Sexta-feira, 14 de Novembro de 2014

GALERIA EDUARDO FERNANDES APRESENTA: IMAGE-AS-IMAGE, DE ALBERTO LEZACA Qui. 16:18

 

 

 



A Galeria Eduardo Fernandes exibe, a partir da próxima terça-feira, 18 de novembro, a exposição "Image-As-Image", do colombiano Alberto Lezaca.

O artista Alberto Lezaca vive e trabalha em Bogotá, Colômbia. Sua obra mescla diferentes mídias, incluindo escultura, vídeo, computação gráfica e instalação, nas quais explora as relações de caráter especulativo com a arquitetura e a representação figurativa.

Buscando articular o invisível – chamando a atenção para formas negligenciadas ou dando forma ao imaginário – Lezaca procura encontrar com sua experimentação um espaço onde os sistemas de comunicação estabelecidos se desarticulem, fazendo com que a memória se deteriore e desapareça.

Sua obra configura um ponto de vazio, um espaço onde nada é útil, onde os sentidos são agredidos pela invisibilidade, onde a mente oscila entre a incapacidade de compreender e o impulso de reconstruir a partir de partículas e detritos da realidade, a imagem e o som do que lembramos e aprendemos.

Na exposição individual apresentada na Galeria Eduardo Fernandes, o artista trabalha em uma série a partir de um conjunto de imagens documentais, publicadas originalmente em revistas, jornais ou internet. Lezaca faz montagens fotográficas em preto e branco, dando origem a novas imagens sem qualquer comprometimento com o que poderíamos chamar de veracidade.

Assim, a partir de originais como a foto de Ad Reinhardt em seu estúdio em 1962, o estúdio de Marcel Duchamp em Paris em 1927, o funeral de Kazimir Malevich em 1935 e o estúdio de Mark Rothko em Nova York, por exemplo, Lezaca faz interferências digitais, num processo de criação que vai além de um diálogo entre história da arte e arquitetura, da exploração de um padrão estético e problemas históricos.

As imagens com as quais Lezaca trabalha não foram selecionadas a esmo. Suas montagens fotográficas, produzidas com modelos de protótipos arquitetônicos, buscam os conceitos utópicos que habitam a visão daqueles que projetam os espaços e objetos que nos acompanham em nossas vidas.

Nessa série apresentada na galeria, vemos claramente o interesse de Alberto Lezaca em mostrar de maneira muito clara a abstração descrita por Malevitch no Manifesto Suprematista, a maneira como Duchamp ressignificou objetos ordinários e o senso místico das pinturas de Rothko. Da mesma maneira, o nome da exposição faz alusão aos textos “Art-as-Art”, de Reinhardt.

"Eu acredito que a História é um mecanismo de criação de estruturas mentais, e talvez a História seja apenas certa maneira de criar algo que nunca ocorreu”, afirma Lezaca.

 “Meu modo de produção”, prossegue o artista, “é influenciado por um profundo interesse no conceito do ‘protótipo’, entendido como uma ideia primal que dá forma aos objetos e utensílios que nos rodeiam. Também tenho interesse na linguagem como construção cultural, principalmente no quanto ela determina o modo como entendemos o mundo material, criando categorias e estruturas mentais.”



Galeria Eduardo Fernandes

Valorizar a produção artística contemporânea e a pesquisa constante é o principal pilar da Galeria Eduardo Fernandes. O apoio e estímulo contínuo ao processo criativo trazem um avanço qualitativo nas obras dos artistas representados, já que respeitar o tempo de desenvolvimento da produção artística favorece o amadurecimento das discussões e a criação de novos paradigmas no panorama atual.

A valorização e o acompanhamento dos artistas posicionam suas obras em lugar de reconhecimento no universo das artes plásticas. Em constantes parcerias e intercâmbios com críticos de arte e curadores nacionais e estrangeiros, a galeria trabalha pela criação de novas e reconhecidas coleções, tanto privadas quanto públicas. O intercâmbio de diversas culturas é parte do trabalho realizado pela galeria, assim como a edificação das produções vernaculares.
Desde sua inauguração, em 2005, foram realizadas 45 exposições em sua sede, e em outras 23 em instituições, fundações e museus.

Além das exposições bimensais, são promovidos encontros com os artistas da galeria, artistas convidados, críticos de arte, filósofos e outros profissionais que trazem conteúdo ao universo contemporâneo.

A escolha dos artistas representados em sua galeria é baseada em pesquisas, que contam com o apoio de curadores e críticos de arte. Destaque para as obras dos artistas: Ana Amélia Genioli, Claudia Melli, Daisy Xavier, Fernando Arias, Geraldo Souza Dias, Guilherme Dable, Jan Smith, Kristin Capp , Luz Angela Lizarazo ,  Mai-Britt Wolthers, Manoel Novello, Mikhail Karikis, Newman Schutze, Rosario López, Rose Klabin, Thales Leite e Vicente de Mello.


Serviço:

"Image-As-Image", de Alberto Lezaca

Abertura: 18 de novembro, a partir das19h Visitação: 19 de novembro de 2014 a 30 de

janeiro 2015

De terça a sexta, das 10h às 19h

Sábados, das 10h às 15h



Galeria Eduardo Fernandes

Rua Harmonia, 145, Vila Madalena – São Paulo

Telefones: 11 3812-3894 /11 3032-6380

www.galeriaeduardofernandes.com

 

 
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Terça-feira, 12 de Agosto de 2014

GALERIA EDUARDO FERNANDES APRESENTA: Y, DE LUZ ÁNGELA LIZARAZO

 





Sem título, Luz Ángela Lizarazo, 2014
Osso e vidro são os materiais usados pela colombiana Luz Ángela Lizarazo para compor as obras da exposição Y, em cartaz na galeria Eduardo Fernandes de 7 de agosto a 20 de setembro. De forma delicada e intrigante, Luz uniu os dois elementos para formar teias, redes e flores. A técnica remete ao histórico da carreira da artista, que frequentemente aborda a fragilidade e a vulnerabilidade da vida, sem pieguice: suas obras são críticas, perturbam, geram discussões. “Todos os meus projetos são interligados. Um surge do outro, muitas vezes inconscientemente”, ela explica. ”O azar me inspira bastante, assim como meus sonhos”.

O título da exposição, Y, remete ao desenho da fúrcula das aves, mais conhecida como osso da sorte, usada em quatro das seis obras que estarão expostas. Segundo a tradição, duas pessoas escolhem uma ponta do osso e fazem um pedido: ao puxar, quem ficar com a maior parte terá seu desejo realizado. A bifurcação também condiz com a vida: muitas vezes, há duas opções a escolher.

Conforme unia um osso ao outro, Luz se surpreendeu com o que se formava: uma rede, um tecido, o desenho que se repete na natureza na pele de peixes e cobras. A artista chegou à conclusão de que a mesma rede que impede e separa, ao mesmo tempo, cria. A reflexão vai além: a forma da pele dos animais é a mesma da rede, que vai capturá-los... E os ossos que criam essas formas são conhecidos pela sorte que conferem, no caso, ao pescador. Formou-se a “Malha do desejo”, uma das obras apresentadas, feita com 2440 fúrculas.

“A questão das redes é o ponto em comum que une meu trabalho em relação à fragilidade”, conta Luz. Por isso, a artista também escolheu o vidro para criar algumas peças que estarão expostas na galeria, a partir do dia 7 de agosto. Com o material, ela forma estruturas que podem quebrar diante de qualquer deslize.

A Artista

Luz Ángela Lizarazo nasceu em Bogotá, Colômbia, em 1966. Estudou arte na Universidad de los Andes e na École des Beaux-Arts de Paris. Suas obras são caracterizadas por refletir sobre a fragilidade, a dicotomia entre o público e o privado e as interações com espaços urbanos e com o ser humano. Um trabalho que está entre a intimidade e o mundo exterior.

A artista tem obras expostas nas principais galerias de arte contemporânea de Madri, Paris e São Paulo, além de Bogotá, onde vive e trabalha. Em seu país, Luz já se apresentou no MAMBO (Museu de Arte Moderna de Bogotá), na Alliance Française-Bogotá e na Biblioteca Luis Angelo Anrango, entre outros.

www.luzangelalizarazo.com

Galeria Eduardo Fernandes

Valorizar a produção artística contemporânea e a pesquisa constante é o principal pilar da Galeria Eduardo Fernandes. O apoio e estímulo contínuo ao processo criativo trazem um avanço qualitativo nas obras dos artistas representados, já que respeitar o tempo de desenvolvimento da produção artística favorece o amadurecimento das discussões e a criação de novos paradigmas no panorama atual.

A valorização e o acompanhamento dos artistas posicionam suas obras em lugar de reconhecimento no universo das artes plásticas. Em constantes parcerias e intercâmbios com críticos de arte e curadores nacionais e estrangeiros, a galeria trabalha pela criação de novas e reconhecidas coleções, tanto privadas quanto públicas. O intercâmbio de diversas culturas é parte do trabalho realizado pela galeria, assim como a edificação das produções vernaculares.
Desde sua inauguração, em 2005, foram realizadas 40 exposições em sua sede, e em outras 22 em instituições, fundações e museus.

Além das exposições bimensais, são promovidos encontros com os artistas da galeria, artistas convidados, críticos de arte, filósofos e outros profissionais que trazem conteúdo ao universo contemporâneo.

A escolha dos artistas representados em sua galeria é baseada em pesquisas, que contam com o apoio de curadores e críticos de arte. Destaque para as obras dos artistas: Ana Amélia Genioli, Claudia Melli, Daisy Xavier, Fernando Arias, Geraldo Souza Dias, Guilherme Dable, Jan Smith, Kristin Capp, Mai-Britt Wolthers, Manoel Novello, Mikhail Karikis, Newman Schutze, Rosario López, Rose Klabin, Thales Leite e Vicente de Mello.

Y, de Luz Angela Lizarazo
Abertura: 7 de agosto, a partir das 19h
Visitação: 8 de agosto a 20 de setembro
De terça a sexta, das 10h às 19h
Sábados, das 10h às 18h

Galeria Eduardo Fernandes
Rua Harmonia, 145, Vila Madalena, São Paulo
Telefones: 11 3812-3894 /11 3032-6380
www.galeriaeduardohfernandes.com

 

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Quinta-feira, 8 de Maio de 2014

GALERIA EDUARDO FERNANDES TRAZ À SÃO PAULO EXPOSIÇÃO DA 19ª BIENAL DE SIDNEY

 





Obra de Mikhail Karikis é um dos destaques da Bienal; em São Paulo, o artista apresenta também a obra Sounds of Beneath, no Paço das Artes



Children of Unquiet (vimeo.com/75650194) é o novo projeto de Mikhail Karikis, que surge na região geotérmica Vale do Diabo, Toscana, Itália. Conhecida por sua legendária associação com os infernos de Dante, graças aos vapores que emanam pelas falhas do terreno, esse foi o local onde a produção de energia sustentável surgiu no início da década de noventa. Até pouco tempo cinco mil trabalhadores e suas famílias viviam em uma icônica vila industrial modernista construída nos arredores da estação de energia.



No entanto, a mecanização do trabalho, o desemprego e a falta de oportunidades para os jovens resultou na rápida evasão e abandono da vila. Foi neste complexo contexto natural, histórico e socioeconômico que Mikhail Karikis, exibido na 19ª Bienal de Sidney, e, a partir do dia 8 de maio, na Galeria Eduardo Fernandes, em São Paulo.

O artista, junto aos filhos das famílias remanescentes orquestrou uma ocupação de crianças em uma aldeia de trabalhadores abandonada ao 1ongo de 18 meses. Em seu filme, jovens de 5 a 12 anos de idade desvendam o local e transformam terras inférteis em playgrounds, reúnem-se em meio as ruínas para ler sobre a filosofia do amor de Antionio Negri e Adriana Cavarer e cantam nos vaporosos terrenos baldios ao som dos geysers.

Contrapondo-se aos prédios vazios e à poeira que caracteriza a opacidade do lugar, cores fortes surgem dos vestuários das crianças que foram confeccionados pelo próprio artista. É importante ressaltar que a questão das roupas deixa de ser somente estética quando Karikis levanta o debate sobre a publicidade infantil manifesta na indústria da moda voltada pra jovens.

Além disso, em um workshop com o artista, as crianças produziram desenhos  baseados na ideia que fazem de como a aldeia será no futuro. Karikis instalou esses desenhos nas casas abandonadas e criou uma série de fotografias que justapõe a imaginação das crianças e o cenário distópico.

Ao capturar essa perspectiva de futuro, o projeto cria um universo utópico através do resgate do conceito de comunidade. Isso só é possível por meio da liberdade inerente que faz parte do olhar dessas crianças, capaz de gerar possibilidades inesperadas que vem de encontro às tradições de um mundo já cansado. A obra promove e retrata uma fusão entre o fracasso da ilusão de uma geração e os sonhos da geração que a sucede e dá aos jovens a oportunidade de sonhar e recriar o espaço em que vivem para além da dominação política e econômica em que estão submetidas.

Children of Unquiet gera a oportunidade para a expressão individual e comunitária, afirmando a ligação da geração mais jovem com o local de sua infância, desafiando narrativas de migração obrigatória que os dominam e sugerindo diferentes futuros possíveis, desejados ou imaginados.

O Artista

Mikhail Karikis é grego, baseado em Londres, e sua criação emerge da investigação constante do papel do som e da voz humana na elaboração de um senso de coletividade. Para o artista esse conceito é o que caracteriza as vidas das pessoas e suas identidades profissionais, junto aos desafios da dominação política e das convenções culturais. Sua obra abrange vídeo-instalação, fotografia, desenho, música e performance.

Karikis participou da 19ª Bienal de Sidney (2014) e das exposições Assembly, no Tate Britain (2014); Aichi Triennale, no Japão (2013); noLatitude Festival (2013), na Inglaterra; Manifesta 9, na Bélgica (2012) e do Danish Pavillon, na 54ª Bienal de Veneza (2011).

A mesma exposição também acontece simultaneamente na 9th Biennale of Sydney.Além disso,  Karikis foi convidado para exibir a obra Sounds of Beneath, no Paço das Artes. A obra foi concebida a partir de um coro de carvoeiros escolhidos para repetir e vocalizar os sons que eles ouvem enquanto trabalham na mina. Na sequência, Karikis convidou o artista Uriel Orlow para colaborar em um vídeo que representa uma desoladora mina de carvão no Sul da Inglaterra que renasceu por meio da música.

A mina se transforma em um anfiteatro ressoando sons, como explosivos e alarmes, entoados pelo Snowdown Colliery Male Voice Choir, da Inglaterra.

Children of Unquiet, de Mikhail Karikis

Abertura: 8 de maio de 2014, a partir das 19h

Visitação: de 8 de maio a 16 de junho

De terça a sexta, das 10h às 19h

Sábados, das 10 às 18h

Galeria Eduardo Fernandes

Rua Harmonia, 145, Vila Madalena, São Paulo

Telefones: 11 3812-3894 /11 3032-6380

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Sexta-feira, 28 de Fevereiro de 2014

GALERIA EDUARDO FERNANDES APRESENTA CANTOS DE VIAJE, DE FERNANDO ARIAS

 

 

 

América do Sul. Continente do Terceiro dia da Gênese, o dia em que Deus criou a natureza, da qual hoje resta uma ínfima parte, com sua flora, fauna e povo original sob risco de sobrevivência. Do Chocó, na região do Pacífico da Colômbia, ao Rio de Janeiro, no sul do Atlântico, passando pelas Amazônias brasileira e colombiana. Dois extremos de dois países da América do Sul – Brasil e Colômbia – unidos e separados pela Bacia Amazônica.
 
É neste cenário que o artista colombiano Fernando Arias peregrina desde o dia 13 de fevereiro com a pergunta: Como você imagina o mundo perfeito? “O projeto parte da exposição Cantos e Cuentos, que pretendia divulgar a produção artística da Colômbia e passa pelas utopias das pessoas por um mundo melhor. Quero escolher pessoas que vivem do (rio) Amazonas e no Amazonas”, afirma Arias. “Vindo de um país tão católico e religioso quanto a Colômbia, é irônico ver que na Amazônia está sempre presente, ao mesmo tempo há em paralelo a preparação para o carnaval, a festa. É interessante completar essas duas visões.”
 
A questão parte do livro Utopia, de Sir Thomas More, que, há quase 500 anos, trouxe a questão pela primeira vez à Europa, pré-moderna e, então, centro do mundo. Agora, a busca por uma utopia de mundo, que o artista denominou Nuevatopias, norteará sua obra pelos próximos dois anos, quando se completam os cinco séculos de publicação do livro, e os trabalhos da Fundação Más Arte Más Acción, que dirige, sediada em Chocó.
 
As respostas, silêncios e experiências da viagem estarão expressas em vídeo, áudio e fotografia na mostra Cantos de Viaje, que terá início no dia 21 de março na Casa Daros, no Rio de Janeiro,  e,  a partir do dia 26, também em São Paulo,  na Galeria Eduardo Fernandes, que representa o artista no Brasil.
 
Num diálogo com a mostra apresentada no Rio, a exposição contará com a exibição de quatro fotos, um vídeo e um mapa, criado em tapete, que sintetizam o percurso da viagem e debatem as questões surgidas no convívio com a paisagem e moradores do Chocó, da Amazônia colombiana e brasileira e do Rio de Janeiro.
 
O artista
Um dos principais artistas da cena contemporânea nas artes, Fernando Arias vive entre Bogotá e Chocó Pacífico, na Colômbia, e Londres, capital da Inglaterra.
 
A sua obra está voltada para questões sociais, como o meio ambiente e a vida de ribeirinhos, além de conflitos locais, sexualidade, religião e política, expressas sempre em forma de fotografia, vídeo, instalação e da ação junto a comunidades que servem de inspiração.
 
Com 22 anos de carreira, iniciada em 1992 com a exposição individual Análisis, no Museum of Art National University, em Bogotá, Arias, desde 1994, quando recebeu o Prêmio Nacional de Arte na Colômbia, tem seu trabalho exposto internacionalmente.
 
Ao longo dessas duas décadas, o artista expôs em lugares como a Galeria East Central (Londres), a Doque Galería (Barcelona); a Contemporary Art Gallery (Vancouver) e a Gate Foundation (Amsterdam). Em 1999, o artista representou a Colômbia na 48ª Bienal de Veneza. Arias participou também da 3ª Bienal de Bogotá, da 5ª e 8ª Bienal de La Haban, da 2ª Bienal do Mercosul e da 1ª Bienal de Tirana.
 
O artista recebeu uma série de prêmios e bolsas de estudo e residência. Entre elas, destacam-se os quatro prêmios recebidos do Prince Claus Foundation Awards, da Holanda; o Necessary Journeys, da Art Council England, BFI Black World e Tate Modern; o Grants for the Arts, do Arts Council England e o Individual Artist Award, da London Arts.
 
Suas obras fazem parte de importantes coleções públicas e privadas, como a Daros Latinamericana, de Zurique; Victoria and Albert Museum, de Londres; da Collection of Latin American Art, da Essex University, na Inglaterra, e do Museo de Arte Moderno e do Banco de La República, de Bogotá.
 
Galeria Eduardo Fernandes
Instalado na Vila Madalena, o espaço promove exposições bimensais, encontros com os artistas da galeria e convidados, críticos de arte, filósofos e outros profissionais que trazem conteúdo ao universo contemporâneo e valorizam a produção artística contemporânea e a pesquisa, os dois pilares da Galeria Eduardo Fernandes.
A escolha dos artistas representados em sua galeria é baseada em pesquisas, que contam com o apoio de curadores e críticos de arte. Destaque para as obras dos artistas representados: Ana Amélia Genioli, Claudia Melli, Daisy Xavier, Fernando Arias, Geraldo Souza Dias, Guilherme Dable, Jan Smith, Kristin Capp, Mai-Britt Wolthers, Manoel Novello, Mikhail Karikis, Newman Schutze, Rosário Lopes, Rose Klabin, Thales Leite e Vicente de Mello.
 
 
Desde sua inauguração, em 2005, foram realizadas 40 exposições em sua sede, e outras 22 em instituições, fundações e museus.
 
Exposição Canto De Viaje, de Fernando Arias
Abertura: 26 de março de 2014, a partir das 19h
Visitação: de 26 de março a 26 de abril
De terça a sexta, das 10h às 19h
Sábados, das 10 às 18h
  Galeria Eduardo Fernandes
Rua Harmonia, 145, Vila Madalena, São Paulo
Telefones: 11 3812-3894 /11 3032-6380
www.galeriaeduardohfernandes.com

 

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