Segunda-feira, 3 de Novembro de 2014

Vida Após a Morte: Estudo Médico Evidencia Ponto de Vista Védico

 

 

 

 

 

 

Purushottama Kumara Dasa

 

Maior estudo médico do mundo sobre Experiência de Quase Morte e Experiência Fora do Corpo, conduzido por cientistas da Universidade de Southampton, sugere que “existe vida após a morte”.

 

Maior estudo médico do mundo sobre Experiência de Quase Morte e Experiência Fora do Corpo, conduzido por cientistas da Universidade de Southampton, sugere que “existe vida após a morte”, reportou o jornal The Telegraph em outubro de 2014. (http://goo.gl/tbv7DJ)

 

2.060 pacientes cardíacos foram acompanhados muito proximamente e examinados durante o experimento por quatro anos antes de os cientistas publicarem sua pesquisa no periódico científico Resuscitation.

 

Em um dos casos, houve um senhor de 57 anos de idade que ficou clinicamente morto por três minutos – seu coração parara de bater e o cérebro estava apagado – e, posteriormente, após retornar à vida, foi capaz de descrever em detalhes minuciosos as atividades da equipe de enfermeiros e médicos que o trataram durante aquele período de três minutos. Ele disse que estava observando sua ressuscitação de um canto da sala. Isso não apenas é interessante, senão que prova que a vida continua mesmo depois do perecimento do corpo.

 

O cérebro do homem parara de funcionar, seus olhos estavam fechados e ele não tinha consciência em seu corpo. Então, quem era o “ser consciente” que estava observando tudo do canto da sala? Esse “ser consciente” era capaz de ver, ouvir (ele ouviu claramente os sinais de uma máquina que faz barulho em intervalos de três minutos) e foi capaz de armazenar toda a informação observada. E a pessoa não estava alucinando, ou não teria sido capaz de apresentar informações precisas.

 

As obras védicas explicam que “o ser consciente” se chama atma, “alma”, ou “espírito”, o qual tem uma existência independente. Enquanto a alma permanece em controle do corpo físico, o corpo funciona, e no momento em que a conexão da alma com o corpo cessa, o corpo fica sem vida. Conforme a cota cármica, a alma é associada a um corpo físico específico. Quando determinada cota se exaure, a alma parte para um destino diferente.

 

No caso desse homem idoso, a alma ficou temporariamente fora do corpo físico, mas, uma vez que a cota cármica não havia terminado, a alma permaneceu emocionalmente conectada e, por fim, retornou ao corpo, devolvendo vida ao corpo clinicamente morto.

 

Esse não foi um caso, senão que a equipe de pesquisadores documentou que, de 2.060 pacientes cardíacos que foram examinados, 330 sobreviveram, e 140 desses falaram sobre algum tipo de consciência enquanto estavam clinicamente mortos e sendo ressuscitados.

 

Para os estudantes da literatura védica e espiritualistas em geral, essa observação científica não é surpreendente. As obras védicas contêm muitas explicações lógicas, com exemplos, sobre o relacionamento entre a alma e o corpo físico.

 

O Srimad-Bhagavatam, a título de exemplo, narra a história do rei Chitraketu, cujo filhinho voltou à vida depois de ter estado morto. O rei estava inconsolável diante de seu filho morto, em virtude do que o sábio Narada, apenas para educar o rei sobre a natureza efêmera do corpo físico, trouxe temporariamente a alma da criança para o corpo sem vida. No momento em que a alma entrou, o corpo do garoto começou a exibir todos os sintomas de vida. E a alma, através do corpo do garotinho, falou com o rei. Para o assombro do rei, o garoto disse que ele não fora seu único pai, senão que tivera muitos pais e mães no passado porque, desde tempos imemoriais, vinha ocupando diferentes corpos, incluindo corpos de humanos, animais e plantas.

 

Esta nova pesquisa científica complementa o entendimento védico. Os cientistas que estão tentando desvendar, através da experimentação, os mistérios da vida também podem consultar a literatura védica e se debruçar sobre como apresenta a ciência da alma e como a alma anima o corpo. Segundo esse conjunto de obras antigas, a existência da alma não é física, mas metafísica. No Bhagavad-gita 2.20, Krishna declara que a alma é eterna e que, sob nenhuma circunstância, pode morrer. Krishna, dois versos à frente, explica ainda que “assim como alguém veste roupas novas e abandona as antigas, a alma aceita um novo corpo material, rejeitando o velho e inútil”.

 

Dr. Jerry Nolan, editor-chefe da Resuscitation, disse: “Dr. Parnia (que conduziu o experimento) e seus colegas devem ser congratulados pela conclusão de um estudo fascinante que abrirá as portas para mais amplas pesquisas concernentes a o que acontece quando morremos”.

 

Se estudamos nossa vida e este mundo científica e honestamente, bem como sem preconceitos, podemos compreender mais sobre quem somos.

 

Todo o conteúdo das publicações de Volta ao Supremo é de inteira responsabilidade de seus respectivos autores, tanto o conteúdo textual como de imagens. Fonte da imagem: http://www.flickr.com/photos/dexters/3311166836.

 

Se gostou deste material, também gostará destes: Experiências de Quase-Morte nas quais a Ciência Aponta para a AlmaEspiritismo e Consciência de Krishna:  Um Estudo Comparativo em Transmigração da Alma, A Morte do Filho de Srivasa e a Ciência da Transmigração da Alma, Alma, Deus, Eternidade e Reencarnação: Srila Prabhupada Conversa sobre  Orígenes de Alexandria, Para Onde Vamos quando Morremos?.

Do Blog Volta ao Supremo. Leia outros artigos em www.voltaaosupremo.com.

 

publicado por o editor às 14:04
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