Sexta-feira, 23 de Setembro de 2016

Últimos dias de inscrição para o curso de mestrado FPA

 

 
 
 
 
 

 

publicado por o editor às 14:19
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FPA e FES promovem sétima sessão de ciclo de debates

 

 
 
Em parceria, as fundações Perseu Abramo (FPA) e Friedrich Ebert (FES) promovem a sétima sessão do ciclo de debates Uma Agenda Democrática para o Brasil Rural. Com o tema  Agricultura familiar, agroecologia e alimentação saudável, o debate acontece no dia 26 de setembro, das 10 às 13 horas, na sede da FPA, na Vila Mariana, em São Paulo. Toda a atividade será transmitida pelo portal da Fundação Perseu Abramo. Leia mais

 

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Sexta-feira, 5 de Agosto de 2016

FPA e FES realizam debate sobre juventude camponesa

 

 
 
 
As Fundações Friedrich Ebert e Perseu Abramo realizam no dia 8 de agosto (segunda-feira), às 10h, a sexta sessão do Ciclo de Debates Uma Agenda Democrática para o Brasil Rural, que tratará do tema Juventude e Sucessão Rural. O debate será transmitido ao vivo pela tevêFPA. Leia mais

 

 
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Sexta-feira, 3 de Junho de 2016

FPA promove homenagem a Perseu Abramo

 

 

 

Há vinte anos, o Brasil perdia o jornalista e sociólogo Perseu Abramo, intelectual, militante, professor e um dos fundadores do Partido dos Trabalhadores. No dia 13 de junho, às 19 horas, a Fundação Perseu Abramo (FPA), com apoio institucional da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), promove uma homenagem a Perseu, com transmissão ao vivo pela tevêFPA. Leia mais
 

 

 
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Quarta-feira, 7 de Outubro de 2015

Política fiscal, crescimento econômico e ajuste  

 



A relação entre a política fiscal, (atualmente conduzida sob a égide de um projeto de “ajuste fiscal”) e o crescimento econômico é tema recorrente do debate público nacional e da declaração de autoridades econômicas do governo. Os defensores do “ajuste” argumentam que para alcançar o ajuste fiscal, ou seja, para fazer com que as despesas cresçam menos que as receitas, é preciso reduzir os gastos do governo, cortando investimentos e transferências sociais, seja por meio de redução dos gastos discricionários, seja através de aprovação de reformas constitucionais que reduzam os gastos obrigatórios. Segundo esta proposta, estes cortes de gastos levariam ao equilíbrio entre receitas e despesas, ajustando as contas públicas. Com o ajuste fiscal alcançado, os investidores privados se sentiriam mais confiantes e voltariam a investir na economia brasileira, fazendo o país voltar a crescer. Ou seja, o ajuste fiscal aparece como condição para a retomada do crescimento, necessário para a recuperação da confiança e indutor do investimento privado.

Os críticos da estratégia do “ajuste” atual argumentam o oposto: a redução dos investimentos públicos e dos gastos sociais aprofundam a recessão, reduzindo as receitas públicas e impedindo que se alcance o desejado equilíbrio fiscal. Mesmo que se consiga lograr a redução do déficit público, isso se dará às custas de uma profunda recessão, que não traz consigo nenhum elemento que indique a retomada futura do crescimento. Os empresários investem por que acreditam que haverá demanda por seus produtos, não por que têm confiança na condução das finanças públicas. Ou seja, a retomada do crescimento econômico é condição para alcançar o equilíbrio fiscal, e o investimento público tem papel decisivo na retomada da atividade.

Esta última posição é defendida hoje por economistas do FMI, além de economistas “nobéis” como Paul Krugman e Joseph Stiglitz. Em recentes estudos, o FMI demonstrou que “ajustes fiscais” em meio à recessão podem provocar efeitos negativos no curto e no longo prazo, defendendo abertamente a utilização dos investimentos públicos como forma de recuperação do crescimento econômico, dada sua elevada capacidade de acelerar e multiplicar a renda. Este mesmo debate foi travado nos últimos anos na Europa, que ainda vive os efeitos negativos dos ajustes fiscais baseados no corte de gastos públicos, e nos EUA, onde o presidente do FED afirmou nesta terça-feira, 6, que o Congresso Americano não ajuda na recuperação do país ao bloquear a política fiscal e a expansão dos investimentos públicos. Curiosamente, no caso brasileiro, aqueles que ousam defender tais proposições, amparados pelas análises dos resultados negativos do ajuste fiscal recente, são tachados de irresponsáveis, comprovando a tentativa de bloqueio por parte de setores da mídia ao debate de alternativas que vivemos hoje.

* As opiniões aqui expressas são de inteira responsabilidade de seu autor, não representando a visão da FPA ou de seus dirigentes.





publicado por o editor às 12:14
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Sábado, 13 de Junho de 2015

OIT: Dia Mundial contra o Trabalho Infantil

 

 

 

 
Ontem, 12 de junho, Dia Mundial contra o Trabalho Infantil, estudos da Organização Internacional do Trabalho (OIT) mostram a dimensão do problema do trabalho infantil no mundo. Segundo a OIT, de 20 a 30% das crianças em países de baixa renda saem da escola e entram no mercado de trabalho até os 15 anos de idade. Também, segundo a instituição, existem 168 milhões de crianças envolvidas em situações de trabalho infantil no mundo, sendo que 120 milhões delas têm entre cinco e 14 anos de idade.
Estudo da OIT em doze países (incluído o Brasil) também aponta a correlação entre trabalho na infância e a probabilidade de, na idade adulta, ter trabalhos precários, sejam eles não remunerados (no lar, por exemplo) ou com baixos salários. Além disso, o estudo mostra que grande porcentagem dos jovens de 15 a 17 anos (cerca de 47,5 milhões de jovens) realiza trabalhos considerados de risco: em vários países, os trabalhos de risco são, na verdade, maioria nessa faixa etária.

 

No Brasil, a maior concentração de trabalhos de risco para jovens de 15 a 17 anos está na agricultura, segundo o estudo. Ainda para o Brasil, estudos mostram que, em 2013, ainda existiam 3,5 milhões de crianças e adolescentes em situação de trabalho infantil.
Os dados mostram que permanece a tarefa de avançar de forma sustentável rumo à erradicação definitiva do trabalho infantil no Brasil e no mundo. Assim, a OIT advoga pela importância da educação gratuita e de qualidade, políticas públicas de combate ao trabalho infantil, bem como defende a inclusão de uma meta nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável a serem lançados esse ano relativa ao seu combate. 
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Sexta-feira, 22 de Agosto de 2014

Mobilidade urbana: Ipea estuda deslocamentos casa-trabalho no Brasil

 

 

Estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) analisa os tempos de deslocamento casa-trabalho da população brasileira, com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), para o período de 1992 a 2009. Como o foco do estudo são as condições de transporte nas áreas urbanas, excluíram-se da análise os residentes em áreas rurais, empregados em atividades de agricultura, extrativismo e mineração, bem como os que trabalham em fazendas ou sítios. Também não foram incluídos os que trabalham em seu próprio domicílio ou são empregados em atividades noturnas (entre 22h e 5h), a fim de considerar apenas aqueles indivíduos expostos às mesmas condições de tráfico diário. A análise enfatiza as diferenças encontradas entre as nove maiores regiões metropolitanas (RMs) do país mais o Distrito Federal (DF), além de destacar como estas diferenças variam de acordo com níveis de renda e sexo, destacando-se os seguintes resultados.

i) no ano de 2009, o tempo médio de viagem nas áreas metropolitanas analisadas era 63% maior do que nas áreas não metropolitanas: 38 minutos contra 23,3 minutos, diferença que tem se mantido estável entre 1992 e 2009, com aumento do tempo médio para ambas áreas;
ii) o tempo de deslocamento casa-trabalho no ano de 2009 era 31% maior nas RMs de São Paulo e Rio de Janeiro se comparado às demais RMs. As três regiões metropolitanas do Nordeste e de Belém exibem tendência de aumento dos tempos de deslocamento, enquanto as RMs de Porto Alegre e Curitiba têm mostrado alguma estabilidade;
iii) as principais RMs do país têm observado aumento gradual da sua proporção de longas viagens casa-trabalho (duração acima de uma hora) de 1992 a 2009, especialmente nos últimos cinco anos, com a exceção das RMs de Porto Alegre e Curitiba;
iv) os trabalhadores de baixa renda (1º decil de renda) fazem viagens, em média, 20% mais longas do que os mais ricos (10º decil), e 19% dos mais pobres gastam mais de uma hora de viagem contra apenas 11% dos mais ricos, mas a relação entre renda e tempo de viagem varia ao longo do território nacional: a diferença do tempo de deslocamento entre ricos e pobres é muito maior em algumas RMs (Belo Horizonte, Curitiba e Distrito Federal) e quase nula em outras (Salvador, Recife, Fortaleza e Belém);
v) houve aumento de tempo de deslocamento desde 1992, com piora mais intensa entre as pessoas do 1º decil de renda e entre a população mais rica (entre 7º e 10º decil), diminuindo diferenças de tempo de viagem entre faixas de renda no período analisado;
vi) a diferença do tempo médio gasto nos deslocamentos casa-trabalho entre homens e mulheres diminuiu consideravelmente desde 1992, aproximando-se de zero.
A análise dos autores aponta também que os efeitos positivos dos investimentos em infraestrutura e ampliação da capacidade do sistema de transporte, em termos de redução dos tempos de viagem, possuem duração limitada, pois diminuem com o passar do tempo, à medida que estes sistemas se reaproximam da sua capacidade limite. O estudo ainda aponta que existe uma carência de pesquisas que avaliem como os tempos de viagem casa-trabalho poderão ser afetados por políticas como o programa Minha Casa Minha Vida e os investimentos de mobilidade vinculados aos megaeventos, bem como as políticas de diminuição de custos do transporte individual.


Para ler mais
:


Tempo de deslocamento casa-trabalho no Brasil (1992-2009): Diferenças entre regiões metropolitanas, níveis de renda e sexo. Texto para discussão 1813, Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
leia aqui

 

publicado por o editor às 14:31
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Terça-feira, 14 de Maio de 2013

TUC apresenta a peça “Exposição”, sobre o cotidiano de Lygia Clark e Hélio Oiticica

 





O Teatro Universitário de Curitiba – TUC é o palco de três apresentações, nos dias 14, 15 e 16 de maio, da peça “Exposição”, dirigida por Cândida Monte e Gustavo Bitencourt, em parceria com o diretor e dramaturgo Dimis Jean Sores. Ambientado na década de 60, época marcada por revoluções no campo social e artístico, o espetáculo se baseia no cotidiano de Lygia Clark e Hélio Oiticica, dois dos mais importantes artistas plásticos brasileiros. Ela na Europa, ele no Brasil, os dois trocavam cartas sobre crises, trivialidades, frustrações e amores, registrando seus pontos de vista sobre o período vivido.

O espetáculo é baseado no livro “Cartas - 1964/1974”, que reúne correspondências trocadas entre os dois artistas nas décadas de 1960 e 1970. De acordo com os diretores, esse espetáculo traz uma investigação de possibilidades de transposição da literatura para o teatro. “Serviram como referências as questões pessoais dos dois artistas, que acreditavam que vida e obra não estavam dissociadas. Por isso também levamos em conta as fofocas, as intrigas, as confidências, o amor, a crise, a saudade, a angústia, a alegria, a decadência, entre tantas outras situações inerentes ao ser humano que, nesse caso, são também artistas e com os quais, inclusive com suas questões, nos identificamos”, explica a diretora Cândida Monte.

Depois da apresentação no TUC, o espetáculo “Exposição”, que venceu o Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz, na categoria “Circulação”, passará por São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador. A montagem estreou no Teatro Novelas Curitibanas, em julho de 2012, para uma temporada de 20 apresentações, subsidiadas por meio do edital de ocupação do espaço gerenciado pela Fundação Cultural de Curitiba.  “Exposição” conta com a colaboração de Cibele Forjaz e atuação de Eduardo Simões, Mariana Ribeiro e Talita Dallmann.



Serviço:

Apresentações da peça “Exposição”, dirigida por Cândida Monte e Gustavo Bitencourt, em parceria com o diretor e dramaturgo Dimis Jean Sores.

Local: Teatro Universitário de Curitiba – TUC (Galeria Júlio Moreira – Setor Histórico)

Datas e horários: de 14 a 16 de maio de 2013 (terça a quinta-feira), às 20h.

Entrada franca

Segundo debate do ciclo sobre classes sociais


A Fundação Perseu Abramo (FPA) e a Fundação Friedrich Ebert (FES) promovem no dia 16 de maio mais uma rodada dos debates do ciclo sobre classes sociais. Este será o segundo, de uma série de nove encontros, com o objetivo de analisar com profundidade temas como: as classes sociais no Brasil hoje, o capitalismo contemporâneo, quem é, o que pensa e como luta a “nova classe”, e as mudanças em curso e os desafios para a esquerda.

A partir das 9h30 acontece o segundo debate, que contará com a apresentação dos números e significados da pesquisa feita pelo Núcleo de Pesquisas e Opinião Pública da FPA sobre classes sociais, produzida pelos pesquisadores Gustavo Venturi e Vilma Bokany.

O primeiro convidado foi o cientista político, professor da Universidade de São Paulo (USP) e jornalista André Singer, que debate o Lulismo e seus aspectos para o desenvolvimento das classes sociais. A íntegra do debate pode ser vista aqui.

O formato proposto envolve uma apresentação inicial dos(as) convidados(as), com duração aproximada de 30 minutos, seguida de debates com todos os participantes. Os eventos são fechados ao público, mas contarão com transmissão online, e em tempo real, por meio do portal da FPA.

Serviço
Debate sobre classes sociais
Convidados: Gustavo Venturi e Vilma Bokany
Data: dia 16 de maio
Horário: 9h30
Transmissão online: www.fpabramo.org.br

publicado por o editor às 01:26
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Boletim Teoria e Debate 112/Maio

 


Nacional | Artigo
O homem errado

A velha mídia participa de modo decisivo na derrubada de Fernando Collor, mas lamenta o impeachment, especialmente porque declaradamente apoiava o seu programa

09 Maio | Emiliano José

   
         
Sociedade | Artigo
Um grande passo ao encontro da juventude

Resultado da construção coletiva, o Estatuto da Juventude será o marco jurídico que consolidará os direitos dos e das jovens como uma questão de Estado
06 Maio | Paulo Paim
     
Internacional | Artigo
Eleições no Paraguai: a volta de um passado reciclado

Vitória de Horacio Cartes, do Partido Colorado, é resultado direto do golpe de Estado que uniu partidos conservadores para destituir o presidente Fernando Lugo
07 Maio | Gustavo Codas
   
     
Colunas | Café no Congresso
PEC 33: novo pretexto para bater no governo e no PT

Pela repercussão na imprensa, a proposta não terá chances de aprovação, mas teve o mérito de provocar o debate e chamar a atenção para os superpoderes do STF
10 Maio | Antônio Augusto de Queiroz

     
Resenha
A Outra História do Mensalão: as Contradições de um Julgamento Político, de Paulo Moreira Leite

O leitor compreenderá que as acusações contra o PT foram uma reação termidoriana feita fora das urnas por aqueles derrotados pelo voto possível
08 Maio | Lincoln Secco
     
Poesia
Página do rosto, de Max Martins
10 Maio    
     
Nacional | Entrevista
Mais uma vez, PT enfrenta o senso comum

Em campanha pela reforma política, Rui Falcão afirma que é um bom momento para dialogar com a sociedade e falar da importância dos partidos políticos
02 Maio | Rose Spina    
     
Nacional | Artigo
Fortalecer a democracia representativa

O Brasil precisa de um sistema político mais moderno e democrático, de partidos mais representativos e programáticos – um dos objetivos da reforma política
02 Maio | Marcus Ianoni   
             
       
     
     
   
   
     
     
             
publicado por o editor às 01:19
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Terça-feira, 23 de Abril de 2013

Teoria e Debate Edição 111 abril/2013

 



Economia | Entrevista

A equação do crescimento

Em entrevista, Arno Augustin afirma que o objetivo central do governo é reestruturar preços (câmbio e juro), diminuir custos, ter tributação mais adequada e estimular o emprego.

Abril 2013 | Guilherme Mello, Jorge Mattoso, Joaquim Soriano e Rose Spina
publicado por o editor às 00:54
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