Domingo, 30 de Novembro de 2014

A vida como ela era

 

 

 


A vida como ela era
de  Susan Beth Pfeffer

 

TÍtulo Original:     The life as we knew it
Tradutor:     Ana Resende

Páginas:     378
Formato:     16 x 23 cm

  

O PRIMEIRO LIVRO DA QUE É CONSIDERADA UMA DAS MELHORES SÉRIES DE DISTOPIA



Quando Miranda começa a escrever um diário, sua vida é como a de qualquer adolescente de 16 anos: família, amigos, garotos e escola. Suas principais preocupações são os trabalhos extras que os professores passaram – tudo por causa de um meteoro que está a caminho da Lua. Ela não entende a importância do acontecimento; afinal, os cientistas afirmam que a colisão será pequena.

O que Miranda não sabe é que os cientistas estão muito enganados...

Para surpresa de todos, o impacto da colisão é bem maior do que o esperado, e isso altera de modo catastrófico o clima do planeta. Terremotos assolam os continentes, tsunamis arrasam os litorais e vulcões entram em erupção. Em 24 horas, milhões de pessoas estão mortas e, com a Lua fora de órbita, muitas outras mortes são previstas. Miranda e sua família precisam, então, lutar pela sobrevivência em um mundo devastado, onde até a água se torna artigo de luxo.

Através do diário da adolescente, A vida como ela era nos conduz por uma emocionante história de persistência, ensinando-nos que, mesmo diante de tempos assustadores e imprevisíveis, o recurso mais importante de todos – aquele que jamais deve ser extinto – é a esperança.













Voce deve experimentar também UM classico - "Devastação (ou a volta à Natureza)" um livro do francês René Barjavel. Lançado em 1943 com o título "Ravage". (E.C.)


 um lançamento







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Quarta-feira, 23 de Abril de 2014

...

A Filha do Louco de MEGAN SHEPHERD

 A Filha do Louco 
de
MEGAN SHEPHERD



  • Selo: NOVO CONCEITO
  • Ano: 2014
  • Edição: 1
  • Número de páginas: 416
  • Formato/Acabamento: 16x23x2,6
  • Peso: 0.57 kg

 
Nos lugares mais obscuros, até mesmo o amor pode ser mortal.




O LIVRO
A Filha do Louco

Nos lugares mais obscuros, até mesmo o amor pode ser mortal.


Juliet Moreau construiu sua vida em Londres trabalhando como arrumadeira — e tentando se esquecer do escândalo que arruinou sua reputação e a de sua mãe, afinal ninguém conseguira provar que seu pai, o Dr. Moreau, fora realmente o autor daquelas
sinistras experiências envolvendo seres humanos e animais.
De qualquer forma, seu pai e sua mãe estavam mortos agora, portanto, os boatos e as intrigas da sociedade londrina não poderiam mais afetá-la... Mas, então, ela descobre que o Dr.
Moreau continua vivo, exilado em uma remota ilha tropical e, provavelmente, fazendo suas trágicas experiências.
Acompanhada por Montgomery, o belo e jovem assistente do cirurgião, e Edward, um enigmático náufrago, Juliet viaja até a ilha para descobrir até onde são verdadeiras as acusações que apontam para sua família.



A AUTORA

MEGAN SHEPHERD é filha de livreiros e formou-se em Relações
Internacionais. Trabalhou na Costa Rica, Senegal, Escócia e Espanha, entre outros países. Hoje é escritora de livros para jovens adultos em tempo integral.





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Os Solteiros de MEREDITH GOLDSTEIN

 

 

 

 Os Solteiros de MEREDITH GOLDSTEIN

Selo: NOVO CONCEITO
Ano: 2014
Edição: 1
Número de páginas: 272
Formato/Acabamento: 16x23x1,8
Peso: 0.37 kg



O LIVRO
Cinco adultos. Cinco pessoas com idade sufi ciente para ter conquistado alguma tranquilidade.

Mas sossego é algo que passa longe de suas vidas confusas. Hannah é diretora de elenco em Nova York e ainda chora pelo ex que a abando- nou. Rob não é muito bom em assumir compromissos, mas nos tempos da facul- dade quase namorou Hannah — e não se esquece disso... Vicki tem um trabalho lucrativo (embora tedioso) como designer de interiores de uma grande rede de supermercados, e é uma depressiva crônica. Nancy leva uma vida dupla, e Joe é um quarentão que adora namorar mulheres mais jovens... Não há como negar: juntos, eles podem comprometer seriamente os planos de Bee de ter o casamento mais elegante da cidade. Da união desses personagens apaixonados resulta um romance divertido e doce sobre vidas entrelaçadas, relações de amizade e o incontestável amor. 




 Uma autora eclética
Meredith Goldstein é  colunista e repórter de entretenimento e da conselhos no The Boston Globe. Sua coluna Cartas de amor é uma expedição diária de sabedoria para o apaixonado, que recebe cerca de 1 milhão de visualizações de páginas por mês em Boston.com. Cartas de amor aparece na edição impressa do Globo todos os sábados. Meredith também escreve sobre falsas estrelas de rock , ex-anilhadores menino , lobisomens femininos , livros de autoajuda , últimos shows de imagem , e como a soar como Matt Damon em Gênio Indomável.
 
O primeiro romance de Meredith, The Singles, foi lançado pela Penguin / Plume em abril. Não surpreendentemente, é uma história sobre relacionamentos complicados.
 
Meredith nasceu em New Jersey, criado em Maryland, foi para a Universidade de Syracuse, e agora vive em Roxbury, Massachusetts com uma máquina de algodão doce  que ela comprou para ela em seu aniversário de 30 anos.
 
Ela aparece em WBUR , WFNX , MIX 104.1 , NECN e FOX .
 
Para mais informações sobre The Singles e aparências, entre em contato com Katherine Flynn em Kneerim & Williams .
www.boston.com/lifestyle/relationships/blog/
Love Letters is a blog written by Boston Globe columnist Meredith Goldstein about romance problem and advice.



 


 





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A Rosa da Meia-Noite de Lucinda Riley

 

 

A Rosa da Meia-Noite

de Lucinda Riley


Ano: 2014
Edição: 1
Número de páginas: 624
Formato/Acabamento: 16x23x4,1
Peso: 0.86 kg
P





A Rosa da Meia-Noite

Noite, A


Atravessando quatro gerações, A Rosa da Meia-Noite percorre desde os reluzentes palácios dos marajás da Índia até as imponentes mansões da Inglaterra, seguindo a trajetória extraordinária de
Anahita Chavan, de 1911 até os dias de hoje.

No apogeu do Império Britânico, a pequena Anahita, de 11 anos, de origem nobre e família humilde, aproxima-se da geniosa Princesa Indira, com quem estabelece um laço de afeto que nunca mais se romperia. Anahita acompanha sua amiga em uma viagem à Inglaterra pouco tempo antes da eclosão da Primeira Guerra Mundial. Ela conhece, então, o jovem Donald Astbury, herdeiro de uma deslumbrante propriedade, e sua ardilosa mãe.

Oitenta anos depois, Rebecca Bradley é uma jovem atriz norte-americana que tem o mundo a seus pés. Quando a turbulenta relação com seu namorado, igualmente rico e famoso, toma um
rumo inesperado, ela fica feliz por saber que o seu próximo papel uma aristocrata dos anos 1920 irá levá-la para muito longe dos holofotes: a isolada região de Dartmoor, na Inglaterra. As filmagens começam rapidamente, e a locação é a agora decadente Astbury Hall.

Descendente de Anahita, Ari Malik chega ao País sem aviso prévio,
afim de mergulhar na história do passado de sua família. Algo que
ele descobre junto com Rebecca começa a trazer à tona segredos
obscuros que assombram a dinastia Astbury.

O autor

Lucinda Riley


Lucinda Riley nasceu na Irlanda e durante sua infância viajou por todo o Oriente. Assim que se mudou para Londres, começou carreira como atriz de cinema, teatro e televisão. Aos 24 anos, baseada em sua experiência com dramaturgia, escreveu seu primeiro livro. Sua paixão por História trouxe-lhe a inspiração para escrever romances que têm conquistado os primeiros lugares nas listas de leitura de todo o mundo. Vive entre os Estados Unidos e a França, com o marido e quatro filhos.








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Quarta-feira, 2 de Outubro de 2013

Tigres em dia vermelho de Liza Klaussmann

 

Tigres em dia vermelho

 

de Liza Klaussmann 

Tradução:
Adalgisa Campos da Silva

  • Páginas: 320
  • Formato: 16 x 23


 

 

 

O LIVRO

A Segunda Guerra Mundial acaba de chegar ao fim e as primas Nick e Helena irão se separar pela primeira vez. Helena está de mudança para Hollywood, onde um novo casamento a espera, enquanto Nick embarca rumo à Flórida para se juntar ao marido, Hughes, um jovem oficial que voltou de Londres. Para as duas, que cresceram passando os verões em Tiger House, a gloriosa propriedade da família na ilha de Martha's Vineyard, aproveitando os dias quentes e as noites regadas a gim, o mundo parece cheio de possibilidades.
Em pouco tempo, porém, Nick e Helena percebem que a realidade não corresponde a seus sonhos, e, com o passar dos anos, as viagens para Tiger House assumem uma nova complexidade. À beira da década de 1960, a filha de Nick, Daisy, e o filho de Helena, Ed, fazem uma descoberta sinistra, que rouba a aura de felicidade da ilha e lança os corações da família às sombras.
Magnificamente narrado a partir de cinco perspectivas, Tigres em dia vermelho é uma estreia inesquecível. Um romance repleto de traição, paixão e violência, escondidas sob uma fachada de polidez e riqueza. Um suspense familiar com um desfecho surpreendente.

A CRITICA

The Wall Street Journal
"A principal característica de Liza Klaussmann é a qualidade afiada de sua prosa, que apresenta personagens com contornos vívidos, ao mesmo tempo que sugere sua fragilidade emocional."
Publishers Weekly
"Um romance habilmente construído, que combina mistério e drama e instiga o leitor a querer saber o que acontece até o final."
The Washington Post
"Extremamente inteligente. Uma elegante cartilha sobre agressão passiva, um estudo dos desejos e ressentimentos que queimam almas por detrás de dentes cerrados e sorrisos. Klaussmann retrata com maestria o desespero não externado."

A chance to listen to the exclusive book club podcast discussion between Richard and Judy and Liza Klaussmann, the author of Summer 2013 Book Club title Tigers In Red Weather.





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Domingo, 29 de Setembro de 2013

Garota exemplar de Gillian Flynn

 

Garota exemplar

de Gillian Flynn


    Tradução: Alexandre Martins

    Páginas: 448
    Formato: 16 x 23
    Peso: 360 gramas


Em Garota exemplar, a narrativa não linear de Gillian Flynn se alterna entre duas perspectivas opostas e conflitantes, construindo uma atmosfera dúbia, capaz de fazer o leitor mudar de opinião a cada capítulo. Com um humor perspicaz, o thriller expõe as consequências psicológicas da deterioração de um relacionamento íntimo. Se para muitos o problema está em acordar e perceber que não se conhece muito bem a pessoa com quem se divide a cama, Flynn alerta: o inferno pode ser conhecê-la bem demais.

Na manhã do quinto aniversário de casamento, Amy desaparece da nova casa, às margens do Rio Mississippi. Tudo indica se tratar de um sequestro, e Nick imediatamente chama a polícia, mas logo as suspeitas recaem sobre ele. Exibindo uma estranha calma e contando uma história bem diferente da relatada por Amy em seu diário, ele parece cada dia mais culpado, embora continue a alegar inocência. À medida que as revelações sobre o caso se desenrolam, porém, fica claro que a verdade não é o forte do casal.


A CRITICA
The New York Times

"Contundente, ardiloso, arrebatador. Um livro inteligente, cheio de camadas e com personagens extremamente bem construídos."


Time

"O retrato de um casamento tão aterrorizante que vai fazer você passar um bom tempo pensando em quem realmente é a pessoa que está ao seu lado na cama."

The New Yorker

"Um thriller arrebatador, o retrato magistral do desenrolar de um casamento."













ELENCO DE GAROTA EXEMPLAR GANHA REFORÇO





Emily Ratajkowski não chamou atenção só do público ao dançar e aparecer seminua no videoclipe Blurred Lines, de Robin Thicke. Ao que parece, o diretor David Fincher também ficou impressionado com os atributos da atriz, mais nova adição ao elenco do filme Garota exemplar, adaptação para o cinema do romance de Gillian Flynn, que também assina o roteiro do longa-metragem.

Emily é mais conhecida por suas participações nas séries televisivas iCarly, do Nickelodeon, e New Girl, da Fox. Esse é o primeiro papel que a atriz emplaca no cinema. Ela será Andie, uma estudante que se envolve com o protagonista Nick Dunne, interpretado por Ben Affleck. O elenco conta ainda com Rosamund Pike, no papel de Amy Dunne, Neil Patrick Harris, Tyler Perry, Kim Dickens e Patrick Fugit.

A estreia do filme nos Estados Unidos está prevista para 2015.



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Sexta-feira, 27 de Setembro de 2013

Sal de Leticia Wierzchowski

 

Sal


de Leticia Wierzchowski

 

 

  • Páginas: 240
  • Formato: 16 x 23
  • Peso: 280

 

Um farol enlouquecido deixa desamparados os homens do mar que circulam em torno da pequena e isolada ilha de La Duiva, expondo-os, todas as noites, às ameaças dos rochedos traiçoeiros. Sob sua luz vacilante, Cecília, matriarca da família Godoy, reconstitui as cicatrizes do passado com linhas e agulhas. Em dolorosa solidão, ela tece uma interminável tapeçaria em que entrelaça as sinas de Ivan, seu marido, e de seus filhos ausentes, elegendo uma cor para cada um.
Muitas gerações da família de origem espanhola zelaram pelo farol naquela ilhota perdida no sul. Apesar da oposição de Doña, sua mãe, Ivan se apaixona por Cecília. Os dois se casam e têm seis filhos — Lucas, Julieta, Orfeu, as gêmeas Eva e Flora, e o temporão Tiberius —, que povoam a ilha com suas personalidades marcantes e talentos misteriosos. Apaixonada pelos livros, a jovem Flora descobre que possui o dom para a literatura e começa a escrever um romance. Tão poderosas são suas palavras que certas cenas deixam o papel e transbordam para a realidade.
O manuscrito chega às mãos do inglês Julius Templeman, professor de Cambridge e especialista em literatura latino-americana. Tomado pelo frescor e pela vitalidade da criação da jovem, ele decide deixar a Europa e ir até La Duiva para conhecer pessoalmente a autora. Sua chegada provoca mudanças profundas e irreversíveis nos moradores da ilha e no próprio Julius. Ele desperta desejos, desencadeia paixões e torna-se o vértice de um inusitado triângulo amoroso, cujas consequências levam os filhos de Cecília a se espalharem pelo mundo em busca de outros verões. Com uma linguagem poética, Leticia Wierzchowski dá voz e vida a cada um dos integrantes da família Godoy, criando sua própria tapeçaria delicada e surpreendente, enriquecida por múltiplos e divergentes pontos de vista.

A CRITICA
“Leticia escreve dentro de um apartamento, nos intervalos entre as compras no supermercado, os cuidados com os filhos, as sessões de cinema, as aulas de natação. Porém, em meio às demandas urbanas e aos horários cronometrados, ela consegue, em frente ao computador, parar o tempo — ou melhor, voltar no tempo —, valendo-se de uma imaginação e fantasia raras, como raros se tornaram hoje os momentos longe dos relógios e próximos da poesia.” Martha Medeiros 


A AUTORA

Leticia Wierzchowski nasceu em Porto Alegre, RS, em1972, e estreou na literatura em 1998 com o romance O anjo e o resto de nós. A autora é considerada uma das maiores revelações da literatura nacional do início do século XXI. Uma das raras escritoras a perceber e a traduzir, em palavras, a personalidade, o sentido e o poder de ação de personagens e cenários brasileiros. Em 2003 o romance A casa das sete mulheres foi adaptado pela Rede Globo em uma série de 50 capítulos. Desde então, a produção televisiva já foi veiculada em quase 30 países, e a obra de Leticia ganhou caminhos internacionais. Ela tem livros editados na Espanha, Portugal, Grécia, Itália e Sérvia-Montenegro.

UMA ENTREVISTA
Como e quando começou sua relação com a literatura e a escrita literária?  É possível localizar no tempo uma leitura ou outro evento que tenha de alguma forma despertado a escritora em você?
Não há uma linha divisória muito definida para marcar a minha relação com a literatura. Eu simplesmente sempre gostei de ler, e isso num casa onde livros eram artigos raros. Lembro da alegria de aprender a ler sozinha, deixado de implorar aos adultos que lessem mais e mais para mim...Mas eu sempre fui muito criativa - inventava de tudo, desenhava, criava histórias, peças de teatro. Então a minha busca foi por um espaço onde eu pudesse me expressar criativamente. Primeiro, entrei na Faculdade de Arquitetura, da qual saí após 2 anos. Depois montei uma confecção (a essas alturas, eu já sabia corte e costura também, sempre adorei trabalhos manuais). Tive essa confecção com uma sócia por mais dois anos, e foi lá, acidentalmente, que eu um dia coloquei uma folha de papel na máquina de escrever (isso deveria ser mais ou menos 1996...) e comecei um romance. Nunca mais parei: de repente, eu encontrei um espaço criativo ilimitado. Nada mais material atravancava o meu caminho: nada de réguas, compassos, centímetros, tecidos, moldes... Eu podia criar qualquer coisa. Alguns meses depois, fechei a confecção, fui trabalhar com meu pai durante o dia, escrevendo à noite. Em 1998, publiquei meu primeiro romance "O anjo e o resto de nós".

De lá para cá foram mais de 20 títulos publicados, entre novelas, romances, crônicas e contos, e infanto-juvenis. O que você acha que foi, essencialmente, se alterando tanto nos seus processos criativos quanto na própria escrita? Do início da sua trajetória até Neptuno, seu romance mais recente, houve mudanças significativas nesses sentidos?
Cada livro tem uma gênese peculiar, mas, evidentemente, eu espero vir aprimorando meus processos criativos, conseguindo domar uma certa ânsia de colocar no papel, aplicando alguns aprendizados que tive nesses anos todos. Mas isso não significa que o resultado seja sempre melhor, um dos livros que mais gosto ainda é o meu romance de estreia. De qualquer modo, ainda segue intacto em mim o prazer de escrever. Eu escrevo porque gosto, basicamente. Quando eu escrevo, alguma coisa a mais palpita em mim.
 





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Segunda-feira, 18 de Fevereiro de 2013

Os olhos amarelos dos crocodilos de Katherine Pancol

 


Os olhos amarelos dos crocodilos


de Katherine Pancol


Tradução: Eliana Aguiar


Formato: 16 x 23

Peso: 400 gramas

464 páginas


O LIVRO

Iris e Joséphine são irmãs com personalidade e estilo de vida completamente diferentes. Enquanto Iris é uma socialite, muito elegante e sofisticada, sem a menor preocupação com seus gastos, Joséphine é historiadora e leva uma vida bem mais modesta nos subúrbios de Paris. Os curiosos contrastes entre ambas já eram visíveis desde a infância.

Apesar da invejável condição financeira, Iris não é feliz. Seu casamento, em particular, é motivo de desgosto constante. A irmã não tem dúvidas de que ela e seu marido, Philippe Dubin, vivem presos a um regime de aparências. Já Joséphine, em meio às dívidas que sustenta, expulsa de casa o marido desempregado, que a traía com uma manicure.

Certo dia, em um jantar de alta classe, Iris inventa que é escritora. Para sustentar a mentira e criar uma nova imagem, pede ajuda a Joséphine: a irmã escreveria um livro, depois assinado por Iris, que lhe daria o dinheiro relativo à publicação. Recém-separada e cheia de dívidas, Joséphine aceita. Ao longo dos dois anos seguintes, a vida das duas irmãs vai mudar completamente em função desta decisão.
Com muitos diálogos e conflitos, as histórias que se seguem à farsa promovida pelas irmãs revelam a dificuldade em sustentar a mentira de ambas, em meio às demais histórias de suas famílias. Os olhos amarelos dos crocodilos exibe uma saga familiar que vai de Paris à África, apresenta vários personagens fascinantes e tenta responder a velha pergunta: afinal, o que determina o sucesso de alguém?


A AUTORA
Katherine Pancol nasceu em Casablanca, no Marrocos, em 1954, e se mudou para a França aos cinco anos de idade. Estudou literatura e tornou-se inicialmente professora de Francês e Latim, passando depois para o jornalismo. Trabalhou para as revistas Paris-Match e Cosmopolitan. Em 1979, escreveu seu primeiro romance, Moi d'abord, e, devido à boa receptividade, decidiu investir na carreira de escritora. Ela passou os dez anos seguintes em Nova York, estudando escrita criativa e roteiro na Universidade de Columbia. Neste período escreveu mais três romances. Os olhos amarelos dos crocodilos, publicado em 2006 na França, é seu maior sucesso e vendeu mais de um milhão de cópias. Ela é divorciada, tem dois filhos adultos e vive atualmente em Paris.

Leia um trecho do livro em PDF


Katherine Pancol em Lyon
Après « Les Yeux jaunes des crocodiles » et « La Valse lente des tortues », Katherine Pancol publie le troisième volet de sa trilogie « Les Écureuils de Central Park sont tristes le lundi »

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Terça-feira, 15 de Janeiro de 2013

Professor de Ilusões de Monica Martinez

 

Professor de Ilusões 

de Monica Martinez 

Formato: 14 X 21 cm
No de páginas: 248
Acabamento: brochura



Romance marca a estreia da jornalista e professora universitária Monica Martinez na literatura de ficção. Obra é ambientada no mundo acadêmico e traz reflexões profundas de um professor que sente um forte impulso de se reinventar

Professora universitária e pesquisadora na área de Comunicação Social, com diversos livros acadêmicos publicados, entre eles, Tive uma ideia – o que é criatividade e como desenvolvê-la, de 2010, Monica Martinez lança seu primeiro romance, Professor de ilusões, pela Editora Prumo. E é justamente em um ambiente familiar à autora, a academia, que a história se desenrola. Em sua primeira obra ficcional, Monica Martinez dá vida ao personagem Sidney, um professor universitário que, aos 44 anos, passa a refletir profundamente sobre a própria existência, e sobre sua profissão. O leitor é conduzido ao universo do denso protagonista e suas circunstâncias a partir do momento em que ele decide se reinventar.

O ensino superior em Comunicação Social é o mote da história contada pela autora, que aborda percepções observadas dentro da universidade e a transição do jornalismo para o mundo acadêmico. “Com a mudança ocorrida no cenário da área jornalística nas últimas décadas, o professor Sidney reflete um grupo significativo de profissionais criativos que encontrou na academia uma possibilidade muito interessante de dar continuidade à carreira escolhida na área de Comunicação”, afirma Monica Martinez. “Além disso, enquanto as redações enxugaram, a oferta de empregos no ensino superior se ampliou nos últimos anos, incluindo a visibilidade internacional devido ao processo de globalização acadêmico”, completa.

Como em uma autoanálise, o personagem Sidney, envolto em problemas pessoais – sofre ainda com o divórcio e com a traição da ex-mulher – e em questões da vida prática, emaranha-se em uma rede de pensamentos sobre sua insatisfação com a atual profissão: “O fato é que continuava tendo a sua frente, a cada semestre, um pelotão de alunos egressos de um sistema de educação falho, que não haviam conseguido vaga nas instituições públicas ou particulares de excelência. Falava de técnicas sofisticadas de jornalismo, para o qual havia sido treinado no doutorado, para uma plateia que não lia livros, tinha poucas referências culturais e escrevia pior que seu filho de treze anos, quando escrevia alguma coisa.”

Mas ele constata que, como diamante no cascalho, às vezes aparecia um aluno talentoso, ao qual ele perscrutava com a curiosidade que um geneticista dedicaria a uma mutação genética. “Contra todas as probabilidades — a educação falha, famílias desestruturadas, situação econômica precária, doenças físicas ou psicológicas, falta de disciplina e muitas vezes de metas –, emergia um ou outro que se destacava naquele mar de jovens. Era um mistério para ele como tinham conseguido, e um mistério ainda maior saber o que a vida reservava a estas pequenas joias que tinham escapado do sistema”, divaga o personagem.

Sidney sabia que precisava se reinventar, sentia necessidade de mudança.Tinha sido muitas coisas na vida, as mais recentes jornalista e professor, mas, insistentemente, se perguntava o que seria depois e além disso. “Sabia que não havia outra resposta que não a de escritor. Coçou a cabeça. Está certo: adorava escrever. Não via problema em ficar horas sozinho (…)”. Entre outras observações a respeito do ofício de escritor, o próprio personagem sugere a disciplina como algo fundamental para fazer a passagem do jornalismo para a literatura. “Contudo, a meu ver, os jornalistas que transitam pelas duas áreas podem contribuir com uma narrativa realista, uma vez que são treinados a observar a realidade e interpretá-la para relatá-la bem”, comenta a autora.

Monica Martinez afirma que escrever um romance foi uma experiência totalmente nova, diferente de tudo o que já tinha feito. Ela conta que sempre ficava intrigada ao ouvir grandes nomes da literatura nacional e internacional, como o colombiano Gabriel García Márquez, falar que a partir de um determinado ponto os personagens de um livro ganham vida própria. O mesmo acontece com o personagem de Professor de Ilusões: toda vez que ela planejava uma sequência, lá vinha ele conduzir seus dedos e levar a história para outro lado. Como diz o escritor português José Saramago (1922 – 2010), citado na obra, o autor precisa ter uma sensibilidade enorme para ajudar o livro a ser o que ele quer ser.

Segundo a autora, o personagem central é composto a partir de características de vários indivíduos, que foram amalgamadas ao longo do tempo por sua imaginação. Sidney é um homem contemporâneo, em trânsito, ela afirma. “Eu imagino Professor de Ilusões como uma trilogia, mas a característica inquieta de Sidney, de querer sempre mais, estará sempre com ele.”

A  orelha do livro é assinada pelo repórter José Hamilton Ribeiro. O então correspondente da revista Realidade foi o único brasileiro a cobrir a Guerra do Vietnã. O jornalista atualmente faz parte da equipe do programa Globo Rural.

A autora
Monica Martinez
é doutora em Ciências da Comunicação pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo e pós-doutorada em Comunicação Social pela Universidade Metodista de São Paulo. Atualmente desenvolve estágio de pesquisa pós-doutoral junto à Universidade do Texas, em Austin. É docente do Programa de Mestrado em Comunicação e Cultura da Uniso, da pós-graduação em nível de lato sensu da FMU e da Associação Brasileira de Jornalismo Literário (ABJL), dá aulas de jornalismo no FIAM-FAAM Centro Universitário e de redação criativa e jornalismo literário no Sindicato dos Jornalistas do Estado de São Paulo. É co-criadora do Núcleo Granja Viana-SP da Joseph Campbell Foundation. Como escritora, publicou Tive uma ideia – o que é criatividade e como desenvolvê-la (Paulinas, 2010), Jornada do Herói – estrutura narrativa mítica na construção de histórias de vida em jornalismo (Annablume/Fapesp, 2008), Martin Luther King (Salesiana, 2007), Gandhi (Salesiana, 2006), entre outros livros. Como jornalista, foi editora em publicações de circulação nacional, entre elas a revista Saúde.





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Quarta-feira, 24 de Outubro de 2012

O MERCADOR DE LIVROS MALDITOS de Marcello Simoni

 


O MERCADOR DE LIVROS MALDITOS

de Marcello Simoni



Edição: 1ª edição - 09/2012
Número de Páginas: 368 


Prémio Bancarella 2012
Prémio Literário Emilio Salgari
Seleção Prémio Fiesole 2012


O LIVRO
Não é comum um livro reunir o consenso da crítica e dos leitores, mas O Mercador de Livros Malditos conquistou uns e outros. Mais: ambos afirmam que se trata de uma das mais interessantes estreias dos últimos anos.

O Mercador de Livros Malditos é uma história envolvente, marcada por intrigas, segredos ocultos durante séculos e mistérios que vão para lá do conhecimento de sábios e de alquimistas.

Ao longo das suas páginas o leitor viaja por Itália, França e Espanha no rasto do Uter Ventorum, um livro raro, desmembrado em quatro partes e protegido por intrincados enigmas que, uma vez resolvidos, permitem evocar os anjos e a sua divina sabedoria.

O AUTOR
Marcello Simoni nasceu em Comacchio (Ferrara), onde vive e trabalha como bibliotecário. Apaixonado por História e Arqueologia, é autor de diversos ensaios históricos e de alguns contos. O Mercador de Livros Malditos é o seu primeiro romance.


A CRITICA

Uma verdadeira intriga medieval.
Corriere della Sera

Uma história cativante na qual as sotainas esvoaçam, as espadas dos templários brilham e onde se morre por amor a Deus e ao Diabo.
La Repubblica

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