Sexta-feira, 5 de Agosto de 2016

CURSO DE FOTOGRAFIA DA CONTRACULTURA ABRE ESPAÇO PARA WORKSHOPS DESENVOLVIDOS PELOS ALUNOS

 

 
Terminar um curso de fotografia pronto para  transmitir o conhecimento aprendido é o grande diferencial na Escola de Criatividade Contracultura. O objetivo do Curso de Fotografia 360º é dar um giro completo sobre a profissão e sobre a fotografia, observando os variados pontos tanto das técnicas quanto das oportunidades que envolvem esta profissão. O aluno, após passar pelos três módulos, conclui o curso podendo desenvolver uma oficina ou workshop sobre seus temas favoritos da fotografia, utilizando o espaço da escola.
 
Este tipo de ensino, desenvolvido pela Contracultura, inova nos cursos de fotografia ao apresentar as diferentes áreas nas quais atuam um fotógrafo. Após passar pelos módulo básico e intermediário, o aluno chega ao nível avançado, no qual terá aulas práticas focadas em Fotografia cênica, de eventos, produção comercial e produções ao vivo, enquanto aprende criação de portfólio, exposição e criação de oficina. O curso é ministrado por Duke Wellinton, que trabalha com fotografia profissional há mais de dez anos. As aulas práticas são valorizadas desde o começo do curso, para que o aluno desenvolva diferentes olhares e crie familiaridade com a Fotografia, desenvolvendo trabalhos específicos no módulo avançado.
 
"A oportunidade do aluno preparar uma aula, não só marca a conclusão do curso, mas abre esta possibilidade de criar oficinas, colocando-o no mercado", explica Alvaro Neves Jr., curador da escola. "Além de um diferencial no currículo, a pessoa que passa por todos os estágios de aprendizado tem a chance de se ver na posição de professor. O aluno começa aprendendo e termina ensinando". Fotografia 360º é dividido em três módulos durante dois semestres, com aulas de três horas de duração, além de atividades extras.
 
CURSO FOTOGRAFIA 360º​
 NA ESCOLA DE CRIATIVIDADE CONTRACULTURA
Horários: Aulas às segundas-feiras às 19h e sábados às 17h
Investimento: Aula individual R$ 266,97
Aulas em grupo: R$ 196,97
Endereço: R. Álvaro Botelho, 84 – Bacacheri
Telefone: (41) 3408-5256
www.escolacontracultura.com
 
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Quarta-feira, 29 de Junho de 2016

Deterioração contínua do mercado de trabalho brasileiro

 

 

 

 
Carta de conjuntura do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) aponta que, no primeiro trimestre de 2016, as condições do mercado de trabalho permaneceram em deterioração: a taxa de desemprego alcançou 11,2%, 3,2 pontos percentuais acima do mesmo período do ano anterior, sendo os mais atingidos pelo desemprego os jovens entre 14 e 24 anos, como havíamos discutido em notas anteriores.

Segundo a carta, desde o último trimestre de 2015, os dados da PNAD Contínua indicam que o aumento do desemprego foi causado majoritariamente pela queda da população ocupada. Aponta-se também um aumento da informalidade, com o crescimento dos trabalhadores que se encaixam na categoria conta própria (PNAD Contínua).

A tabela abaixo mostra a evolução taxa de desemprego para diferentes grupos demográficos, que é mais intenso no Nordeste, entre as mulheres, os mais jovens (até 25 anos), os que não são chefes de família, com ensino médio incompleto e nas regiões metropolitanas. No entanto, percebe-se que o desemprego tem crescido mais entre os chefes de família, por exemplo.

Já o gráfico abaixo mostra a evolução do saldo de postos de trabalho na economia brasileira, segundo o CAGED.

A carta mostra que a redução nos salários reais foi pior em setores que exigem menor qualificação. Assim, a queda generalizada nos rendimentos e na ocupação fizeram que, no trimestre entre fevereiro e abril de 2016, a massa salarial se situasse em 173 bilhões de reais (em R$ de março de 2016), mesmo patamar de três anos atrás.

O panorama para o mercado de trabalho – e assim para os milhões de brasileiros que dependem dele – continua desfavorável, ainda mais em um governo interino que não mostra ter como prioridade a renda e o emprego.

 

 
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Segunda-feira, 27 de Junho de 2016

O governo provisório e as mudanças na agenda de política externa

 

 

 

 
Como tem sido amplamente apontado em artigos e análises, embora o governo em exercício seja provisório, iniciativas as mais diversas têm reforçado o diagnóstico de que a consumação do golpe se reflete na adoção de medidas que caminham na contramão do projeto político escolhido nas urnas em 2014. No caso da política externa não é diferente. Embora ainda não tenhamos ações com resultados concretos, o chanceler interino, bem como outros ministros provisórios, têm dado sinais dos rumos que pretendem seguir com relação à inserção internacional do Brasil. 
Em nota oficial, o Itamaraty anunciou a possibilidade de reverter o voto do Brasil numa decisão do conselho executivo da Unesco, sobre o patrimônio cultural nos territórios ocupados da Palestina. A reunião aconteceu em 15 de abril e o voto do Brasil havia acompanhado a maioria dos países: 33 a favor, 6 contra e 17 abstenções. A nota não acarreta nenhum efeito concreto imediato e justamente por isso chama a atenção, na medida em que parece sinalizar politicamente uma mudança na posição histórica (não apenas nos governos Lula e Dilma) do Brasil sobre a Palestina.
Outra medida de alta carga simbólica foi o anúncio do ministro provisório da Justiça, Alexandre de Morais, de suspender as conversas iniciadas com a União Europeia para o acolhimento de refugiados sírios no Brasil. As tratativas incluíam a busca de recursos internacionais para acolher 100 mil pessoas, iniciativa que reforçava um poder simbólico relevante construído pelo Brasil em temas humanitários.
No âmbito regional, o destaque foi a visita do líder da oposição venezuelana e governador do estado de Miranda, Henrique Capriles ao chanceler interino José Serra. Na semana passada, Capriles esteve na Argentina, no Paraguai e no Brasil, em busca de apoio externo. Embora Serra tenha declarado que o Brasil deva buscar uma posição de não-intervenção, na prática a nota divulgada pelo Itamaraty acena para a oposição venezuelana, ao mencionar explicitamente apoio ao referendo revogatório pela primeira vez e expressar julgamentos sobre o funcionamento das instituições venezuelanas.
Na linha de uma atuação “sem grandes protagonismos”, na semana passada alguns veículos de imprensa divulgaram a notícia de que o Brasil estuda abandonar sua participação em 34 organizações internacionais, a partir de uma lista elaborada pelo ministério do planejamento. Ainda que a lista supostamente contenha algumas organizações de pouca relevância, no mesmo pacote estariam seis instituições do Mercosul, como o Instituto Social (ISM), o Instituto de Políticas Públicas para Direitos Humanos (IPPDH) e o Tribunal Permanente de Revisão. Tanto o ISM e o IPPDH são órgãos criados durante o governo Lula, com o objetivo de diversificar a agenda de integração regional e promover a coordenação de políticas públicas nas áreas de desenvolvimento social e direitos humanos entre os países do bloco. O Tribunal Permanente de Revisão, instituído no último ano de governo FHC, é o órgão de solução de controvérsias do Mercosul. Embora a maioria dos conflitos entre os membros seja resolvida diretamente pelos executivos nacionais, uma eventual saída do órgão deixaria o Brasil sem representação institucional no caso de conflitos comerciais, o que faria pouco sentido e revelaria baixo grau de conhecimento das questões internacionais por parte da equipe provisória do ministério do planejamento.
No plano das negociações comerciais, tema prioritário da agenda do governo interino, a notícia veio do Ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), com o anúncio de que o Brasil pedirá para participar das negociações do Acordo sobre Comércio de Serviços (TiSA). Este acordo de serviços vem sendo negociado fora do âmbito da OMC, por Estados Unidos, União Europeia e outros 22 países (dentre os quais Chile, Colômbia, Costa Rica, México, Panamá, Paraguai e Peru na América Latina) e tem como objetivo promover uma liberalização ampla do setor, incluindo o transporte aéreo e marítimo, comércio eletrônico, telecomunicações, contabilidade, engenharia, consultoria, saúde e educação privadas. Embora negociado em sigilo, o histórico das discussões na OMC e o vazamentos de alguns documentos das atuais negociações indicam que um dos pontos centrais seria garantir a igualdade de tratamento com relação a empresas nacionais e promover a harmonização de regulamentações nacionais de modo a eliminar restrições para a operação de empresas estrangeiras nas áreas supracitadas. Se concretizado, o acordo deve abarcar cerca de 70% do comércio mundial de serviços. Ainda nesta semana, o Brasil deu um passo unilateral numa das áreas do TiSA, com a aprovação de um medida provisória no Congresso que retira qualquer restrição à empresas estrangeiras na participação acionária de empresas aéreas. Desde a inserção dos serviços na agenda do comércio internacional ainda no final dos anos oitenta, o país vinha tratando o tema com cautela, que aumentou sobretudo a partir do TiSA. Isso porque, embora o Brasil tenha alguns setores internacionalmente competitivos, os países desenvolvidos tem perseguido uma estratégia ofensiva que abrange todos os ramos do setor, o que levaria a mudanças na legislação e imporia restrições à elaboração de políticas públicas em áreas como educação e saúde. Além disso, mesmo se a decisão fosse negociar, a atratividade do mercado brasileiro em serviços também faz com que este seja um elemento forte de barganha para a obtenção de concessões das economias centrais em outras áreas, como a agricultura por exemplo. Esta sempre foi a estratégia do Brasil na OMC. Como as negociações do TiSA se dão fora da OMC, perde-se qualquer possibilidade de contrapartida.
O anúncio sobre o TiSA aconteceu num evento promovido pela Confederação Nacional da Indústria. Na ocasião, a CNI divulgou um documento com avaliações e prioridades para a agenda internacional.  O documento da CNI propõe a adoção de ações em torno de dois eixos: influência sobre políticas comerciais e serviço de apoio à internacionalização de empresas. Além da participação no TiSA, o documento estabelece como prioridade:
- a incorporação dos acordos preferenciais de comércio como elemento central da política comercial brasileira e a ampliação da agenda das negociações comerciais;
- revisão da agenda interna do Mercosul e impulso a negociações comerciais do bloco com terceiros países;
- prioridade à conclusão do acordo Mercosul-UE e ao acordo com o México;
- abertura de negociações em comércio e investimentos com os EUA;
- não reconhecimento da China como economia de mercado.
Este último ponto faz referência específica a um ponto que deve ser apreciado pela Organização Mundial do Comércio este ano. Passados quinze anos da adesão da China, a OMC vai discutir se o país cumpriu os compromissos assumidos para a adoção de regras internacionais da mercado. A defesa da CNI de que o Brasil não reconheça a China como economia de mercado está diretamente associada à possibilidade aplicação de medidas antidumping, pois o reconhecimento implicaria na aceitação dos preços praticados no mercado chinês como referência para futuros painéis no órgão de solução de controvérsias da OMC.
Em suma, embora provisória, as ações de política externa em curso sinalizam modificações na agenda diplomática do país e apontam realinhamentos políticos, o desmonte do projeto de integração regional e mais espaço para o setor privado na formulação das diretrizes de inserção internacional do Brasil.
Governo colombiano e FARC anunciam acordo histórico
Nesta quinta-feira o governo colombiano e as FARC reúnem-se em Havana para divulgar detalhes do acordo de cessar-fogo bilateral e definitivo, que deve por fim a 52 anos de conflito no país. Este é o passo mais significativo das conversações de paz que começaram ainda em 2012 e incluíram a negociação de inúmeros aspectos, como os mecanismos de justiça de transição, a reparação às vítimas e a reintegração dos combatentes. O acordo final deve ser assinado em julho e submetido posteriormente a um referendo.
 

 

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Terça-feira, 16 de Fevereiro de 2016

Trabalho infantil e a escravidão sexual no Brasil

 

 

 

 
Artigo de Lídia Anjos e Gabriela Maia Rebouças na Revista InterSciencePlace discute o trabalho infantil, em especial a exploração sexual de crianças e adolescentes. A temática está diretamente relacionada às formas análogas ao trabalho escravo ou escravidão contemporânea. Segundo as autoras, a Organização Internacional do Trabalho (OIT) classifica a exploração sexual como uma das piores formas de trabalho infantil.
Segundo as autoras, no Brasil, as crianças ainda são usadas brutalmente como escravas domésticas, na agricultura, em carvoarias, cidades, canteiros de obra, etc. No entanto, a falta de estatísticas exatas torna impossível uma dimensão mais aproximada da real proporção da problemática.
Quanto à exploração sexual, as autoras apontam que os principais determinantes da inserção de crianças e de adolescentes no mercado do sexo são a pobreza e a exclusão: é comum que se submetam à pornografia e ao turismo sexual infantil e outras formas de sexo comercial para suprir necessidades essenciais. As autoras apontam que a exploração sexual de crianças e adolescentes caracteriza-se como uma sobreposição de violações em relação à infância e a adolescência, em que se inserem várias penalizações e um futuro de traumas.
No Brasil, ONGs, fóruns, centros de defesa, conselhos, movimentos e setores do poder público enfrentam a exploração sexual de crianças e adolescentes. A mobilização social inclusive trouxe conquistas importantes para o campo da infância e da adolescência, como expresso na Constituição Federal de 1988.
Mas em um país com um passado escravocrata de quase 4 séculos e com grande presença de suas heranças (dentre elas a desiwebmastergualdade), é difícil combater o trabalho escravo contemporâneo, seja ele infantil ou não. O problema em específico da exploração sexual infantil é preocupante em especial no ano de 2016, pela possibilidade de aumento do turismo sexual com os Jogos Olímpicos do Rio.

 

 
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Quinta-feira, 21 de Janeiro de 2016

Seguimento do acordo nuclear com o Irã

 

 

 

Neste último fim de semana, a retirada das sanções dos Estados Unidos e da União Europeia sobre o Irã e a troca de prisioneiros trouxeram avanços no cumprimento do acordo nuclear anunciado em julho passado e na normatização das relações diplomáticas entre os países.
A retirada das sanções ocorreu após a Agência Internacional de Energia Atômica confirmar que Teerã manteve seus compromissos com relação aos pontos negociados no acordo de julho, que preveem a limitação de vários aspectos do programa nuclear do país.
No caso dos Estados Unidos, a retirada completa das sanções ainda depende de aprovação do Congresso, o que não deve ocorrer antes das eleições presidenciais de novembro. De qualquer forma, a suspensão anunciada das sanções já permite a retomada de negócios com o Irã e o descongelamento parcial de fundos iranianos no exterior que chegam a US$100 bilhões.
A implementação efetiva do acordo abre caminho para maior participação de Teerã na diplomacia regional e também abre o mercado iraniano para as multinacionais europeias e estadunidenses. No ano passado, poucos dias após o anúncio do acordo nuclear, potências europeias, como Alemanha e França, enviaram seus ministros de relações exteriores e líderes empresariais em missões ao país persa. A normatização das relações com o Irã também deve acentuar a queda do preço do petróleo, que vem registrando quedas recordes nos últimos dias.
Vale lembrar que este acordo ocorre mais de cinco anos após o Brasil e a Turquia terem alcançado um compromisso semelhante do Irã, que na época não se confirmou devido a falta de disposição dos Estados Unidos com a negociação. Desta vez, mudanças no contexto político regional podem ajudar a explicar o acordo, pois o Irã tem ocupado um espaço crescente na política do Oriente Médio (presença no conflito sírio, combate ao Estado Islâmico, apoio ao frágil governo iraquiano, que também é apoiado pelos Estados Unidos), sendo um ator cada vez mais importante para o instável equilíbrio regional. Contudo, nem todos os atores estão jogando pelo sucesso do acordo. Dentre as posições contrárias, podemos destacar Israel e a Arábia Saudita, que justamente vêm promovendo uma escalada de tensões e o rompimento de relações diplomáticas como reação ao acordo.
Ainda no final de semana, os Estados Unidos anunciaram novas pequenas sanções devido a testes com mísseis balísticos. Embora haja uma contradição aparente entre os dois anúncios, é plausível que as novas sanções cumpram um papel para as audiências domésticas em ano eleitoral nos Estados Unidos e no Irã, já que as novas medidas são bastante limitadas frente à abrangência das primeiras.

 

 
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Quinta-feira, 30 de Julho de 2015

FPA realizam lançamento da publicação 'Reforma Política Democrática' em Belo Horizonte  

 

 




 

 
publicado por o editor às 17:47
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