Segunda-feira, 10 de Março de 2014

GRUPO TAPA REPERTÓRIO DE VERÃO COMPLETO TEATRO DE ARENA

 

 

   

Repertório de Verão do Grupo Tapa
Estreia dia 7 de março de 2014,
no Teatro de Arena
O Grupo Tapa reedita, nos meses de  março e abril,
o  projeto vencedor do 24º Premio Shell,
categoria especial, pela defesa da política de repertório.
Programação de Março
Credores
de August Strindberg
14,15 e 16 de março
Sexta e Sábado, às 21h, e Domingo, às 19h.
A Mandrágora
de Nicolau Maquiavel
dias 21, 22 e 23 de março
Sexta e Sábado, às 21h,  e Domingo, às 19h.
De Um ou De Nenhum
de Luigi Pirandello
Dias 28,29 e 30  de março
Sexta e Sábado, às 21h,  e Domingo, às 19h.
Teatro de Arena Eugênio Kusnet
Rua Dr. Teodoro Baima, 94 – República
Tel: 11. 3256.9463
Capacidade: 98 lugares
Ingressos: R$ 20,00 / R$ 10,00 meia
Bilheteria abre uma hora antes do espetáculo
Vendas só em dinheiro

 

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Segunda-feira, 3 de Março de 2014

7/3 REPERTÓRIO DE VERÃO GRUPO TAPA - A MANDRÁGORA e CREDORES

 

Repertório de Verão do Grupo Tapa
Estreia dia 7 de março de 2014,
no Teatro de Arena
O Grupo Tapa reedita, entre março e abril,
o  projeto vencedor do 24º Premio Shell, categoria especial,
pela defesa da política de repertório.
A Mandrágora
de Nicolau Maquiavel
dias 7,8 , 9 e 21, 22 e 23 de março
Sexta e Sábado, às 21h,  e Domingo, às 19h.
Credores
14,15 e 16 de março
Sexta e Sábado, às 21h, e Domingo, às 19h.
Teatro de Arena Eugênio Kusnet
Rua Dr. Teodoro Baima, 94 – República
Tel: 11. 3256.9463
Capacidade: 98 lugares
Ingressos: R$ 20,00 / R$ 10,00 meia
Bilheteria abre uma hora antes do espetáculo
Vendas só em dinheiro
A Mandrágora
A Mandrágora estreou em 2004 erendeu a Guilherme Sant`Anna o
premio APCA de melhor ator e uma indicação
ao prêmio Shell, na mesma categoria.
A peça conta a história de um jovem e rico italiano
que se faz passar por médico para conquistar
o amor de uma mulher casada, que sofre por não conseguir engravidar.
Com o consentimento do marido, do padre e da mãe da moça,
o falso doutor receita um suspeito tratamento à base de mandrágora,
uma raiz conhecida por suas propriedades afrodisíacas.
Escrita em 1503 por Nicolau Maquiavel – o mestre da ciência política - 
A Mandrágora, é considerada um marco do teatro ocidental: 
é a primeira comédia moderna que atinge a dimensão de grande peça.
Nela a engrenagem da inteligência e da astúcia humana
vem para primeiro plano e se exibem com todo vigor,
com a liberdade e o brilho do homem do Renascimento.
“Os fins justificam os meios”, dizia Maquiavel, que constrói um
texto em que a conquista amorosa, com suas urgências e exaltações,
serve como pretexto para desenvolver um tratado prático e saboroso sobre estratégia política,
sobre a arte de envolver, manipular,
convencer e, por fim, conquistar um objetivo.
Serviço:
A Mandrágora, de Nicolau Maquiavel
Direção: Eduardo Tolentino
Elenco: Guilherme Sant`Anna , Brian Penido, Flavio Tolezani
Paulo Marcos, Bruno Barchesi.
Temporada: dias 7,8 , 9 e 21, 22 e 23 de março
Sexta e Sábado, às 21h,  e Domingo, às 19h.
Classificação: 14 anos
Duração: 1h15 minutos
Capacidade: 98 lugares
Ingressos: R$ 20,00 / R$ 10,00 meia
Bilheteria abre uma hora antes do espetáculo
Vendas só em dinheiro
Teatro de Arena Eugênio Kusnet
Rua Dr. Teodoro Baima, 94 – República
Tel: 11. 3256.9463
Credores
Apresentada pela primeira vez em 2009, Credores, de August Strindberg,
conta a chegada de um desconhecido
chamado Adolfo (Andre Garolli)
em um hotel de veraneio abala o equilíbrio
delicado da relação do casal Tekla (Simone Boer)
e Gustavo (Bruno Barchesi).
O encontro evidencia marcas do passo que nunca cicatrizaram.
“Essa é uma peça que se aprofunda nos dilemas entre os personagens,
que expõem seus conflitos,
questão longe de se resolver nos tempos contemporâneos”,
diz o diretor Eduardo Tolentino de Araújo.
O espetáculo mexe com a ideia de "o inferno são os outros",
uma questão do filósofo francês Jean-Paul Sartre que se fundamenta
no reconhecimento da relação com outro.
O visual da montagem ganhou um ar escultural com a composição da luz e o corpo dos atores.
Sempre atual
Credores foi escrito em 1888. Apesar do tempo, a história dialoga bem com
a época contemporânea, característica que comprova o lado visionário do dramaturgo sueco.
O autor tem peças montadas constantemente no Brasil e no mundo.
Outra característica importante da obra do dramaturgo é a misoginia,
ou seja, o desprezo ao sexo feminino. Uma das explicações
atribuídas para essa particularidade foi o fracasso do seu primeiro casamento.
“Strindberg é pai do teatro moderno, presenciou momentos
importantes como o nascimento da psicanálise de Sigmund Freud,
a teoria da relatividade com  Albert Einstein, o mundo passava por intensas mudanças.
Ele é um autor que sabe tocar em sentimentos profundos da alma”, conta Tolentino.
Puro jazz
Uma “jam session” de jazz existencialista é uma metáfora perfeita
para os conflitos conjugais de Credores. A encenação de Tolentino já foi encenada em diversos espaços,
sempre com um frescor, evidenciando uma nova camada da trama,
característica que aproxima o teatro das notas musicais desse gênero americano.
“No jazz, o músico interpreta a música de forma peculiar,
nunca executando uma composição exatamente da mesma forma mais de uma vez.
A peça tem uma partitura, porém os três atores têm uma liberdade,
o que faz cada apresentação ser diferente uma da outra”; finaliza o diretor.
Serviço
Credores de August Strindberg
Direção e tradução: Eduardo Tolentino de Araújo
Elenco: Andre Garolli, Bruno Barchesi e Simone Boer
Temporada: dias 14, 15 e 16 de março
Sexta e Sábado, às 21h, e Domingo, às 19h.
Capacidade: 98 lugares
Ingressos: R$ 20,00 / R$ 10,00 meia
Bilheteria abre uma hora antes do espetáculo
Vendas só em dinheiro
Teatro de Arena Eugênio Kusnet
Rua Dr. Teodoro Baima, 94 – República
Tel: 11. 3256.9463
Ficha Técnica
Cênica Texto: August Strindberg
Direção e tradução: Eduardo Tolentino de Araújo
Elenco: Andre Garolli, Bruno Barchesi e Simone Boer
Cenários e figurinos:  Lola Tolentino
Iluminação: Nelson Ferreira
Produção: Grupo Tapa

 

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Terça-feira, 14 de Janeiro de 2014

Grupo Tapa no Teatro de Arena em 2014

 

Grupo Tapa no Teatro de Arena
em 2014
de 10 de janeiro a 2 de fevereiro
Anti-Nelson Rodrigues
Qui, sex e sab, às 21h, e dom, às 19h.
As Viúvas
Qua, às 21h, e Sáb, às 18h30
As Viúvas
de Artur de Azevedo ( 1855-1908)
Ambientado no inicio do século, As Viúvas é um espetáculo composto por três comédias curtas em que três viúvas apresentam suas estratégias para conseguir um casamento. A partir desse tema provocativo o autor maranhense Arthur de Azevedo expõem os valores do final do século XIX. Escritas em anos diferentes, os textos que compõem o espetáculo são Amor por Anexins (1870), Uma Consulta (1901) e O Oráculo (1907).
Serviço:

As Viúvas  de Artur de Azevedo

Direção - Sandra Corveloni

Elenco - Brian Penido, Bruno Barchesi, Clara Carvalho, Cintia Hussey, Riba Carlovich, Fernando Paz / Elcio Rodrigues, Paloma Galasso e Tony Giusti.

Pianista: Jerry Bello

Temporada: de 10 de janeiro a 2 de fevereiro
Qua, às 21h, e Sáb, às 18h30.
Classificação: livre
Duração: 75 minutos
ANTI-NELSON RODRIGUES
 

Escrita em 1973, essa penúltima peça do maior
dramaturgo brasileiro é um sumário das melhores
e mais saborosas situações rodrigueanas.
Entre humor e o drama, as personagens transitam
à deriva em busca de amor e redenção.
Texto repleto de frases antológicas, tão marcantes
no universo do autor, desde a sua primeira montagem há quarenta anos
“Anti-Nelson Rodrigues” não foi mais encenada profissionalmente,
o que lhe dá um tom de quase ineditismo.
“Anti-Nelson Rodrigues” é um texto surpreendente
à espera de ser redescoberto por várias gerações
que conhecem sobretudo as obras canônicas do autor.
ANTI-NELSON RODRIGUES
Direção: Eduardo Tolentino de Araújo
Elenco:
Augusto Zacchi,
Carol Cashie,
Clara Carvalho,
Conrado Sardinha / Cesar Baccan
Oswaldo Mendes
Penha Pietra’s
Riba Carlovich
Temporada: de 10 de janeiro a 2 de fevereiro
Qui, sex e sab, às 21h, e dom, às 19h.
Duração: 90 minutos
Teatro de Arena Eugênio Kusnet
Rua Dr. Teodoro Baima, 94 – República
Tel: 11. 3256.9463
Capacidade: 98 lugares
Ingressos: R$ 20,00 / R$ 10,00 meia
Bilheteria abre uma hora antes do espetáculo
Vendas só em dinheiro

 

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Terça-feira, 24 de Dezembro de 2013

10/1 TAPA RETORNA AO ARENA COM 2 ESPETÁCULOS

10/1 TAPA RETORNA AO ARENA COM 2 ESPETÁCULOS

Grupo Tapa no Teatro de Arena
em 2014
de 10 de janeiro a 2 de fevereiro
Anti-Nelson Rodrigues
Qui, sex e sab, às 21h, e dom, às 19h.
As Viúvas
Qua, às 21h, e Sáb, às 18h30
As Viúvas
de Artur de Azevedo ( 1855-1908)

Ambientado no inicio do século, As Viúvas é um espetáculo composto por três comédias curtas em que três viúvas apresentam suas estratégias para conseguir um casamento. A partir desse tema provocativo o autor maranhense Arthur de Azevedo expõem os valores do final do século XIX. Escritas em anos diferentes, os textos que compõem o espetáculo são Amor por Anexins (1870), Uma Consulta (1901) e O Oráculo (1907).
Serviço:

As Viúvas  de Artur de Azevedo

Direção - Sandra Corveloni

Elenco - Brian Penido, Bruno Barchesi, Clara Carvalho, Cintia Hussey, Riba Carlovich, Fernando Paz / Elcio Rodrigues, Paloma Galasso e Tony Giusti.

Pianista: Jerry Bello

Temporada: de 10 de janeiro a 2 de fevereiro
Qua, às 21h, e Sáb, às 18h30.
Classificação: livre
Duração: 75 minutos
ANTI-NELSON RODRIGUES
 

Escrita em 1973, essa penúltima peça do maior
dramaturgo brasileiro é um sumário das melhores
e mais saborosas situações rodrigueanas.
Entre humor e o drama, as personagens transitam
à deriva em busca de amor e redenção.
Texto repleto de frases antológicas, tão marcantes
no universo do autor, desde a sua primeira montagem há quarenta anos
“Anti-Nelson Rodrigues” não foi mais encenada profissionalmente,
o que lhe dá um tom de quase ineditismo.
“Anti-Nelson Rodrigues” é um texto surpreendente
à espera de ser redescoberto por várias gerações
que conhecem sobretudo as obras canônicas do autor.
ANTI-NELSON RODRIGUES
Direção: Eduardo Tolentino de Araújo
Elenco:
Augusto Zacchi,
Carol Cashie,
Clara Carvalho,
Conrado Sardinha / Cesar Baccan
Oswaldo Mendes
Penha Pietra’s
Riba Carlovich
Temporada: de 10 de janeiro a 2 de fevereiro
Qui, sex e sab, às 21h, e dom, às 19h.
Duração: 90 minutos
Teatro de Arena Eugênio Kusnet
Rua Dr. Teodoro Baima, 94 – República
Tel: 11. 3256.9463
Capacidade: 98 lugares
Ingressos: R$ 20,00 / R$ 10,00 meia
Bilheteria abre uma hora antes do espetáculo
Vendas só em dinheiro

 

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Quinta-feira, 31 de Outubro de 2013

22/11 ESTREIA TAPA - ANTI-NELSON RODRIGUES

 

O Grupo TAPA finaliza a ocupação do Teatro de Arena,
com a estréia nacional de
ANTI- NELSON RODRIGUES
“O dinheiro compra tudo, até o amor verdadeiro.”
“O sexo é uma selva de epiléticos.”

O Grupo TAPA finaliza a ocupação do Teatro de Arena,
com a estréia nacional de “Anti-Nelson Rodrigues”,
prevista para o dia 20 de novembro, às 21h,
no Teatro de Arena Eugênio Kusnet.
Autor freqüente no repertório do TAPA,
Nelson recebeu a cada década montagens de grande repercussão:
“Viúva , porém honesta”  na década de 80,
“Vestido de Noiva”  em 90 e “A Serpente” em 2000.
Escrita em 1973, essa penúltima peça do maior
dramaturgo brasileiro é um sumário das melhores
e mais saborosas situações rodrigueanas.
Entre humor e o drama, as personagens transitam
à deriva em busca de amor e redenção.
Texto repleto de frases antológicas, tão marcantes no universo do autor,
desde a sua primeira montagem há quarenta anos
“Anti-Nelson Rodrigues” não foi mais encenada profissionalmente,
o que lhe dá um tom de quase ineditismo.
“Anti-Nelson Rodrigues” é um texto surpreendente
à espera de ser redescoberto por várias gerações que
conhecem sobretudo as obras canônicas do autor.
ANTI-NELSON RODRIGUES
Direção: Eduardo Tolentino de Araújo
Elenco:
Augusto Zacchi,
Carol Cashie,
Clara Carvalho,
Conrado Sardinha / Cesar Baccan
Oswaldo Mendes
Riba Carlovich
Estreia prevista: 20 de novembro
Temporada: em novembro, de quarta a sábado, às 21h.
Em dezembro, quartas e quintas-feiras, às 21h.
Duração: 90 minutos
Capacidade: 98 lugares
Ingressos: R$ 20,00 / R$ 10,00 meia
Bilheteria abre uma hora antes do espetáculo
Vendas só em dinheiro
Teatro de Arena Eugênio Kusnet
Rua Dr. Teodoro Baima, 94 – República
Tel: 11. 3256.9463
A ponte que liga o TAPA ao Arena tem um eixo central em comum: o foco sobre o trabalho do ator e o repertório dedicado à dramaturgia. O Teatro de Arena, fundado por José Renato em 1953, implantou pioneiramente no Brasil a estrutura cênica que lhe deu o nome, e teve de enfrentar o desafio de desenvolver padrões de interpretação compatíveis com a natureza camerística desse espaço.
A esse desafio somou-se outro alguns anos depois: o de desenvolver uma dramaturgia que figurasse as condições reais do país, e que o fizesse a partir de uma perspectiva crítica e não meramente cronística. Estava-se então em 1958, e desse momento em diante as etapas que se seguiram configuraram transformações fundamentais para a dramaturgia tanto sob o ponto de vista da matéria representada como de seus parâmetros formais e estilísticos.
O projeto do TAPA na ocupação do Teatro de Arena propõe-se a dialogar de três maneiras com essas etapas e com seu significado histórico: revisitando peças que integraram tanto o repertório do Arena como o seu próprio em algum momento; introduzindo peças contemporâneas condizentes com o espaço cênico; e incorporando montagens voltadas também ao público escolar e infantil. Neste último aspecto em particular o grupo ao mesmo tempo repassa a experiência do Arena em montagens de sua primeira fase, retoma o ponto de partida de seu próprio percurso profissional, em 1979, e remete ao Panorama do Teatro Brasileiro, que desenvolveu durante os anos 90.

A confluência entre o projeto ora apresentado e a história do Arena não resulta só da programação de títulos em comum: o processo de estudo interno que caracteriza o TAPA, e que tem mantido em foco peças de Machiavelli, Martins Pena, Tennessee Williams e Pirandello, representa em si uma forma importante de trabalho que evoca, em muitos pontos, o processo formativo do Arena ao longo de seu trabalho. A montagem de “O longo adeus”, de Tennessee Williams, reporta-se à peça de estréia do Arena, traduzida por Esther Mequita como “O demorado adeus” e dirigida por José Renato em 1953. A comédia social de Martins Pena, mais uma vez pautada pelo TAPA, teve papel importantetambém no Arena em seus anos iniciais. “A Mandrágora”, de Machiavelli, que integra o repertório do TAPA, traz à pauta a fase de nacionalização dos clássicos do Arena, na primeira metade dos anos 60.
Algumas outras peças dos autores desses títulos comuns aos dois grupos foram programadas agora pelo TAPA em sua ocupação do Teatro de Arena: é o caso de “Alguns Blues do Tennessee”, coletânea de três peças em um ato de Tennessee Williams (“O quarto escuro”, “Verão no lado” e “A dama da loção antipiolho”) já anteriormente encenada em traduções dos próprios atores, e de “Out Cry”, inédita e que estreará em tradução também feita pelo TAPA. De Pirandello, outro dramaturgo cujo trabalho tem sido objeto de estudo interno continuado, as duas peças programadas, “Amargo Siciliano” e “De um ou de nenhum”, foram igualmente traduzidas pelo grupo e exaustivamente revisadas durante os ensaios.
A caracterização de uma confluência com o trabalho do Arena se dá, em todos esses casos, não só pela importância histórica desses textos ou por suas possibilidades interpretativas específicas, mas também - e principalmente - pelo papel que o próprio projeto de encená-los desempenha para os atores e público do TAPA, na correlação histórica entre seu trabalho e o do Teatro de Arena.
Maria Sílvia Betti
 
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22/11 ESTREIA TAPA - ANTI-NELSON RODRIGUES

 

O Grupo TAPA finaliza a ocupação do Teatro de Arena,
com a estréia nacional de
ANTI- NELSON RODRIGUES
“O dinheiro compra tudo, até o amor verdadeiro.”
“O sexo é uma selva de epiléticos.”

O Grupo TAPA finaliza a ocupação do Teatro de Arena,
com a estréia nacional de “Anti-Nelson Rodrigues”,
prevista para o dia 20 de novembro, às 21h,
no Teatro de Arena Eugênio Kusnet.
Autor freqüente no repertório do TAPA,
Nelson recebeu a cada década montagens de grande repercussão:
“Viúva , porém honesta”  na década de 80,
“Vestido de Noiva”  em 90 e “A Serpente” em 2000.
Escrita em 1973, essa penúltima peça do maior
dramaturgo brasileiro é um sumário das melhores
e mais saborosas situações rodrigueanas.
Entre humor e o drama, as personagens transitam
à deriva em busca de amor e redenção.
Texto repleto de frases antológicas, tão marcantes no universo do autor,
desde a sua primeira montagem há quarenta anos
“Anti-Nelson Rodrigues” não foi mais encenada profissionalmente,
o que lhe dá um tom de quase ineditismo.
“Anti-Nelson Rodrigues” é um texto surpreendente
à espera de ser redescoberto por várias gerações que
conhecem sobretudo as obras canônicas do autor.
ANTI-NELSON RODRIGUES
Direção: Eduardo Tolentino de Araújo
Elenco:
Augusto Zacchi,
Carol Cashie,
Clara Carvalho,
Conrado Sardinha / Cesar Baccan
Oswaldo Mendes
Riba Carlovich
Estreia prevista: 20 de novembro
Temporada: em novembro, de quarta a sábado, às 21h.
Em dezembro, quartas e quintas-feiras, às 21h.
Duração: 90 minutos
Capacidade: 98 lugares
Ingressos: R$ 20,00 / R$ 10,00 meia
Bilheteria abre uma hora antes do espetáculo
Vendas só em dinheiro
Teatro de Arena Eugênio Kusnet
Rua Dr. Teodoro Baima, 94 – República
Tel: 11. 3256.9463
A ponte que liga o TAPA ao Arena tem um eixo central em comum: o foco sobre o trabalho do ator e o repertório dedicado à dramaturgia. O Teatro de Arena, fundado por José Renato em 1953, implantou pioneiramente no Brasil a estrutura cênica que lhe deu o nome, e teve de enfrentar o desafio de desenvolver padrões de interpretação compatíveis com a natureza camerística desse espaço.
A esse desafio somou-se outro alguns anos depois: o de desenvolver uma dramaturgia que figurasse as condições reais do país, e que o fizesse a partir de uma perspectiva crítica e não meramente cronística. Estava-se então em 1958, e desse momento em diante as etapas que se seguiram configuraram transformações fundamentais para a dramaturgia tanto sob o ponto de vista da matéria representada como de seus parâmetros formais e estilísticos.
O projeto do TAPA na ocupação do Teatro de Arena propõe-se a dialogar de três maneiras com essas etapas e com seu significado histórico: revisitando peças que integraram tanto o repertório do Arena como o seu próprio em algum momento; introduzindo peças contemporâneas condizentes com o espaço cênico; e incorporando montagens voltadas também ao público escolar e infantil. Neste último aspecto em particular o grupo ao mesmo tempo repassa a experiência do Arena em montagens de sua primeira fase, retoma o ponto de partida de seu próprio percurso profissional, em 1979, e remete ao Panorama do Teatro Brasileiro, que desenvolveu durante os anos 90.

A confluência entre o projeto ora apresentado e a história do Arena não resulta só da programação de títulos em comum: o processo de estudo interno que caracteriza o TAPA, e que tem mantido em foco peças de Machiavelli, Martins Pena, Tennessee Williams e Pirandello, representa em si uma forma importante de trabalho que evoca, em muitos pontos, o processo formativo do Arena ao longo de seu trabalho. A montagem de “O longo adeus”, de Tennessee Williams, reporta-se à peça de estréia do Arena, traduzida por Esther Mequita como “O demorado adeus” e dirigida por José Renato em 1953. A comédia social de Martins Pena, mais uma vez pautada pelo TAPA, teve papel importantetambém no Arena em seus anos iniciais. “A Mandrágora”, de Machiavelli, que integra o repertório do TAPA, traz à pauta a fase de nacionalização dos clássicos do Arena, na primeira metade dos anos 60.
Algumas outras peças dos autores desses títulos comuns aos dois grupos foram programadas agora pelo TAPA em sua ocupação do Teatro de Arena: é o caso de “Alguns Blues do Tennessee”, coletânea de três peças em um ato de Tennessee Williams (“O quarto escuro”, “Verão no lado” e “A dama da loção antipiolho”) já anteriormente encenada em traduções dos próprios atores, e de “Out Cry”, inédita e que estreará em tradução também feita pelo TAPA. De Pirandello, outro dramaturgo cujo trabalho tem sido objeto de estudo interno continuado, as duas peças programadas, “Amargo Siciliano” e “De um ou de nenhum”, foram igualmente traduzidas pelo grupo e exaustivamente revisadas durante os ensaios.
A caracterização de uma confluência com o trabalho do Arena se dá, em todos esses casos, não só pela importância histórica desses textos ou por suas possibilidades interpretativas específicas, mas também - e principalmente - pelo papel que o próprio projeto de encená-los desempenha para os atores e público do TAPA, na correlação histórica entre seu trabalho e o do Teatro de Arena.
Maria Sílvia Betti
 
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Quinta-feira, 26 de Setembro de 2013

ATENÇÃO: ALTERADA PROGRAMAÇÃO TAPA NO ARENA

 

 

 Programação da 
primeira semana do mês:
de 2 a 6 de outubro.
Desgraças de Uma Criança:
qua e qui às 20h / sáb às 18h
Moratória:
sex às 21h / sáb às 21h / dom às 19h.
(Não mais às 20h no domingo, como divulgado)
Desgraças de Uma Criança
de Martins Pena
A peça mostra as peripécias amorosas de dois conquistadores às voltas com duas garotas, que em uma noite festiva, criam grandes confusões para encobrir o romance proibido. Além disso, Martins Pena critica com leve ironia e muito humor as relações sociais daquela época, e que ainda podem ser percebidas nos dias atuais.
Serviço
Desgraças de Uma Criança
De Martins, Pena
Direção: Brian Penido Ross
Elenco: Adriano Bedin, Júlio Mancini, Giovanna Ghiurghi, Laura Carvalho, Augusto César e Talita Olivieri.
Direção Musical: Júlio Mancini.
Dias 2, 3 e 5 de outubro, qua e qui às 20h / sáb às 18h
Classificação: 10 anos
Duração: 65 minutos
A Moratória
de Jorge Andrade (1922 - 1984)
Considerado um clássico do teatro brasileiro escrito em 1954, por Jorge Andrade.
A peça conta a história da família de um fazendeiro paulista que perde suas terras em decorrência da crise do café de 1929, e sente-se oprimida pela perspectiva da vida na cidade, espaço em que suas concepções de mundo
são confrontadas com uma ordem na qual o antigo prestígio familiar não representa mais nada.
Ficha Técnica
A Moratória
de Jorge Andrade (1922 - 1984)
Direção – Eduardo Tolentino de Araújo
Elenco - Zécarlos Machado, Paloma Galasso, Déborah Scavone, Rosa Grobman, Rodolfo de Freitas e Augusto Zacchi.
Dias 4 e 5, às 21h e 6 às 19h.
TAPA NO ARENA
Teatro de Arena Eugênio Kusnet
Rua Dr. Teodoro Baima, 94 – República
Tel: 11. 3256.9463
Capacidade: 98 lugares
Ingressos: R$ 20,00 / R$ 10,00 meia
Bilheteria abre uma hora antes do espetáculo
Vendas só em dinheiro
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Quarta-feira, 18 de Setembro de 2013

2/10 TAPA ESTREIA RETRATOS FALANTES - ELAS com CHRIS COUTO E CLARA CARVALHO

 

Tapa no Arena apresenta

RETRATOS FALANTES - ELAS

de Alan Bennett (1934)



Peça é uma coletânea de monólogos escritos

em 1987 pelo consagrado autor inglês para a BBC de Londres.




A Sua Grande Chance







Uma Cama entre Lentilhas


Todas as quartas-feiras de Outubro. Estreia no dia 2.


RETRATOS FALANTES, de Alan Bennett (1934 ) é uma coletânea de monólogos escritos em 1987 pelo consagrado autor inglês para a BBC de Londres. Devido ao grande sucesso do programa, estes textos acabaram adaptados para o palco pelo próprio autor. Com muito humor, cada um destes pequenos monólogos é um retrato da solidão e da incomunicabilidade de uma classe média  remediada, mas frustrada em seus desejos e inquietações. Os personagens retratados por Bennett não são aqueles que estamos habituados a ver nas revistas de fofocas e de celebridades, nem os marginais que povoam as folhas dos jornais. São retratos de figuras anônimas quase invisíveis que podem morar na porta ao lado. Desde 2007, os “Retratos falantes” passaram a integrar o repertório do Grupo TAPA. Agora divididos em duas partes: ELES, com os monólogos Fritas no Açúcar e Brincando de Sanduíche, apresentado às quintas-feiras; e  ELAS,  com os monólogos A Sua Grande Chance e Uma Cama Entre Lentilhas, que estará em temporada às quartas-feiras

A Sua Grande Chance
Neste monólogo, interpretado por Chris Couto, nos deparamos com Lesley, uma dessas atrizes que sabe de todos os testes que acontecem na cidade, não perde uma noite de estréia e é figura carimbada nas festas do meio artístico, onde, quem sabe ela será convidada para o papel da sua vida.

Uma Cama entre Lentilhas
Clara Carvalho nos apresenta Susan, esposa de um reverendo anglicano, que vive entre cerimônias religiosas, quermesses beneficentes,  corais vespertinos e  arranjos florais, atividades para as quais ela não tem nenhuma aptidão. Refugia-se no álcool, mas vai encontrar sua salvação no fundo de um armazém, entre sacos de lentilhas.


Ficha Técnica
Retratos Falantes – Elas
Autor - Allan Bennett
Tradução - Clara Carvalho
Direção - Eduardo Tolentino de Araújo
Elenco: Clara Carvalho - Uma Cama entre Lentilhas
Chris Couto - A Sua Grande Chance
Cenário e Figurinos - Lola Tolentino
Iluminação - Nelson Ferreira
Duração: 70 min.
Recomendado para maiores de 14 anos
Dias 2,9,16,23 e 30 de outubro, quartas-feiras, às 21h.
TAPA NO ARENA

Teatro de Arena Eugênio Kusnet

Rua Dr. Teodoro Baima, 94 – República

Tel: 11. 3256.9463

Capacidade: 98 lugares

Ingressos: R$ 20,00 / R$ 10,00 meia

Bilheteria abre uma hora antes do espetáculo

Vendas só em dinheiro

 

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Domingo, 15 de Setembro de 2013

Tapa no Arena apresenta A Moratória de Jorge Andrade

 

 

Tapa no Arena apresenta

A Moratória




Espetáculo que  retrata a crise da bolsa de Nova York em 1929,
reestréia  no dia 4 de outubro




Considerado um clássico do teatro brasileiro escrito em 1954, por Jorge Andrade, a peça conta a história da família de um fazendeiro paulista que perde suas terras em decorrência da crise do café de 1929, e sente-se oprimida pela perspectiva da vida na cidade, espaço em que suas concepções de mundo são confrontadas com uma ordem na qual o antigo prestígio familiar não representa mais nada.

O elemento estrutural que chama atenção nessa obra é a sua organização sistematizada em dois planos e três atos: o plano do presente (1932), dá-se no espaço de uma casa modesta e aborda a questão da perda da fazenda por causa das dívidas contraídas por Joaquim, personagem principal; já o plano do passado (1929), desenvolve-se no espaço de uma fazenda tradicional, tratando da decretação da moratória pelo Governo.

No conjunto familiar, meio onde os personagens se relacionam, a atmosfera nem sempre é amigável. Devido às circunstâncias do enredo, os personagens transitam em situações discrepantes. Olímpio aparece nos dois planos: como o noivo excluído, inicialmente, e depois, como a única esperança de salvação da família. Lucília, antes simples moça submissa, oscila para um grau superior, no qual assume a chefia financeira da casa e é a sucessora do pai.

Jorge Andrade utiliza-se de um momento decisivo no Brasil e no mundo para escrever A Moratória: em 1929, ocorreu a quebra da bolsa de Nova York, seguida da rebelião de São Paulo. O autor, porém, não explana sobre o que iria acontecer depois de 1932, mas volta o foco para a situação limite que as pessoas viveram nesta época, tratando essencialmente da questão do enraizamento familiar.

A ação do tempo sobre a peça e sobre a história é o principal interesse do diretor Eduardo Tolentino de Araújo pelo texto de Jorge Andrade. E segundo o diretor, o autor “profetiza o processo de hegemonia paulista sobre o país.”

O texto de Jorge Andrade, escrito em 1954, sofreu cortes e alterações nesta montagem. A estrutura não é tão rígida como nas indicações do autor; não há dois cenários, a antiga fazenda e a casa na cidade, como sugerido. Na montagem do Tapa, as duas ações simultâneas são percebidas aos poucos pelo espectador. O cruzamento dos planos se dá de maneira mais subjetiva.


A MORATÓRIA,
de Jorge Andrade (1922 -1984)
Direção – Eduardo Tolentino de Araújo
Elenco - Zécarlos Machado, Paloma Galasso, Déborah Scavone,
Rosa Grobman, Rodolfo de Freitas e Augusto Zacchi.
Temporada: de 4 a 26 de outubro,
sextas e sábados, às 21h,
e domingos, às 20h
Duração: 90 minutos
Recomendação: 14 anos
TAPA NO ARENA
Teatro de Arena Eugênio Kusnet
Rua Dr. Teodoro Baima, 94 – República
Tel: 11. 3256.9463
Capacidade: 98 lugares
Ingressos: R$ 20,00 / R$ 10,00 meia
Bilheteria abre uma hora antes do espetáculo
Vendas só em dinheiro

Realização – Grupo TAPA
Produção Geral – Cesar Baccan - Baccan Produções.
Cenário e figurino – Lola Tolentino
 
Iluminação – Nelson Ferreira
publicado por o editor às 05:52
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Sexta-feira, 23 de Agosto de 2013

O Jardim dos Duendes estreia dia 7 de setembro

 

Teatro Infantil

dentro da ocupação Tapa no Arena



O Jardim dos Duendes

estreia dia 7 de setembro, sábado, as 15h





O espetáculo infantil  “O Jardim dos Duendes”

estreia temporada no Teatro de Arena Eugênio Kusnet

dia 7 de setembro, com apresentações as sábados,

às 15h, com ingressos a R$ 10,00 (R$ 5,00 meia entrada).



A peça conta a história de cinco duendes

e um grilo músico e muito esperto

decidem salvar o mundo onde vivem.

 Vão à busca de seus objetivos com muita alegria,

brincadeiras, música e poesia.





Direção Geral e Texto: Tony Giusti

Elenco:  Arthur Arnaut / Frederico Santiago / Rafael Anastasi

 Ricardo Bretones / Ulisses Amorim

Temporada: de 7 de setembro a 12 de outubro

espetáculos aos sábados, às 15h

Classificação: livre

Duração: 50 minutos

Capacidade: 99 lugares

Ingressos: R$ 10,00 / R$ 5,00 meia

Bilheteria abre uma hora antes do espetáculo

Vendas só em dinheiro

Teatro de Arena Eugênio Kusnet

Rua Dr. Teodoro Baima, 94 – República

Tel: 11. 3256.9463



Ficha Técnica



Assistente direção: Carolina Parra

Produção: Nosso Grupo de Teatro

Administração: Paulo A. Pfeifer

Pesquisa de percussão: Ricardo Bretones

Pesquisa Cenografica: Felipe Rua

Figurinos: Rosane Muniz

Adereços: Tony Giusti

Designer Gráfico: Paula Knoll

Confecção de Telas: Fernando Azevedo

Designer de Luz: Fernando Azevedo
publicado por o editor às 01:20
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