, que votaram pela proibição do casamento gay, sentarem e refletirem, pensando em sua enorme vergonha e na vergonha dos seus netos, caso continuem assim", disse quando recebeu a estatueta. Filmes, livros e a arte de uma forma geral são ferramentas essenciais para reforço e alerta de uma causa que é de todos nós: igualdade de direitos.

O LIVRO

Depois de sábado à noite
de
Kiko Riaze

256 páginas

"Kiko Riaze narra desventuras de um jovem homossexual que faz das festas de sábado seu campo de batalha em busca da felicidade."


O AUTOR


Nome: Kiko Riaze
Idade: 29 anos

Signo: Gêmeos
Profissão: Gestor de Logística
O que poderia comer sempre: Pavê e pudim de leite
O que jamais comeria: carne de cachorro
Bebida preferida: Vinho
Música de sempre: Secret, Madonna
Livro: As Brumas de Avalon, Marion Zimmer Bradley
Paixão: Animais e natureza
Mania: Tirar fotos
Programa legal: Diversão com os amigos
Lugar: Qualquer um onde se pode ver o mar
Frase: "A felicidade está dentro de você, não a procure em sua volta". Buda





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Domingo, 5 de Julho de 2009

O Vampiro da Internet


Os vampiros nunca sairam de moda...mas na internet? Pois bem, essa é a proposta de uma baiana em uma editora do Rio Grande do Sul. Combina? Acho que sim, confira essa Anne Rice tupiniquim! (EC)

O Vampiro da Internet
de Licínia Ramizete

De tempos em tempos, eles invadem nossas casas... chegam pela tevê, pelas livrarias e pelos cinemas. Os vampiros nunca saem de nosso imaginário, e a mídia ajuda a mantê-los sempre vivos.

Na década de 90, Drácula, de Francis Ford Copolla, e Entrevista com o vampiro, de Neil Jordan, se destacaram no cinema com protagonistas tão sedutores quanto angustiados. A Rede Globo colocou no ar o bom-humor da telenovela Vamp (1991), retomando o tema na década seguinte com O beijo do vampiro (2002). Leveza e malícia não diminuíam o sofrimento dos personagens com sua dualidade. O mesmo acontece hoje. No cinema, no romântico filme Crepúsculo, uma adaptação do livro homônimo da americana Stephenie Meyer. No ar pela Rede Record, a novela Os mutantes mostra uma epidemia que transforma as pessoas em demônios, como o jovem Draco e seus conflitos existenciais. Na HBO, o seriado americano True blood, de Allan Ball (mesmo diretor de A Sete Palmos), tem vampiros bebendo um tipo de sangue artificial que lhes permite viver em harmonia com os seres humanos sem jamais cair em tentação. Mesmo assim, a violência é constante.

Uma abordagem diferente é feita pela autora Licínia Ramizete em O vampiro da internet. O protagonista Gustavo é sedutor, é belo, é um vampiro, mas um vampiro tranquilo. Gustavo está de bem com sua vida, trabalha durante o dia, como se fosse um simples mortal. E quando tem sede... a internet é seu ponto de encontro... sempre tem uma vítima indefesa, solitária.....como Marília, que de saída percebe ter encontrado alguém muito especial. E aí começam algumas surpresas. Quer saber mais? Leia O vampiro da internet.

 

A AUTORA

Nome: Licínia Ramizete
Idade: 42 anos
Signo: Gêmeos
Profissão: Comerciária
O que poderia comer sempre: Comida Chinesa/Comida Baiana.
O que jamais comeria: Insetos/Caças.
Bebida preferida: Água e um vinho tinto, de vez em quando...
Música de sempre: MPB/Samba.
Livro: São tantos... mas destacarei Pollyanna - Eleanor H. Porter (seus ensinamentos me acompanham desde a infância).
Paixão: Livros, dança, meus filhos, meu esposo... (não necessariamente nessa ordem...rsrsrs...)
Mania: Fazer várias atividades ao mesmo tempo.
Programa legal: Fim-de-semana na praia com a família e amigos.
Lugar: Arembepe e Morro de São Paulo, na Bahia.
Frase: "Uma vontade encontra um meio". É meu lema de vida.


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Sexta-feira, 26 de Junho de 2009

Eternamente Sua



Eternamente Sua
de Rubens Paulo Gonçalves


Amor à primeira vista é uma experiência compartilhada por muitos.

Vidas anteriores? Uniões passadas? Identificações psíquicas?

Superpondo acontecimentos ocorridos em três tempos, o autor parte em busca de respostas: o tempo cronológico, físico e dimensional, limitado pela realidade; o tempo do sonho que pertence somente ao sonhador e é limitado por seu próprio psiquismo; o tempo espiritual, de duração desconhecida e que pode explicar alguns fatos misteriosos.


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publicado por o editor às 13:38
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Tribo do Mouse



Tribo do Mouse
de Ulisses Giorgi , Juarez Poletto , João Reginatto



Número de Páginas: 224 páginas


Tribo do Mouse - Histórias, Dicas e Truques do Mundo Corporativo é um livro para surpreender. Longe do ranço e da banalidade de títulos cheios de formulismos que beiram à autoajuda, a tribo mostra que há vida, humor e humanidade no cotidiano de uma empresa. A fuga do lugar-comum estampada nos sensíveis e pertinentes relatos de a Tribo do Mouse, é acompanhada de uma audácia da editora Fábrica de Leitura: a publicação tem duas capas, para que o leitor escolha qual quer levar para casa.

O livro relata a vida no escritório pelo prisma mais real possível. As crônicas e pensatas inspiradas em casos verídicos têm o frescor da linguagem coloquial características dos blogs e ganham agora a versão impressa para comemorar os dois anos na Internet.

A ausência de referências que falassem sobre o cotidiano real das empresas, o mais distante possível de fórmulas robóticas, com análise crítica, dicas e histórias que tocassem profundamente quem vive nesse ambiente foi a motivação inicial dos textos. As situações relatadas mostram como e quem são as pessoas do chamado "mundo corporativo" e ainda ajudam a entender o funcionamento das relações e comportamentos dentro da empresa. De forma clara, irônica e bem objetiva, a Tribo do Mouse vai tirar você da zona de conforto e colaborar para um empurrãozinho em direção a tendências e soluções para sua vida profissional.

Os autores João Reginatto, Juarez Poletto e Ulisses Giorgi nasceram no Rio Grande do Sul, mas seguem carreiras em diferentes latitudes (Porto Alegre, Curitiba e Dublin, na Irlanda). Eles são Jack, Reggie e Zambol e integram a tribo, que surgiu de forma natural entre amigos com experiências pessoais e profissionais muito próximas.

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publicado por o editor às 13:37
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